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Coluna 49: Aumentando os conhecimentos gerais (11)
Publicada dia 09 de Setembro de 2006

Aumentando os conhecimentos gerais (11)

Os assuntos de hoje são apenas dois: uma pequena história da energia elétrica no Brasil. É pena que na nossa pesquisa não conseguimos descobrir a data da inauguração dos serviços de luz e força de algumas capitais brasileiras. E, para completar, tratamos de um assunto controvertido que é a reencarnação ou o “eterno retorno”, como acreditava o filósofo alemão Nietzsche e aceito também por religiões outras como o budismo. Vamos aos assuntos, gente:

FORÇA E LUZ EM ALGUNS ESTADOS DO BRASIL –Como dissemos linhas anteriores, esta pesquisa, infelizmente, não está completa, não obstante os nossos esforços junto a terceiros no sentido de nos informar a data em que certas capitais brasileiras passaram a usufruir o benefício da eletricidade, este bem invisível que foi o responsável maior pelo progresso material do mundo nestes cem últimos anos. Na atualidade, não seríamos capazes de viver, nas cidades, sem o desfrutar dessa maravilha da modernidade que é, sem nenhuma dúvida, a energia elétrica. Hoje, de tão acostumados que estamos, só percebemos a importância dessa notável utilidade quando somos obrigados a subir, pelas escadas, os dezoito andares para se chegar a casa ou ao escritório. E o trânsito? Fica um verdadeiro pandemônio quando falta energia nos semáforos. Ninguém se entende nem respeita os cruzamentos. E aí, então, não se vai nem para frente nem para trás. Já pensou o amigo ficar sem televisão num dia de jogo do Brasil, refrigeração e aquela água geladinha confortadora? Ah, assim não dá e a vida se torna um inferno quando temos que enfrentar um apagão por pouco tempo que seja, assim como não se dá para viver sem a Internet e o computador pessoal do dia a dia. Sem energia a vida parece parar e aqui fico a meditar sobre nossos avós e bisavós que enfrentaram a escuridão das noites sem lua e o calor dos nossos quentes verões utilizando leques e abanos. Já pensou ler à noite à luz de um candeeiro a querosene e ter que ficar com as narinas sujas da tisna que emanava do bico da lamparina? Nessa época, não havia alternativa senão fazer tudo o que tínhamos de fazer aproveitando a luz do sol. Sem dúvida que havia vantagem em dormir cedo junto com as galinhas e acordar de madrugada ao canto do galo e dos pássaros. No sítio do meu pai, os Apeninos, em São Bento do Una, também enfrentávamos a escuridão da noite e quando não havia lua minha mãe e meus irmãos ficavam a contemplar o firmamento, onde víamos com nitidez aquela impressionante poeira de estrelas a cintilar, que hoje não mais se vê nas cidades próximas ao litoral, tão grande é a iluminação artificial das grandes cidades à noite além da poluição atmosférica. Eram tempos indescritíveis e românticos dormir cedo e acordar ao som dos pássaros do agreste pernambucano. Já na cidade, também chamada de “rua”, tínhamos uma iluminação precária do anoitecer até meia-noite, sendo que as onze e meia horas Magarete, o operador do motor, acionava a chave apagando a luz em toda a cidade por um ou dois segundos. Era o aviso aos notívagos freqüentadores de bares e casas de jogos de que dentro de meia hora o motor seria desligado e a cidade entraria em breu total, ocasião em que os seresteiros de ocasião aproveitavam as noites de luar para cantar dolentes canções de amor para suas amadas. Quando não se dispunha de um violão para acompanhar, geralmente Babá, filho do notável Marcelino, a turma cantava à capela mesmo músicas de um cantor famoso da época o baiano de Camamu chamado Anísio Silva, um razoável intérprete de voz pequena e anasalada numa época em que brilhavam vozes privilegiadas e potentes como as de Orlando Silva, Francisco Alves e Vicente Celestino. Feitas estas considerações, vamos conhecer o ano de inauguração dos serviços de “luz e força” em algumas capitais de Estado e em cidades importantes dotadas daqueles barulhentos motores de polia com correias enormes, porém antes como são-bentense aproveitamos o ensejo para render homenagens a João Virães, aquele homem barrigudinho e simpático que se estabeleceu em São Bento do Una, como eletricista e mecânico do motor de propriedade de dona Pânfila, a descendente do Barão de Suassuna. Virães, que em São Bento constituiu família, sempre usava um capacete inglês de caçador que o distinguia dos demais são-bentenses que usavam chapéu de massa.Também, não podemos deixar de citar Magarete, seu auxiliar e fiel escudeiro na manutenção do motor e da rede de cabos e lâmpadas que alumiava precariamente nossa pequena urbe nos anos que, mais tarde, seriam conhecidos como os anos dourados da década de 1950.

ALAGOAS – Não temos o ano em que a eletricidade e o progresso chegaram à simpática cidade de Maceió, mas em compensação em 1915 temos o empreendimento pioneiro de Delmiro Gouveia, com a Fábrica de Linhas de Pedra utilizando pioneiramente o potencial hidroelétrico de Paulo Afonso. Aliás, é bom que se diga em alto e bom som que Delmiro Gouveia foi o grande inspirador do pernambucano de Altinho, Apolônio Sales, ministro da Agricultura nos últimos anos da ditadura de Getúlio Vargas. Foi graças a esta figura magistral de estadista que o Nordeste de um modo geral pôde assentar as bases do seu desenvolvimento seguro, com a energia de alta qualidade fornecida pela Chesf. Hoje, pouca gente conhece e venera a saga de Apolônio Sales no sentido de criar a Companhia Hidro-Elétrica do São Francisco, a nossa Chesf, orgulho do nosso País.

BAHIA –A inauguração dos serviços de energia elétrica, em Salvador, se deu no ano de 1905, com grande júbilo e entusiasmo, sendo governador do estado José Marcelino de Souza.

ESPÍRITO SANTO – Em primeiro de novembro de 1903, inaugurou-se, solenemente, o serviço de energia elétrica na cidade de Cachoeiro do Itapemirim. No dia cinco de setembro de 1909 foi a vez da capital, a simpática cidade de Vitória, inaugurar a grande novidade do início do século passado no governo de Jerônimo de Souza Monteiro.

GOIÁS – Na época, era presidente do estado de Goiás João Alves de Castro quando os serviços de eletricidade foram inaugurados no planalto central, em 1920, mais precisamente na cidade de Goiás, que foi capital até a inauguração de Goiânia em 5 de julho de 1942, já dispondo deste precioso meio de progresso desde sua sagração como capital do grande estado goiano.

MATO GROSSO – Em 1912, inaugurou-se com grande júbilo e alegria o serviço de luz e de força elétrica em Corumbá, hoje pertencente ao estado de Mato Grosso do Sul. Presidia o estado naquela ocasião Joaquim Augusto da Costa Marques. Só em 1919 é que chega a vez de Cuiabá, capital do estado, inaugurar os serviços elétricos já na gestão de dom Francisco de Aquino Correia.

MINAS GERAIS - Este estado sempre se caracterizou como uma grande potência brasileira, seja por suas riquezas, seja por sua gente, seja pela qualidade dos seus antigos políticos e governantes. Tanto isso é verdade que em 1889 foi inaugurado o serviço de luz e de força na Maschester mineira, a cidade de Juiz de Fora. Só mais tarde, em 1898, é a vez da inauguração dos serviços elétricos na Cidade de Minas, em construção para ser a nova capital do grande estado brasileiro. A Cidade de Minas (antigo Curral del Rey) passaria a se chamar Belo Horizonte quando da inauguração da nova capital mineira em primeiro de julho de 1901.

PARANÁ – A inauguração dos serviços elétricos em Curitiba aconteceu em 1892. Como não dispomos do mês em que os serviços foram inaugurados, não podemos afirmar, com certeza, se tal acontecimento se deu no governo da Junta Governativa formada pelo coronel Roberto Ferreira, Bento José Lamenha Lins e Joaquim Monteiro de Carvalho e Silva ou na gestão do governador Francisco Xavier da Silva.

PERNAMBUCO – Os serviços de luz e força no Recife foram inaugurados em 1915, justamente com os serviços de bondes de tração elétrica. No entanto, durante muito tempo o resto da cidade continuou a ser iluminado na base do lampião, sendo que ao anoitecer os acendedores iam de varal na mão para acende-los.

PIAUÍ – Embora na época um estado de economia quase rural, especialmente no campo da pecuária, o Piauí teve os seus serviços de luz e força inaugurados em 1914.

RIO DE JANEIRO – A gloriosa cidade de Campos dos Goitacás, importante centro açucareiro do Império, no norte da então província do Rio de Janeiro, teve seus serviços de iluminação elétrica inaugurados em 24 de julho de 1883. Campos dos Goitacás orgulha-se, com justa razão, de ter tido a primazia de ser a primeira cidade brasileira a entrar na era da eletricidade. Na então corte imperial brasileira, a cidade do Rio de Janeiro, só em três de julho de 1887, aconteceu a primeira experiência com bonde elétrico, com a Companhia Vila Isabel. Já na República, no dia oito de outubro de 1892, inaugura-se a primeira linha de bondes do centro da cidade até o Flamengo. Como se pode deduzir, a cidade do Rio de Janeiro foi a segunda cidade imperial brasileira a dispor dos serviços de energia elétrica.

RIO GRANDE DO NORTE – No governo de Alberto Maranhão, a simpática cidade de Natal via os seus serviços de luz e de força serem inaugurados com a devida pompa no ano de 1910, fato que colocava Natal na frente de importantes cidades como Recife e outras importantes capitais.

RIO GRANDE DO SUL – Em 1887, na presença do presidente da província, Bento Luís de Oliveira Lisboa, foram festivamente inaugurados os serviços de eletricidade em Porto Alegre, coincidindo com o ano que em que a capital do Império se viu iluminada eletricamente.

SANTA CATARINA – Em 1908 se dá a inauguração dos serviços de força e luz nas progressistas cidades de Blumenau e Joinville. Apenas em 1910 é que esse grande melhoramento chega a Florianópolis no governo de Gustavo Richard.

SÃO PAULO – A inauguração dos serviços de eletricidade na cidade de São Paulo ocorreu em 1889. Como não dispomos do mês, não sabemos se este serviço foi inaugurado ainda no Império ou já na República. Mas, para completar a informação damos em seguida os nomes dos homens que governaram São Paulo no ano da proclamação da República brasileira: Barão de Jaguará e José Vieira Couto de Magalhães, como representantes do Império e Prudente José e Morais Barros, Francisco Rangel Pestana e Joaquim de Sousa Mursa, a junta governativa da República, sendo que ainda em 1889 Prudente de Morais assumiria como governador nomeado pelo marechal Deodoro da Fonseca.

SERGIPE – Em 1900, no governo do presidente do estado, monsenhor Olímpio de Sousa Campos, Estância é a primeira cidade sergipana a receber o melhoramento dos serviços de eletricidade. No entanto, só em 1913 é que a capital Aracaju recebe os serviços de força e luz no governo do presidente Pedro Freire de Carvalho. Outro feito contabilizado pela capital foi a inauguração, em 1926, dos serviços de transporte através de bondes elétricos. Para concluir, das capitais mais antigas do Brasil, não conseguimos pesquisar a data em que os serviços de eletricidade foram inaugurados nas seguintes: Manaus, Fortaleza, São Luís, Maceió, Belém e João Pessoa.Quem souber o dia, mês e ano da inauguração dos serviços de luz e força que me avise pelo e-mail que está ao fim deste artigo, pelo que fico, desde já, agradecido.

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Para completarmos o artigo de hoje e mudando completamente de assunto, vamos analisar o tema encarnação:

REENCARNAÇÃO OU O ETERNO RETORNO – Tanto no orfismo, no pitagorismo e no platonismo, o retorno é uma doutrina que afirma a sucessiva reencarnação da alma em diferentes corpos, através dos quais ela realiza sua progressiva ascese purificadora, retornando à sua condição primitiva de perfeição. Para Friedrich Nietzsche (1844-1900), este mesmo processo (o retorno) cósmico, suposto como um desafio, é tido para o homem que deve amar sua existência a ponto de desejar repeti-la para toda a eternidade. Respeitamos a todos, mas não acreditamos no eterno retorno e conseqüentemente em reencarnações. Para nós só se vive uma vez. Tanto que nunca seríamos um “kamikaze”, aquele aviador suicida japonês que acreditava que após a morte logo estaria de novo pronto para servir ao império do sol nascente. Milan Kundera, na sua obra “A insustentável leveza do ser” na página inicial da obra argumenta; “O eterno retorno é uma idéia misteriosa, e Nietzsche, com essa idéia, colocou muitos filósofos em dificuldade: pensar que um dia tudo vai repetir-se tal como foi vivido e que essa repetição ainda vai se repetir indefinidamente! O que significa esse mito insensato?”. E continua: “O mito do eterno retorno nos diz, por negação, que a vida que vai desaparecer de uma vez por todas, e que não mais voltará, é semelhante a uma sombra, que ela é sem peso, que está morta desde hoje, e que, por mais atroz, mais bela, mais esplêndida que seja, essa beleza, esse horror, esse esplendor, não tem o menor sentido. Essa vida não deve ser considerada mais importante do que uma guerra entre dois reis africanos do século XIV, que não alterou em nada a face do mundo, embora trezentos mil negros tenham encontrado nela a morte através de indescritíveis suplícios”. A seguir Kundera indaga: “Será que essa guerra entre dois reinos africanos do século XIV se modifica pelo fato de se repetir um número incalculável de vezes o eterno retorno?” Ele mesmo responde: “Sim, certamente: ela se tornará um bloco que se forma e perdura, e sua tolice será sem remissão”.E prossegue: “Se a Revolução Francesa devesse repetir-se eternamente, a historiografia francesa se mostraria menos orgulhosa de Robespierre. Mas, como ela trata de uma coisa que não voltará, os anos sangrentos não são mais que palavras, teorias, discussões – são mais leves que uma pluma, já não provocam medo. Existe uma enorme diferença entre um Robespierre que não aparece senão uma vez na história e um Robespierre que voltasse eternamente cortando a cabeça dos franceses. Digamos, portanto, que a idéia do eterno retorno designa uma perspectiva na qual as coisas não parecem ser como nós as conhecemos: elas nos aparecem sem a circunstância atenuante de sua fugacidade. (...)”. Nós acreditamos no constante aperfeiçoamento não só do homem como de outras espécies animal ou vegetal, através dos séculos, dos milênios, das sucessivas gerações, mas sem nunca admitir o eterno retorno. A reencarnação é uma crença admitida por algumas religiões, entre elas o budismo, de que, após a morte, a alma de um ser humano retorna à vida com outro corpo, como na doutrina dos espíritos. Esse mesmo tema, na doutrina cristã, só será possível no dia do Juízo Final, com a ressurreição dos corpos, sendo que os “bons” ocuparão à direita do Senhor e os “maus” tomarão posição à esquerda. Aí é de se perguntar: e os “neutros”? Isto é, aqueles que não foram bons nem maus, em que posição tomará diante do Senhor?


Pau Amarelo PE 18 de julho de 2006


orlandocalado@yahoo.com.br

Pau Amarelo PE nove de setembro de 2006

Orlando Calado é bacharel em direito.


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Coluna 127 - 05/04/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (14) - A Lei do Ventre Livre
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Coluna 125 - 22/03/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (12) - A Guerra do Paraguai
Coluna 124 - 15/03/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (11)
Coluna 123 - 08/03/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (10)
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Coluna 114 - 29/12/2007 - Pingos de história do Império Brasileiro (1) - A chegada ao Brasil da família imperial portuguesa
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Coluna 8 - 24/10/2005 - Correio eletrônico, maravilha do nosso tempo
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Coluna 6 - 09/10/2005 - O Grande Pronome 'Lhe' Morreu!
Coluna 5 - 29/09/2005 - Brasil 2005 - Uma Economia Mais Forte
Coluna 4 - 22/09/2005 - As Vestais da Moralidade Pública
Coluna 3 - 15/09/2005 - Mordomia & Nepotismo
Coluna 2 - 07/09/2005 - Tratamento de Excelência
Coluna 1 - 07/08/2005 - Hiroshima - uma covardia inominável


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