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Coluna 109: Fatos & gente são-bentenses de épocas diversas (31)
Publicada dia 24 de Novembro de 2007

Fatos & gente são-bentenses de épocas diversas (31)

Beni era uma figura carismática e muito querida em S. Bento. Após curtir o seu tempo de serviço militar, em Jaboatão velho, deu baixa das fileiras do Exército, muito embora sua intenção fosse a de permanecer na carreira das armas. De mais a mais, era um emprego garantido e que no final de mês lhe era entregue, pelo subtenente da companhia de fuzileiros, aquele envelopinho azul com os parcos caraminguás de soldado raso e pronto. Durante todo o tempo de caserna morou no quartel, devorando, sempre, com todo patriotismo, a gororoba que lhe era servida no rancho. Vez por outra era escalado extraordinariamente para tirar o serviço de guarda do quartel em virtude da falta de algum soldado escalado. Fato corriqueiro para aqueles pracinhas do interior que eram obrigados a morar no trabalho, os chamados "percevejos". Por isso, tentou engajar, isto é, ficar mais dois anos, pelo menos, como soldado voluntário, porém as vagas eram poucas e os candidatos a permanecer nas fileiras da força terrestre eram vários e mais qualificados, uma vez que muitos deles já eram corneteiros, barbeiros, cozinheiros, motoristas, mecânicos ou mesmo jogadores de futebol que, por este fato, tinham precedência para permanecer na caserna após o tempo normal, posto que possuiam o perfil que interessava ao Exército.  



E o pobre do Beni, sem nenhum padrinho que lhe pudesse dar uma mãozinha, não tinha outras qualificações a não ser a de goleiro apenas razoável de sua companhia, coisa que não o ajudou a permanecer como soldado engajado. E, por isso, tornou-se um homem frustrado, nervoso. Um conterrâneo, encontrando Beni, no Bar de Enedino, na Rua das Águas Verdes, no Recife, lhe aventou a possibilidade de ele entrar para a força pública, ao que ele respondeu de imediato que não queria ser meganha de jeito nenhum. Voltaria para sua pacata S. Bento e tentaria por todos os meios e modos se estabelecer com uma "geladeira" para vender sorvete de raspa e refresco e, caso o negócio não prosperasse, tencionava se fazer guarda da cidade. Para tanto, esperava contar com a boa vontade dos maiorais da cidade e o inestimável apoio do prefeito e dos vereadores. 



Durante os quase doze meses que envergou a farda verde-oliva, Beni, precavido como era, prevendo dias mais difíceis que estavam por vir, procurou juntar o máximo de dinheiro, para o caso de não ser possível continuar na farda. Ficava angustiado em pensar nos dias seguintes após a baixa do serviço ativo. Dificilmente, saía com colegas em busca de aventuras ou pequenas farras lá para as bandas do cais do porto, onde mulher de todo tipo e preço não faltava. À noite, no alojamento do quartel, Beni passava horas insones, pensando no seu futuro. "O que será de mim, o que farei depois de deixar a farda verde-oliva? Arranjaria um emprego fácil e maneiro numa loja de tecidos no Largo do Livramento?" Trabalhar na estiva, carregando navios, nem estava nas suas cogitações, pois, para tanto, tinha suficiente autocrítica ao pensar que não dava para carregar no lombo aqueles sacos de açúcar de sessenta quilos, pois era um homem franzino, apesar de saudável. É certo que voltaria a S. Bento com muitas novidades sobre a vida militar e por isso mesmo respeitado pelos seus conterrâneos, pelo fato de ostentar na parede da sala de sua casa o "Certificado de Reservista de 1ª Categoria", devidamente emoldurado na mercearia e vidraçaria "Esperança em Deus" de Zé Manso. 

 

Se não conseguisse nada no comércio, o jeito era se apresentar ao Íbis Sport Club para fazer um teste de goleiro. O Íbis era um time paupérrimo, formado de amadores que trabalhavam no comércio e na indústria ou eram carroceiros. O futuro, pensava Beni com seus botões, estava por demais sombrio para um são-bentense de poucas letras e profissão nenhuma. O Íbis era um time perdedor e não seria futuro para ele como jogador de futebol, pois que dificilmente alguém iria olhar para ele com bons olhos e lhe dar a oportunidade de defender um dos três grandes clubes da Capital. Conversando com seu colega Petrúcio Lajes, um alagoano de Maceió, este lhe sugeriu fazer um teste no Centro Sportivo Alagoano, o famoso CSA de cores alva e azul. É certo que Beni foi com Petrúcio, após a baixa do serviço, até Maceió, tendo treinado no antigo Estádio Gustavo Paiva, lá para as bandas do Mutanje. Nessa experiência maceioense, Beni apreudeu algumas defesas e o pulo do gato com o veterano goleiro Esperidião, porém não chegou a empolgar o presidente do Clube.



Certa noite, evidentemente antes da passagem por Maceió, já próximo ao melancólico dia de sua baixa, Beni aventou a possibilidade de voltar a S. Bento e fabricar, com o dinheiro amealhado no tempo de recruta, uma carrocinha para vender gelada e sorvete de raspa aos matutos nos dias de feira e aos meninos da cidade durante o resto da semana. Comprou até um lampião para equipar a carrocinha à noite, pois não confiava no motor de João Virães e seu fiel escudeiro, Margareto. Dito e feito, com a ajuda de Brasa carpinteiro, montou a carrocinha e a instalou próxima à cadeia velha, já que a outra, da mesma espécie, de Antônio de Senhorinha já ocupava um lugar cativo no oitão da prefeitura, bem em frente ao antigo bar e sinuca de Zezé Cascão. Aprendeu com Zé Rufino a preparar o "mel" nos mais diversos sabores: morango, coco, maracujá, bem como a gelada de laranja ou de abacaxi. O gelo em barra nunca foi problema para o sorvete raspa-raspa e para a "gelada", pois a Souza Valença o fornecia, bem protegido pelo pó de serra arrecadado nas carpintarias são-bentenses. 



O negócio de sorvete e de refresco prosperou e Beni logo pensou numa grande paixão de sua vida: fundar um time de futebol que representasse a cidade nas diversas localidades: Muselinha, Terreiros, Gurjão, Jurubeba, Queimada Grande, Espírito Santo, Lajedo, Capoeiras, Cachoeirinha e por aí vai, onde pudesse mostrar a destreza e a habilidade do jogador são-bentense no trato com a bola mesmo em campos povoados por centenas de  tocos. Além de tudo,  poderia mostrar toda sua destreza e habilidade como goleiro titular, pois sendo o presidente e dono do time tinha lugar cativo de guarda-meta. Beni pensava num clube formalmente constituído, com estatuto, diretoria e tudo mais que impusesse respeito e admiração de todos, tal qual o organizado alvinegro são-bentense, o União Sport Club, que pertencia à chamada classe dominante da cidade.


Como Beni era um moço bem-quisto, logo atraiu pessoas de todos os níveis sociais para sua arriscada empreitada, ou seja, fundar o Santa Rosa Futebol Clube e inseri-lo na vida social e esportiva da pacata cidade. Leone Valença, descreve o time de Beni com a toda propriedade de mestre contador de histórias. Nesse tempo, por volta do ano de 1952, nossa cidade passava por momentos críticos, com uma seca que se prolongava há mais de ano. Eram dias quentes, de sol tórrido e céu azul, azul. Nenhuma nuvem no horizonte. As pessoas se encontravam nas praças e nos bares e comentavam aquela seca descomunal que fazia com que o leite da principal atividade econômica do município minguasse. Com isso o dinheiro escasseava cada vez mais. Alguns criadores mais abonados mantinham a produção leiteira à custa de farelo ou caroço de algodão. Era evidente que as fábricas de laticínios da cidade se ressentiam da crise e por via de conseqüência via sua produção de queijo e manteiga cair, deixando de atender seus fregueses da Capital.

Além do mais, era comum o velho motor inglês pifar por não mais ter condições de novas ligações elétricas. E assim a cidade virava um breu, porque toda a capacidade do motor estava voltada para as casas comerciais e residenciais e mesmo assim por pouco tempo mais. Leone conta que nesta época o apagão era completo. Apenas o União Sport Club (USC) que tinha gerador próprio oferecia aos seus associados jogos de baralho até altas horas da noite e ao público em geral o seu serviço de alto-falantes, mais conhecido com SAU, ou seja, Serviço de Alto-falantes do União, graças ao empenho de Adauto, filho de Adalberto Paiva, que conseguia minorar a falta de luz e conforto com as dolentes melodias da época.

Foi justamente neste grave contexto de então que Beni fundou o Santa Rosa Futebol Clube. Ele morava no Largo da Matriz e sua casa ficava mais ou menos em frente da igreja. Lá eram realizadas as reuniões toda a sexta-feira. Na primeira delas, Beni escolheu de pronto as cores da agremiação. Seria vermelho e verde. Ele mesmo justificou perante os companheiros: "Vermelho é a rosa e verde é o talo da roseira".

É Leone que descreve com propriedade ímpar o clima das reuniões com Beni nervoso diante de tantos e tantos problemas para resolver a fim de que a agremiação fosse uma segunda força futebolista e social são-bentense e que pudesse reunir os jogadores oriundos de famílias pobres que não tinham sido aproveitados no time da elite local: 

"As reuniões eram, sempre, muito agitadas. Ora por conta da seriedade dos assuntos abordados, ora porque o próprio Beni as fazia agitadas... e dramáticas. Celina, esposa de Beni, em dias de reunião, jantava num bilhar velho. Beni lhe tomava, quase na marra, a única mesa da casa para a instalação dos trabalhos da diretoria. Acima da mesa, pendia um lampião a querosene com a manga quebrada e remendada a flandres. Como num palco de teatro, a luz somente incidia sobre os atores, ou melhor, sobre a diretoria. Nós, jogadores e associados, figuras menos importantes, participávamos de tudo na mais completa escuridão, pois ficávamos do lado da emenda de flandres do lampião. (...) E haja discurso. Beni era vibrante, eloqüente. Os problemas do clube eram analisados em profundidade. Câmara de ar furada, chuteiras sem travas, essas coisas. As soluções sempre surgiam. Beni, recém-egresso das fileiras do Exército onde aprendera tanta coisa e de onde trouxera o lampião fazia questão de, em meio à oratória, demonstrar sua gratidão ao "dinheirinho do Exército" por lhe haver proporcionado a compra de tão maravilhoso apetrecho iluminador".

Mais adiante, Leone conta como foi o episódio da compra do jogo de camisas do Santa Rosa de Beni: "Quando Ary, do Coronel Armando, tesoureiro da agremiação, partiu para o Recife com os recursos da tesouraria a fim de adquirir um novo "padrão" de camisa, Beni ficou apreensivo, nervoso. Não se sabe ao certo se por ansiedade em ver seu time ricamente uniformizado, ou por não acreditar na honestidade do pobre Ary que, diga-se a bem da verdade, jamais pensara em enganar alguém, muito menos o glorioso Santa Rosa Futebol Clube. A demora na capital fora motivada pela falta de transporte, o que era uma constante naquela época. A estada prolongada na Capital ensejou, no entanto, um dos mais vibrantes discursos de Beni: "O indivíduo Ary arribou com o dinheiro!"  O regresso de Ary foi apoteótico. As camisas eram de uma beleza imensa. O vermelho da rosa e o verde do talo ficariam mais bonitos depois que Grinaura, de seu Nezinho, bordasse os escudos. Ary, livre da torpe suspeita, deu o troco: "Disseram que o tesoureiro tinha arribado com o dinheiro. Pobrezinho do tesoureiro!" Beni tentava justificar-se: "Disseram, não. Tire o s..."

Bastaria apenas o Santa Rosa para imortalizar Beni na crônica são-bentense da segunda metade do século XX. O clube lhe deu apenas fama de empreendedor nato e, assim, Beni partiu para a parte social. E para ser bem vindo ao salão do Santa Rosa o rapaz tinha de ter bom comportamento e a moça deveria ser "moça" o que traduzindo significava "virgem".

Depois da aventura social-esportiva, Beni, sedento por uma oportunidade de emprego numa cidade pouco empregadora como a S. Bento de então, resolveu de colocar em prática os conhecimentos adquiridos quando de sua passagem pelo Exército. Cismou de ser guarda da cidade por conta própria. Realmente, naqueles tempos de escuridão, a cidade não dispunha de um vigilante que pudesse afastar os ladrões de cabras e de galinhas que sempre apareciam, vindos de outras plagas circunvizinhas, para aproveitar o que hoje em dia chamamos de "apagão", antes conhecido como escuridão total ou blecaute. Diz o folclore são-bentense que Beni se tornou guarda-noturno, nomeado por si mesmo, sem dar satisfação a ninguém. Realmente, a cidade precisava de um vigilante noturno que velasse pelo sono e pela tranqüilidade dos seus habitantes, especialmente os do centro. A força policial era pequena, composta por três soldados, entre eles Cabarino, de Antônio Telha, que precisavam descansar durante a noite, sendo que um deles tinha que fazer plantão na cadeia para que os presos não dessem no pé. 

 

Tempos mais tarde, graças à interferência de Gilberto Maciel que era casado com uma  filha de João Tude de Melo, dono da Viação Progresso, S. Bento entrou na modernidade com uma linha de ônibus até hoje existente. Para Beni foi uma mão na roda, pois que dali por diante se tornaria um verdadeiro "despertador humano", acordando as pessoas que iam tomar o ônibus para o Recife e que saía por volta das quatro e quarenta da madrugada. Aí foi que o guarda informal Beni se sentiu útil e as gorjetas melhoraram sensivelmente como despertador de passageiros. A partir de então, ninguém mais perdeu o ônibus, pois Beni de caderninho na mão ia acordando o pessoal desde as três e meia da manhã.

No início de 1964, possivelmente em fevereiro, a Câmara de Vereadores de S. Bento resolveu em boa hora fazer justiça a Beni aprovando a criação de um cargo de guarda da municipalidade. O autor destas linhas ainda se lembra da histórica sessão, realizada no prédio antigo da prefeitura construída pelo alcaide Manoel Cândido Carneiro da Silva no início da década de 40. Beni, muito emocionado, tentou usar a tribuna do legislativo municipal, em agradecimento, quebrando o chamado protocolo. O vereador Altino Soares da Rocha advertiu o pobre Beni, dizendo que ele não poderia usar a palavra, mas mesmo assim Beni, visivelmente emocionado, agradeceu, quase chorando, o reconhecimento dos vereadores pelo seu trabalho de dar paz e tranqüilidade aos moradores da cidade.

Por derradeiro, devemos afirmar, a bem da verdade, que Beni não foi o primeiro guarda municipal. Orçamentos do município para os anos de 1900 e 1901, publicados na "Gazeta de S. Bento", previam despesas com um guarda municipal. É bem provável que a função desse guarda não fosse de guarda noturno, mas de guarda do patrimônio municipal.

De qualquer modo, Beni de cassetete à mão cumpriu com zelo, lealdade e eficiência as nobilitantes funções de guarda noturno municipal, zelando pela tranqüilidade na área de sua atuação e não deixando ninguém, por mais dorminhoco que fosse, perder o ônibus madrugador com destino ao Recife.

 

...



Notas:



1)      Texto ainda sujeito ao crivo do autor com vistas a detectar possíveis erros ortográficos e de concordância.



2)      Para críticas, sugestões e elogios, escreva, sem receio, para Orlando Calado, clicando no link a seguir: orlandocalado@yahoo.com.br que obterá resposta.



3)      Para ver dezenas e mais dezenas de fotos recentes de S. Bento e de sua, clique no link a seguir www.orlandocalado.flogbrasil.terra.com.br e deixe seus comentários nas fotos se assim o desejar.



 

Pau Amarelo PE 24 de novembro de 2007

Orlando Calado é bacharel em direito.


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Coluna 132 - 10/05/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (19) - A corrupçao na vida pública; o espírito empreendedor do barão de Mauá
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Coluna 127 - 05/04/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (14) - A Lei do Ventre Livre
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Coluna 125 - 22/03/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (12) - A Guerra do Paraguai
Coluna 124 - 15/03/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (11)
Coluna 123 - 08/03/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (10)
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Coluna 114 - 29/12/2007 - Pingos de história do Império Brasileiro (1) - A chegada ao Brasil da família imperial portuguesa
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Coluna 29 - 11/03/2006 - Os livros de Sebastião Cintra
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Coluna 8 - 24/10/2005 - Correio eletrônico, maravilha do nosso tempo
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Coluna 6 - 09/10/2005 - O Grande Pronome 'Lhe' Morreu!
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Coluna 4 - 22/09/2005 - As Vestais da Moralidade Pública
Coluna 3 - 15/09/2005 - Mordomia & Nepotismo
Coluna 2 - 07/09/2005 - Tratamento de Excelência
Coluna 1 - 07/08/2005 - Hiroshima - uma covardia inominável


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