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Coluna 146: São Bento do Una, um breve passeio ao longo de sua história (3)
Publicada dia 24 de Agosto de 2008

São Bento do Una, um breve passeio ao longo de sua história (3)

A IRMANDADE DO SENHOR BOM JESUS PAI DOS POBRES AFLITOS (FINAL)

Em prosseguimento ao ensaio anterior, a Irmandade do Senhor Bom Jesus se reuniu em 1° de janeiro de 1859 com a finalidade de renovar sua mesa diretora. A sessão foi presidida pelo padre Francisco Peixoto Duarte, coadjutor da paróquia, o que de certa forma dá para se pressentir a orientação centralizadora emanada do vigário Antônio Alves de Carvalho, tentando controlar a instituição de caráter leigo e que tanta ajuda prestou na construção e equipagem da capela.  A prova dessa intervenção branca se verificou com a eleição do padre Manoel Teotônio da Costa Pereira, morador em Tacaité para o cargo de juiz. Naquele tempo, Tacaité era uma localidade ao sul de uma fazenda de criação de gado chamada Capim, que tempos depois mudaria o nome para Belo Jardim, que pertencia a Brejo da Madre de Deus. Antônio Bezerra da Silva foi eleito suplente do juiz; Francisco Inácio de Paiva, tesoureiro e Pedro Ferreira de Almeida, procurador. No dia 6 de janeiro do mesmo houve a posse dos eleitos prestigiada pelo vigário Antônio Alves de Carvalho. Entre as deliberações, decidiu-se que o gado pertencente ao Senhor Bom Jesus fosse transferido para as terras do seu patrimônio em junho de 1859 e ficasse ao arbítrio do procurador a nomeação do vaqueiro. Consta no livro citado que o vigário Antônio Alves de Carvalho não mais compareceu às reuniões da Irmandade, talvez porque estivesse assegurado  de que o gado já estava seguro em terras percentens ao patrimônio. De mais a mais, a Irmandade vinha funcionando irregularmente desde 1835, sem registro dos seus livros e pagamento do selo aos cofres públicos, como mais adiante veremos.




Em 1º de janeiro de 1860, reunida na Capela, a Irmandade do Senhor Bom Jesus procedeu à eleição da mesa a qual foi empossada no dia seis do mesmo mês. Foram eleitos: juiz – Joaquim Severino Leite; suplentes do juiz – Joaquim Ferreira e Antônio Bezerra da Silva; tesoureiro – Joaquim Ferreira Calado; suplente – Francisco Inácio de Paiva; procurador – Pedro Ferreira de Almeida; suplente – José Noé da Silva Burgos; escrivão – Luiz Apolinário da Silva Manso e suplente – João Gomes de Melo.




No livro registro de atas da Irmandade foi transcrito o seguinte despacho do juiz de direito da comarca de Garanhuns vazado nos seguintes termos: "Visto em correção. Não está legalmente constituída e, por conseguinte, não pode continuar a Irmandade do senhor Bom Jesus eleita na vila de São Bento, visto como não tem compromisso. Será, portanto, dissolvida se não apresentar, aprovado no prazo de um ano que correrá da publicação deste, as contas do período. Uma vez constituída com compromisso deverá a Irmandade apresentar novos livros ao doutor Juiz de Capelas para que os abra , numere e rubrique depois de selados; visto como este e os outros estão incompetentemente abertos e rubricados; e além disso falta-lhes o selo. O Doutor Juiz Municipal de Capelas fique ciente deste e despacho para que o faça cumprir. Garanhuns, 15 de dezembro de 1860".




No dia 29 de dezembro desse mesmo ano, a Irmandade do Senhor Bom Jesus se reuniu sob a presidência do padre José de Lima e Silva, coadjutor-pároco, ficando decidido "que a mesma Irmandade suprisse (financeiramente) as noites vagas d a festa do dia seis de janeiro vindouro". Os irmãos pareciam magoados com a intervenção "branca" em sua associação, de modo que andavam dispersos, parecendo antever o fim dela, mormente depois do despacho do juiz de Garanhuns que deu à Irmandade o prazo de um ano para regularizar os seus livros sociais que careciam de autenticação e rubrica da autoridade, bem como do pagamento do selo por ocasião do registro..




Não obstante, a Irmandade aos trancos e barrancos ainda teve uma breve existência diante dos problemas e aflições por parte dos seus irmãos de fé, procurou atender as determinações do juiz da comarca de Garanhuns antes citado. Tanto que no dia 1º de janeiro de 1861, esteve reunida ainda sob a presidência do coadjutor pro-pároco, padre José de Lima e Silva para a eleição da mesa. Foram eleitos nessa oportunidade e tomaram posse no dia seis do mesmo mês e ano os seguintes confrades: juiz, Antônio Vítor de Barros Teixeira; suplente, João Porciúncula Valença; tesoureiro, Joaquim Ferreira Calado; suplente, Antônio Bezerra da Silva; procurador, Pedro Ferreira de  Almeida; suplente, Antônio Simões de Macedo e escrivão, Luiz Apolinário da Silva Manso. Fato interessante é que no dia cinco, um dia antes da posse da nova mesa, houve uma reunião da Irmandade na qual ficou estabelecido "que a festa do ano seguinte    ficasse a cargo de todos os irmãos e filhos do Sr. Bom Jesus, que darão suas esmolas e em tempo oportuno o procurador fará todo o festejo, ficando qualquer devoto com direito, se quiser, dar sua noite, de pedir em tempo". No dia sete de janeiro, a Irmandade se reuniu para ratificar o acórdão de 29 de dezembro passado e que o procurador fosse satisfeito, com o dinheiro da Irmandade, das despesas feitas com o festejo das noites vagas.




Em 14 de abril de 1861, sob a presidência do juiz Antônio Vítor de Barros Teixeira, foi lido, discutido e finalmente aprovado, por unanimidade, o "compromisso" que tem de reger a Irmandade, objeto do despacho do juiz de direito da comarca de Garanhuns, lavrado em 15 de dezembro de 1860. Deliberou-se, ainda, que o compromisso, depois de tirada uma cópia para o arquivo da Irmandade, fosse remetido ao presidente da província para ser apreciado pela Assembléia Legislativa Provincial. 




No primeiro dia do ano de 1862, a Irmandade esteve reunida, ocasião em que foi eleita q mesa dirigente que tomou posse no dia seguinte. Nenhum padre ou representante do pároco esteve presente. Foram escolhidos: Antônio Vítor de Barros Teixeira, juiz; Bento José Alves de Oliveira, primeiro suplente; Francisco Rodrigues Valença, segundo suplente; Joaquim Ferreira Calado, tesoureiro; Antônio Bento de Oliveira, suplente; Pedro Ferreira de Almeida, procurador; João Bispo de Araújo, suplente; Luiz Apolinário da Silva Manso, escrivão e João da Porciúncula Valença, Bento José Alves de Oliveira, Daniel de Souza Jardim, Antônio Simões de Macedo, Domingos Ribeiro de Andrade, Lino Ribeiro de Pontes, João Manso da Silva, José Ferreira de Almeida, João Pereira de Gouveia Torres Galindo, Joaquim José de Santana e Manoel de Melo Leitão de Almeida, mesários.




Em que pese o fato de antigos irmãos terem voltado a participar de uma reunião, esta foi a última, pois que não há registros da continuação da Irmandade. Nada poderia indicar que esta seria a última reunião da Irmandade quando estiveram presentes dezenove confrades. Nada se sabe a respeito do destino dos eventuais bens de propriedade comum, salvo o dinheiro existente, que após encontro de contas, foi entregue ao vigário. Também nada se sabe, por enquanto, se o "compromisso" enviado ao presidente da Província foi aprovado pela Assembléia Legislativa Provincial. Este assunto deverá ser objeto de uma pesquisa nas leis provinciais dos anos de 1861 e 1862. A grande verdade é que a Irmandade nunca chegou cumprir as exigências burocráticas legais e assim nunca chegou a existir plenamente no mundo jurídico, não obstante o esforço dos seus dirigentes em tentar regularizá-la quando enviaram ao presidente da província o chamado "compromisso" para ser apreciado pela Assembléia Legislativa Provincial. No livro de registros de atas não há nenhuma explicação a respeito da dissolução da entidade religiosa laica, porém no livro da tesouraria está lavrado o seguinte termo: "Tomadas todas as contas do Sr. Pedro Ferreira de Almeida, descontando as despesas feitas com a festa do Sr. Bom Jesus, ficou a restar à Igreja do mesmo Senhor, a quantia de 141$920 réis, os quais passo a receber para serem aplicados na capela-mor, conforme a autorização do Sr. Juiz de Direito de Garanhuns, e passo o presente para constar que foram tomadas ditas contas, sendo por nós ambas assinadas. São Bento, 3 de fevereiro de 1862. aa) Antônio Alves de Carvalho – Vigário. Pedro Ferreira de Almeida.".




Muitos dos confrades da Irmandade foram figuras proeminentes na vida pública são-bentense e por isso mesmo fazem parte da história política e religiosa da então vila de São Bento. Luiz Apolinário da Silva Manso, filho de João Manso da Silva, foi o primeiro agente do correio da vila em 1875. Antônio Vítor de Barros Teixeira, João da Porciúncula Valença, Pedro Ferreira de Almeida, Joaquim Ferreira Calado e tantos outros irmãos foram vereadores eleitos para administrar a nova Vila.




Joaquim Ferreira Calado, filho de Estêvão Ferreira Calado e de Josefa Ferreira Calado, casou-se em 3 de outubro de 1862 com Teresa de Almeida Calado, filha de Jacinto Ferreira Calado e Maria de Almeida Calado. Serviram de testemunhas João da Porciúncula Valença, Francisco Alves da Cunha e Antônio Francisco de Almeida Calado, este, por incrível que possa parecer, avô paterno do autor destas linhas.




 




O AÇUDE DO DOUTOR




Quem seria esse "doutor" que emprestou seu título para dar nome a um açude? À primeira vista, pode parecer que esse homem foi um engenheiro especializado em construção de barragem que impedisse que as benévolas águas do riacho Bela Vista seguissem seu curso natural, despejando-as no rio Una e este, após quase duzentos quilômetros, lançá-las ao oceano-mar. No entanto, o "doutor" não era nenhum engenheiro, mas tão simplesmente um estudante de medicina que compungido com o drama dos seus irmãos, deixou a capital baiana, onde estudava, com seus atrativos e o seu curso de medicina para se estabelecer temporariamente na pobre vila de S. Bento, vítima da "colera-morbo". O fato é que o estudante de medicina chamado Olavo Correia aqui se fixou e com os conhecimentos adquiridos na Faculdade de medicina da Bahia achou que era o suficiente para poder ajudar a gente não tão assistida com deveria. E ele amou aquela gleba agreste calorenta durante o dia, mas confortadora durante a noite com seu clima ameno e acolhedor. E tudo fez em prol daquela gente boa e honesta que o perfilhou com tanto carinho, especialmente os mais humildes e desprotegidos pela fortuna. Segundo a pesquisadora são-bentense Ivete de Morais Cintra, no livro citado no ensaio anterior, a colera-morbo foi introduzida no nosso país em 1855 pela nau de guerra brasileira "Defensora", procedente do Porto, Portugal, que contaminou o porto de Belém e contaminou outras embarcações, chegando ao Recife no ano de 1856. O surto epidêmico só foi debelado em 1863. Não se sabe ao certo quando Olavo Crespo chegou a São Bento nem tão pouco os motivos que o levaram a abandonar o curso de medicina na Bahia. O certo é que era um homem muito preparado para os padrões da época, causando nos incompetentes aquela inveja desmesurada. Quando a povoação de São Bento, emancipada de Garanhuns, tornou-se vila elegeu em 7 de setembro de 1860 os seus primeiros vereadores em número de sete. As câmaras municipais eram entes sem natureza legislativa como as de hoje. Suas funções eram meramente administrativas e seguiam o modelo português usado até hoje, onde a Câmara Municipal tem funções idênticas às nossas prefeituras. Assim, a primeira câmara de vereadores de São Bento, reconhecendo o valor e o mérito do estudante de medicina, Olavo Correia Crespo, fez dele o seu primeiro secretário. Ele foi, portanto, o primeiro executivo municipal remunerado como secretário da primeira Câmara Municipal da Vila de S. Bento. Suas atas são redigidas em português castiço e escorreito o que bem demonstra o preparo desse homem, natural de Goiana, mas apaixonado e devotado por São Bento onde "aqui casou-se no dia 18 de junho de 1856, com Jacinta Emília de Oliveira". Desse consórcio, tiveram sete filhos. Viúvo em 1876, casa-se com Cândida América Brasil, em 1890, tendo mais seis filhos. Olavo Correia Crespo era um homem preparadíssimo, desempenhando com tamanha desenvoltura funções de médico, farmacêutico e até de rábula. Numa época em que não havia máquina de escrever, a bela escrita de Olavo Crespo se sobressaia pela coerência do traço firme. Com isso, granjeou a inveja de alguns vereadores, deixando o cargo de secretário ao que nos parece no início do ano de 1862.




O espírito magnânimo de Olavo Correia Crespo fez com que ele doasse ao município um terreno banhado pelo riacho Bela Vista para a construção de um açude de água potável. Essa petição de doação foi lida em 3 de junho de 1874, numa sessão extraordinária da Câmara de Vereadores, sendo por esta aceita. Em 7 de agosto desse mesmo ano, a Câmara, por intermédio de ofício, solicitou ao presidente da Província a aprovação da doação do terreno oferecido por Olavo Correia Crespo e sua mulher Jacinta Emília para a construção do açude. Só em 8 de abril de 1875, em sessão extraordinária da Câmara Municipal, foi lido o ofício do presidente da província, datado de 24 de fevereiro desse mesmo ano, declarando que concedia autorização para aceitar a doação do terreno feita por Olavo Correia Crespo e sua mulher. Dias mais tarde, ou seja, em 21 de abril de 1875, a Câmara oficiou ao presidente da Província, informando que tinha orçado em um conto e duzentos mil réis a construção do açude e que, posta em praça pública, a construção foi arrematada por Álvaro José Esteves Braga pela quantia de setecentos e noventa e nove mil réis, oferecendo como fiadores José João Ferreira (que viria mais tarde a construir o Mercado Municipal) e Belmiro Guilherme de Azevedo, proprietários e residentes no município. Tudo faz crer que a vila não dispunha de verba suficiente para honrar a construção do açude que mais tarde seria conhecido como o "Açude do Doutor" em honra ao estudante de medicina Olavo Correia Crespo. Por isso, em 7 de agosto desse mesmo ano de 1875, Álvaro José Esteves Braga, em requerimento dirigido à Câmara, disse "que se propõe a pôr o açude d´agua potável desta Vila nas condições oferecidas, recebendo letras dessa  Ilustríssima Câmara, visto que não foram aceitas as respostas do suplicante, como se vê no despacho, por esta rem os cofres exaustos". E acrescenta: "É impossível o rasgamento do sangradouro do açude no estado em que se acha. O suplicante à vista desta impossibilidade insuperável, propõe-se fazer a barragem do mesmo, de altura conveniente, e ficar sangrando o mesmo açude pelo sangradouro feito, recebendo a indenização correspondente em letras". No dia 12 de agosto desse mesmo ano, a Câmara aceitou os termos do requerimento do arrematante.




Finalmente, em 12 de dezembro de 1876, foi entregue à municipalidade são-bentense o açude do Doutor, sobre o leito do riacho Bela Vista, tributário do rio Una. As águas desse açude eram barrentas e talvez por isso os moradores da cidade de S. Bento preferissem as águas mais claras do açude do Missionário. Na década de 50, do século passado, quando banheiro nas residências era coisa de luxo, havia nas proximidades do açude os famosos banheiros de dona Ernestina, possivelmente descendente dos Crespo. Lá, por módica quantia, podíamos tomar um demorado banho, usando o famoso sabonete Eucalol. Hoje, as imediações do antigo açude estão tomadas por habitações modestas e o leito do poético riacho Bela Vista servindo de esgoto a céu aberto de algumas residências que bem que poderiam construir fossas e com isso não poluir o pobre rio Una através do seu riacho tributário.




Por falar em Bela Vista, é bem provável que o hipódromo construído pela "Sociedade 21 de Março" e inaugurado definitivamente em 15 de junho de 1900, tenha recebido o nome de Bela Vista em razão d e ter sido erigido próximo a esse riacho são-bentense. O Hipódromo Bela Vista marcou época e parece ter sido um presente que S. Bento recebeu por ter naquele ano alcançado as honras de cidade. A "Gazeta de S. Bento", que era o órgão da Sociedade 21 de Março, como "sendo belo o aspecto do edifício onde está a arquibancada, casa de apostas e buffet". E que "estiveram muito animadas as corridas (...), não se dando o menor incidente desagradável".




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Anos mais tarde, precisamente em 21 de janeiro de 1884, numa sessão da Câmara Municipal, o vereador Manoel Rodrigues dos Santos propôs a demissão do secretário da casa por "falta de habilitação para exercer o cargo que ocupa", ao tempo em que propôs o nome de Olavo Correia Crespo para o referido cargo. O presidente pôs em discussão a proposta, sendo aprovada por maioria. Segundo as anotações de Adalberto Paiva (1885-1979), na obra citada, página 169, Olavo Crespo "foi o mais hábil secretário da Câmara pela inteligência, pela competência e mesmo pela caligrafia". Na página 177, está dito que em 23 de agosto de 1886, o vereador José Bento pediu em sessão da Câmara a demissão do secretário Olavo Correia Crespo. O mesmo José Bento apresentou para secretário Joaquim Guilherme de Oliveira. A favor da substituição votaram José Bento, Manoel Rodrigues e Antônio Alves de Oliveira. Contra a proposta: Felipe Manso de Santiago, Leandro Gonçalves de Sousa e Joaquim Ferreira de Morais. Votação empatada, coube ao presidente Joaquim Ferreira de Morais decidir a favor da permanência do secretário Olavo Crespo.




Em 11 de outubro de 1886, mesmo não havendo sessão formal, três dos quatro vereadores presentes que haviam votado pela demissão do secretário resolveram suspender Olavo Crespo "por falta de confiança".




Olavo Crespo fez uma representação ao presidente da Província contra sua demissão. O presidente da Província pediu informações à Câmara de S. Bento. Em 9 de dezembro de 1886, em reunião, a Câmara oficiou ao presidente da Província, prestando as informações solicitadas. Infelizmente, não sabemos em que termos a reclamação de Olavo Correia Crespo estava vazada. Porém, é fácil perceber que ele reclamou de irregularidades cometidas pela Câmara bem como a sua demissão. Também, não nos foi dado perceber qual a resposta dada ao pedido de informações do presidente da Província bem como a solução dada por este.




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Transferindo sua residência para Canhotinho em ano que não sabemos precisar, Olavo Correia Crespo veio a S. Bento "visitar os parentes e inesperadamente morre no dia 13 de outubro de 1904", conforme escreveu a historiadora Ivete de Morais Cintra na página 212  do livro "São Bento do Una: Formação Histórica".




 




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Pau Amarelo PE 24 de agosto de 2008

Orlando Calado é bacharel em direito.


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Coluna 160 - 08/04/2009 - A República Brasileira de 1889, uma instituição militar positivista (3)
Coluna 159 - 01/04/2009 - A República Brasileira de 1889, uma instituição militar positivista (2)
Coluna 158 - 21/03/2009 - A República Brasileira de 1889, uma instituição militar positivista (1)
Coluna 157 - 25/02/2009 - S. Bento do Una, um breve passeio ao longo de sua história (14) (final da série)
Coluna 156 - 22/11/2008 - S. Bento do Una, um breve passeio ao longo de sua história (13)
Coluna 155 - 08/11/2008 - S. Bento do Una, um breve passeio ao longo de sua história (12)
Coluna 154 - 25/10/2008 - S.Bento do Una, um breve passeio ao longo de sua história (11)
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Coluna 152 - 11/10/2008 - S. Bento do Una, um breve passeio ao longo de sua história (9)
Coluna 151 - 27/09/2008 - S. Bento do Una, um breve passeio ao longo de sua história (8)
Coluna 150 - 20/09/2008 - S. Bento do Una, um breve passeio ao longo de sua história (7)
Coluna 149 - 13/09/2008 - São Bento do Una, um breve passeio ao longo de sua história (6)
Coluna 148 - 06/09/2008 - S. Bento do Una, um breve passeio ao longo de sua história (5)
Coluna 147 - 30/08/2008 - São Bento do Una, um breve passeio ao longo de sua história (4)
Coluna 146 - 24/08/2008 - São Bento do Una, um breve passeio ao longo de sua história (3)
Coluna 145 - 16/08/2008 - São Bento do Una, um breve passeio ao longo de sua história (2)
Coluna 144 - 09/08/2008 - São Bento do Una, um breve passeio ao longo de sua história (1)
Coluna 143 - 02/08/2008 - O presídio de Fernando de Noronha e seu regime jurídico no final do Império (3/3)
Coluna 142 - 19/07/2008 - O presídio de Fernando de Noronha e seu regime jurídico no final do Império (2/3)
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Coluna 140 - 05/07/2008 - As comarcas de Pernambuco, do Sertão e do Rio de S. Francisco e a separação da última da província de Pernambuco
Coluna 139 - 28/06/2008 - A extraordinária figura de Dom João VI, primeiro e único rei do Brasil
Coluna 138 - 21/06/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (25) - O trabalho servil e as suas conseqüências danosas que fazem do Brasil um país de povo pobre
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Coluna 135 - 31/05/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (22) - O projeto de lei de Joaquim Nabuco abolindo a escravidão e a chamada Lei Saraiva que restringiu o voto
Coluna 134 - 24/05/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (21) - Ainda os efeitos da grande seca na Vila de S. Bento; o Ginásio Pernambucano em 1879
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Coluna 132 - 10/05/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (19) - A corrupçao na vida pública; o espírito empreendedor do barão de Mauá
Coluna 131 - 03/05/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (18) - A terrível seca dos três sete
Coluna 130 - 26/04/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (17) - A inauguração do palacete da rua da Aurora enquanto a febre amarela grassa em Pernambuco
Coluna 129 - 19/04/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (16) - A revolução nas comunicações e o desfecho da Questão Religiosa
Coluna 128 - 12/04/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (15) - Dom Vital e a Questão Religiosa
Coluna 127 - 05/04/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (14) - A Lei do Ventre Livre
Coluna 126 - 29/03/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (13) - A Guerra do Paraguai
Coluna 125 - 22/03/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (12) - A Guerra do Paraguai
Coluna 124 - 15/03/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (11)
Coluna 123 - 08/03/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (10)
Coluna 122 - 01/03/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (9)
Coluna 121 - 23/02/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (8)
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Coluna 114 - 29/12/2007 - Pingos de história do Império Brasileiro (1) - A chegada ao Brasil da família imperial portuguesa
Coluna 113 - 22/12/2007 - A Bíblia, um livro de inúmeras histórias
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Coluna 67 - 03/02/2007 - A declaração universal dos direitos humanos
Coluna 66 - 27/01/2007 - A revolta da chibata
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Coluna 64 - 13/01/2007 - Apolônio Sales, um estadista de grande valor
Coluna 63 - 06/01/2007 - 2006: Um ano de saldo positivo apesar do pouco crescimento econômico
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Coluna 29 - 11/03/2006 - Os livros de Sebastião Cintra
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Coluna 21 - 14/01/2006 - Brasil, potência mundial em 2020
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Coluna 19 - 31/12/2005 - Josué Severino, o mestre e a Banda Santa Cecília
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Coluna 17 - 17/12/2005 - Pequenas idéias para o desenvolvimento de São Bento do Una
Coluna 16 - 10/12/2005 - Do Estado pouco ou nada espero
Coluna 15 - 04/12/2005 - A América do Sul e o nazismo
Coluna 14 - 27/11/2005 - A Venezuela bolivariana de hoje
Coluna 13 - 26/11/2005 - Reminiscências de um menino de São Bento (1)
Coluna 12 - 13/11/2005 - A crise argentina
Coluna 11 - 13/11/2005 - A saga de Delmiro Gouveia
Coluna 10 - 10/11/2005 - O velho na legislação brasileira
Coluna 9 - 31/10/2005 - O projeto São Francisco
Coluna 8 - 24/10/2005 - Correio eletrônico, maravilha do nosso tempo
Coluna 7 - 13/10/2005 - Um século sem presidente paulista
Coluna 6 - 09/10/2005 - O Grande Pronome 'Lhe' Morreu!
Coluna 5 - 29/09/2005 - Brasil 2005 - Uma Economia Mais Forte
Coluna 4 - 22/09/2005 - As Vestais da Moralidade Pública
Coluna 3 - 15/09/2005 - Mordomia & Nepotismo
Coluna 2 - 07/09/2005 - Tratamento de Excelência
Coluna 1 - 07/08/2005 - Hiroshima - uma covardia inominável


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