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Coluna 91: Fatos & gente são-bentenses de épocas diversas (13)
Publicada dia 21 de Julho de 2007

Fatos & gente são-bentenses de épocas diversas (13)

Um dos mais antigos documentos impressos a respeito da história da nossa cidade talvez seja uma “notícia histórica e geográfica”, publicada na “Gazeta de S. Bento” na sua edição inaugural do dia 21 de março de 1900. Tal peça nos parece ser básica para a compreensão histórica do nosso município e da nossa pequena urbe, porquanto toda síntese que conhecemos tem por alicerce, ao que nos parece, esse centenário escrito o qual veio a lume por meio de um veículo que se propunha a pugnar pelo desenvolvimento cultural, social, desportivo e econômico de nossa terra natal.

Note-se que o documento publicado a que nos referimos é de autoria de S. de Galvão e é datado na cidade do Recife em 7 de março de 1900. Nós, os pósteros, agradecemos, de coração, esta magnífica contribuição que nos enseja conhecer um pouco a saga dos nossos antepassados, os desbravadores de matas e capoeiras, enfrentando onças, guarás e as temíveis cobras que fugiam da mata que vinha abaixo. Os desbravadores vieram de longe, uns fugidos da impiedosa seca do sertão paraibano das Piranhas, na ribeira do rio do Peixe, outros do além-mar. Traziam suas técnicas de cultivo agrícola e da criação de gado. Receberam a contribuição dos nativos e se beneficiaram do trabalho do negro escravo. Aprenderam a conviver com a seca e a fazer da farinha de mandioca, do feijão, da carne seca, do leite, do xerém os seus alimentos básicos.

Para a criação extensiva do gado vacum, eram necessárias extensas áreas para a formação das pastagens. A criação bovina, vez por outra, era atacada e dizimada por pragas de carrapatos ou as crias eram vítimas da diarréia branca, chamada de “curso” pelos fazendeiros. O povoado de S. Bento desde a instalação da freguesia tinha uma significativa população de origem africana e de nativos conforme nos atesta os primeiros livros de batizados da paróquia. Há registros de batizados de filhos de escravos, de nascidos libertos pela lei do ventre livre, bem como de indígenas em quantidades muito superiores a de meninos de cor branca, fato este que merece estudo uma vez que a população atual são-bentense é predominantemente de pele clara.

O objetivo maior de nossa gente era criar o gado para o fornecimento da carne e do couro para o litoral e parte da mata, onde se desenvolvia a principal atividade econômica da província, tal seja o fabrico de açúcar destinado a abastecer o rico mercado europeu. A par do desenvolvimento do criatório do gado, uma indústria paralela se desenvolveu, a fabricação de queijo e de manteiga, devido ao fato de a produção de leite em muito superava as necessidades de consumo de então. Os queijos de coalho e de manteiga mais tarde tiveram grande aceitação no mercado consumidor da capital, em face principalmente da qualidade e do esmero na fabricação. Eram famosos os queijos produzidos artesanalmente lá para as bandas do Gurjão e do Xicurus.

E a agricultura era apenas a familiar, de subsistência, onde eventuais excessos de produção eram trocados. Dessa forma, se um agricultor tinha milho em excesso e seu vizinho dispunha de uma quantidade de feijão superior às suas necessidades, eles praticavam a troca ou escambo, já que a moeda dita sonante era escassa. A alimentação basicamente consistia em café com leite de manhã, quase sempre acompanhado de tapioca, manteiga e bolo de milho. No almoço, o feijão nosso de cada dia, complementado com farinha e carne de sol ou de charque, mais conhecida como “ceará”. No jantar, tanto poderia ser servido xerém como cuscuz com leite, tapioca e fritada de ovos.

Dormia-se cedo, em rede, para se abrigar dos temíveis ofídios e também porque a faina do dia seguinte ia até o entardecer, o que obrigava essa gente a despertar ao primeiro canto do galo. E o trabalho duro como costuma ser a atividade rural, mormente naqueles tempos distantes. Se à noite não era de lua, alguns ficavam na varanda da casa grande a observar aqueles mistério que até hoje intriga o homem da ciência: o universo infinito, com milhões de estrelas a cintilar num tempo de nenhuma poluição atmosférica. Se a noite era de lua cheia, reunia-se a família para contar histórias de príncipes e princesas encantadas em reinos de antigamente. Alguns mais letrados liam textos bíblicos ou o almanaque português “Lunário Perpétuo”, que ensinava certas técnicas agrícolas e épocas de plantio, entre outros muitos assuntos, embora fosse mais dirigido ao hemisfério boreal.

Assim, sem mais delonga, vamos reproduzir essa preciosidade, resultante da saga do homem e da mulher são-bentenses, cuja chama não pode ser apagada por mais fortes que sejam os ventos que poder-nos-ia levar ao esquecimento puro e simples dos nossos começos em desfavor dos pósteros, a quem não se pode negar a informação precisa, antes que ação do tempo deixe ilegível e sem condições de uso os velhos jornais.

Passemos, pois, à página dois da nossa Gazeta, edição de nº 1, seção “Colaboração”, onde se encontra a “Notícia histórica e geográfica do município de S. Bento” que diz o seguinte:

“A vila de S. Bento é a sede do município do mesmo nome e da freguesia do Senhor Bom Jesus dos Pobres Aflitos.

História – O local da atual vila em 1830 era uma fazenda de criação pertencente a Antônio Alves de Souza. Nesse ano, andando em missões especiais por várias localidades da diocese, o virtuoso padre Francisco José Correa aí estacionou e, depois de algumas prédicas religiosas, fez erigir um cruzeiro no sítio em que realizava suas missões, de que desde logo, pelo povo que concorria a ouvi-lo, foi dada ao mesmo a denominação primitiva de Santa Cruz. Desse fato, sucessivamente, diversas famílias de outros lugares foram atraídas para a região mencionada, resultando assim um nascente povoado. Morto Antônio Alves, quatro ou cinco anos depois, seu filho Inácio Tomás de Aquino cedendo a instâncias do padre Francisco, que novamente volvera àquela parte, fez doação da terra necessária da sua propriedade para se erguer nela uma capela e para o patrimônio respectivo.

Foi erguida, assim, uma capelinha votada ao Senhor Bom Jesus dos Pobres Aflitos, que ficou sob a direção de um português por nome Francisco Correa da Câmara, dando-se exatamente a construção no local da grande cruz, que havia até então determinado o nome da mencionada propriedade.

A povoação de Santa Cruz era nesse tempo compreendida num dos distritos policiais da comarca de Garanhuns.

O fato das constantes derrubadas de matas e capoeiras, para a preparação dos terrenos à plantação, afirmam, fez com que uma medonha praga, grande e constante porção de cobras, saindo dos seus esconderijos, invadisse dia e noite as habitações dos moradores do novo povoado, encontrando-se, além disso, com grande risco, nos campos próximos e por toda a parte, coortes de tão venenosos animais.

Então, o espírito daquele povo, além do recurso de procurar destruí-los, matando-os por todos os modos possíveis, em meio do desespero e do terror, invocava a S. Bento, que conforme é sabido consideram-no como advogado ou patrono contra as mordeduras das cobras. E “S. Bento” ou o “Valha-me S. Bento” que era a expressão caída de todos os lábios dos povoadores de Santa Cruz, resolveu aquela gente a substituir o nome “Santa Cruz” pelo de S. Bento que tem conservado até agora.

Pela lei provincial nº 308, de 12 de maio de 1853, foi criada a freguesia, sendo instalada em 17 de setembro de 1854 pelo padre Antônio Domingos de Vasconcelos Aragão, falecido adiantado em anos, em janeiro do corrente (1900), o qual teve logo depois como substituto, o padre cearense Antônio Alves de Carvalho, vigário encomendado. Este vigário, logo ao chegar, cuidou da reconstrução da capela que deveria ser a matriz, e assim levou a efeito seu intento, dando-lhe maiores proporções, e construindo uma igreja, com a frente para o N. e com a extensão de 34 metros de comprimento sobre 15 de largo.

Nesse tempo a povoação resumia-se em uma praça quadrangular, elevando-se, na parte sul, o templo da matriz, que deu nome ao largo, onde eram feitas as feiras da localidade.

Mas em 1856 a esforços do cidadão Antônio Bento de Oliveira, e concurso do missionário capuchinho, Frei Caetano de Messina e com o fim de se aumentar a povoação foi mudada a feira dali e, realmente, teve assim fácil fundação a outra parte do povoado em que está o comércio e o mercado público.

Continuando a prosperar S. Bento, a Lei nº 476 de 30 de abril de 1860 deu-lhe a categoria de vila, tendo por termo o território da freguesia.

Em 1864 deixou de fazer parte da comarca de Garanhuns e foi reunida à de Caruaru.

Em virtude da Lei Provincial nº 1591, de 21 de junho de 1881, o termo foi erigido em comarca sendo somente instalada em 11 de novembro de 1890, e tendo como seu primeiro juiz de direito o Dr. Manoel Cabral de Melo.

De acordo com a Lei orgânica dos municípios nº 52, de 3 de agosto de 1892, constituiu-se município autônomo em 5 de janeiro de 1893, sendo os primeiros eleitos para a administração municipal os seguintes cidadãos: prefeito, Felipe Manso de Santiago; subprefeito, Gregório Simões de Macedo e para o Conselho Municipal, João de Oliveira Cintra, Manoel Raimundo Ferreira da Silva, Antônio Francisco Xavier, Antônio José Pacheco e Antônio Possidônio de Oliveira Santos.

Na história pátria pode ser lembrado o nome de S. Bento no período de luta da Rebelião Praieira de 1848 a 1849, com a menção do seguinte: A 23 de fevereiro de 1849, a povoação de S. Bento foi atacada. Um punhado de rebeldes, comandados pelos caudilhos João Tosta, Severo de Tal, José Rodrigues de Vasconcelos e Francisco Ribeiro, em um dia de sábado, penetrou na mesma povoação.

Avisado, o coronel João Leite de Torres Galindo, diretor dos índios aldeados de Boi Morto (lugar que fica ao N. (sic) e a seis léguas de S. Bento), que veio ao encontro dos rebeldes, com 150 índios, dando-se então renhida peleja entre as duas forças contrárias, e sendo rechaçada a tropa liberal, que teve um morto e seis feridos.

Posição geográfica – A vila de S. Bento fica a 8°, 29´de latitude Sul e a 6º, 43´de longitude oriental do Rio de Janeiro.

Dimensões do território – É calculada toda a extensão do município em 120 kilômetros (20 léguas).

Aspecto e natureza do solo – O solo é desigual, ondulado carrasquento e pedregoso, não permitindo facilmente o trabalho de enxada pela rijeza da crosta do solo, dando-se mesmo a impossibilidade, em certos lugares, de plantio de qualquer natureza, pela extraordinária quantidade de pedras miúdas que o cobrem.

Clima e salubridade – É um dos melhores climas salubres do território do Estado, sobretudo para afecções pulmonares, fato bastantemente constatado pela observação constante, desde muitos anos, o ar é seco, leve, puro e embora quente, durante os dias, é fresco e agradabilíssimo pelas noites.

Limites – Confina ao N. com os municípios de Pesqueira, do Brejo da Madre de Deus, e parte de Caruaru; ao S. com os de Canhotinho e Garanhuns; a L. com os de Altinho, Caruaru e Panelas; e ao O. com Garanhuns e Pedra. Os pontos de contato por essas confinações se efetuam são: ao Norte, com Pesqueira, nos sítios denominados Armazém e Pedra Comprida; com o Brejo da Madre de Deus, no rio Ipojuca; ao Sul com Garanhuns, no sítio denominado Canhoto; com Canhotinho, no denominado Queimada Grande; e a Leste, com o Altinho, na povoação de Cachoeirinha, com Caruaru no lugar Mulungu do Garrote, com Panelas no lugar denominado Riacho da Laje.

Divisão – Possui uma freguesia, faz parte do 3º distrito eleitoral, contém uma delegacia e dois distritos policiais, cada qual com um subdelegado. A divisão eclesiástica não é a mesma civil, e se estende a muitos lugares em território dos municípios circunvizinhos.

População – Presume-se, porquanto é defeituosíssima a estima estatística, atingir 10.000 almas a população total do município.

Topografia – A vila de S. Bento fica situada em terreno plano, à margem direita do rio Una, a 630 metros de altitude, possui uns 200 prédios, alguns assobradados, igreja matriz melhorada pelo vigário João José dos Santos, cemitério, água potável sofrível, agência do correio, escolas públicas, etc.

Povoações – Cachoeirinha, a 42 kilômetros a leste, a capela de invocação Santo Antônio, erigida pelo capitão João Barbosa Maciel; Jupi (que lhe pertence somente na parte eclesiástica) capela de N. S. do Rosário, povoação de 40 casas, possui um cemitério anexo à capela; Lajeiro, a 35 kilômetros ao Sul, começou a florescer em 1878 e tem uma capela sagrada em 1881 pelo capuchinho Frei Venâncio. Este povoado pertence somente a S. Bento na parte eclesiástica, sendo na civil a Canhotinho.

Orografia – No município de S. Bento, poucas serras existem e estas de pequena importância, podendo-se notar dentre as mesmas a serrota do Gado Bravo, de forma cônica, situada a Leste e a 9 kilômetros distante da vila, na fazenda de igual nome, Grongonzo mais importante e mais extensa a qual vai coleando a vila na direção ocidental e em grande distância, não sendo, porém de grande altura.

Hidrografia – O principal rio do município é o rio Una que nasce no município de Pedra, na serra denominada Mijo da Onça, uma das serranias Cavaco, distrito de Santo Antônio do Tará e depois de passar nos lugares Melancia, Fazenda Velha, Mimoso, na Fazenda Simão da Una, banha pela margem direita a vila (primeiro povoado por ele regado), buscando dali a direção do Altinho. São seus afluentes no município: o riacho José Bento, que nasce no sítio da Fazenda do Meio; o Figueiredo que procede do lugar Fazenda Nova, o Riachão, o Mimoso, o Gravatá, o Capoeira, o Imbira, o Queimada Grande e o Macambira. O Una, bem como seus afluentes, só tem água à época das chuvas. Existem na vila dois açudes, construídos pelo governo, um sobre o leito do riacho Figueiredo, ao Norte e a um quarto de hora da vila e o outro ao poente dela e a uns dez minutos de viagem, sobre o rio Una, subindo para as vertentes desse rio por uma extensão de 3 kilômetros.

Produções – O terreno de S. Bento produz abundantemente, quando há bom inverno, toda a sorte de cereais, dá boa lavoura, e é de uma fertilidade notável quanto à sua pastagem. A cana de açúcar desenvolve-se com muita dificuldade em seu solo e em vista da natureza especial de suas terras.

Curiosidades naturais – Entre o que unicamente deve ser mencionado como fazendo parte das curiosidades naturais do município, diz haver-se encontrado fósseis de peixes petrificados no interior de algumas pedras.

Reinos da natureza – A fauna e a flora são variadíssimas. Nos tempos de seca dá-se a migração em larga escala. O reino mineral oferece lajedos importantes, cristais de rocha, blocos de pedras de belas e variadas cores, grande quantidade de malacacheta (areia ou barro de mistura com um pó dourado ou prateado); bastantes salitreiras e a existência de algum ferro. Suspeita-se haver o mármore.

Indústria e comércio – A indústria de S. Bento é quase que exclusivamente pastoril. Seu comércio, quando o sertão está verde, é de afamados queijos, gado vacum, cavalar e muar, couros, etc. O movimento comercial da cidade é pequeno. Aos sábados, dia de feira, é que se torna mais ativo. A vida comercial, presentemente, acha-se com menos movimento do que já foi.

Distâncias – A vila de S. Bento demora da capital 211 quilômetros, 48 de Garanhuns, 70 de Caruaru, 80 de Canhotinho, 125 de Buíque, 170 de Águas Belas, e de S. Caetano 48 quilômetros.

Eis em resumo a descrição histórica e topográfica do futuroso município de S. Bento. Recife, 7 de março de 1900. S. de Galvão.”

Quanto ao autor dessa notícia histórica e geográfica, trata-se de Sebastião de Vasconcelos Galvão (1865-1928), natural de Limoeiro PE, autor do Dicionário Corográfico, Histórico e Estatístico de Pernambuco, obra em 4 volumes, editada pela Imprensa Nacional, Rio / 1908, 1910, 1921 e 1927, ou seja, muitos anos depois do resumo sobre a vila de São Bento. Note-se que a “notícia história” é de 1900, muitos anos antes da publicação do dicionário do mesmo autor.

Por fim, queremos, acima de tudo, exprimir a verdade e confessar a dificuldade que foi a transcrição deste documento histórico que retratava nossa realidade naquele fim de século XIX. Pelo documento dá para se imaginar as dificuldades dos pioneiros em sua luta contra terríveis cobras venenosas, mormente se levarmos em consideração que não existira nenhum socorro efetivo caso alguém fosse mordido por uma cobra coral. Não existia nenhum antídoto a não ser aqueles derivados da medicina popular. Transportar uma vítima de veneno de cobra para a capital seria tarefa difícil ante a precariedade dos caminhos e a distância a percorrer. Então, naquela metade do século XIX não havia escapatória para alguém picado por uma coral ou cascavel: a morte era inevitável.

Desde a instalação inicial da capela e a construção da matriz, podemos afirmar que, considerando as dificuldades da época, nossa São Bento, em apenas setenta anos, foi uma fazenda, um arruado, uma povoação e freguesia, vila e município, comarca e, finalmente, cidade tudo dentro de um mesmo século, ou mais especificamente entre 1830 e 1900.

Interessante que o documento não faz referência a Capoeiras e a apenas Cachoeirinha que era o segundo distrito, já que a vila era o primeiro. Há referência a Lajeiro (hoje Lajedo) e Jupi como povoados subordinados eclesiasticamente à paróquia de S. Bento embora estas localidades sob o ponto de vista civil pertencessem ao município de Canhotinho.

Outro fato interessante é a menção das nascentes do rio Una como em Pedra, mais especificamente na povoação de Santo Antônio do Tará, que hoje pertence ao município de Venturosa. Nos dias de hoje, há quem diga que o rio Una tem suas nascentes no município de Caetés, antigo distrito de Garanhuns. Vamos, pois, aguardar a divulgação das provas a respeito da verdadeira nascente do rio Una.

Este documento de autoria de Sebastião Vasconcelos Galvão, ora quase inteiramente transcrito, datado de 7 de março de 1900, nós podemos considerar como a certidão de nascimento da cidade de São Bento do Una.



E-mail:
OrlandoCalado@yahoo.com.br

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Pau Amarelo PE 21 de julho de 2007

Orlando Calado é bacharel em direito.


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Coluna 151 - 27/09/2008 - S. Bento do Una, um breve passeio ao longo de sua história (8)
Coluna 150 - 20/09/2008 - S. Bento do Una, um breve passeio ao longo de sua história (7)
Coluna 149 - 13/09/2008 - São Bento do Una, um breve passeio ao longo de sua história (6)
Coluna 148 - 06/09/2008 - S. Bento do Una, um breve passeio ao longo de sua história (5)
Coluna 147 - 30/08/2008 - São Bento do Una, um breve passeio ao longo de sua história (4)
Coluna 146 - 24/08/2008 - São Bento do Una, um breve passeio ao longo de sua história (3)
Coluna 145 - 16/08/2008 - São Bento do Una, um breve passeio ao longo de sua história (2)
Coluna 144 - 09/08/2008 - São Bento do Una, um breve passeio ao longo de sua história (1)
Coluna 143 - 02/08/2008 - O presídio de Fernando de Noronha e seu regime jurídico no final do Império (3/3)
Coluna 142 - 19/07/2008 - O presídio de Fernando de Noronha e seu regime jurídico no final do Império (2/3)
Coluna 141 - 12/07/2008 - O presídio de Fernando de Noronha e seu regime jurídico no final do Império (1/3)
Coluna 140 - 05/07/2008 - As comarcas de Pernambuco, do Sertão e do Rio de S. Francisco e a separação da última da província de Pernambuco
Coluna 139 - 28/06/2008 - A extraordinária figura de Dom João VI, primeiro e único rei do Brasil
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Coluna 135 - 31/05/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (22) - O projeto de lei de Joaquim Nabuco abolindo a escravidão e a chamada Lei Saraiva que restringiu o voto
Coluna 134 - 24/05/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (21) - Ainda os efeitos da grande seca na Vila de S. Bento; o Ginásio Pernambucano em 1879
Coluna 133 - 17/05/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (20) - Os efeitos da grande seca em São Bento
Coluna 132 - 10/05/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (19) - A corrupçao na vida pública; o espírito empreendedor do barão de Mauá
Coluna 131 - 03/05/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (18) - A terrível seca dos três sete
Coluna 130 - 26/04/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (17) - A inauguração do palacete da rua da Aurora enquanto a febre amarela grassa em Pernambuco
Coluna 129 - 19/04/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (16) - A revolução nas comunicações e o desfecho da Questão Religiosa
Coluna 128 - 12/04/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (15) - Dom Vital e a Questão Religiosa
Coluna 127 - 05/04/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (14) - A Lei do Ventre Livre
Coluna 126 - 29/03/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (13) - A Guerra do Paraguai
Coluna 125 - 22/03/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (12) - A Guerra do Paraguai
Coluna 124 - 15/03/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (11)
Coluna 123 - 08/03/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (10)
Coluna 122 - 01/03/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (9)
Coluna 121 - 23/02/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (8)
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Coluna 115 - 11/01/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (2) O Diario de Pernambuco na História do Brasil
Coluna 114 - 29/12/2007 - Pingos de história do Império Brasileiro (1) - A chegada ao Brasil da família imperial portuguesa
Coluna 113 - 22/12/2007 - A Bíblia, um livro de inúmeras histórias
Coluna 112 - 15/12/2007 - Fatos & gente são-bentenses de épocas diversas (34)
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Coluna 67 - 03/02/2007 - A declaração universal dos direitos humanos
Coluna 66 - 27/01/2007 - A revolta da chibata
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Coluna 64 - 13/01/2007 - Apolônio Sales, um estadista de grande valor
Coluna 63 - 06/01/2007 - 2006: Um ano de saldo positivo apesar do pouco crescimento econômico
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Coluna 50 - 16/09/2006 - Aumentando os conhecimentos gerais (12)
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Coluna 29 - 11/03/2006 - Os livros de Sebastião Cintra
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Coluna 21 - 14/01/2006 - Brasil, potência mundial em 2020
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Coluna 19 - 31/12/2005 - Josué Severino, o mestre e a Banda Santa Cecília
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Coluna 17 - 17/12/2005 - Pequenas idéias para o desenvolvimento de São Bento do Una
Coluna 16 - 10/12/2005 - Do Estado pouco ou nada espero
Coluna 15 - 04/12/2005 - A América do Sul e o nazismo
Coluna 14 - 27/11/2005 - A Venezuela bolivariana de hoje
Coluna 13 - 26/11/2005 - Reminiscências de um menino de São Bento (1)
Coluna 12 - 13/11/2005 - A crise argentina
Coluna 11 - 13/11/2005 - A saga de Delmiro Gouveia
Coluna 10 - 10/11/2005 - O velho na legislação brasileira
Coluna 9 - 31/10/2005 - O projeto São Francisco
Coluna 8 - 24/10/2005 - Correio eletrônico, maravilha do nosso tempo
Coluna 7 - 13/10/2005 - Um século sem presidente paulista
Coluna 6 - 09/10/2005 - O Grande Pronome 'Lhe' Morreu!
Coluna 5 - 29/09/2005 - Brasil 2005 - Uma Economia Mais Forte
Coluna 4 - 22/09/2005 - As Vestais da Moralidade Pública
Coluna 3 - 15/09/2005 - Mordomia & Nepotismo
Coluna 2 - 07/09/2005 - Tratamento de Excelência
Coluna 1 - 07/08/2005 - Hiroshima - uma covardia inominável


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