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Coluna 61: Alguns suicidas famosos (2/2)
Publicada dia 23 de Dezembro de 2006

Alguns suicidas famosos (2/2)

Para pôr termo a este perfunctório trabalho, apresentamos o austríaco Stephan Zweig, o nosso patrício Alberto Santos-Dumont, o norte-americano Ernest Hemingway, o português Antero de Quental, o brasileiro Cláudio Manuel da Costa e o, também, lusitano Mário de Sá-Carneiro. Embora gênios em suas atividades, estas personalidades, assim como as assinaladas na primeira parte deste artigo, não tiveram a paciência, por várias razões, de esperar a chegada natural da nunca sempre desejada dona Morte.


STEPHAN ZWEIG – Nasceu em Viena, capital da Áustria, no ano de 1881. Foi educado na França e na Alemanha e escreveu e publicou obras dos mais variados gêneros, sendo um dos escritores mais populares do seu tempo. Mestre do romance naturalista, de fundo psicanalítico, analisou sutilmente personagens e personalidades, como em “Três mestres” (1920), ensaio sobre Balzac, Dickens e Dostoievski. No ensaio de 1925 “A luta contra o demônio”, analisou Hölderlin, von Kleist e Nietzsche. Também, escreveu poesia e romances, como “Confusão de sentimentos” (1925) e biografias romanceadas de Joseph Fouché (1929), Marie Antoinette (1932) e “Triunfo e tragédia de Erasmo de Roterdam" (1934). Para fugir da terrível perseguição nazista, Zweig viajou para a Inglaterra em 1934, ocasião em que publicou” Mary Suart “no ano seguinte. Como o cerco nazista começou a se estreitar, em 1940, ele veio tentar a vida no Brasil. Após longa viagem pelo País, publicou "Brasil, país do futuro" (1941). No entanto, sentindo-se solitário numa terra de estranha de hábitos, também, estranhos a um intelectual europeu e, sentindo-se incapaz de recomeçar a vida num ambiente quente dos trópicos, Zweig, num pacto de morte com sua segunda mulher, suicidou-se em Petrópolis em 22 de fevereiro de 1943. O grande intelectual de expressão alemã teve publicado, postumamente o livro “O mundo de ontem”, de natureza autobiográfica.

ALBERTO SANTOS-DUMONT (1873-1932) – Inventor e aeronauta brasileiro, pioneiro da navegação com aparelhos mais pesados que o ar. Construiu o 14-Bis, primeiro aeroplano capaz de decolar e pousar com seus próprios meios, isto é, sem o auxílio de catapultas como fizeram os irmãos norte-americanos Wilbur e Orville Wright. Santos-Dumont foi, antes de tudo, um idealista, ou seja, um homem que se dedicou de corpo e alma a esse extraordinário invento e que nunca fez questão de patentear não só o avião como outros aparelhos que concebeu para melhor conforto. Além do mais, distribuiu entre seus engenheiros e operários os prêmios que recebeu em razão de suas proezas de inventor e pioneiro como piloto de aviação. Não esqueceu nem os pobres de Paris, distribuindo-lhes uma parte dos prêmios com que foi laureado. Com o mais pesado que o ar, o grande brasileiro esperava resolver o problema de encurtar distâncias entre os povos, transportando com seu invento pessoas e mercadorias, estabelecendo, assim, pontes entre povos e nações. Sua grande decepção veio por ocasião do conflito de 1914 a 1918, conhecido como primeira grande guerra mundial, quando o inventor viu seu engenho se transformar numa medonha arma de guerra a lançar mortíferas granadas nas frentes de batalha. Aí, então, se acentuaram os problemas mentais do inolvidável gênio brasileiro que começou a ter profundas depressões e sentimento de culpa pelos rumos que seu notável invento tomou. De notar que o histórico vôo de 23 de outubro de 1906, registrado pelas câmeras do cinema, teve centenas de testemunhas, que ovacionaram o engenheiro e aeronauta brasileiro num gesto de regozijo por tão magistral feito. Fotografias da época mostram senhores parisienses, diante da torre Eiffel, elegantemente trajados, com seus chapéus elevados ao alto pelas suas bengalas, numa festiva saudação a esse brasileiro de Palmira, Minas Gerais, que muito contribuiu para o desenvolvimento da aviação e que desde 1972, ano do seu centenário de nascimento, foi consagrado patrono da Força Aérea Brasileira, recebendo, em homenagem, o titulo de Marechal do Ar da Aeronáutica. Santos Dumont é um orgulho nacional. Ao voltar ao Brasil, para tentar curar-se da depressão que o atormentava, ficou mais decepcionado ainda quando tomou conhecimento do uso de teco-tecos para lançar petardos durante a Revolução Paulista de 1932. Escreveu alguns livros a respeito de sua saga na fabricação de balões e aviões. Chegou a ser eleito para a Academia Brasileira de Letras, porém recusou-se a assumir a sua cadeira. Mentalmente debilitado e tomado por forte depressão, o grande brasileiro deu cabo de sua vida, em Guarujá SP, no dia 23 de julho de 1932.

ERNEST HEMINGWAY – Ele nasceu em Chicago em 21 de novembro de 1899. Rebelde, desde tenra idade, contra o convencionalismo do início do século XX, decidiu não freqüentar a universidade e, graças a suas habilidade com o manejo da sua língua, tornou-se jornalista, ofício que nunca o abandonou. Foi um homem de ação, espírito aventureiro próprio do seu tempo, até certo ponto herói rude, soldado, caçador e amante impetuoso e conquistador de frágeis corações femininos. Durante toda sua existência, fez dos seus escritos uma espécie de autobiografia, dando cabo de sua vida quando se viu doente e velho, não mais podendo usufruir a saga que foi sua existência de aventureiro e amante arrebatador. Na vida, ele desempenhou várias atividades: foi motorista de ambulância militar, durante aquele conflito que depois foi considerado como a primeira guerra mundial (1914-1918), tendo sido ferido gravemente. Recuperando-se dos ferimentos, Hemingway casou-se e foi morar em Paris, exercendo a atividade de correspondente de um jornal canadense, "Toronto Star". Na capital mundial da cultura, relacionou-se com outros escritores norte-americanos como Scott Fitzgerald, Gertrude Stein e Ezra Pound. No ano de 1925, já na cidade de Nova Iorque, publicou uma coletânea de contos “Em nosso tempo” e no ano seguinte o romance “O Sol também se levanta”, no qual descreve o giro de um grupo de norte-americanos através da Espanha e França. Esta obra lhe deu fama e renome, ficando célebre a sua expressão “geração perdida”, designação para os inquietos intelectuais, seus patrícios, das décadas de 20 e 30 do século passado. O romance apresenta um “estilo enxuto, ágil, preciso e, ao mesmo tempo, lírico, com muitos diálogos, curtos e incisivos”, bem como sua concepção de vida na qual o risco contínuo é uma constante. Hoje, aqui no Brasil é comum ouvirmos expressões como “década perdida” em relação aos anos 1980 quando nosso País teve um crescimento bisonho de sua economia ou “geração perdida” em referência à juventude afeita ao consumo de entorpecentes, que não leva absolutamente a nada, porquanto corrói a massa cefálica e é de difícil recuperação. O célebre contista em 1927 lançou “Homens sem mulheres”. Em 1929, Ernest publicou o romance “Adeus às armas”, um relato a respeito de suas recordações da guerra. A essa altura, já era considerado um dos expoentes da literatura, consagrado pela crítica. Deu um tempo aos seus escritos e dedicou-se à caça, à pesca, às viagens e às festas. Sua passagem pela Espanha ficou marcada pela publicação de “Morte à tarde”, um estudo a respeito do ritual medieval que é a tourada, na qual o touro nunca é poupado. Suas viagens pela África nos proporcionaram contos reunidos em “As verdes colinas da África” (1935) e “As neves do Kilimanjaro” (1936). De notar que o livro e o filme a respeito das neves do monte Kilimanjaro ficarão como testemunho da progressiva destruição da camada de ozônio, porquanto esse maligno efeito atmosférico está, a pouco e pouco, derretendo a neve daquela montanha africana. Ernest Hemingway fez a cobertura jornalística da guerra civil espanhola, tendo escrito o romance “Por quem os sinos dobram” (1940), um testemunho dilacerante daquela tragédia ibérica. Atuou, também, como correspondente durante a segunda guerra mundial. Depois, mudou-se para Cuba, onde escreveu dois romances: “Do outro lado do rio, entre as árvores” (1950), “O velho e o mar” (1952). Nesta obra, o autor louva a dignidade humana, personificada por um velho pescador que captura um grande peixe, após grande luta, mas não pode impedir que a sua presa seja devorada pelos tubarões.Em 1954, foi o ganhador do Prêmio Nobel de literatura. Em 1960, logo após a revolução cubana liderada por Fidel Castro e Ernesto Guevara, volta em definitivo ao seu país, já sofrendo sérios distúrbios psíquicos e duas internações hospitalares devido a processo depressivo. Suicidou-se em 2 de julho de 1961 poucos dias antes de completar sessenta e dois anos de vida. Em 1964, seus manuscritos remanescentes foram publicados sob o título de “Paris é uma festa”, onde descreve o mundo boêmio que conheceu na capital francesa e em 1970 veio à luz sua última obra “Ilhas na corrente”, a respeito de suas experiências em Cuba. A obra de Hemingway ensejou peças e filmes inesquecíveis.

ANTERO DE QUENTAL - Ele nasceu na ilha de São Miguel, no arquipélago português dos Açores no dia 18 de abril de 1842. Foi um homem de múltiplas atividades: poeta, filósofo e estudioso dos problemas de Portugal. Seu nome completo era Antero Tarquínio de Quental. Aos dezesseis anos foi estudar em Coimbra onde se destacou como líder estudantil. Herdou da mãe a religiosidade e os exemplos do pai que sempre se opôs ao absolutismo do Reino de Portugal. Desde cedo preocupou-se com os problemas sociais. Antero de Quental foi um importante ideólogo socialista e um dos intelectuais que mais influenciaram o pensamento de seu país nas últimas décadas do século XIX, tentando renovar o país através da literatura. Em Coimbra, publicou os primeiros sonetos por volta de 1861. Quatro anos após, editou as “Odes modernas” influenciadas pelo idealismo de Hegel e o socialismo do anarquista Proudhon, em que prega a revolução como uma espécie de cristianismo do mundo moderno. Ainda em 1865, ocorreu a “Questão coimbrã”, na qual Quental e os poetas de sua geração foram atacados por Antônio Feliciano de Castilho por serem os responsáveis pela revolução intelectual dos estudantes contra o romantismo tradicional, político e religioso. Em resposta, Quental escreveu “Bom senso e bom gosto, carta ao Exmo Senhor Antônio Feliciano de Castilho” e “A dignidade das letras e as literaturas oficiais”, discorrendo a respeito da missão moral e social do escritor. Depois da polêmica entre os conservadores e os, como ele, que se opunham às correntes filosóficas daquele tempo (o determinismo e o positivismo), Antero de Quental foi para Paris com a firme disposição de ser tipógrafo e viver como simples operário, chegando a trabalhar em tipografia por dois anos, porém com a saúde debilitada retornou a Lisboa em 1868. Criou com Eça de Queirós, Ramalho Ortigão e Guerra Junqueiro o “Grupo Cenáculo”. Além do mais foi um dos fundadores do Partido Socialista Português e um dos fundadores do jornal “A república” . Em 1872 passou a editar a revista “O pensamento social”.Tuberculoso, teve que repousar durante o ano de 1874. Em 1879, mudou-se para a cidade do Porto e em 1886 publicou sua melhor obra poética “Sonetos completos”, de sentido autobiográfico. Como todo bom filho, regressou aos Açores, ou seja, à cidade onde nasceu, Ponta Delgada, na ilha de São Miguel em 1891. O agravamento da tuberculose intensificou a tendência depressiva do escritor que suicidou em 11 de setembro de 1891 com menos de cinqüenta anos de idade. Foi uma lástima, pois os recursos terapêuticos da época eram insuficientes para debelar o terrível mal que era a tuberculose antes do descobrimento da penicilina por Alexander Fleming, o primeiro antibiótico conhecido na década de 1940.

CLÁUDIO MANUEL DA COSTA – O poeta neoclássico da Conjuração Mineira, Cláudio Manuel da Costa, escreveu cerca de cem sonetos bem ao estilo quinhentista do poeta maior da língua portuguesa, Luís Vaz de Camões. Apesar da influência camoniana na sua obra, são esses sonetos que justificam sua inclusão na história da literatura brasileira, bem como seu envolvimento no movimento conspiratório que teve como único mártir um simples alferes de cavalaria da tropa colonial, cuja alcunha era Tiradentes. Portanto, Cláudio Manuel da Costa está inserido tanto na história da literatura nacional como nos anais da história de libertação do Brasil do jugo português, sendo de se mencionar que não havia sentimento nenhum de patriotismo nesse movimento da elite mineira, uma vez que o objetivo era não pagar o chamado "quinto", ou seja, vinte por cento da produção de ouro das Minas Gerais ao rei de Portugal. É claro que melhor seria pagar tributo à própria colônia do que enviar para Portugal. Pelo menos, aqui, parte do imposto seria empregada em melhorias da Colônia. O poeta e inconfidente nasceu em Vargem do Itacolomi, hoje Mariana, em seis de julho de 1729. Cursou o Colégio de Jesuítas do Rio de Janeiro e se graduou em direito em Coimbra. Retornando à Colônia, exerceu a advocacia em sua terra natal e em Vila Rica. Foi secretário de governo da Capitania de Minas. Era um homem muito respeitado por sua refinada cultura, influenciada pelos filósofos iluministas e pelas teorias dos economistas liberais da Inglaterra, além de admirador da política desenvolvida pelo Marquês de Pombal como principal ministro de Portugal. Em seus sonetos, reviveu os motivos bucólicos e o idealismo neoplatônico. Em 1789, aos sessenta anos, viu-se o poeta envolvido nos autos da devassa sobre a Inconfidência. Preso e interrogado, foi, depois, encontrado enforcado na Casa dos Contos de Vila Rica, hoje, Ouro Preto em quatro de julho do mesmo ano, sendo aceita a hipótese de suicídio.

MÁRIO DE SÁ-CARNEIRO – Ele nasceu na capital portuguesa em 9 de maio de 1890. Órfão de mãe aos dois aninhos de idade, teve uma infância difícil e uma adolescência diferente dos jovens do seu tempo. Em 1912, aos 22 anos de idade, seguiu para Paris, onde desejava estudar direito, porém jamais conseguiu se formar. Ele era, a essa altura da vida, um quase-louco e sentia os problemas emocionais se agravarem e sempre tomado por idéias de morte e de suicídio. Tinha apenas um confidente, o extraordinário poeta e escritor Fernando Pessoa, com quem mantinha ativa correspondência. Seus versos denotam seu problema existencial: “Perdi-me dentro de mim. Porque eu era labirinto... Perdi a morte e a vida. E, louco, não enlouqueço... A hora foge vivida; Eu sigo-a, mas permaneço...” A obra poética de Sá-Carneiro é rica em imagens de violência verbal. O poeta “encarna como ninguém as frustrações e os pesadelos de sua terra no início do século XX, dividida entre a nostalgia da glória passada e a atração pela modernidade, pelas luzes da renovação européia”. Sá-Carneiro foi um monstro sagrado da poesia portuguesa do século passado, onde respeita a métrica, mas violenta a sintaxe tradicional. A obra dele é como se fosse uma autobiografia do que se passava em sua mente de certo modo anormal, onde seu drama pessoal é posto em evidência, assim como os conflitos entre o tradicionalismo e a modernidade das luzes do século XX. Para melhor compreensão desse autor, as “Cartas a Fernando Pessoa” (1958) são fundamentais. Mário de Sá-Carneiro deu cabo de sua existência mentalmente perturbada, em Paris, em 26 de abril de 1916, não tendo completado vinte e seis anos de vida. Uma pena. Seu único livro publicado em vida foi “Dispersão” (1915). “Cartas a Fernando Pessoa” (1958/9) são interessantes para entender o poeta e sua visão de mundo. Suas obras completas foram publicadas no Brasil em 1995.



E-mail: orlandocalado@yahoo.com.br




Pau Amarelo PE 23 de dezembro de 2006

Orlando Calado é bacharel em direito.


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Coluna 134 - 24/05/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (21) - Ainda os efeitos da grande seca na Vila de S. Bento; o Ginásio Pernambucano em 1879
Coluna 133 - 17/05/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (20) - Os efeitos da grande seca em São Bento
Coluna 132 - 10/05/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (19) - A corrupçao na vida pública; o espírito empreendedor do barão de Mauá
Coluna 131 - 03/05/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (18) - A terrível seca dos três sete
Coluna 130 - 26/04/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (17) - A inauguração do palacete da rua da Aurora enquanto a febre amarela grassa em Pernambuco
Coluna 129 - 19/04/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (16) - A revolução nas comunicações e o desfecho da Questão Religiosa
Coluna 128 - 12/04/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (15) - Dom Vital e a Questão Religiosa
Coluna 127 - 05/04/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (14) - A Lei do Ventre Livre
Coluna 126 - 29/03/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (13) - A Guerra do Paraguai
Coluna 125 - 22/03/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (12) - A Guerra do Paraguai
Coluna 124 - 15/03/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (11)
Coluna 123 - 08/03/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (10)
Coluna 122 - 01/03/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (9)
Coluna 121 - 23/02/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (8)
Coluna 120 - 16/02/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (7)
Coluna 119 - 09/02/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (6)
Coluna 118 - 02/02/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (5)
Coluna 117 - 26/01/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (4)
Coluna 116 - 19/01/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (3)
Coluna 115 - 11/01/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (2) O Diario de Pernambuco na História do Brasil
Coluna 114 - 29/12/2007 - Pingos de história do Império Brasileiro (1) - A chegada ao Brasil da família imperial portuguesa
Coluna 113 - 22/12/2007 - A Bíblia, um livro de inúmeras histórias
Coluna 112 - 15/12/2007 - Fatos & gente são-bentenses de épocas diversas (34)
Coluna 111 - 08/12/2007 - Fatos & gente são-bentenses de épocas diversas (33)
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Coluna 109 - 24/11/2007 - Fatos & gente são-bentenses de épocas diversas (31)
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Coluna 77 - 14/04/2007 - Fatos & gente são-bentenses das décadas de 1930 e 1940
Coluna 76 - 07/04/2007 - Uma breve visita à nossa querida São Bento do Una
Coluna 75 - 31/03/2007 - Planejamento familiar no Brasil: uma necessidade inadiável
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Coluna 73 - 17/03/2007 - "Eu vi o mundo... Ele começava no Recife"
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Coluna 70 - 24/02/2007 - O Rio de Janeiro será sempre o Rio de Janeiro
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Coluna 67 - 03/02/2007 - A declaração universal dos direitos humanos
Coluna 66 - 27/01/2007 - A revolta da chibata
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Coluna 64 - 13/01/2007 - Apolônio Sales, um estadista de grande valor
Coluna 63 - 06/01/2007 - 2006: Um ano de saldo positivo apesar do pouco crescimento econômico
Coluna 62 - 30/12/2006 - A "Batalha da Borracha", um episódio esquecido da história do Brasil
Coluna 61 - 23/12/2006 - Alguns suicidas famosos (2/2)
Coluna 60 - 16/12/2006 - Alguns suicidas famosos (1/2)
Coluna 59 - 09/12/2006 - Aumentando os conhecimentos gerais (16)
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Coluna 57 - 25/11/2006 - Congresso Nacional perdulário, povo paupérrimo
Coluna 56 - 18/11/2006 - Aumentando os conhecimentos gerais (14)
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Coluna 33 - 08/04/2006 - Nome de rua não deve ser mudado
Coluna 32 - 01/04/2006 - Brasil, nova potência petrolífera mundial!
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Coluna 30 - 18/03/2006 - Biodiesel: um combustível social e ecológico
Coluna 29 - 11/03/2006 - Os livros de Sebastião Cintra
Coluna 28 - 04/03/2006 - Um sábado sangrento no Recife
Coluna 27 - 25/02/2006 - O início do resgate da nossa dívida social
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Coluna 24 - 04/02/2006 - Aspectos gerais da lei de responsabilidade fiscal
Coluna 23 - 28/01/2006 - Pernambuco começa a sair da letargia
Coluna 22 - 21/01/2006 - Perfil demográfico no mundo rico
Coluna 21 - 14/01/2006 - Brasil, potência mundial em 2020
Coluna 20 - 07/01/2006 - Os gatunos da esperança
Coluna 19 - 31/12/2005 - Josué Severino, o mestre e a Banda Santa Cecília
Coluna 18 - 24/12/2005 - Reminiscências de um menino de São Bento (2)
Coluna 17 - 17/12/2005 - Pequenas idéias para o desenvolvimento de São Bento do Una
Coluna 16 - 10/12/2005 - Do Estado pouco ou nada espero
Coluna 15 - 04/12/2005 - A América do Sul e o nazismo
Coluna 14 - 27/11/2005 - A Venezuela bolivariana de hoje
Coluna 13 - 26/11/2005 - Reminiscências de um menino de São Bento (1)
Coluna 12 - 13/11/2005 - A crise argentina
Coluna 11 - 13/11/2005 - A saga de Delmiro Gouveia
Coluna 10 - 10/11/2005 - O velho na legislação brasileira
Coluna 9 - 31/10/2005 - O projeto São Francisco
Coluna 8 - 24/10/2005 - Correio eletrônico, maravilha do nosso tempo
Coluna 7 - 13/10/2005 - Um século sem presidente paulista
Coluna 6 - 09/10/2005 - O Grande Pronome 'Lhe' Morreu!
Coluna 5 - 29/09/2005 - Brasil 2005 - Uma Economia Mais Forte
Coluna 4 - 22/09/2005 - As Vestais da Moralidade Pública
Coluna 3 - 15/09/2005 - Mordomia & Nepotismo
Coluna 2 - 07/09/2005 - Tratamento de Excelência
Coluna 1 - 07/08/2005 - Hiroshima - uma covardia inominável


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