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Coluna 19: Josué Severino, o mestre e a Banda Santa Cecília
Publicada dia 31 de Dezembro de 2005

Josué Severino, o mestre e a Banda Santa Cecília

Uma das figuras mais admiradas de minha infância foi, sem dúvida, Josué Severino, um homem honrado e trabalhador sob todos os aspectos, que dirigiu com talento e dedicação ímpar, por longos vinte e cinco anos, a então centenária Banda Musical Santa Cecília. A Banda é uma das instituições musicais civis mais antigas do Brasil, fundada em 22 de novembro de 1854, por idealistas como Antônio Gonçalves Tristão, Firmino Gonçalves de Siqueira e Aprígio de Siqueira.

A banda sempre foi o prazer e orgulho da gente são-bentense, que vibrava com os dobrados e canções militares que despertaram em todos nós não apenas o gosto pela música, mas o orgulho de ser brasileiro. Nos dias de festa e de regozijo, a banda, por volta das seis horas da manhã, acordava a cidade com sua alvorada festiva, tocando, pelas ruas, os saudosos dobrados “Dois corações” e “Lira de Ouro” entre outros sucessos.

Josué Severino, nascido em Canhotinho, mas desde rapazinho radicado em São Bento do Una, tinha justo motivo para se orgulhar dos músicos que formou e dos antigos companheiros que tiveram a oportunidade de aperfeiçoar, com ele, seus conhecimentos de teoria musical. O maestro era um apaixonado pela música, um perfeccionista capaz de ensaiar horas a fio e exigir a mesma coisa dos seus músicos. Era disciplinado e disciplinador. Tirava de seus pupilos o máximo que eles podiam dar numa época de pouca ou precária instrução escolar, fato que dificultava sobremodo o aprendizado.

Todas as noites, o mestre comparecia à sede musical para ministrar com toda a paciência a difícil arte de ler pautas musicais. Formou dezenas e mais dezenas de músicos, muito dos quais chegaram a brilhar nas bandas militares das forças armadas, polícias militares e corpos de bombeiros. Alguns alçaram posições destacadas nas bandas militares, alcançando as patentes de capitão e tenente e as graduações de subtenente e sargento. Dorgival, por exemplo, chegou ao posto de capitão, regente de banda. Josué Severino não formou apenas músicos militares, mas também músicos civis que brilharam em orquestras e conjuntos espalhados pelo Recife, Olinda e Caruaru.

Eram primorosas as apresentações da Banda no coreto da antiga Praça Marechal Deodoro. Os músicos se apresentavam com seus uniformes impecavelmente brancos e engomados e de cabelos e barba bem cuidados. O zelo do mestre pela sua unidade musical era pleno em todos os sentidos e ele passava para seus discípulos a confiança necessária para apresentações de raro brilho. Em outras oportunidades, a sociedade são-bentense tinha o raro prazer de dançar ao som do saxofone de Josué, um músico que executava os belos sambas da década de 1950 com tanta virtuosidade que parecia um carioca com seu jeito de tocar, para enlevo de todos, dançarinos e expectadores nas noites áureas do União Sport Club.

Nos carnavais, a banda Santa Cecília se transformava em duas ou três orquestras para animar o carnaval de São Bento e de outras cidades como Lajedo, Cachoeirinha, Capoeiras e Belo Jardim. Era uma oportunidade de ouro para os músicos mostrarem sua refinada técnica nestas tocatas que lhes proporcionavam um dinheirinho extraordinário, uma vez que a Banda e a cidade não tinham como exigir dos seus componentes dedicação integral. Tanto os músicos de ontem como os de hoje, nas bandas do interior, são amadores que se dedicam a arte por puro prazer. Seria interessante se a cidade pudesse profissionalizar os músicos, mas como isso não é possível eles se dedicam às suas atividades profissionais de dia e à noite vão ensaiar.

Em São Bento a realidade não poderia ser diferente da de outras cidades do interior de Pernambuco. Ninguém na cidade vivia da música. O próprio mestre Josué Severino era pedreiro e nas horas vagas ia pescar traíras, jundiás e curimatãs no açude Velho ou no poço da Negra para complementar a alimentação de sua numerosa prole.

Em termos de banda musical, São Bento vem mantendo essa tradição sesquicentenária de formar excelentes músicos, que hoje necessitam ter instrução em nível de ensino médio para o caso de ingresso nas bandas militares das forças armadas. Então, se a meninada que faz parte da Santa Cecília tem pretensões de ingressar, como músico, nas forças armadas, deve procurar estudar, porque já se passou o tempo em que para ser músico militar bastava tão somente saber tocar com desenvoltura o seu instrumento.

Em 1957, Josué Severino recebeu proposta para se mudar para a Usina Serra Grande, em São José da Laje. O mestre foi, com toda a família, morar em Alagoas onde passou a reger a orquestra mantida pela Usina. Muitos músicos são-bentenses acompanharam o regente, como Orlando, que tocava sax-tenor, Carlos Maciel e seu irmão, ambos trombonistas. Também faziam parte da orquestra Babá e Tuca, filhos de Marcelino. Marcelino, para quem não sabe, ficou famoso com seu instrumento de trabalho, o porta-voz, um amplificador de voz rudimentar. Ele tanto cantava com a ajuda desse instrumento como fazia propaganda da Casa Oswaldo Maciel, apregoando as vantagens de se comprar tecidos na então tradicional loja comercial são-bentense. Babá, filho de Marcelino, era dono de uma primorosa voz, forte e vibrante como era moda na época. Além de cantor, Babá tocava o chamado violão-tenor. Já seu irmão, Tuca, era baterista dos melhores. É pena que muitos músicos passassem certas privações, a ponto de existir em São Bento um ditado que dizia: “Estou a Zé de Né”, ou seja, com uma fome dos diabos.

Na Usina Serra Grande, Josué formou a orquestra de “papouco”, como costumava dizer, referindo-se ao fato de ter tido a sorte de reunir músicos de qualidade, sem que para tal tivesse que investir na formação deles. Nos carnavais de São José da Laje, a orquestra dava verdadeiro “show” de execução e de apurada técnica para a animação dos foliões.

Anos depois, em 1969, em virtude de uma arrasadora cheia do rio Mundaú que atingiu e danificou a Usina, o maestro Josué pede demissão do emprego e segue para Brasília, onde residia seu filho Newton, também um músico de excelente qualidade técnica. No entanto, sua passagem pela capital foi breve de vez que não havia emprego fácil para um homem de quase sessenta anos, cuja habilidade era a música bem ensaiada para o encanto das platéias. Não retorna para Alagoas, mas para a São Bento de sua mocidade onde se estabelece com pequena granja. Saudoso dos memoráveis tempos à frente da banda são-bentense, volta a reger a Santa Cecília com o mesmo brilho e entusiasmo de sempre.

Josué conseguiu dar continuidade à Banda e conservá-la como uma força-viva da cultura da cidade. Os músicos, via de regra, eram recrutados nos estratos mais carentes não só dos sítios como da própria urbe. Numa cidade como a nossa, carente de escolas profissionalizantes, o papel desempenhado pela Santa Cecília deve merecer a permanente atenção das autoridades municipais, as quais precisam articular-se com o Ministério da Cultura para a renovação paulatina do seu instrumental.

Acredita-se que mais de cem músicos foram formados ao longo dos vinte e cinco anos em que Josué esteve à frente da Santa Cecília. Muitos tiveram a oportunidade de migrar em busca de melhores condições de vida como profissional. Entre os músicos de destaque, formados pelo mestre Josué, para orgulho da gente são-bentense, que sempre incentivou seus músicos, destacamos o clarinetista Zé de Calu, cujo som tocava fundo na alma dos ouvintes. Era uma figura humana dócil e bondosa, servindo de padrão para os mais jovens. Afrânio, trombonista, que executava, com invejável sonoridade, clássicos como “I´m getting sentimental over you”, de Tommy Dorsey.

Outros músicos e figuras que honraram a nossa tradição musical foram Joaquim Lins, saxofonista; Malaquias, clarinetista que tocava de ouvido; Lula, tocador de pratos, e Carrinho de Zé de Né, pistonista, todos formados na rigorosa técnica do mestre Josué. Também foram pupilos do mestre os seguintes musicistas de notável valor: José Vicente, Newton Alves, Dorgival, Ornilo, Mindinho e tantos outros que a nossa memória, infelizmente, não foi capaz de reter.

Como já dissemos antes, muitos músicos eram oriundos da zona rural e tinham instrução insuficiente para compreender a pauta musical, as claves, notas, colcheias, semicolcheias. Mas Josué não desanimava e com paciência ensinava a esses jovens os segredos da leitura das pautas musicais. Há um caso emblemático de Osman que graças ao que aprendeu, com grande dificuldade, pôde ingressar na Marinha e, hoje, reformado, desfruta de uma vida digna.

A Banda sempre teve os seus ciclos. Formava os músicos que depois saiam para ganhar a vida em outras paragens, tendo a música como profissão ou apenas como complemento de renda. Então, era muito comum vermos a banda desfilando com pouco mais de dez músicos, a maioria dos quais novos na bela arte da harmonia. Tempos depois a banda estava novamente com seus quadros completos e desfilando para o povo com mais de trinta componentes, sob a batuta segura de Josué, que era capaz de tirar de seus músicos o melhor que eles podiam oferecer até que a peça musical alcançasse o padrão de qualidade exigido pelo regente.

Destacamos o fato de a Banda, em outras ocasiões, ter sido instrumento de disputa política. Se por acaso a prefeitura subvenciona a instituição, isso não quer dizer que ela só possa servir ao grupo que está no poder, mesmo porque tal coisa não tem sentido de vez que a subvenção é publica, ou seja, é de todos os contribuintes. A contrapartida da subvenção deve ser estabelecida em número de apresentações oficiais. Fora disso a Banda tocará para quem quiser mediante remuneração. Em outras palavras, a banda é uma instituição cultural do povo do município, devendo em troca da subvenção pública, apresentar-se em solenidades previamente acordadas com a prefeitura e para as demais deve ser liberada para receber o cachê por suas apresentações extra-oficiais.

Dos onze filhos que Josué Severino teve com sua esposa, dona Edite Lima Valença, dez nasceram em São Bento, são eles: Eneide, Newton, Nilce, Nivaldo, Nanci, Nívio (falecido), Antônio de Pádua, Nildomar, Maria das Graças, Nidoval e Josué Severino Filho, sendo que este último nasceu em São José da Laje. Apenas Newton seguiu a vocação paterna, como saxofonista de primeira linha da Banda da Aeronáutica. Hoje reformado, Newton, que é contemporâneo e amigo de infância do autor destas linhas, reside em Maceió. Já Nivaldo, ex-bancário em Brasília é clarinetista amador, apaixonado pela boa música popular, especialmente o chorinho. A ele, o autor deste artigo deve preciosas informações.

Josué Severino da Silva nasceu em 8 de abril de 1910 e faleceu aos 92 anos, em Brasília, em 6 de junho de 2002. Aprendeu teoria musical e tocar saxofone com Balbino Mendes, que era barbeiro de profissão. Seu talento musical era tanto que logo suplantou o seu professor, assumindo a convite da diretora Emília Siqueira a regência da Banda Musical Santa Cecília.

Neste modesto trabalho, é justo homenagearmos outros músicos de destaque, além dos citados linhas acima: “seu” Neco, na tuba; Olavinho e Zé de Né, no piston; Joca, no trombone; José de Neco, no bombardino; Assis, no saxofone; Luiz Coquinho, no banjo; José Telmo, na trompa; Osman, no bombardino; Jurandir Queiroz, no trombone e tantos outros que honraram a tradição musical da cidade.

O desaparecimento dos Siqueira, mantenedores da instituição, abalou a estrutura e os destinos da Banda. A diretora Emília Siqueira, apesar das dificuldades, mantinha a tradição dos seus antepassados e tinha a ajuda inestimável do seu irmão, general João Augusto de Siqueira que, graças a seu prestígio, supria a Banda de instrumentos musicais do Exército.

Josué, vez por outra, se queixava de nunca ter sido reconhecido pelo que fez pela cultura musical da cidade. E a vida para ele não foi o mar de rosas dos dias de festa quando a Banda e a orquestra eram reverenciadas, pela população, como ponto alto seja no coreto, no acompanhamento da procissão ou animando os bailes do principal clube de São Bento. Se, por acaso, ainda não existe logradouro com o nome deste insigne são-bentense, é hora de repararmos esta injustiça, homenageando esta figura com a “Rua Maestro Josué Severino”, para perpetuar sua memória.

Por fim, queremos homenagear todos os músicos e dirigentes da instituição, do presente e do passado, fazendo votos para que a Banda Musical Santa Cecília, hoje sob a batuta de Adilson Campos, possa dar prosseguimento ao árduo trabalho de forjar músicos da qualidade. Em homenagem a todos os músicos são-bentenses de todos os tempos, reproduzimos, a seguir, uma antiga foto de uma formação musical da cidade.


Da esquerda para a direita: Zé de Né, Luiz Coquinho, Joca, Neco (tuba), Marcelino, Olavinho, Maestro Josué Severino e Balbino Mendes. Apenas o baterista não foi identificado.




Pau Amarelo PE 31 de dezembro de 2005

Orlando Calado é bacharel em direito.


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Coluna 112 - 15/12/2007 - Fatos & gente são-bentenses de épocas diversas (34)
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Coluna 8 - 24/10/2005 - Correio eletrônico, maravilha do nosso tempo
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Coluna 4 - 22/09/2005 - As Vestais da Moralidade Pública
Coluna 3 - 15/09/2005 - Mordomia & Nepotismo
Coluna 2 - 07/09/2005 - Tratamento de Excelência
Coluna 1 - 07/08/2005 - Hiroshima - uma covardia inominável


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