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Coluna 158: A República Brasileira de 1889, uma instituição militar positivista (1)
Publicada dia 21 de Março de 2009

A República Brasileira de 1889, uma instituição militar positivista (1)

Prolegômenos


O único Império da América do Sul já vinha sofrendo dificuldades desde o término da guerra da Tríplice Aliança contra o pequenino e arrogante Paraguai. Os combatentes do Exército e da Armada, onde a maioria provinha dos estratos mais humildes da sociedade, senhores dos seus feitos, tanto nas águas dos rios da Bacia do Paraná como nos campos, pântanos e montanhas em que se realizaram os pavorosos embates, nos quais centenas de milhares de paraguaios, brasileiros, argentinos e uruguaios perderam suas vidas ou ficaram mutilados e inválidos para sempre, acharam que já era chegado o momento oportuno para se imiscuir na política. É bem verdade que Luiz Alves de Lima e Silva, o Duque de Caxias, tinha sido o grande condutor das tropas aliadas, mas em hipótese alguma representava os anseios da classe militar emergente que queria ver o Brasil transformado numa nação moderna e progressiva e por isso mesmo bem diferente do país do Duque de Caxias, representante máximo de uma elite que não estava nem aí para as transformações que a jovem nação estava a necessitar, entre as quais o cancro do trabalho escravo.


O ideal de repulsa à forma de governo vigente já vinha desde a Revolução Republicana de 1817, ocorrida em Pernambuco, esta baseada nos valores da Revolução Burguesa de 1789, na França, e na declaração de independência das 13 colônias norte-americanas, em 1776, dando origem aos Estados Unidos da América. Na época, o povo pouco se movimentava em busca de solução para os grandes problemas, de sorte que cabia sempre às forças militares, principalmente o Exército, exercer o poder de pressão baseado quase sempre na força das armas. As ideias do filósofo francês Augusto Comte impregnaram a mente de muito oficiais, especialmente os mais cultos e intelectualizados como Benjamin Constant Botelho de Magalhães, que, como professor da Escola Militar do Realengo, procurava incutir nos cadetes os ideais de república, assim como o pensamento e ideias preconizadas por Comte. A extinção da escravatura era algo que se daria a qualquer momento, porque já começava a haver escassez do elemento escravo desde a sanção da chamada Lei Eusébio de Queirós, que fez cessar, praticamente, o transporte de escravos  da África ocidental para o Brasil. Com isso, os capitais, que antes eram empregados no lucrativo tráfico e na compra e venda do elemento servil, ficaram liberados para outras atividades de natureza mais nobre.


A partir de então, começou-se a pensar no estabelecimento de colonos estrangeiros em nosso País. É bem verdade que antes o Brasil havia recebido colonos provindos de vários países da Europa durante a permanência de D. João VI. Assim, dentro de um programa de incentivo à melhoria agrícola e pastoril, o Brasil recebeu em 1818 cem famílias suíças, necessariamente católicas, e no fim do ano seguinte aportaram na baía de Guanabara quase dois mil colonos alemães que foram encaminhados ao distrito de Cantagalo onde, em 1820, fundaram a vila de Nova Friburgo. O Brasil sabia, desde a permanência de Dom João VI, que era necessário ao seu desenvolvimento a vinda de trabalhadores de outras nacionalidades, especialmente agricultores alemães, com técnicas mais bem aperfeiçoadas, que se estabeleceriam no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina. O mentor dessa ideia de trazer o elemento estrangeiro livre foi de José Bonifácio de Andrada e Silva, o patriarca de nossa independência política. Ele aconselhava essa política como um meio eficaz de pôr termo à escravidão. E, assim, preconizou a organização de sociedades que promovessem a migração desses trabalhadores para o Império. No entanto, a ganância dos capitalistas, envolvidos com o tráfico de escravos, fez com que essa ideia do Patriarca da Independência não obtivesse sucesso. Como dissemos antes, só a partir da Lei Eusébio de Queirós é que, de certa forma, a mão-de-obra escrava começou a rarear e com isso elevado o preço dos escravos. Algumas províncias, especialmente do Nordeste que não se dedicavam à monocultura agrícola, começaram a vender seus escravos para a lavoura cafeeira desenvolvida entre as províncias do Rio de Janeiro e de São Paulo ao longo do vale do Rio Paraíba do Sul. Aconteceu, então, no segundo período imperial, a busca de mão de obra livre, especialmente da Europa. O escravismo, no Brasil, estava nos seus estertores. Os escravos ameaçavam abandonar as fazendas de café e eram responsáveis por grandes desperdícios por ocasião da colheita. Foi quando se intensificou a política de migrações européias para que o nosso País mantivesse a hegemonia de maior produtor mundial de café. É evidente que o movimento republicano recebeu grande apoio dos cafeicultores escravocratas. Eles ficaram contra o Império porque a Lei Áurea, de n° 3.353, sancionada pela regente Isabel, em 13 de maio de 1888, não lhes indenizou pelos escravos libertados.


Ensina Afonso Arinos de Melo Franco: "Contribuiu substancialmente para o desenvolvimento da propaganda (republicana) o descontentamento reinante entre os oficiais do Exército, em consequência das questões militares, surgidas a partir de 1883, e com a abolição da escravatura, em 1888, quando se bandearam para as fileiras republicanas muitos fazendeiros prejudicados com a perda de seus escravos e que esperavam poder conseguir uma indenização que compensasse seus prejuízos".


As questões militares vieram à tona em razão de incidentes surgidos com oficiais que faziam declarações à imprensa sobre assuntos políticos ou de natureza política. Esses oficiais eram punidos pelas autoridades que consideravam essas declarações como quebra da disciplina. Sena Madureira, tenente-coronel do Exército, esteve envolvido em três incidentes e num deles contou com a solidariedade do marechal de campo Manoel Deodoro da Fonseca. Este, por ter assinado um manifesto ao Parlamento e à Nação, em 14 de março de 1887, foi removido para Mato Grosso, fato que repercutiu desfavoravelmente, como uma tentativa do governo imperial de afastar o velho oficial do seio dos seus camaradas de farda. Também, parte da Igreja Católica, que era ligada ao Estado por laços constitucionais, se mostrava descontente com o regime imperial devido aos episódios conhecidos como a "Questão Religiosa", envolvendo os bispos D. Vital de Oliveira, de Olinda, e D. Antônio Macedo Costa, de Belém, que haviam proibido a filiação de católicos a entidades maçônicas, assim como a participação dos maçons em irmandades religiosas em suas dioceses. Depois de longo e tortuoso processo judicial, os dois prelados foram condenados à prisão em fortes do Rio de Janeiro. O papa, hesitante a princípio, acabaria apoiando os bispos em virtude da condenação deles. Tempos depois, os prelados foram anistiados e muitos católicos julgaram injusta a atitude do governo imperial durante o processo, uma vez que a presidência do Conselho de Ministros era exercida por um maçom, o visconde do Rio Branco e que não teria havido imparcialidade na apreciação o caso. Os bispos retornaram aos seus postos. Dom Vital, de Olinda, para recuperar a saúde abalada pelo processo e pelas humilhações sofridas, empreendeu viagem à Europa, só retornando morto à diocese da qual era titular.


O último fator que concorreu, sobremodo, para a queda do império brasileiro foi a dissolução da Câmara dos Deputados em junho de 1889. A partir de então, se sucederam, no Rio de Janeiro, principalmente, as manifestações republicanas. Incidentes de menor importância eram habilmente explorados pela imprensa, oferecendo farta munição aos propagandistas da mudança do regime. Até atentado contra a pessoa do imperador aconteceu em julho de 1889 sem maiores consequências. O visconde de Ouro Preto, que chefiava o governo, lutou desesperadamente para manter o status quo e conservar o prestígio do trono, mas foi atropelado pelas questões militar e religiosa e pela crise de mão de obra decorrente da libertação dos escravos.


Em setembro desse mesmo ano (1889), o marechal Deodoro, retornou, adoentado, à Corte após uma temporada cumprindo punição no insalubre Mato Grosso de então, sendo recebido com entusiasmo pelos os companheiros de farda que o tinham como o oficial-general com melhores condições de chefiar o golpe de estado republicano. No entanto, o Marechal Deodoro tinha um elevado respeito e porque não dizer temor reverencial pela figura do imperador. Lembrava a todo o momento que tinha chegado aonde chegou graças ao apoio de Dom Pedro que, atendendo súplicas do pai do meninote Manoel Deodoro, deu todo o apoio financeiro e moral para que ele cursasse a Escola Militar. Por esta razão, de natureza sentimental, o velho marechal Manoel Deodoro da Fonseca se recusava a liderar um atentado contra o regime imperial, pois não seria de maneira alguma razoável que ele traísse à memória do pai que o recomendou ao imperador como um jovem simples e acima de tudo disposto a seguir a carreira das armas e defender o império e seu imperador. Muitos foram os apelos para que Deodoro ficasse à frente das tropas rebeldes que derrubariam o regime de Dom Pedro II, seu protetor e financiador de sua carreira militar. Nos meses finais do ano de 1889, o marechal Deodoro era um trapo humano, vítima de intensa febre vesperal adquirida nos charcos mato-grossenses. No dia 15 de novembro de 1889, ele não tinha a menor condição de montar um fogoso cavalo e se dirigir ao Campo de Santana para diante de tropas fiéis, postadas diante do prédio do Ministério da Guerra, depor o gabinete ministerial presidido por Ouro Preto. Mas, para que o velho marechal montasse o cavalo, apesar de febril, foram necessárias muitas conversas entre elas uma que dizia que se o marechal não ficasse à frente do movimento outro oficial-general poderia tomar-lhe a frente e proclamar a República e com isso ficar numa boa situação para conquistar as melhores mulheres do Rio de Janeiro. Ao ouvir de seus camaradas o que lhe poderia advir, caso não tomasse a liderança do movimento, Deodoro esqueceu tudo que o imperador D. Pedro II havia feito por ele até chegar a um dos pináculos da carreira como marechal de campo e permitiu que lhe montassem num cavalo para em desfile se dirigir ao Ministério chefiado pelo  visconde de Ouro Preto e derrubar o regime sob os protestos do bravo barão de Ladário, ministro da Marinha, que apelou para o general Floriano Peixoto no sentido de desarmar os rebeldes. Em vão, pois Floriano, secretário geral da pasta da Guerra, não moveu nenhuma palha em favor do regime imperial e ainda disse para o barão que as bocas de fogo usadas na guerra do Paraguai foram contra o inimigo e não seriam usadas contra irmãos que se levantavam contra o regime imperial. Deodoro, através de um emissário, exigiu a renúncia coletiva dos ministros. Diante da recusa dos generais Floriano Peixoto e Almeida Barreto de enfrentar os rebeldes, o visconde de Ouro Preto, presidente do Conselho de Ministros, após consultar os membros do ministério, decidiu enviar um telegrama ao imperador, apresentando a exoneração coletiva do Gabinete.


Quando foi aberto o portão do Quartel General, Deodoro encontrou-se com Ouro Preto, tendo havido uma troca áspera de palavras. Os ministros receberam ordem para se retirar. Houve a seguir um desfile militar desde o campo da aclamação (hoje Praça da República) até o Arsenal de marinha. À tarde do mesmo dia, na Ilustríssima Câmara Municipal do Rio de Janeiro, foi lavrada uma ata solene da Proclamação da República e baixado o primeiro decreto. Enquanto isso, o imperador descia de Petrópolis e às três horas da tarde chegava ao Paço da Cidade, julgando ainda que a situação pudesse ser contornada com a formação de outro ministério. Segundo o professor Afonso Arinos de Melo Franco, "consultado o conselheiro Saraiva para que constituísse um novo Gabinete, mandou sondar o marechal Deodoro, cuja resposta foi incisiva: 'Diga ao Saraiva que é tarde'".


Alguns historiadores afirmam que Deodoro não tinha a intenção de destronar o imperador, mas apenas derrubar o gabinete. No entanto, na tarde desse mesmo dia 15 de novembro viu que não havia mais jeito e assumiu o governo com poderes ditatoriais


O Governo Provisório


Organizou-se, ainda na noite de 15 de novembro de 1889, o Governo Provisório, cuja chefia coube ao marechal Deodoro da Fonseca. Na tarde do dia seguinte, o imperador Dom Pedro II recebeu uma intimação para que deixasse o País, com toda sua família, no prazo de 24 horas. No entanto, esse prazo foi antecipado para evitar perturbações na ordem pública, de modo que na madrugada do dia 17 a família imperial embarcava para o exílio na Europa. Foram substituídos os presidentes de todas as então províncias por pessoas, geralmente militares, que gozassem da confiança do novo regime, que recebeu reconhecimento internacional a começar pelos governos da das repúblicas da Argentina e do Uruguai. A Rússia só veio a reconhecer o governo brasileiro após o falecimento de Dom Pedro II em 1891.


Os atos do Governo Provisório


O primeiro ato do Governo Provisório, baixado no dia 15 de novembro de 1889, nos mostra, de modo inequívoco, que a formatação de um regime republicano já vinha de longe e até os seus princípios básicos já estavam de há muito redigidos para a divulgação no momento oportuno. O decreto n° 1 vem assinado por Manoel Deodoro da Fonseca, como chefe do governo provisório, e os ministros Aristides da Silveira Lobo, Rui Barbosa, Quintino Bocaiuva, Benjamim Constant e Eduardo Wandenkolk. O decreto praticamente serviu de base para a constituição que seria promulgada em 24 de fevereiro de 1891, mas na sua ementa e no artigo primeiro comete um possível equívoco, talvez em razão da pressa, ao dizer: "Fica proclamada provisoriamente e decretada como forma de governo da nação brasileira - a República Federativa". O equívoco a que nos referimos diz respeito à proclamação "provisória" da República, salvo se a intenção do redator tivesse sido a de deixar a proclamação definitiva da República a cargo de um congresso constituinte que elaboraria a constituição.


As províncias de então foram promovidas erradamente à categoria de estado seguindo obviamente o paradigma norte-americano. Lá, inicialmente, havia 13 colônias, cada uma com seu governo próprio e que obedecia às ordens da metrópole em Londres. Então, para combater o inimigo comum, ou seja, o colonizador, as colônias resolveram se unir e declararam a independência. Cada uma das 13 colônias, depois erigidas em estados independentes, tinham leis civis e criminais diferentes como até hoje acontece. Essas províncias, evidentemente, após a guerra da independência, formaram um governo central para cuidar principalmente da defesa comum e das relações diplomáticas com outras nações. Então, foi um erro mudar o nome das províncias do império para estados. Até no nome do país os nossos primitivos republicanos imitaram o modelo norte-americano. Passamos a ser Estados Unidos do Brasil até que em 1967 a Constituição outorgada pelo regime militar mudou o nome da nossa pátria para República Federativa do Brasil. A antiga denominação "Estados Unidos do Brasil" era objeto de pilherias entre intelectuais e estudantes  nacionalistas ,nos anos 60 do século XX, quando muitos nos tratavam jocosamente como "Brasil dos Estados Unidos". Vê-se, portanto, que os Estados Unidos da América tiveram razões de natureza histórica para transformar suas antigas treze colônias em estados federados com leis próprias, podendo legislar sobre matéria civil e penal. Diferentemente de nossas províncias imperiais que tinham pouca autonomia e se sujeitavam à Corte do Rio de Janeiro que nomeava os seus presidentes. Para ser Estado na acepção do termo, um território tem que exercer a soberania sobre ele, o que não é o caso dos estados brasileiros. Mas, esse complexo de inferioridade parece incrustado no pensamento dos nossos políticos e estadistas que vivem da imitação, achando que o que é bom ou deu certo em outro país pode ser transplantado para o nosso. Nesse sentido, a falta de criatividade é plena, total. Em suma, o brasileiro é partidário daquele axioma que diz: "Na natureza, nada se cria, tudo se copia". Tudo aqui é copiado do estrangeiro. Ora,uma coisa pode dar certo no hemisfério boreal e não se adaptar às nossas condições pessoais e até de clima. Não se compreende como o jurisconsulto Rui Barbosa, primeiro vice-chefe que foi do Governo Provisório implantado em 15 de novembro de 1889, não tenha adjurado essa "copiação" dos antigos republicanos. Essa cópia descarada das instituições republicanas norte-americanas demonstrou a nossa total falta de criatividade.


O artigo segundo declarava que as províncias do Brasil, reunidas pelo laço da federação, ficavam constituindo os Estados Unidos do Brasil. O artigo seguinte dizia que cada um dos estados, "no exercício de sua legítima soberania" decretariam oportunamente a sua constituição definitiva, elegendo seus governantes e corpos deliberantes. Como se vê, neste artigo, o decreto instituidor da República já estava tomando deliberações próprias de uma assembléia constituinte e dizendo impropriamente que os tinham, para certas matérias, o exercício de "sua soberania legítima". Em verdade, o que os estados brasileiros sempre tiveram algo chamado de autonomia, ou seja, capacidade para legislar a respeito de certas matérias e dentro do seu território.  Essa autonomia estadual foi exercida durante quase toda nossa vida republicana, menos, principalmente, durante o Estado Novo de Getúlio Vargas que vigorou de 10 de novembro de 1937 até a promulgação da Constituição de 1946.


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Na próxima semana, prosseguiremos analisando os atos do Governo Provisório.


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Paua Amarelo PE 21 de março de 2009

Orlando Calado é bacharel em direito.


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Coluna 158 - 21/03/2009 - A República Brasileira de 1889, uma instituição militar positivista (1)
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Coluna 141 - 12/07/2008 - O presídio de Fernando de Noronha e seu regime jurídico no final do Império (1/3)
Coluna 140 - 05/07/2008 - As comarcas de Pernambuco, do Sertão e do Rio de S. Francisco e a separação da última da província de Pernambuco
Coluna 139 - 28/06/2008 - A extraordinária figura de Dom João VI, primeiro e único rei do Brasil
Coluna 138 - 21/06/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (25) - O trabalho servil e as suas conseqüências danosas que fazem do Brasil um país de povo pobre
Coluna 137 - 14/06/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (24) - A abolição da escravatura no Ceará, a povoação de Boa Viagem do Recife entre outros assuntos
Coluna 136 - 07/06/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (23) - A crise no abastecimento de água no Recife. Relatório do governo: as chuvas diminuem a bandidagem
Coluna 135 - 31/05/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (22) - O projeto de lei de Joaquim Nabuco abolindo a escravidão e a chamada Lei Saraiva que restringiu o voto
Coluna 134 - 24/05/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (21) - Ainda os efeitos da grande seca na Vila de S. Bento; o Ginásio Pernambucano em 1879
Coluna 133 - 17/05/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (20) - Os efeitos da grande seca em São Bento
Coluna 132 - 10/05/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (19) - A corrupçao na vida pública; o espírito empreendedor do barão de Mauá
Coluna 131 - 03/05/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (18) - A terrível seca dos três sete
Coluna 130 - 26/04/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (17) - A inauguração do palacete da rua da Aurora enquanto a febre amarela grassa em Pernambuco
Coluna 129 - 19/04/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (16) - A revolução nas comunicações e o desfecho da Questão Religiosa
Coluna 128 - 12/04/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (15) - Dom Vital e a Questão Religiosa
Coluna 127 - 05/04/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (14) - A Lei do Ventre Livre
Coluna 126 - 29/03/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (13) - A Guerra do Paraguai
Coluna 125 - 22/03/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (12) - A Guerra do Paraguai
Coluna 124 - 15/03/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (11)
Coluna 123 - 08/03/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (10)
Coluna 122 - 01/03/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (9)
Coluna 121 - 23/02/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (8)
Coluna 120 - 16/02/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (7)
Coluna 119 - 09/02/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (6)
Coluna 118 - 02/02/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (5)
Coluna 117 - 26/01/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (4)
Coluna 116 - 19/01/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (3)
Coluna 115 - 11/01/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (2) O Diario de Pernambuco na História do Brasil
Coluna 114 - 29/12/2007 - Pingos de história do Império Brasileiro (1) - A chegada ao Brasil da família imperial portuguesa
Coluna 113 - 22/12/2007 - A Bíblia, um livro de inúmeras histórias
Coluna 112 - 15/12/2007 - Fatos & gente são-bentenses de épocas diversas (34)
Coluna 111 - 08/12/2007 - Fatos & gente são-bentenses de épocas diversas (33)
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Coluna 109 - 24/11/2007 - Fatos & gente são-bentenses de épocas diversas (31)
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Coluna 107 - 10/11/2007 - Fatos & gente são-bentenses de épocas diversas (29)
Coluna 106 - 03/11/2007 - Fatos & gente são-bentenses de épocas diversas (28)
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Coluna 77 - 14/04/2007 - Fatos & gente são-bentenses das décadas de 1930 e 1940
Coluna 76 - 07/04/2007 - Uma breve visita à nossa querida São Bento do Una
Coluna 75 - 31/03/2007 - Planejamento familiar no Brasil: uma necessidade inadiável
Coluna 74 - 24/03/2007 - Hoje, meio século de uma tragédia são-bentense
Coluna 73 - 17/03/2007 - "Eu vi o mundo... Ele começava no Recife"
Coluna 72 - 10/03/2007 - Reminiscências de um menino de São Bento (7)
Coluna 71 - 03/03/2007 - Um fazendeiro são-bentense do século XIX
Coluna 70 - 24/02/2007 - O Rio de Janeiro será sempre o Rio de Janeiro
Coluna 69 - 17/02/2007 - Gilvan Lemos, simplesmente um escritor
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Coluna 67 - 03/02/2007 - A declaração universal dos direitos humanos
Coluna 66 - 27/01/2007 - A revolta da chibata
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Coluna 64 - 13/01/2007 - Apolônio Sales, um estadista de grande valor
Coluna 63 - 06/01/2007 - 2006: Um ano de saldo positivo apesar do pouco crescimento econômico
Coluna 62 - 30/12/2006 - A "Batalha da Borracha", um episódio esquecido da história do Brasil
Coluna 61 - 23/12/2006 - Alguns suicidas famosos (2/2)
Coluna 60 - 16/12/2006 - Alguns suicidas famosos (1/2)
Coluna 59 - 09/12/2006 - Aumentando os conhecimentos gerais (16)
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Coluna 56 - 18/11/2006 - Aumentando os conhecimentos gerais (14)
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Coluna 53 - 07/10/2006 - Modos de falar diferentes no Brasil e em Portugal (3/4)
Coluna 52 - 30/09/2006 - Modos de falar diferentes no Brasil e em Portugal (2/4)
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Coluna 32 - 01/04/2006 - Brasil, nova potência petrolífera mundial!
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Coluna 30 - 18/03/2006 - Biodiesel: um combustível social e ecológico
Coluna 29 - 11/03/2006 - Os livros de Sebastião Cintra
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Coluna 24 - 04/02/2006 - Aspectos gerais da lei de responsabilidade fiscal
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Coluna 22 - 21/01/2006 - Perfil demográfico no mundo rico
Coluna 21 - 14/01/2006 - Brasil, potência mundial em 2020
Coluna 20 - 07/01/2006 - Os gatunos da esperança
Coluna 19 - 31/12/2005 - Josué Severino, o mestre e a Banda Santa Cecília
Coluna 18 - 24/12/2005 - Reminiscências de um menino de São Bento (2)
Coluna 17 - 17/12/2005 - Pequenas idéias para o desenvolvimento de São Bento do Una
Coluna 16 - 10/12/2005 - Do Estado pouco ou nada espero
Coluna 15 - 04/12/2005 - A América do Sul e o nazismo
Coluna 14 - 27/11/2005 - A Venezuela bolivariana de hoje
Coluna 13 - 26/11/2005 - Reminiscências de um menino de São Bento (1)
Coluna 12 - 13/11/2005 - A crise argentina
Coluna 11 - 13/11/2005 - A saga de Delmiro Gouveia
Coluna 10 - 10/11/2005 - O velho na legislação brasileira
Coluna 9 - 31/10/2005 - O projeto São Francisco
Coluna 8 - 24/10/2005 - Correio eletrônico, maravilha do nosso tempo
Coluna 7 - 13/10/2005 - Um século sem presidente paulista
Coluna 6 - 09/10/2005 - O Grande Pronome 'Lhe' Morreu!
Coluna 5 - 29/09/2005 - Brasil 2005 - Uma Economia Mais Forte
Coluna 4 - 22/09/2005 - As Vestais da Moralidade Pública
Coluna 3 - 15/09/2005 - Mordomia & Nepotismo
Coluna 2 - 07/09/2005 - Tratamento de Excelência
Coluna 1 - 07/08/2005 - Hiroshima - uma covardia inominável


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