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Coluna 46: Aumentando os conhecimentos gerais (8)
Publicada dia 08 de Julho de 2006

Aumentando os conhecimentos gerais (8)

Os assuntos de hoje passam por Gogol, um escritor e teatrólogo russo da melhor qualidade, crítico ferrenho da corrupção do regime czarista da Rússia, que merece a atenção dos nossos leitores; pelos conceitos modernos de raça e a distribuição dos quatro grupos sangüíneos entre os habitantes dos diversos continentes; a palavra “fogo” nos idiomas ocidentais; as conseqüências maléficas do "efeito estufa" para a vida animal e vegetal; uma breve história da Chesf, esse orgulho nordestino e brasileiro;alguma coisa sobre a arte bizantina; a queda do Império Romano do Oriente e suas conseqüências para a história da humanidade; alguma coisa a respeito do religião islamita e, por fim, as palavras do professor Carlos Lessa, na época presidente do BNDES, sobre as potencialidades do nosso País bem como a defesa da agricultura irrigada que um dia vai transformar o Nordeste brasileiro numa autêntica Califórnia do Atlântico do Sul, aproveitando os trezentos dias de sol. Boa leitura.

NIKOLAI GOGOL – A aguda capacidade de observação satírica que caracteriza a obra de Gogol, temperada de humor, ceticismo e melancolia, marcou o início da tradição realista na excelente literatura russa. Ele nasceu em 1809. Aos 19 anos mudou-se para São Petersburgo, na Rússia, com a intenção de conseguir um cargo na administração pública, desejo que não se concretizou. Entretanto, logo a seguir, lançou os contos “Noites na fazenda de Dikanka”. Tentou o magistério e planejou escrever uma história da Ucrânia, mas deixou tudo de lado para se consagrar apenas à literatura. Em 1835, lançou duas novas obras “Mirgorod” e “Arabescos”. A primeira é uma continuação das “Noites na fazenda de Dikanka” e se compõe de quatro histórias entre as quais se destaca “Taras Bulba”, narrativa inspirada nas tradições cossacas, em que Gogol conta a luta de seus conterrâneos contra os poloneses. Em 1836, dá-se a encenação de “Revizor” (O inspetor-geral), comédia que satiriza a corrupção dos funcionários do estado russo. A peça provocou a indignação da platéia de burocratas e burgueses. Tal fato fez com que Gogol optasse por deixar temporariamente a Rússia. Em Roma, concluiu a redação do primeiro volume de “Almas mortas” (1842), sua principal obra. Este romance apresenta um quadro desalentador da Rússia rural e com mordaz ironia revela o pessimismo próprio da personalidade do escritor. No mesmo ano, lançou o conto “O capote”. Depois de breve estada em Moscou, Gogol voltou a Roma, onde iniciou a segunda parte de “Almas mortas”, tarefa que para ele se converteu numa obsessão, e permaneceu inconclusa. Faleceu em Moscou em 1852 em profunda crise emocional. Desse gênio da literatura, tivemos a oportunidade de ver no cinema duas das grandes obras do mestre ucraniano: “Taras Bulba” e “O inspetor-geral”. Em “O inspetor geral” um falsário se passa por agente do governo do Czar e descobre que numa cidadezinha, do interior da Rússia, o chefe político local nomeou como professora da escola primária uma belíssima moça, mas que não tinha a devida formação para exercer o magistério, posto que era quase analfabeta mas dona de uma beleza estonteante. É uma peça que, por sua atualidade, deve ser encenada e vista por todos aqueles que acreditam no mérito e não nas indicações políticas para os diversos cargos da administração pública. A corrupção é coisa própria do homem que dispõe do poder e quer fazer dele um exercício duradouro de mando e de prestígio. A pça é um retrato da Rússia czarista de 1836, porém de uma atualidade a toda prova.

RAÇAS – As leis de Mendel e o teorema básico da genética de populações vieram demonstrar que: 1) a herança não se opera pelo sangue e sim por intermédio de genes ou unidades hereditárias; 2) a herança é particulada, isto é, que os genes são entidades concretas, imiscíveis, que mantém sua individualidade; 3) o que se herda são os genes e não caracteres ou fenótipos; 4) os diferentes genes que condicionam caracteres diferentes não são herdados em bloco, pelo contrário, eles se separam e se recombinam ao acaso, permitindo todas as combinações possíveis; 5) cada indivíduo reproduz-se sexualmente por fertilização cruzada e possui um equipamento genético único e que não se repete; 6) em razão das premissas anteriores, a variabilidade genética dos indivíduos e das populações se mantém independentemente sem que ocorra a pretensa homogeneização genética das populações; e 7) por fim, torna-se cientificamente inadmissível falar em médias de constituições genéticas.

OS GRUPOS SANGÜÍNEOS – Um dos mais importantes genes humanos é o que determina os grupos sangüíneos. Com poucas exceções, todos os grupamentos humanos examinados em todas as regiões do globo revelam-se constituídos pela presença de quatro grupos de sangue: “A”, “B”, “AB” e “O”. As populações da Ásia central e da Índia (asiáticos e indianos) apresentam freqüências muito altas do gene “B”. O gene “A” é comum nas populações da Europa ocidental, em algumas partes da África, na Austrália e em algumas tribos americanas. O gene que determina o grupo sangüíneo “O” apresenta uma distribuição geográfica uniforme, sendo freqüente em algumas tribos de índios americanos-brasileiros.

A PALAVRA FOGO EM DIVERSAS LÍNGUAS – A palavra portuguesa “fogo” é “feu” em francês, “fuoco” em italiano, “fuego” em espanhol, “fire” em inglês e “Feuer” em alemão. Como se pode verificar, a palavra “fogo” provém de uma raiz única latina “focus, í”, significando “lar”, “lume” “fogão”, “fogo” pela via popular de “foco”. “Lar” antigamente era o lugar da casa onde se acendia o fogo. Daí, termos hoje “lareira”, lugar geralmente sofisticado onde se acende o fogo para aquecimento nos dias frios de inverno.

CONSEQÜÊNCIAS DANOSAS DO EFEITO ESTUFA – As famosas neves do Kilimanjaro, localizado na Tanzânia, África, com 5.895 metros de altitude, praticamente desapareceram. Tudo nos leva a crer que por trás do fenômeno esteja o aquecimento global causado pela concentração, na atmosfera, de dióxido de carbono (CO2), gás poluente emitido pela fumaça das fábricas e automóveis em todo o mundo. A camada de CO2 impede que parte da radiação solar, que chega a Terra, volte ao espaço e se disperse, criando assim o efeito estufa que elevou em um grau a temperatura média do nosso planeta nas últimas décadas. O assunto é tão sério que foi objeto de Tratado de Kioto, da última década do século passado, corroborado por quase todos os países, mas que ainda não foi aprovado pelo congresso do Estados Unidos, o maior poluidor, sob a falsa alegação de que o fechamento das fábricas poluentes trará o desemprego para o cidadão norte-americano. Ainda bem que um famoso filme, de vários anos atrás, registrou as neves, que todos julgavam eternas, do monte Kilimanjaro.

A CHESF, UM ORGULHO NORDESTINO – Cantava Luiz Gonzaga, na primeira metade da década de 1950: “Delmiro deu a idéia/ Apolônio aproveitou/ Getúlio fez o decreto/ E Dutra realizou/ O presidente Café agora inaugurou/ Paulo Afonso foi um sonho que agora se realizou/ Olhando pra Paulo Afonso/ Eu louvo nosso engenheiro, louvo nosso cossaco/ Caboclo bom nordestino” e por aí vai. O notável sanfoneiro pernambucano estava a homenagear o singular empreendedor nordestino que foi Delmiro Gouveia, o primeiro a construir uma pequena hidrelétrica em Pedra (AL) e quatro políticos que foram decisivos para a fundação, construção e desenvolvimento da “Companhia Hidro-Elétrica do São Francisco – Chesf”. Era a inauguração da usina hoje conhecida como “Paulo Afonso I”. O decreto a que o baião gonzagueano se refere é o Decreto-lei 8.031 de três de outubro de 1945, assinado pelo presidente-ditador, Getúlio Vargas, que no dia 29 desse mesmo mês e ano seria deposto e o governo do Brasil entregue ao presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro José Linhares, até a posse do presidente da República que seria eleito em 2 de dezembro de 1945. Linhares, um cearense, cujo maior feito foi empregar familiares e amigos nos melhores cargos da nossa incipiente República, passou o governo em 31 de janeiro de 1946 ao presidente eleito, general Eurico Gaspar Dutra. Essa mudança abrupta de governo fez com que a constituição da companhia só viesse a se concretizar em março de 1948. Já o pernambucano Apolônio Sales, natural de Altinho, era, na época, ministro da Agricultura e teve participação decisiva na edição do decreto-lei que autorizou a criação da Chesf. A obra de construção da hidrelétrica varou o governo de Eurico Dutra e parte do de Getúlio Vargas, cabendo a Café Filho, vice-presidente que assumiu com o suicídio do presidente, em 1954, inaugurar a primeira usina. A energia gerada iluminou primeiro Recife e Salvador, as duas maiores metrópoles regionais. Depois foi a vez de outras capitais menores e por fim as cidades do interior de parte do Nordeste. Realmente, foi algo extraordinário porque as cidades do interior se livraram daqueles gigantescos e antieconômicos motores que forneciam uma eletricidade de baixa qualidade e por poucas horas da noite. Hoje, a Chesf é integrante do “Sistema Interligado Nacional (SIN)”, realizando intercâmbio de energia com os sistemas do Norte, do Sul e do Sudeste/Centro-Oeste. O sistema de transmissão, cujas primeiras instalações entraram em operação em 1954, abrange os estados de Alagoas, Bahia, Ceará, Pernambuco, Paraíba, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe e é composto por mais de 18 mil quilômetros de linhas de transmissão. Como se nota, do Nordeste apenas o Maranhão não tem instalações do sistema de transmissão da gigantesca companhia. O capital da empresa é da ordem de 1,278 bilhões de reais. A União Federal, através da Eletrobrás, participa com 99,45% do capital social. A energia comercializada em 2005 foi de 49.911.134 Mwh, sendo que as maiores participações ficaram com os estados da Bahia (23,1%), São Paulo (14,4%) e Pernambuco (11,6%). Do total de energia vendida, o Nordeste ficou com 31.359.134 Mwh (62,8%) e as outras regiões com 18.551.875 Mwh (37,2%). A energia gerada, pelas usinas da Chesf, beneficia 22 estados, sendo que 97% provém de hidrelétricas e 3% de termelétricas.Além do rio São Francisco, a Chesf possui hidrelétricas nos seguintes rios: das Contas, Parnaíba, Piancó e Acaraú. As maiores hidrelétricas do sistema da Chesf são: Xingó, Paulo Afonso IV, Luiz Gonzaga, Sobradinho, e Paulo Afonso III. A única termelétrica de propriedade da Chesf é a de Camaçari, no Pólo Petroquímico da Bahia.

ARTE BIZANTINA – A arte bizantina é rica porque se constitui de uma mistura de influências helênicas, romanas, persas, armênias e de várias outras fontes orientais. Assim, coube à arte bizantina, durante mais de um milênio, preservar e transmitir a cultura clássica grega ao Ocidente. A cidade de Bizâncio, às margens do estreito de Bósforo, foi fundada pelos gregos sete séculos antes do nascimento de Cristo e que se tornou capital do Império Romano do Oriente, também conhecido como Império Bizantino que durou do ano 330 até 1453, tomando o nome de Constantinopla e atualmente se chama Istambul.

A QUEDA DO IMPÉRIO ROMANO DO ORIENTE – O desaparecimento do Império Romano do Oriente se deu em 1453 quando Constantinopla, a capital, instituída sobre a antiga cidade grega de Bizâncio, foi ocupada pelos exércitos do Império Turco-Otomano. Este fato histórico é o marco de ruptura entre a Idade Média e a Idade Moderna, provocando mudanças significativas nas relações de poder no mar Mediterrâneo. O bloqueio das rotas comerciais pelos turcos gerou grandes prejuízos comerciais, levando os europeus a procurar novos caminhos para a Ásia, pelo oceano Atlântico, onde se destacaram os grandes navegadores como Bartolomeu Dias, português, que contornou o cabo da Boa Esperança em 1487, abrindo o caminho para o Oriente em busca das apreciadas especiarias (cravo, canela, pimenta, noz moscada). Em 1492, Cristóvão Colombo faz o trajeto contrário de Bartolomeu Dias e aporta na ilha de San Salvador (hoje Bahamas) pensando ter chegado às Índias. Em 1498, o navegador português, Vasco da Gama, chegou a Calicute, na Índia. Daí chega-se à conclusão de que a queda do Império Romano do Oriente foi o fator determinante para o descobrimento da América, do Brasil e do caminho marítimo das Índias, de vez que os turcos bloquearam o caminho terrestre para as Índias.

O ISLÃ – Literalmente, “islã” significa “submissão”: o fiel aceita submeter-se à vontade de Deus (Alá), criador do mundo, onipotente e onisciente. A religião islâmica foi fundada por Maomé no século VII da nossa era e encerra elementos do judaísmo e do cristianismo. Os muçulmanos consideram Maomé o último de vários profetas, como Adão, Abraão, Moisés e Jesus, entre outros, e afirmam que somente a mensagem transmitida a ele, por Deus, se conserva intacta, enquanto os demais livros sacros sofreram deteriorações e mutilações ao longo dos tempos. O islamismo não pode ser considerado apenas uma doutrina religiosa, pois legisla, ao mesmo tempo, sobre a vida interior, política e jurídica da comunidade, da mesma forma que o judaísmo e o hinduísmo. Fundamentos - O Alcorão é a coletânea dos diversos versos recitados pelo profeta Maomé, graças, segundo a tradição muçulmana, a revelação feita a ele, por Deus através do anjo Gabriel. As 114 suratas (capítulos) do Alcorão expõem os fundamentos do monoteísmo islâmico e os princípios morais que regem a comunidade. Os pilares do Islã são cinco: l) profissão de fé: “Não há outro Deus senão Alá, e Maomé é seu profeta”; 2) oração – deve ser proferida cinco vezes ao dia, com o rosto voltado pra Meca. Não existe outra liturgia senão a da palavra; não existe clero, mas pregadores encarregados de fazer a chamada para a oração na mesquita, precedida de um sermão de caráter moral, social ou político; 3) pagamento do dízimo (zacat); 5) peregrinação à cidade sagrada de Meca pelo menos uma vez na vida.

PALAVRAS DO PROFESSOR CARLOS LESSA – (1) “A industrialização brasileira começou entre as duas guerras, basicamente graças às filiais da Johnson & Johnson, Coca-Cola, Chiclete Adam´s, Rhodia, Nestlé, General Motors (GM) e Ford”. (2) “Da mesma forma que este País fez a soja, pode fazer a Califórnia do Atlântico Sul no Nordeste brasileiro. A região tem 320 dias de sol por ano, contra 230 de Califórnia. O semi-árido tem 20 milhões de brasileiros com uma qualidade notável: sobreviveram a tudo. A textura do solo é excelente, com fertilidade natural elevada. Para completar, está próximo aos mercados, americano e europeu. O que falta lá é água, para irrigar e beber, porque os 70 mil poços fornecem água salobra. Com as águas do rio São Francisco, podemos criar a Califórnia do Atlântico Sul. Financiamento não é problema, são seis bilhões de reais. O BNDES com 47 bilhões de orçamento pode financiar essa experiência"; (3) “Não acredito que a globalização vá resgatar 50 milhões de brasileiros miseráveis, porque nunca resgatou nenhum”; (4) “(...) Agora, eu não deposito o futuro do País em mãos do julgamento de um JP Morgan, que faz um índice risco Brasil;” (5) “Há determinados investimentos que criam alicerces para o futuro, como uma estrada. Sem estrada não há produção. O mercado é incapaz de gerar esse tipo de decisão estratégica”. Quando proferiu estas palavras, o professor Carlos Lessa, ex-reitor da Universidade Federal do Rio de Janeiro, era o presidente do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). No tocante ao projeto do rio São Francisco, todos os estados ribeirinhos e poluidores foram contra o projeto, alegando que é preciso recuperar a mata ciliar do rio e de seus afluentes, bem como fazer o tratamento dos esgotos das cidades ao longo. Sabemos que a Chesf paga “royalties” às prefeituras do alto, médio e baixo São Francisco só que essas municipalidades não aplicam esses recursos na preservação do grande rio e seus afluentes. Os estados que são contra o projeto São Francisco são: Minas Gerais, Bahia, Alagoas e Sergipe. As obras da transposição não tiveram início porque há ainda um mandado liminar de um juiz federal da Bahia para ser julgado pelo Supremo Tribunal Federal. O Brasil é assim: uma obra dessa natureza pode glorificar para sempre o presidente da República que a realizar. Coisa de um País subdesenvolvido povoado por políticos subdesenvolvidos e mentes medíocres. Enquanto isso se nega água a doze milhões de nordestinos, pois que preferem que as águas adocem o oceano Atlântico.


Pau Amarelo PE três de julho de 2006


E-mail: orlandocalado@yahoo.com.br

Pau Amarelo PE oito de julho de 2006

Orlando Calado é bacharel em direito.


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Coluna 139 - 28/06/2008 - A extraordinária figura de Dom João VI, primeiro e único rei do Brasil
Coluna 138 - 21/06/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (25) - O trabalho servil e as suas conseqüências danosas que fazem do Brasil um país de povo pobre
Coluna 137 - 14/06/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (24) - A abolição da escravatura no Ceará, a povoação de Boa Viagem do Recife entre outros assuntos
Coluna 136 - 07/06/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (23) - A crise no abastecimento de água no Recife. Relatório do governo: as chuvas diminuem a bandidagem
Coluna 135 - 31/05/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (22) - O projeto de lei de Joaquim Nabuco abolindo a escravidão e a chamada Lei Saraiva que restringiu o voto
Coluna 134 - 24/05/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (21) - Ainda os efeitos da grande seca na Vila de S. Bento; o Ginásio Pernambucano em 1879
Coluna 133 - 17/05/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (20) - Os efeitos da grande seca em São Bento
Coluna 132 - 10/05/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (19) - A corrupçao na vida pública; o espírito empreendedor do barão de Mauá
Coluna 131 - 03/05/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (18) - A terrível seca dos três sete
Coluna 130 - 26/04/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (17) - A inauguração do palacete da rua da Aurora enquanto a febre amarela grassa em Pernambuco
Coluna 129 - 19/04/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (16) - A revolução nas comunicações e o desfecho da Questão Religiosa
Coluna 128 - 12/04/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (15) - Dom Vital e a Questão Religiosa
Coluna 127 - 05/04/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (14) - A Lei do Ventre Livre
Coluna 126 - 29/03/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (13) - A Guerra do Paraguai
Coluna 125 - 22/03/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (12) - A Guerra do Paraguai
Coluna 124 - 15/03/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (11)
Coluna 123 - 08/03/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (10)
Coluna 122 - 01/03/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (9)
Coluna 121 - 23/02/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (8)
Coluna 120 - 16/02/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (7)
Coluna 119 - 09/02/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (6)
Coluna 118 - 02/02/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (5)
Coluna 117 - 26/01/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (4)
Coluna 116 - 19/01/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (3)
Coluna 115 - 11/01/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (2) O Diario de Pernambuco na História do Brasil
Coluna 114 - 29/12/2007 - Pingos de história do Império Brasileiro (1) - A chegada ao Brasil da família imperial portuguesa
Coluna 113 - 22/12/2007 - A Bíblia, um livro de inúmeras histórias
Coluna 112 - 15/12/2007 - Fatos & gente são-bentenses de épocas diversas (34)
Coluna 111 - 08/12/2007 - Fatos & gente são-bentenses de épocas diversas (33)
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Coluna 109 - 24/11/2007 - Fatos & gente são-bentenses de épocas diversas (31)
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Coluna 107 - 10/11/2007 - Fatos & gente são-bentenses de épocas diversas (29)
Coluna 106 - 03/11/2007 - Fatos & gente são-bentenses de épocas diversas (28)
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Coluna 77 - 14/04/2007 - Fatos & gente são-bentenses das décadas de 1930 e 1940
Coluna 76 - 07/04/2007 - Uma breve visita à nossa querida São Bento do Una
Coluna 75 - 31/03/2007 - Planejamento familiar no Brasil: uma necessidade inadiável
Coluna 74 - 24/03/2007 - Hoje, meio século de uma tragédia são-bentense
Coluna 73 - 17/03/2007 - "Eu vi o mundo... Ele começava no Recife"
Coluna 72 - 10/03/2007 - Reminiscências de um menino de São Bento (7)
Coluna 71 - 03/03/2007 - Um fazendeiro são-bentense do século XIX
Coluna 70 - 24/02/2007 - O Rio de Janeiro será sempre o Rio de Janeiro
Coluna 69 - 17/02/2007 - Gilvan Lemos, simplesmente um escritor
Coluna 68 - 10/02/2007 - A Great Western da minha meninice: uma pequena história
Coluna 67 - 03/02/2007 - A declaração universal dos direitos humanos
Coluna 66 - 27/01/2007 - A revolta da chibata
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Coluna 64 - 13/01/2007 - Apolônio Sales, um estadista de grande valor
Coluna 63 - 06/01/2007 - 2006: Um ano de saldo positivo apesar do pouco crescimento econômico
Coluna 62 - 30/12/2006 - A "Batalha da Borracha", um episódio esquecido da história do Brasil
Coluna 61 - 23/12/2006 - Alguns suicidas famosos (2/2)
Coluna 60 - 16/12/2006 - Alguns suicidas famosos (1/2)
Coluna 59 - 09/12/2006 - Aumentando os conhecimentos gerais (16)
Coluna 58 - 02/12/2006 - Aumentando os conhecimentos gerais (15)
Coluna 57 - 25/11/2006 - Congresso Nacional perdulário, povo paupérrimo
Coluna 56 - 18/11/2006 - Aumentando os conhecimentos gerais (14)
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Coluna 54 - 14/10/2006 - Modos de falar diferentes no Brasil e em Portugal (4/4)
Coluna 53 - 07/10/2006 - Modos de falar diferentes no Brasil e em Portugal (3/4)
Coluna 52 - 30/09/2006 - Modos de falar diferentes no Brasil e em Portugal (2/4)
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Coluna 50 - 16/09/2006 - Aumentando os conhecimentos gerais (12)
Coluna 49 - 09/09/2006 - Aumentando os conhecimentos gerais (11)
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Coluna 33 - 08/04/2006 - Nome de rua não deve ser mudado
Coluna 32 - 01/04/2006 - Brasil, nova potência petrolífera mundial!
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Coluna 30 - 18/03/2006 - Biodiesel: um combustível social e ecológico
Coluna 29 - 11/03/2006 - Os livros de Sebastião Cintra
Coluna 28 - 04/03/2006 - Um sábado sangrento no Recife
Coluna 27 - 25/02/2006 - O início do resgate da nossa dívida social
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Coluna 24 - 04/02/2006 - Aspectos gerais da lei de responsabilidade fiscal
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Coluna 22 - 21/01/2006 - Perfil demográfico no mundo rico
Coluna 21 - 14/01/2006 - Brasil, potência mundial em 2020
Coluna 20 - 07/01/2006 - Os gatunos da esperança
Coluna 19 - 31/12/2005 - Josué Severino, o mestre e a Banda Santa Cecília
Coluna 18 - 24/12/2005 - Reminiscências de um menino de São Bento (2)
Coluna 17 - 17/12/2005 - Pequenas idéias para o desenvolvimento de São Bento do Una
Coluna 16 - 10/12/2005 - Do Estado pouco ou nada espero
Coluna 15 - 04/12/2005 - A América do Sul e o nazismo
Coluna 14 - 27/11/2005 - A Venezuela bolivariana de hoje
Coluna 13 - 26/11/2005 - Reminiscências de um menino de São Bento (1)
Coluna 12 - 13/11/2005 - A crise argentina
Coluna 11 - 13/11/2005 - A saga de Delmiro Gouveia
Coluna 10 - 10/11/2005 - O velho na legislação brasileira
Coluna 9 - 31/10/2005 - O projeto São Francisco
Coluna 8 - 24/10/2005 - Correio eletrônico, maravilha do nosso tempo
Coluna 7 - 13/10/2005 - Um século sem presidente paulista
Coluna 6 - 09/10/2005 - O Grande Pronome 'Lhe' Morreu!
Coluna 5 - 29/09/2005 - Brasil 2005 - Uma Economia Mais Forte
Coluna 4 - 22/09/2005 - As Vestais da Moralidade Pública
Coluna 3 - 15/09/2005 - Mordomia & Nepotismo
Coluna 2 - 07/09/2005 - Tratamento de Excelência
Coluna 1 - 07/08/2005 - Hiroshima - uma covardia inominável


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