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Coluna 72: Reminiscências de um menino de São Bento (7)
Publicada dia 10 de Março de 2007

Reminiscências de um menino de São Bento (7)

Uma piada que corria em São Bento, nos anos 1950, dizia que o melhor negócio para um rapaz da cidade era casar com uma professora. É verdade que o mercado para as professoras formadas era muito restrito. Naqueles tempos, não havia a figura do concurso público a dar oportunidade a todos na disputa de uma vaga numa escola pública, nos Correios ou na coletoria federal. O provimento dos cargos era feito a partir do prestígio do chefe político local junto ao governador. Ademais, não havia empregos para quem já estivesse na idade de trabalhar. Havia uns empregos de caixeiro em mercearias, padarias, loja de tecidos, onde carteira de trabalho assinada devia ser “ave rara” ou simplesmente não existia. Então, o melhor emprego da época era ser professora, pois tinha todo santo mês sua renda líquida e certa paga na coletoria estadual. Infelizmente, os cargos eram poucos como poucos eram os felizardos que tinham a aventura de se casar com uma mestra. Estas por sua vez conseguiam a nomeação através do prestígio político de algum são-bentense junto ao governador do estado.

Já as professoras municipais atuavam principalmente nos sítios e não tinham o preparo devido para o ofício, mas pelo menos ensinavam aos alunos as quatro operações, a escrever pequenos bilhetes e o restante do tempo era destinado à leitura de textos das surradas cartilhas de então. Preciosidades como: “A preguiça é a chave da pobreza"; “Quem não ouve conselho, raras vezes acerta"; “Paulina mastigou pimenta", "Delfina comprava araçá” eram repetidas freqüentemente, ou seja, à exaustão, a ponto de os alunos jamais esquecerem tais sentenças. Geografia e história não faziam do currículo. Era luxo.

Os alunos das escolas municipais eram apenas “desasnados” e quem soubesse fazer uma conta de somar de várias parcelas, sem erros, era considerado perante os demais, e sério candidato a caixeiro de uma sortida mercearia ou passar jogo de bicho como fazia com maestria Vicente irmão de Zé Bico e de Totonho, que se postava na larga porta da Mercearia Cadete, atendendo a todos com diligência às vezes sugerindo ao freguês jogar o milhar do pé da "poule".Havia bancas especializadas no jogo do bicho, como a "Fortuna", onde à tarde se ouvia pelo rádio os números sorteados. O locutor da rádio recifense anunciava o resultado do sorteio do jogo do bicho em código: "Atenção senhores do interior, loteria informa..." E cantava pausadamente os "milhares " sorteados do primeiro ao quinto. Tudo isso era o espelho do atraso da época, onde o valor do trabalho duro no campo e nos currais era mais apreciado do que o conhecimento escolar. A urbe são-bentense parada no tempo e no espaço, sem um ginásio que pudesse oferecer oportunidades aos que quisessem galgar melhores posições na sociedade. Não vai aqui nenhuma crítica, mas pelo menos o reconhecimento ao “mestre” Joaquim Gordo que era o inspetor municipal de ensino. Ele sempre procurava ajudar as professoras dos sítios, passando algum conhecimento que pudesse melhorar o rendimento das abnegadas professorinhas e dos alunos. Na Escola Municipal da cidade não havia problemas, de vez que a professora Elisa Costa preparava os seus alunos para vôos mais altos com o curso primário na Escola Estadual que teve diversos nomes como Governador Barbosa Lima, Dom Moura e finalmente Grupo Escolar Rodolfo Monteiro Paiva.

As primeiras eleições que me lembro foram realizadas em três de outubro de 1950. Era um tempo atrasadíssimo, mas o povo mais esclarecido e urbano sabia o que queria e quem era melhor para o povo e para o Brasil. Eleitores rurais eram apanhados em sítios e transportados para a cidade pelos candidatos interessados no voto daquela gente humilde. Eles eram transportados no que se denominou “pau-de-arara”, um caminhão em que se colocavam tábuas à guisa de assento em toda a extensão da carroceria. Os eleitores matutos trajavam suas melhores roupas de azulão ou farinha com pólvora, calça, camisa, chapéu de palha e os mais afortunados usavam chapéu de massa da afamada marca “Prada”. Eram recebidos pelo cabo eleitoral que os haviam mandado buscar por conta de determinado candidato a cargo eletivo. Distribuia-se uma maçaroca de papéis, as cédulas, as quais eram entregues aos eleitores de cabresto para serem colocadas em um envelope na seção eleitoral, ocasião em que o dito envelope era lacrado, após a assinatura do eleitor no livro da seção eleitoral. Essas cédulas eram individuais e traziam, por exemplo, a seguinte inscrição; “Para deputado federal” e na parte de baixo o nome do candidato. Então para cada cargo havia uma cédula solta: presidente e vice-presidente da República, senador, deputado federal, deputado estadual e quando coincidia com eleições municipais aí vinham as cédulas de prefeito, vice-prefeito e vereador. As cédulas eram impressas pelo candidato ou partido e também se aceitavam as cédulas datilografadas, desde que não houvesse qualquer tipo de marca que pudesse identificar o voto. Esses eleitores rurícolas, de poucas letras, votavam em quem o candidato ou cabo eleitoral indicasse. Mais tarde, para fechar com êxito a obrigação eleitoral, os eleitores se reuniam em determinado lugar, geralmente um armazém de compras de feijão, milho, algodão e mamona, onde era servido o chamado “péla porco”, um almoço rústico por conta do candidato, do cabo eleitoral ou do chefe político municipal. Lembro-me como se fosse hoje, apesar dos meus dez anos de vida apenas, que esses almoços eram realizados no armazém de seu Guirra que, por sinal, ficava perto da minha casa no número 92 da antiga Avenida de Manuel Borba. Depois, então, eram mandados de volta para os sítios no mesmo caminhão. Eram feitas várias viagens e os eleitores dessa espécie eram apenas autômatos que não tinham consciência e que cumpriam sua obrigação cívica por um prato de comida e pelo transporte no dia da eleição.


Na São Bento daqueles tempos distantes, dois partidos pontificavam na cena municipal: o PSD e a UDN. Mais tarde apareceu o PTB. Nas eleições para vereador, vi Chico Cadete reclamar de Sebastião Cintra, dizendo que tinha sido “marretado” por este em algumas urnas de distritos como Cabanas e Espírito Santo. Porém, ambos foram eleitos e cumpriram seus mandatos. Nas eleições presidenciais de 1950, bem como na de 1955, a apuração levava quase um mês para ser encerrada. Todos os dias os jornais publicavam a “marcha da apuração”. Ademar de Barros(1901-1969), famoso pela sua política do "rouba mas faz", sempre liderava nos primeiros dias de apuração, uma vez que os votos do estado de São Paulo eram computados com mais rapidez. Havia na época todo tipo de fraude possível nos mapas de apuração e era comum um determinado candidato, não eleito, “ceder” uma certa quantidade de seus votos para completar o quociente eleitoral do outro. Tudo naturalmente mediante paga. No final das contas, as somas batiam, de vez que a tramóia era feita por dentro do mapa, cujo total permanecia imutável. Já nas eleições de 1960, houve um grande avanço na legislação eleitoral quando foi introduzida a cédula única em que o eleitor assinalava com um “x” o quadrado ao lado do nome do candidato preferido ou escrevendo o número ou nome do candidato nos casos de eleições para o legislativo. Realmente, como o Brasil era atrasado! Na primeira República, o voto era a descoberto e a bico de pena. Não havia a segurança do voto secreto e ai daquele que não votasse no candidato do chefe político. Com a revolução de três de outubro de 1930, implantou-se a muito custo o voto secreto. A muito custo porque o chefe do governo provisório não estava muito disposto a convocar eleições para uma Assembléia Constituinte. Daí resultou a Revolução Constitucionalista de São Paulo, eclodida em 1932, para exigir que Getúlio Vargas convocasse eleições. Para muita gente não afeita ao fato histórico, a revolução paulista foi feita porque São Paulo queria se separar do Brasil. Menino, eu escutava essa história e só deixei de acreditar quando tive oportunidade de ler a respeito. Os revolucionários paulistas foram derrotados pelas tropas legalistas. Getúlio Vargas baixou um código eleitoral em 1933 com uma grande novidade: o voto feminino. Hoje, o Brasil dá verdadeiro show de apuração, conhecendo-se os vencedores por volta das onze horas da noite do mesmo dia da eleição quando mais de 99% dos votos já estão apurados. Isto nos faz animar e ter esperança de, no futuro, termos uma democracia direta através de plebiscitos e referendos, principalmente para temas de grande magnitude como, à guisa de exemplos, eutanásia, legalização ou não de drogas, união civil de pessoas do mesmo sexo, adoção de crianças por casal gay e outros assuntos que o Congresso Nacional não tem interesse nem coragem em vê-los resolvidos, pois temem ser prejudicados nas próximas eleições. Então que se faça consulta ao povo a respeito de temas outros como cláusulas pétreas, reformas constitucionais, legalização ou não do aborto, etc. Nas últimas eleições americanas de 2006, em diversos estados, houve o chamamento do cidadão eleitor a respeito de temas palpitantes. Lá se deixa que o povo resolva os grandes problemas. Aqui se fez um referendo sobre comércio de armas onde se gastou uma fortuna, financiada pelas indústrias de armas que inclusive dispõe de uma “bancada da bala” em Brasília para defender a indústria da morte. Nos anos 1950, São Bento ostentava com orgulho o décimo lugar entre os municípios mais populosos. Capoeiras e Cachoeirinha pertenciam a São Bento e na época muita gente era a favor da emancipação desses distritos porque se dizia que era mais econômico para São Bento que deixaria de investir em dois distritos que pouco representavam em termos de arrecadação municipal.

Recordo com tristeza a pobreza do povo de São Bento de minha meninice, especialmente dos matutos que geralmente vinham à feira para comprar uma cuia de farinha de mandioca e uma cabeça de porco. Eu, da "Esperança em Deus", a mercearia de Zé Manso que ostentava o nome de João Manso da Silva Sobrinho, como proprietártio, via essa gente subir a Rua João Pessoa em direção aos sítios levando na mão uma cabeça de porco pendurada e meia cuia de farinha às costas. Naqueles tempos bicudos, carne bovina e café em grão ou torrado não eram para qualquer um. Na feira, eram os produtos mais caros e estavam com os preços sempre para cima, o que na época se chamava de “carestia” ou preços pela hora da morte. Véspera de feira em São Bento à noite era uma festa para a meninada. Osvaldo, filho de Pedro Braga, mais conhecido como "Vardo", desenvolveu várias técnicas para que pudéssemos surripiar alguns abacaxis daquela pirâmide colossal. Os feirantes dispunham as frutas no início da avenida, em frente ao cartório de Délio Valença e à casa de João Honório. Osvaldo fingia que estava a escolher os melhores abacaxis e quando o feirante se descuidava ia passando por baixo das pernas os deliciosos abacaxis ao menino que estivesse mais próximo e este passava para outro tudo por debaixo das pernas. Era uma farra. Após, íamos ao bar de Doutorzinho onde se pedia uma faca para descascar os abacaxis e a festa estava quase completa. Logo depois o pessoal ia para casa tomar banho, quando tinha água, e a noite o programa era o Cine Rex para ver aquelas fantásticas séries como “Marte invade a Terra” e outras que não me recordo.

Só sei dizer que a vida era dura para quem trabalhava de aluguel na lavoura. No início dos anos 1950 meu pai pagava a um empregado morador, chamado Augusto Macedo, a quantia de vinte cruzeiros por semana ou vinte mil réis, pois as notas e moedas circularam por longos anos após a implantação do cruzeiro em outubro de 1942. Seu Augusto era muito seguro. Trabalhou durante muitos anos, fez um pé de meia e comprou um sítio. Como era um homem muito cismado, nunca teve a coragem de abrir uma conta bancária. O pouco que conseguia com a venda do seu gado e o produto da sua lavoura emprestava a terceiros, tendo levado muito calote. Seu Augusto era uma figura muito interessante. Era um tipo que podemos classificar como “cabra”, ou seja, produto de uma união entre um negro e uma mulata ou vice-versa. Meu pai tinha sempre perto de trinta e cinco vacas no curral, algumas pertenciam a seus filhos que recebiam uma bezerra de presente. Eu me lembro de uma vaca que era “minha” e que se chamava Fortaleza. Ela e outra cujo nome não me recordo morreram ao dar cria, apesar dos esforços de seu Augusto para salvá-las. Não tive sorte com gado. Minhas vacas morreram de parto. Meu pai não era muito chegado a melhoria do plantel. Nunca aceitou conselhos para criar vacas turinas em vez das vacas pé-duro descendentes do gado trazido pelos portugueses para a colônia. Era um gado de chifres enormes. Depois meu pai passou a comprar reprodutores de melhor qualidade, através da Fazenda do Estado, mas a melhoria genética não era das melhores.

A chegada do fim do ano era esperada por todos, especialmente pelos meninos. O ciclo festivo começava ainda em novembro com a festa de Santa Cecília, que era armada na frente da casa de dona Emília Siqueira. Era uma noite muito animada, com a Banda Musical de Santa Cecília tocando os nossos corações com suas melodias bem ensaiadas pelo maestro Josué Severino. Havia barraquinhas diversas e umas que vendiam bolinhos de goma, bolos de milho gasosas e “geladas”. A moçada aproveitava a oportunidade para tomar uma gasosa, espécie de refrigerante muito apreciado na época. As meninas passeavam na calçada em frente da casa dos Siqueira indo da sede da banda até próximo à cadeia velha. Poucos dias antes do Natal, começavam a chegar a São Bento as barcas, os carrosséis, a roda-gigante e outros brinquedos. A meninada acompanhava atenta a demorada armação dos brinquedos nas praças Barão do Rio Branco e Marechal Deodoro, ou seja, nos locais onde a prefeitura determinava. Meu pai vendia alguns garrotes para poder vestir a filharada e melhorar a alimentação de fim-de-ano. Apareciam barraquinhas de frutas que só víamos por ocasião das festas de fim de ano: maças, carambolas, uvas. Como eram cheirosas as maças, enroladinhas naquele papel de incomparável perfume. Vinham as maças da França ou da Argentina. Outra novidade era as pêras americanas da Califórnia também com seu perfume. Não faltavam também as deliciosas e cheirosas mangas de Itamaracá, diferentemente das mangas de hoje, produto de cruzamentos diversos que lhe tiraram o perfume natural. O fim de ano era a época dos bolos. As famílias tiravam da petisqueira a sua louça dos dias festivos. Era época do açúcar refinado no bolo, no café e nas demais iguarias. Fora desse período, o açúcar usado era o cristal mesmo. No Natal, Ano Novo e dia de Reis, o chique era passear na calçada da praça Marechal Deodoro, naquelas mesmas pedras que até hoje lá estão como testemunhas de mais de meio século de nossa meninice. As meninas passeavam de braços dados, passo certo, num sentido e os rapazes no sentido inverso. Ali nasciam namoricos sem beijinhos nem mãos dadas. Só podiam passear de mãos dadas os que fossem noivos, ou comprometidos, como Liu Pacheco e Geralda de Feliciano. O namoro era de longe e o máximo que podíamos fazer era sentar ao lado da namorada naqueles degraus da praça da Padaria Sertaneja. No Cine Rex, aproveitávamos o escurinho característico para "pegar" na mão da namorada. Os namorados não se sentavam lado a lado. O rapaz ficava na poltrona atrás da sua namorada e aí dava para segurar a mão da amada. Para os apaixonados havia sempre um meio de se demonstrar apreço pela amada. Era só isso, ingenuidade pura. Era uma lei não escrita, consuetudinária. E todos aceitavam de bom grado aquele namorico de longe. E a turma da minha geração era da melhor qualidade: João Tadeu, Jaime Costa, Cadoca, Zelito, Evandro Gomes, Osvaldo Braga, Nena e Zezé de Doutorzinho, Galego de Antônio Lalau, Nilton de Josué Severino, Aluísio de Zezé Gordo e outros que no momento não me ocorrem. Não podemos deixar de citar a gengibirra (ginger beer) preparada com casca de abacaxi pela zelosa Luíza Bispo, uma mulher de habilidades diversas, inclusive a de fabricar o “pega-mosca” em papel de embrulho untado de grude. Naquele tempo o mosqueiro em São Bento imperava, principalmente na Fábrica de Laticínios de Souza Valença e os papéis de dona Luíza atenuavam a perturbação provocada por esses incômodos insetos, principalmente no horário das refeições.

Era um tempo muito bom e divertido a temporada de festas de São Bento. Andávamos no carrossel em cima dos cavalinhos de pau ao som da sanfona daquele sanfoneiro da Baixa, brabo que nem ele só, que se chamava Jerônimo, se não me engano, que tocava uma música só, à qual padre João, muito espirituoso, deu o nome de “Pavão de Zé de Sena”. E o homem ficava uma fera a querer brigar com quem não apreciasse sua música. O carrossel era empurrado já que na época energia elétrica de qualidade a bem dizer não existia no Nordeste. Neste momento, me vem à mente a figura de Apolônio Sales, o homem mais feio do Brasil, um estadista de nomeada, que organizou a Companhia Hidro-Elétrica do São Francisco que a partir do final dos anos 1950 fornecia a energia de qualidade para todo a Região. Então, como o motor de São Bento era fraquíssimo e mal dava para iluminar as principais ruas, o que restava aos donos de barracas e de brinquedos era utilizar o insuportável carbureto de cálcio para iluminar. A queima do carbureto me fazia embrulhar o estômago. A zabumba são-bentense, comandada pelo mestre Horácio fazia suas apresentações e tocava uma música de muito sucesso que era “A briga da onça com o cachorro”. Não me lembro do nome dos tocadores de pífanos, mas de Horário me lembro que ele tocava a zabumba com tanta força que fazia doer o estômago de qualquer cristão. Era uma coisa maravilhosa ver aquela rudimentar banda abrilhantar as festas são-bentenses. Era um grupo pequeno, mas muito animado que saia de venda em venda tocando a troco de uma lapada de cachaça e um tira-gosto de carne seca. Tenho muitas saudades das festas são-bentenses com a Banda Musical Santa Cecília, magistralmente conduzida por Josué Severino, a tocar inesquecíveis dobrados nas alvoradas festivas. A procissão do dia de Reis era acompanhada pela Banda, ocasião em que Zé de Neco dava verdadeiro show com seu bombardino, solando certo hino sacro, que nunca saiu de minha memória, tendo como acompanhamento apenas os taróis. Era emocionante ver e ouvir o solo triste desse bom músico. As festas são-bentenses de minha época eram calmas, tranqüilas, e não feriam nossos ouvidos como as enormes caixas de som de hoje. É claro que daqui a 40, 50 anos os meninos são-bentenses de hoje vão dizer que as festas do seu tempo eram mais animadas e cheias de doces recordações. É sempre assim, mas que as festas de São Bento do meu tempo eram maravilhosas e a cidade era como se fosse apenas uma família, uma família ampliada.

Pau Amarelo PE 10 de março de 2007

Orlando Calado é bacharel em direito.


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Coluna 151 - 27/09/2008 - S. Bento do Una, um breve passeio ao longo de sua história (8)
Coluna 150 - 20/09/2008 - S. Bento do Una, um breve passeio ao longo de sua história (7)
Coluna 149 - 13/09/2008 - São Bento do Una, um breve passeio ao longo de sua história (6)
Coluna 148 - 06/09/2008 - S. Bento do Una, um breve passeio ao longo de sua história (5)
Coluna 147 - 30/08/2008 - São Bento do Una, um breve passeio ao longo de sua história (4)
Coluna 146 - 24/08/2008 - São Bento do Una, um breve passeio ao longo de sua história (3)
Coluna 145 - 16/08/2008 - São Bento do Una, um breve passeio ao longo de sua história (2)
Coluna 144 - 09/08/2008 - São Bento do Una, um breve passeio ao longo de sua história (1)
Coluna 143 - 02/08/2008 - O presídio de Fernando de Noronha e seu regime jurídico no final do Império (3/3)
Coluna 142 - 19/07/2008 - O presídio de Fernando de Noronha e seu regime jurídico no final do Império (2/3)
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Coluna 140 - 05/07/2008 - As comarcas de Pernambuco, do Sertão e do Rio de S. Francisco e a separação da última da província de Pernambuco
Coluna 139 - 28/06/2008 - A extraordinária figura de Dom João VI, primeiro e único rei do Brasil
Coluna 138 - 21/06/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (25) - O trabalho servil e as suas conseqüências danosas que fazem do Brasil um país de povo pobre
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Coluna 135 - 31/05/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (22) - O projeto de lei de Joaquim Nabuco abolindo a escravidão e a chamada Lei Saraiva que restringiu o voto
Coluna 134 - 24/05/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (21) - Ainda os efeitos da grande seca na Vila de S. Bento; o Ginásio Pernambucano em 1879
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Coluna 132 - 10/05/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (19) - A corrupçao na vida pública; o espírito empreendedor do barão de Mauá
Coluna 131 - 03/05/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (18) - A terrível seca dos três sete
Coluna 130 - 26/04/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (17) - A inauguração do palacete da rua da Aurora enquanto a febre amarela grassa em Pernambuco
Coluna 129 - 19/04/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (16) - A revolução nas comunicações e o desfecho da Questão Religiosa
Coluna 128 - 12/04/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (15) - Dom Vital e a Questão Religiosa
Coluna 127 - 05/04/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (14) - A Lei do Ventre Livre
Coluna 126 - 29/03/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (13) - A Guerra do Paraguai
Coluna 125 - 22/03/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (12) - A Guerra do Paraguai
Coluna 124 - 15/03/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (11)
Coluna 123 - 08/03/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (10)
Coluna 122 - 01/03/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (9)
Coluna 121 - 23/02/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (8)
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Coluna 114 - 29/12/2007 - Pingos de história do Império Brasileiro (1) - A chegada ao Brasil da família imperial portuguesa
Coluna 113 - 22/12/2007 - A Bíblia, um livro de inúmeras histórias
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Coluna 67 - 03/02/2007 - A declaração universal dos direitos humanos
Coluna 66 - 27/01/2007 - A revolta da chibata
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Coluna 64 - 13/01/2007 - Apolônio Sales, um estadista de grande valor
Coluna 63 - 06/01/2007 - 2006: Um ano de saldo positivo apesar do pouco crescimento econômico
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Coluna 29 - 11/03/2006 - Os livros de Sebastião Cintra
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Coluna 21 - 14/01/2006 - Brasil, potência mundial em 2020
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Coluna 19 - 31/12/2005 - Josué Severino, o mestre e a Banda Santa Cecília
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Coluna 17 - 17/12/2005 - Pequenas idéias para o desenvolvimento de São Bento do Una
Coluna 16 - 10/12/2005 - Do Estado pouco ou nada espero
Coluna 15 - 04/12/2005 - A América do Sul e o nazismo
Coluna 14 - 27/11/2005 - A Venezuela bolivariana de hoje
Coluna 13 - 26/11/2005 - Reminiscências de um menino de São Bento (1)
Coluna 12 - 13/11/2005 - A crise argentina
Coluna 11 - 13/11/2005 - A saga de Delmiro Gouveia
Coluna 10 - 10/11/2005 - O velho na legislação brasileira
Coluna 9 - 31/10/2005 - O projeto São Francisco
Coluna 8 - 24/10/2005 - Correio eletrônico, maravilha do nosso tempo
Coluna 7 - 13/10/2005 - Um século sem presidente paulista
Coluna 6 - 09/10/2005 - O Grande Pronome 'Lhe' Morreu!
Coluna 5 - 29/09/2005 - Brasil 2005 - Uma Economia Mais Forte
Coluna 4 - 22/09/2005 - As Vestais da Moralidade Pública
Coluna 3 - 15/09/2005 - Mordomia & Nepotismo
Coluna 2 - 07/09/2005 - Tratamento de Excelência
Coluna 1 - 07/08/2005 - Hiroshima - uma covardia inominável


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