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Coluna 39: Reminiscências de um menino de São Bento (6)
Publicada dia 20 de Maio de 2006

Reminiscências de um menino de São Bento (6)

Tenho boas recordações de Costa Pereira, que por muitos anos advogou em nossa cidade. De certa feita, ele me convidou a entrar no antigo Partido Socialista Brasileiro que pretendia fundar em São Bento, como alternativa entre o binômio PSD e UDN. Não sei o que ele viu em mim, simples secundarista em Maceió. Certamente vislumbrou que o jovem estudante tinha vocação para a política. É verdade. Sempre me preocupei com os problemas brasileiros, mas nunca tive a idéia de me filiar a partido e muito menos em me candidatar a qualquer cargo eletivo, pois nunca concebi a idéia de se gastar verdadeiras fortunas para ser um deputado, senador ou prefeito. Sempre comunguei a idéia de que os candidatos deveriam apresentar-se em chapas e o eleitor escolhesse. Nada de "showmícios", outdoors, camisetas e outros penduricalhos.

Agora, mais do que nunca, estou convencido de que a corrupção nasce justamente para angariar fundos, quase sempre ilícitos, para as campanhas eleitorais. Numa concepção mais atualizada, é de se entender que nenhum candidato deve despender qualquer quantia para se eleger. O voto é de graça. mas para exercer o mandato tem que haver transparência. Comprar voto por um par de sandálias ou por uma cesta básica nem pensar. Também não seria permitido que as empresas aportassem capitais para eleger determinados senhores que nas casas legislativas são muito mais representantes de certos segmentos da economia do que representantes do povo. Se eliminássemos a corrupção gerada pelo caixa dois, pelos desvios de fundos públicos em licitações fraudulentas, nós já estaríamos num estágio mais elevado de desenvolvimento político, social e econômico. A partir daí, nossa preocupação seria com o enriquecimento ilícito de pessoas que iriam dirigir as repartições públicas. A vigilância aos detentores de mandato dado pelo povo seria redobrada. Qualquer desvio de conduta seria sumariamente punido.

Então, nessa nova concepção de fazer política, os candidatos se apresentariam no rádio e na TV. Nada de outdoors, comícios, santinhos e faixas. Onde não houvesse rádio ou serviço de alto-falantes, os candidatos seriam apresentados ao eleitorado em cartazes confeccionados pela justiça eleitoral. Creio que com isso as famosas caixinhas partidárias tenderiam a se esgotar, porém o cidadão teria um papel preponderante na fiscalização, denunciando qualquer gasto extra com vistas a angariar voto. Aluguel de jatinhos com os candidatos a presidente para cima e para baixo nem seria cogitado. As imagens dos candidatos seriam veiculadas apenas pela televisão. Também não seriam admitidas emendas individuais aos diversos orçamentos. Estas teriam de ser coletivas e sem favorecimento a quem quer que fosse. Em licitações públicas qualquer favorecimento seria objeto de inquérito com a desqualificação do favorecido.

Voltando ao convite de Costa Pereira, agradeci, penhorado a honrosa lembrança e disse que não poderia aceitar uma vez que apenas havia completado dezessete anos de vida e não era nem eleitor. No entanto, eu disse que seria para mim uma grande honra cerrar fileiras nos hostes do antigo PSB que nada mais era do que a "esquerda democrática" que, em boa hora, se desgarrou da elitista e golpista União Democrática Nacional, a famosa UDN. Mas é bom esclarecer que chegando ao Rio de Janeiro tornei-me um simpatizante de todas aquelas correntes de opinião que sempre propugnaram por um País mais justo e democrático, onde todos os seus filhos tivessem iguais oportunidades, especialmente nos estudos. Em menino, com 10 anos de idade, tinha simpatia pela figura de Getúlio Vargas por ver nele uma liderança admirável que deu início ao processo de desenvolvimento do Brasil, quando negociou com os americanos a instalação da Companhia Siderúrgica Nacional em troca do estacionamento de tropas norte-americanas durante a Segunda Guerra Mundial em Natal, Recife, Maceió e Fernando de Noronha. Até o presidente Roosevelt veio ao Brasil se encontrar em Natal com o presidente Vargas, conforme registro histórico e fotográfico da época em que os dois chefes de governo aparecem dentro de um jipe.

Depois acompanhei, em Maceió, a eleição de Juscelino Kubitschek em cujo governo se instalou uma indústria automobilística de segunda linha, na qual as piores carroças, em termos de automóvel, nos foram impingidas e a classe média, orgulhosa, desfilou por ruas e estradas deste Brasil fagueiro. Sempre que assisto a antigos filmes nacionais presto a atenção nos simulacros de automóveis que nos enganaram por quase meio século. Todo o lixo tecnológico norte-americano e europeu aportou em Pindorama. Tirando, talvez, o sedan da Volkswagen, o resto era carro para pouco tempo de uso e sem as mínimas condições de conforto. Os mais antigos hão de se lembrar dos Gordinis, Sincas Chambord, Aero-Willis, DKW Vemag e tantos outros que circularam por nossas ruas até que, no início dos anos 1990, Fernando Collor de Mello, num acesso de inteligência e de bom senso disse que o carro brasileiro era “uma carroça”.

Nossos carros eram carroças e não sabíamos. Em função dessa industrialização a qualquer preço, construiram-se estradas e mais estradas asfaltadas. Pesados investimentos foram feitos. Incentivou-se a indústria de caminhões, tratores e carretas. Durante esse tempo não se fez a devida manutenção das nossas estradas, principalmente nos últimos vinte anos. Não podíamos gastar em preservação das rodovias porque tínhamos que fazer "superavit" primário para pagar as amortizações e os juros da dívida externa. E além do mais o Brasil quebrou em 1983, no governo de João Figueiredo e Sarney e Dílson Funaro nos brindaram com uma moratória que nos prejudicou sobremodo.

A partir de Juscelino Kubitschek , começou a agonia das nossas ferrovias, primeiro com a extinção dos ramais ditos não-econômicos, depois com o abandono da malha ferroviária, com o conseqüente furto de dormentes e trilhos. As estações, outrora tão alegres e movimentadas, se transformaram em casas mal-assombradas. Hoje, em algumas cidades, felizmente, foram transformadas em centros culturais ou coisa que o valha.

Esse erro de estratégia governamental eu não perdôo em JK e nos governos autoritários que se seguiram oriundos da ditadura militar de 1964 a 1985. É certo que a nossa malha ferroviária era de diferentes bitolas. Cada ferrovia tinha uma bitola (distância entre os dois trilhos) diferente o que impedia que um trem que saísse do Recife chegasse a Salvador, sem os inconvenientes da baldeação de cargas e de passageiros. Diferentemente de grandes países como os Estados Unidos, Rússia e Europa Ocidental que dispõem de excelentes malhas ferroviárias e as conservam com todo carinho. Mas aqui foi diferente. Continuamos a transportar soja de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, de São Paulo e do Paraná, por exemplo, até os portos de Santos e de Paranaguá em caminhões pesadíssimos. Em País mais sério, o caminhão serve para ligar os centros produtores às ferrovias e vice-versa. Mas, aqui no Brasil, com a desativação dos caminhos de ferro, o caminhão e a carreta passaram a ser os reis das estradas, servindo para esburacá-las e quebrá-las, principalmente se levarmos em conta a péssima manutenção dessas vias de escoamento. Afinal, deve-se considerar que uma rodovia tem um tempo de vida útil entre 25 e 30 anos. A partir daí sua manutenção se torna cada vez mais complexa e mais custosa.

Não é preciso ser engenheiro para se constatar isso. Eu, quando menino e vinha de São Bento ao Recife no caminhão dirigido pelo meu cunhado, Zé de Ana, notava que a rodovia perto do Recife era feita de cimento armado, capaz, portanto, de suportar quase meio século de duração e com pouco custo de manutenção. O que quebra estrada é o caminhão que tomou o lugar do trem. Aproveita-se a situação precária da fiscalização para deslocar caminhões superpesados, pois que as balanças estão sucateadas. Por outro lado, o desgaste proporcionado pelo automóvel é o menor possível. O resto fica por conta das chuvas que arrastam pedaços de estrada. Tudo isso aliado à falta de conservação é que fez nosso País ter uma malha rodoviária das piores do mundo. Observe se numa auto-estrada italiana você verá caminhão transitando?

Então, eu não perdôo todos aqueles que direta ou indiretamente concorreram para a destruição de nossos caminhos de ferro, em especial a Great Western, em cujos trens viajei de Belo Jardim a Pesqueira, do Recife a Belo Jardim e de Garanhuns a Maceió. Diversas vezes peguei o trem em Maceió para vir passar as férias escolares com minha família em São Bento. Era uma beleza de viagem atravessar a verde mata alagoana, os canaviais, cidades como Rio Largo, Murici, São José da Laje. Quando o trem chegava em Paquevira, também chamada Engenheiro Glicério, já em Pernambuco, a gente fazia a baldeação e seguia para Garanhuns onde geralmente minha mãe mandava alguém me esperar. De uma feita, a pessoa que me veio apanhar fez o percurso até São Bento passando por Capoeiras que na época era uma vila de São Bento.

Quando o vice-presidente Sarney assumiu o governo da República em 1985 teve a idéia de construir uma ferrovia que denominou de Norte-Sul. Hoje esta ferrovia dispõe de alguns quilômetros para fazer escoar até o porto de Itaqui, no Maranhão, a produção de grãos da região. Lembro-me perfeitamente que Sarney foi ridicularizado pela grande imprensa brasileira sediada no Rio e em São Paulo e pelos partidos que lhe faziam oposição. Ele estava certo. Se não fosse a campanha desencadeada por certos setores, é bem provável que hoje pudéssemos fazer a ligação Norte-Sul do Brasil sem os transtornos das estradas esburacadas e a um custo muito mais baixo. Temos esperança que a Ferrovia Transnordestina se transforme em realidade na ligação dos centros produtores de grãos e gesso aos portos exportadores de Suape (PE) e Pecém (CE). Ainda espero fazer uma viagem de trem do Recife a Belo Jardim como fazíamos nos românticos anos 1950. Não se trata de saudosismo. Mas de uma providência que redundará em menores custos de transporte e que revigorará as comunidades a serem servidas por possantes trens.

Sem querer, querendo, toquei num assunto que se dá pouca importância. Queremos que o Brasil disponha de ferrovias de Norte a Sul e de Leste a Oeste. Não é possível que se transporte soja em caminhões até os portos de Santos e de Paranaguá. É desperdício de combustível e de recursos. Essa produção deve ser escoada em trens com o frete bem mais em conta do que o transporte rodoviário.

Voltando a nossa cidade de São Bento do Una, por dever de justiça, devo fazer um registro a respeito dos serviços de alto-falantes que a cidade possuía nos idos de 1950 em diante. Havia o serviço de alto-falantes do União Sport Club que era dirigido por Adauto Paiva e nos quais sempre ouvíamos crônicas escritas por Nô Paiva as quais, confesso, como menino, nunca as entendi. Às vezes usava dos microfones da rádio são-bentense o advogado Costa Pereira. Também não me lembro e também nunca compreendi o que tratavam aquelas figuras exponenciais de São Bento em seus pronunciamentos. Talvez tratassem de política local. Lembro-me, já que falei de Adauto Paiva, que ele tinha uma torrefação de café lá para as bandas de Manuel Juvenal. Era o famoso café São Sebastião. Novidade para São Bento onde nos sítios as pessoas costumavam torrar o café e depois bater no pilão. Já o serviço de alto-falantes dirigido por Doutorzinho se chamava a “Voz de São Bento do Una” e o prefixo musical era um dobrado chato que até hoje me lembro. O estúdio ficava próximo ao armazém de compras de Alfredo Cintra e quase no começo de uma rua que se chamava (ou se chama ainda) 10 de Novembro, nome que sugere a data em que Getúlio Vargas deu o golpe de Estado, fazendo-se valer de uma constituição à feição da constituição da Polônia, daí que o nome da carta ficou conhecido como a “polaca”. O mais interessante era que os serviços de alto-falantes não disputavam a audiência dos são-bentenses. Cada um tinha o seu horário de funcionamento. Agora, justiça seja feita, um sucesso de Orlando Silva, como “Rosa” , "Carinhoso" ou “Sertaneja” tocava anos a fio direto sem que enjoássemos. Havia em São Bento uma figura chamada Zé Relojoeiro, cuja oficina ficava na frente do Açougue Público. Ele ficou famoso porque todo dia oferecia a um amigo a famosa valsa “Saudades de Ouro Preto” através do serviço de alto-falantes. Era comum, nos dias de festa, especialmente, que “alguém oferecesse a alguém" a linda melodia “A deusa de minha rua” na voz inconfundível do Orlando Silva, o cantor das multidões..

Nos anos da década de 1950, São Bento possuía um pastoril muito bem ensaiado que se apresentava nas festas de fim de ano num palco armado atrás da Igreja matriz. A meninada e o povo em geral apreciavam a disputa feita entre os cordões “azul” e “encarnado”, bem como as danças e musiquinhas características deste auto. Ganhava a competição o cordão que mais arrecadasse dinheiro em forma de votos. Certa vez, o pastoril fez uma excursão a Pesqueira. Zé Camelo, pessoa que eu muito admirava por ser de um otimismo exacerbado, era o locutor-apresentador do pastoril. Em Pesqueira, a apresentação foi feita no auditório da Rádio Difusora. O auditório ficava com suas luzes apagadas nas apresentações teatrais para que o público pudesse melhor vislumbrar o palco. O pastoril já estava armado. Eram quatro horas da tarde. Zé Camelo, muito empolgado, dirigiu ao auditório dizendo: “Senhoras e senhores, boa noite”. Ninguém respondeu. REcebeu, como resposta, uma sonora e longa vaia. Eu fiquei triste com o ato falho do nosso bom José. No entanto, ele levou na brincadeira e conduziu com firmeza a apresentação do pastoril são-bentense. Não sei o que é feito de Zé Camelo, cujo verdadeiro nome era José Fernandes. Mas posso dizer que era uma pessoa que eu tinha em alta consideração, uma pessoa que gostava de discutir os assuntos políticos daquela época em que a política era feita por dois partidos: o PSD e a UDN. Só depois de muito tempo é que apareceu o que hoje se chama terceira via: o PTB, a agremiação fundada por Getúlio Vargas. Depois no plano nacional houve a invencível aliança PSD/PTB. Como a UDN não conseguia vencer as eleições presidenciais pelo voto, apelava sempre para expedientes estranhos como alegar que Getúlio Vargas, em 1950, não alcançado a maioria absoluta dos votos quando o ordenamento jurídico da época não fazia esta exigência. Tornou-se um partido golpista, pois não conseguiu levar o brigadeiro Eduardo Gomes, por duas vezes, à presidência da República. Em 1955, a UDN tentou o poder federal com o general Juarez Távora, mas este foi derrotado. Em 1960, na carona, a UDN chegou ao poder com Jânio Quadros que ficou pouco mais de seis meses na presidência.

Momentos de alegria era quando São Bento recebia um circo, por mais modesto que fosse, pois a rotina da cidade mudava completamente. A garotada ia assistir à laboriosa armação do circo com seu picadeiro. poleiros de onde se assistia às funções circenses. Eram dias maravilhosos. Os circos eram armados no “quadro” onde aos sábados era realizada a feira de gado e de pequenos animais. Hoje não sei porque cargas dágua deixaram construir um mercado de farinha e uma cooperativa de produtores. Coisas de nossos administradores que em vez de construir uma praça para o deleite dos moradores preferem edificar, como se a cidade não dispusesse de outros locais para a construção. Sacrificou-se o que poderia ser uma bela praça, um local de descanso para os mais velhos e de lazer para as crianças. Armado o circo, saía o palhaço em pernas de pau pelas ruas da cidade anunciando a fsessão noturna. E entoava: “O raio do Sol suspende a Lua / Olha o palhaço no meio da rua / Hoje tem espetáculo? / Tem sim senhor! / Oito horas da noite? / Tem sim senhor? / O palhaço o que é? / É ladrão de mulher. / Os meninos que tinham participado do passeio do palhaço, pelas ruas da cidade, recebiam uma marca de tinta para mais tarde poder entrar no circo sem pagar.

Nunca me esqueci de uma bela morena que cantava e dançava ritmos do Caribe com um vestido preto lascado de lado e que no final da apresentação mostrava suas belas e torneadas coxas para o delírio meu e da platéia, uma vez que naqueles já distantes tempos as mulheres não deixavam à mostra nem os joelhos quanto mais as coxas. O circo logo teve um freqüentador contumaz, pois a dançarina despertou em mim todos os desejos. E a amei em segredo aquela figura esguia e encantadora de jovem mulher.

Até a próxima.



E-mail: orlandocalado@yahoo.com.br

Pau Amarelo PE 20 de maio de 2006

Orlando Calado é bacharel em direito.


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Coluna 135 - 31/05/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (22) - O projeto de lei de Joaquim Nabuco abolindo a escravidão e a chamada Lei Saraiva que restringiu o voto
Coluna 134 - 24/05/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (21) - Ainda os efeitos da grande seca na Vila de S. Bento; o Ginásio Pernambucano em 1879
Coluna 133 - 17/05/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (20) - Os efeitos da grande seca em São Bento
Coluna 132 - 10/05/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (19) - A corrupçao na vida pública; o espírito empreendedor do barão de Mauá
Coluna 131 - 03/05/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (18) - A terrível seca dos três sete
Coluna 130 - 26/04/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (17) - A inauguração do palacete da rua da Aurora enquanto a febre amarela grassa em Pernambuco
Coluna 129 - 19/04/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (16) - A revolução nas comunicações e o desfecho da Questão Religiosa
Coluna 128 - 12/04/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (15) - Dom Vital e a Questão Religiosa
Coluna 127 - 05/04/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (14) - A Lei do Ventre Livre
Coluna 126 - 29/03/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (13) - A Guerra do Paraguai
Coluna 125 - 22/03/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (12) - A Guerra do Paraguai
Coluna 124 - 15/03/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (11)
Coluna 123 - 08/03/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (10)
Coluna 122 - 01/03/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (9)
Coluna 121 - 23/02/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (8)
Coluna 120 - 16/02/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (7)
Coluna 119 - 09/02/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (6)
Coluna 118 - 02/02/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (5)
Coluna 117 - 26/01/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (4)
Coluna 116 - 19/01/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (3)
Coluna 115 - 11/01/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (2) O Diario de Pernambuco na História do Brasil
Coluna 114 - 29/12/2007 - Pingos de história do Império Brasileiro (1) - A chegada ao Brasil da família imperial portuguesa
Coluna 113 - 22/12/2007 - A Bíblia, um livro de inúmeras histórias
Coluna 112 - 15/12/2007 - Fatos & gente são-bentenses de épocas diversas (34)
Coluna 111 - 08/12/2007 - Fatos & gente são-bentenses de épocas diversas (33)
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Coluna 109 - 24/11/2007 - Fatos & gente são-bentenses de épocas diversas (31)
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Coluna 106 - 03/11/2007 - Fatos & gente são-bentenses de épocas diversas (28)
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Coluna 77 - 14/04/2007 - Fatos & gente são-bentenses das décadas de 1930 e 1940
Coluna 76 - 07/04/2007 - Uma breve visita à nossa querida São Bento do Una
Coluna 75 - 31/03/2007 - Planejamento familiar no Brasil: uma necessidade inadiável
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Coluna 73 - 17/03/2007 - "Eu vi o mundo... Ele começava no Recife"
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Coluna 71 - 03/03/2007 - Um fazendeiro são-bentense do século XIX
Coluna 70 - 24/02/2007 - O Rio de Janeiro será sempre o Rio de Janeiro
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Coluna 68 - 10/02/2007 - A Great Western da minha meninice: uma pequena história
Coluna 67 - 03/02/2007 - A declaração universal dos direitos humanos
Coluna 66 - 27/01/2007 - A revolta da chibata
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Coluna 64 - 13/01/2007 - Apolônio Sales, um estadista de grande valor
Coluna 63 - 06/01/2007 - 2006: Um ano de saldo positivo apesar do pouco crescimento econômico
Coluna 62 - 30/12/2006 - A "Batalha da Borracha", um episódio esquecido da história do Brasil
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Coluna 60 - 16/12/2006 - Alguns suicidas famosos (1/2)
Coluna 59 - 09/12/2006 - Aumentando os conhecimentos gerais (16)
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Coluna 56 - 18/11/2006 - Aumentando os conhecimentos gerais (14)
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Coluna 33 - 08/04/2006 - Nome de rua não deve ser mudado
Coluna 32 - 01/04/2006 - Brasil, nova potência petrolífera mundial!
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Coluna 30 - 18/03/2006 - Biodiesel: um combustível social e ecológico
Coluna 29 - 11/03/2006 - Os livros de Sebastião Cintra
Coluna 28 - 04/03/2006 - Um sábado sangrento no Recife
Coluna 27 - 25/02/2006 - O início do resgate da nossa dívida social
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Coluna 24 - 04/02/2006 - Aspectos gerais da lei de responsabilidade fiscal
Coluna 23 - 28/01/2006 - Pernambuco começa a sair da letargia
Coluna 22 - 21/01/2006 - Perfil demográfico no mundo rico
Coluna 21 - 14/01/2006 - Brasil, potência mundial em 2020
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Coluna 19 - 31/12/2005 - Josué Severino, o mestre e a Banda Santa Cecília
Coluna 18 - 24/12/2005 - Reminiscências de um menino de São Bento (2)
Coluna 17 - 17/12/2005 - Pequenas idéias para o desenvolvimento de São Bento do Una
Coluna 16 - 10/12/2005 - Do Estado pouco ou nada espero
Coluna 15 - 04/12/2005 - A América do Sul e o nazismo
Coluna 14 - 27/11/2005 - A Venezuela bolivariana de hoje
Coluna 13 - 26/11/2005 - Reminiscências de um menino de São Bento (1)
Coluna 12 - 13/11/2005 - A crise argentina
Coluna 11 - 13/11/2005 - A saga de Delmiro Gouveia
Coluna 10 - 10/11/2005 - O velho na legislação brasileira
Coluna 9 - 31/10/2005 - O projeto São Francisco
Coluna 8 - 24/10/2005 - Correio eletrônico, maravilha do nosso tempo
Coluna 7 - 13/10/2005 - Um século sem presidente paulista
Coluna 6 - 09/10/2005 - O Grande Pronome 'Lhe' Morreu!
Coluna 5 - 29/09/2005 - Brasil 2005 - Uma Economia Mais Forte
Coluna 4 - 22/09/2005 - As Vestais da Moralidade Pública
Coluna 3 - 15/09/2005 - Mordomia & Nepotismo
Coluna 2 - 07/09/2005 - Tratamento de Excelência
Coluna 1 - 07/08/2005 - Hiroshima - uma covardia inominável


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