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Coluna 31: Reminiscências de um menino de São Bento (4)
Publicada dia 25 de Março de 2006

Reminiscências de um menino de São Bento (4)

No início de maio de 1957, na boléia do caminhão de Lídio Cavalcante, então vice-prefeito do município, enfrentamos uma longa viagem com destino ao Rio de Janeiro. Eu era um jovenzinho que tinha completado dezessete anos e não tinha a mínima idéia do que viria pela frente. Creio que levamos quatro dias pouco mais ou menos para chegarmos à cidade maravilhosa, então linda como sempre e segura capital da República brasileira.

A carga do caminhão era rente com a carroceria e era toda constituída de massa de tomate, produzida e carregada em Pesqueira. Durante a longa jornada, quando o calor apertava, eu ia para cima do caminhão e o calunga, cujo nome, infelizmente, não me recordo, ficava na boléia. Após carregar o caminhão, seguimos viagem. Como já era um pouco tarde, Lídio preferiu pernoitar em Sertânia, para que, descansado, pudesse na manhã seguinte enfrentar a impressionante reta do Ibimirim, hoje parte da BR-110, para chegarmos a Petrolândia. Depois de muito esperar à beira do rio, finalmente, o veículo foi posto na balsa. Atravessamos, tranqüilamente, o famoso rio São Francisco que ainda apresentava águas límpidas e de alta piscosidade em toda sua extensão. No outro lado, estava a cidade de Santo Antônio da Glória, hoje simplesmente Glória, próxima à hoje barragem de Itaparica. A partir daí, entramos na caatinga baiana, havendo predominância de vegetação rasteira e cactos.

Como menino observador, fui de pronto notando as diferenças de cultura, a pobreza acentuada e o empenho daquela gente em sobreviver numa região seca, hostil e sem assistência por parte do Brasil oficial. Nas casas, estrada a fora, só encontrávamos mulheres, meninos e velhos, pois os homens haviam desabado para outras plagas a fim de tentar manter o sustento da numerosa prole. Convivemos durante dia e meio com a pobreza dos sertões baianos. Lembrei-me de que, por aquelas bandas, prosperou, no final do século 19, uma comunidade religiosa chefiada por Antônio Conselheiro que, segundo versões oficiais da época, não aceitou a proclamação da República brasileira.

Ali, a pobreza estava tão presente como na época do arraial de Canudos, fundado por Antônio Conselheiro, mais de sessenta anos antes e que resistiu estoicamente às tropas esfarrapadas do Exército brasileiro, impondo-lhe vários reveses, conforme podemos verificar em "Os sertões", do magistral Euclides da Cunha. A única comida que se oferecia ao viajante era carne de bode e farinha de mandioca de péssima qualidade.

A estrada Rio - Bahia (atual BR-116) não era asfaltada. Enfrentamos poeira pura e um calor senegalesco e insuportável. A estrada asfaltada só se concretizou anos depois já no governo de João Goulart que assumiu a presidência da República em virtude da teatral renúncia de Jânio Quadros em 25 de agosto de 1961. Só mesmo a partir da cidade mineira de Governador Valadares foi que a coisa começou a melhorar do ponto de vista de alimentação.

Fiquei encantado com a mata de Minas Gerais e principalmente com as cidades de Ubá, Leopoldina e Muriaé, dentre outras. A água ali era abundante e escorria de fontes, diferentemente do Nordeste, sempre assolado por devastadoras secas. Minas Gerais parecia aos meus olhos de rapazinho um paraíso terrestre. Aí fiquei a imaginar como seria o Nordeste e principalmente Pernambuco se dispuséssemos de água potável abundante escorrendo serra abaixo. Era comum pararmos perto de uma fonte de água para lavarmos o rosto e beber aquela água quase gelada que brotava da terra.

Repito, fiquei a imaginar: como seria bom e maravilhoso se Pernambuco tivesse a água límpida da mata mineira. Sem dúvida, seríamos um estado pujante e seus filhos, conseqüentemente, não seriam obrigados a emigrar para outras regiões, de vez que as oportunidades de estudo, emprego e renda no Nordeste eram quase nulas para a maior parte de seus filhos.

Em Minas, a abundância da água era tão grande que quase toda casinha rural dispunha de eletricidade acumulada em baterias carregadas pela força da corrente que provinha da serra e fazia girar uma enorme roda.

Passamos por Petrópolis, a cidade imperial, descemos a majestosa serra e por fim chegamos à Praça Mauá onde desembarquei com minha pouca bagagem, paguei ao senhor Lídio a importância de mil cruzeiros com uma daquelas notas famosas que tinha estampada a figura de Cabral, descobridor do Brasil. Ali mesmo, em frente ao prédio do jornal “A Noite”, onde funcionava e estava no auge a Rádio Nacional, tomei um carro de praça até a Rua Marquês de Abrantes 126 no Flamengo.

No Rio de Janeiro, ainda em 1957, muito saudoso da minha pequenina São Bento do Una, escrevi à revista “O Cruzeiro”, como quem nada soubesse, indagando a respeito de uma cidade de São Bento do Una e seus aspectos geográficos, políticos e econômicos. A revista, de pronto, na seção de cartas dos leitores, publicou meu pedido e forneceu os dados a respeito do município como população, área geográfica e principais produtos, onde sobressaiu o fato de São Bento ser, naquele tempo, o maior produtor de tomate do Brasil. Isto porque a maior parte dos plantios de tomate da Fábrica Peixe de Pesqueira era localizada entre os dois municípios. A revista “O Cruzeiro”, fundada em 1930, era o maior veículo de comunicação escrita do Brasil, alcançando a assombrosa tiragem de 600 mil exemplares nos anos 1950.

Com efeito, foi a primeira vez que o nome de São Bento do Una foi citado na hoje chamada mídia nacional. Sei que a repercussão foi muito positiva em São Bento do Una, principalmente por parte de Rui de Arnaldo Costa, pessoa a quem eu tinha muito respeito principalmente pelo fato de ele ser mais velho que eu e ter consideração para comigo, muito mais novo que ele.
Tanto que quando voltei a São Bento, em visita, nos princípios de 1964, logo que dei baixa das fileiras do Exército, Rui me apresentou a famosa revista que estampou o nome de São Bento em suas famosas páginas. Até hoje me lembro dessa revista que tinha na capa a cantora Ângela Maria. Anos mais tarde, em 1960, a mesma revista “O Cruzeiro”, descrevendo a passagem de Jânio Quadros por Pernambuco, em campanha eleitoral, citou nossa cidade como um “arraial”.

Na época, eu protestei junto à revista, dizendo que São Bento do Una era o décimo município pernambucano em importância econômica, cultural e populacional, tendo uma banda de música centenária. Disse também que o município, além de ser o maior produtor de tomate do Brasil, era a maior bacia leiteira do Nordeste, com uma produção diária em torno de 30 mil litros. Acho que ninguém na cidade gostou da citação da revista quando da passagem de Jânio Quadros por São Bento, chamando nosso idolatrado torrão de “arraial”.

Deixar o convívio familiar, os amigos e as amigas de infância e a cidade foi para mim um grande choque. O primeiro Natal que passei longe de São Bento foi triste sob todos os aspectos. Lembrei-me da missa do galo celebrada pelo mui querido Padre João Rodrigues e dos cumprimentos de “Boas Festas”, na Praça Marechal Deodoro, entre os rapazes e moças daquele tempo. Outros natais subseqüentes também mexeram comigo, principalmente porque, no Rio de Janeiro, o Natal é uma comemoração circunscrita aos membros de cada família. O jeito mesmo era juntar os colegas de quartel, igualmente sem família, e comprarmos bebida e comida para que, nos nossos quartos de pensão, pudéssemos aliviar um pouco a saudade da santa terrinha.

Assim é que durante muitos anos sofri por ocasião do Natal até que em 1970 fiz a maior besteira que qualquer homem pode fazer: casar. Naquele tempo as coisas eram diferentes e não tinha a liberdade que hoje se tem. O casamento era uma loteria, como dizia a marchinha adotada pelo nosso bloco dos solteiros no carnaval de 1957. Foi o último carnaval que passei em São Bento. Lelé Cintra foi quem liderou nosso bloco pelas ruas da cidade e no União. Hoje, não. Conhecem-se várias garotas e se escolhe a que mais agrade do ponto de vista amoroso e sexual.

Nos meus tempos de garoto, havia em São Bento uma infinidade de belas meninas e moças. Uma das que mais chamavam a atenção por sua beleza e simpatia era Maggy, filha do delegado de polícia de então Gercino Cintra. Eu também tinha uma simpatia toda especial por Marly. As outras filhas de Chino eram simpáticas e queridas. Valdice, filha de Josué ourives, era de uma beleza toda especial e convencida de que era realmente bonita. Outra pessoa maravilhosa e bonita dos meus tempos de rapazinho era Betinha, filha de Brasa, que trabalhava na Loja de Oswaldo Maciel. As meninas da Barriguda eram lindas e simpáticas, principalmente Gildete. Também eram simpáticas e belas as filhas de Joaquim Barbeiro, tanto Socorro como Santinha. Outra belezinha da época era Ivete de Zeca Terto. Aqui só estou a me referir ás moças e meninas de minha geração.

Em relação às moças mais velhas do que, podemos citar como exemplo típico da beleza são-bentense Ivone Costa, que infelizmente veio a nos deixar para sempre anos mais tarde. Não posso deixar de mencionar pessoas maravilhosas como Marta e Margarida Cintra, bem como as filhas de Aprígio Santos: Terezinha, Belinha e outras, que no momento não recordo. Não posso deixar de homenagear Galba Carvalho, filha da tabeliã Maria das Neves, irmã de Guido e Genildo.. Recordo, com emoção, minha inesquecível amiguinha de infância, a inteligente e bem humorada Cacilda, filha de Nezinho Feitosa.

Também não poderia deixar de citar minhas irmãs Nazaré, Valdeci, Elizabete, Terezinha, Nery, Sulamita, Núbia e Salete, como exemplos de beleza e juventude, criadas no sítio Apeninos com o leite das melhores vacas do plantel de Luiz Cadete. Elas, juntamente com outras que minha memória sexagenária não consegue recordar, foram as mais lídimas representantes da graça e da beleza da mulher são-bentense. Por fim, me vem à lembrança Denise Oliveira que foi escolhida “miss” Pernambuco, tendo chegado entre as primeiras no Concurso de Miss Brasil de um certo ano da década de 1960.

Voltando ao sombrio ano de 1952, ano em que tive a felicidade de receber o meu certificado de conclusão do curso primário, infelizmente retido numa escola que estudei em Maceió de 1954 a 1956, eu vi uma infinidade de caminhões denominados pejorativamente de "paus-de-arara" passando por São Bento. Vinham das bandas de Garanhuns e cidades da circunvizinhança. Eram dezenas de pessoas, entre jovens, velhos, mulheres e crianças que fugiam da terrível seca que se abateu sobre o nosso Nordeste. Era dezembro de 1952. Os caminhões passavam por São Bento porque não era possível alcançar as proximidades da cachoeira de Paulo Afonso, vez que as estradas eram ruins demais.

Então os caminhões eram obrigados a passar por São Bento onde geralmente paravam perto da antiga prefeitura para um rápido lanche e descanso nos bares das proximidades. Eu nunca poderia imaginar que num daqueles caminhões estava um menino de sete anos, com sua mãe e irmãos mais velhos que fugiam da seca e tinham como destino Santos, no litoral paulista. Esse menino teve um destino só comparável aos dos heróis e heroínas dos contos de fadas. Em Santos, para ajudar a mãe no sustento da casa teve que vender fruta na feira e engraxar sapato, pois a decepção foi grande. A família esperava encontrar em Santos o seu chefe que há muito não dava notícias. E eis que a mãe e seus filhos se decepcionaram, pois o pai estava vivendo com outra mulher.

A passagem por São Bento naquele distante 1952 era necessária para alcançar Belo Jardim e de lá Pesqueira, Arcoverde, a reta de Ibimirim e finalmente atravessar o rio São Francisco em Petrolândia e seguir pela estrada que é hoje conhecida como BR-116, a antiga Rio-Bahia, da qual já tive oportunidade de falar sobre ela linhas acima.

Este menino, que saiu de Garanhuns, em 10 de dezembro de 1952, era Luiz Inácio da Silva, o Lula, o primeiro pernambucano a alcançar a presidência da República.

E eu, naquela época, não podia compreender como tantas famílias, especialmente as mais humildes e sem preparo, pudessem deixar o seu torrão natal para se aventurar em cidades de clima tão frio como nos invernos paulistas. Não tinham instrução. Eram geralmente agricultores de subsistência sem nenhuma instrução e desciam para São Paulo em busca de qualquer ocupação, por mais humilde que fosse, para sobreviver.

Quando será que teremos a verdadeira redenção do Nordeste com os grandes projetos em via de se concretizar como a Refinaria, a Transnordestina, a Transposição das Águas do São Francisco, o Estaleiro de Suape, o Projeto Nacional do Biodiesel, a Fábrica de Hemoderivados e tantos outros que poderão fixar a nossa gente à sua própria terra? Sem necessidade de emigrar em busca de melhores dias.







E-mail: orlandocalado@yahoo.com.br

Pau Amarelo PE 25 de março de 2006

Orlando Calado é bacharel em direito.


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Coluna 112 - 15/12/2007 - Fatos & gente são-bentenses de épocas diversas (34)
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Coluna 8 - 24/10/2005 - Correio eletrônico, maravilha do nosso tempo
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Coluna 4 - 22/09/2005 - As Vestais da Moralidade Pública
Coluna 3 - 15/09/2005 - Mordomia & Nepotismo
Coluna 2 - 07/09/2005 - Tratamento de Excelência
Coluna 1 - 07/08/2005 - Hiroshima - uma covardia inominável


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