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Coluna 74: Hoje, meio século de uma tragédia são-bentense
Publicada dia 24 de Março de 2007

Hoje, meio século de uma tragédia são-bentense

O ano de 1957 começou bem com a família são-bentense se confraternizando e renovando votos de prosperidade. O dia de Reis não foi menos animado. A Banda Musical Santa Cecília sob a batuta do genial mestre Josué Severino desfilou cedinho pelas ruas, acordando a meninada para o grande dia. Padre João Rodrigues de Melo estava feliz porque os criadores são-bentenses foram bem mais generosos no oferecimento de novilhos, garrote, cabras e ovelhas para o tradicional leilão em benefício da paróquia do Senhor Bom Jesus. A cidade estava pronta para comemorar a sua maior data. Barraquinhas de frutas como maça, pêra e carambola deixavam a meninada de água na boca. Essas frutas só apareciam nas festas de fim de ano. Os carrosséis com seus cavalinhos eram empurrados por “motores de feijão”, ao som de uma sanfona tocada por Jerônimo da Baixa, o homem brabo de uma música só, que padre João Rodrigues, o vigário, jocosamente, a batizou de “O pavão de Zé de Sena”. A matutada chega feliz à sede municipal e enche as bodegas e bares da cidade a fim de degustar aquele famoso vinho “São João” ou o não menos famoso vinho de “Jurubeba”. Outros preferiam a branquinha, onde se destacavam as afamadas marcas “Tupi”, “Chora na rampa”, “Serra Grande”.

A mercearia e vidraçaria de Zé Manso era famosa por seu tradicional aperitivo “A moreninha”, uma mistura de várias substâncias entre as quais o cravo, a canela e outras cascas que lhe dava uma coloração de envelhecimento, mas capaz de derrubar o mais destemido apreciador das diversas especialidades à base de álcool. Em Zé Manso, poderíamos muito bem apreciar um razoável vinho do Rio Grande do Sul que ele importava em barris e engarrafava no próprio estabelecimento com os rótulos enviados pelo fabricante. Também em Zé Manso, poderíamos adquirir aquele famoso bacalhau que vinha numas pequenas barriquinhas encarnadas, procedentes talvez da terra dos nossos avoengos, Portugal.

Lá na frente do sobrado, que fica ao lado da torre da igreja-matriz, observamos a figura elegante do primeiro e não único general nascido em São Bento, João Augusto de Siqueira, trajando o seu traquejado e bem engomado uniforme branco de gala do Exército brasileiro e ostentando comendas e medalhas com as quais fora agraciado. Ele era irmão da diretora escolar Esterzinha e de dona Emília, administradora da banda musical. O general sempre foi um incentivador da banda de música, fundada por alguns dos seus antepassados no distante ano de 1854. Sempre que havia renovação do instrumental das bandas militares do Exército, o general reservava os instrumentos usados e os mandava para recuperação, oferecendo-os depois à Santa Cecília, formadora de excelentes músicos. Tempos bons e românticos aqueles em que os militares tinham orgulho de envergar suas fardas, pois eram coisas que infundiam respeito e admiração a todos, especialmente aos meninos que sonhavam um dia poder vestir aqueles trajes, diferentemente de hoje, onde os uniformes de gala só são usados nas solenidades militares.

Do outro lado da cidade, na famosa Barriguda dos Coquinhos, Horácio e sua zabumba e pífanos fazia a alegria do dia de Reis, lapada após lapada de aguardente, seguidas daquelas cusparadas de longa distância. Lembro-me de ter visto o mestre Josué Severino, também elegantemente uniformizado, ser homenageado por Horácio e seus companheiros de zabumba com a famosa peça musical “A briga do cachorro com a onça”. Ao final o mestre de música pagou uma rodada de vinho “São João” e se retirou, pois sabia que mais tarde estaria a postos para abrilhantar o baile festivo do União Sport Club, depois de comandar o bombardino de Zé de Neco na procissão de Reis.

Na Padaria Sertaneja o movimento é grande e as meninas se desdobram em atender os fregueses com seus pedidos de pão e das bolachas Primor e Sertaneja. Num canto do estabelecimento, há sempre uma cadeira que é ocupada cativamente pelo padre João Firmino, amigo do proprietário Adalberto Paiva e freqüentador assíduo da padaria para um papo sobre política ou para passar em revista os acontecimentos do País. João FirminofCabral de
Andrade foi pároco são-bentense nos anos 1930 e depois suspenso das ordens, todavia tinha permissão do bispo da diocese de Garanhuns para celebrar a missa dominical das seis horas da manhã, freqüentada geralmente pelas pessoas mais antigas da cidade. Padre João Firmino era fazendeiro no município e proprietário de um Ford 1929 e nunca deixou de usar a sua batina preta que, de tão surrada, já apresentava sinais de desbotamento.

O mês de março de 1957 começou muito promissor com as sempre bem esperadas chuvas "fechando o verão. No dia 3, um domingo de carnaval, o “Bloco dos solteiros” desfilou, animadamente, na chuva pelas ruas de São Bento. Lembro-me muito bem dessa agremiação organizada por Lelé Cintra. A vestimenta dos componentes era bastante simplória. Moças e rapazes trajavam saia ou calça branca e camisas feitas com um tecido em listras horizontais vermelhas e brancas, comprado na loja de dona Eurídice e de seu Osvaldo. As alpargatas “Roda” eram a coqueluche da época e calçava os componentes do bloco. Estes, nos desfiles, portavam cartazes em que mostravam os preços do feijão, farinha, café, carne e outros itens. E cantavam uma marchinha que dizia: “Casamento é loteria... pra quê, pra quê eu fui casar? Solteiro sem dinheiro, farrei o ano inteiro, casado só tem conta pra pagar. O meu pai sempre dizia pra filharada escutar, casamento é loteria pra quê eu fui casar?”. À noite, no União Sport Club uma verdadeira batalha de confetes e serpentinas dava um colorido todo especial ao baile. A orquestra não parava de tocar aqueles frevos e marchinhas maravilhosos da década de 1950. “Evocação”, de Nélson Ferreira, foi a mais executada. Os lança-perfumes, comprados no Recife ou ganhos nas roletas instaladas na antiga Praça Barão do Rio Branco, tinham a sua oportunidade de serem usados. Naquela época o União era pequeno e aconchegante. Além da batalha de confetes e serpentinas, havia também a de lança-perfumes que deixava o ambiente cada vez mais aromatizado. Nos intervalos, os músicos aproveitavam para beber aquelas cervejas quentes e intragáveis, vez que a refrigeração era por demais precária com gelo fornecido pela Souza Valença. A turma mais jovem que estudava fora apreciava a mistura de coca-cola com rum, ou “Cuba libre”, bebida da qual meu paladar jamais aceitou. Os mais acanhados para entrar no salão tinham que aspirar um pouco de lança-perfume. No dia seguinte, era que víamos como o pessoal de São Bento apreciava a beberagem. Havia uma enorme quantidade de litros e garrafas vazias de cerveja, gasosa, guaraná, frisante, Martini, uísque.

Depois do carnaval, as chuvas continuaram. Os roçados já estavam devidamente preparados para receber as sementes de feijão, milho, jerimum, melancia. As perspectivas de “lucro” na atividade agrícola eram grandes naquele ano de 1957. O rio Una transbordava, vencendo os paredões do açude Velho que sangrava, fazendo com que muita gente fosse à “barragem”, mais embaixo, para observar o murmurar das águas ligeiras, carregando tábuas, arbustos e estacas das cercas que se faziam dentro do rio para demarcar cercados. No sítio de meu pai, nos Apeninos, o rio Una trazia alegria para a meninada que se divertia nos poços mais rasos. O piquenique era feito nas areias brancas e finas da margem do rio. Como de costume, nestes casos, cada menino e menina levava o seu lanche.

Três semanas após o domingo de carnaval de 1957, isto é, no dia 24 de março, algumas moças de diversas famílias são-bentenses combinaram em se banhar no sítio Caldeirão, então uma propriedade de Alfredo Cavalcante Cintra (1900-1963), banhado pelas águas barrentas do rio Una, aproveitando o dia ensolarado. Segundo relato de Sebastião Cintra (1922-2004), no esboço genealógico da sua família: “O rio estava cheio e profundo; algumas colegas atiraram-se precipitadamente às águas e foram surpreendidas pelo abismo insondável do poço, pois não sabiam nadar; e gritavam, em tumulto, pedindo ajuda. Lenita não vacilou. Nadadora exímia, lançou-se ao abismo, em socorro das que se afogavam. Qual Iara protetora e misteriosa, salvou as amigas, à custa de esforço inaudito, em conseqüência do qual veio a baquear, submergindo para nunca mais voltar à tona; seu corpo só foi encontrado algumas horas depois. Esta, a tragédia de sua vida, seu derradeiro e fatal sacrifício. Imolou-se em doação aos outros. Perdeu a vida resgatando vidas”.


A notícia do infausto acontecimento deixou São Bento do Una de luto. O fim da tarde e a noite daquele trágico domingo foram de profunda tristeza, com as pessoas lamentando o inesperado acontecimento. Ninguém poderia imaginar como uma moça forte e decidida, aos 28 anos e uma semana de vida, pudesse deixar-se vencer pela força das águas. É de se imaginar o pânico estabelecido naquele que seria apenas um divertido piquenique onde o banho de rio era o item principal do programa. No dia do sepultamento, o povo de São Bento do Una acorreu em massa para prestar a sua última homenagem à professora Lenita Fontes Cintra. O autor destas despretensiosas linhas em homenagem ao cinqüentenário de morte de Lelé e demais componentes do “Bloco dos solteiros” conduziram o pesado esquife até a derradeira morada daquela que tinha tudo para se firmar como uma das mais bem sucedidas educadoras são-bentenses. Mas, como tragédia é tragédia e como tal um acontecimento imprevisível, deixemos de lado assunto tão triste para falarmos um pouco mais sobre a querida mestra.

Lenita Fontes Cintra, mais conhecida como Lelé Cintra, era uma moça vistosa, cheia de vida. Lembro-me do seu andar firme pelas ruas da cidade. Gostava de usar saias rodadas e blusas. Tinha um jeitinho todo especial no andar, posto que os seus antebraços se projetavam para dentro, provocando movimentos graciosos. Era bonitona, pescoço alongado e elegante, plena de vitalidade, espírito inquieto e uma vontade incoercível de ajudar o próximo e de vencer todos os obstáculos que se lhe aparecessem em seu caminho. Uma bela mulher, de brilho invulgar. Vaidosa, usava brincos e adornava seu belo colo com um tracelim de ouro, guarnecido de pedraria, com a medalha da santa de sua devoção. Como era uma mulher prática, usava cabelos curtos, muito mais fáceis de cuidar em razão de suas múltiplas atividades sociais e profissionais como zelosa mestra. Seu olhar era profundo, penetrante e seu rosto um conjunto perfeito, onde pontificavam seus lábios bem delineados e o nariz afilado. Lenita, com o decorrer do tempo, seria a substituta segura de dona Esterzinha Siqueira, pois tinha espírito de liderança e capacidade para futuramente dirigir o grupo escolar. Se tivesse sobrevivido àquela catástrofe são-bentense de triste memória, hoje, dia 24 de março de 2007, ela estaria com exatos 78 anos e uma semana de vida. Porém, quis o destino que ela nos deixasse tão cedo e de maneira heróica, ou seja, salvando vidas em detrimento de sua própria existência. Mesmo mais novo quase onze do que ela, Lelé era minha amiga que não chegou a me ministrar aulas em São Bento, pois terminei o primário em dezembro de 1952, nas Escolas Reunidas Dom Moura, hoje Grupo Escolar Rodolfo Paiva, com dona Ademilde Paiva, de quem tenho boas lembranças quando, no fim do curso, ela ofertou uma pequena medalha de São Jorge para todos os seus alunos, entre eles Cadoca, Dodora e Betinha de Brasa. Os nomes dos outros colegas, infelizmente, não me lembro. Porém, um dia ainda irei aos arquivos do grupo escolar para saber do nome dos outros. A turma era pequena, devia ter por volta de quinze ou vinte alunos.

Mas, para encerramos estas linhas, voltemos à nossa heroína. Lenita Fontes Cintra, dita Lelé, nasceu, em 18/03/1929, na cidade de São João que na época era distrito de Garanhuns, exatamente no sítio Olho d´água da Onça, sendo o último rebento dos onze filhos do casal Joaquim Cintra Valença (1884-1940) e de Vitória Fontes Cintra. Fez o antigo curso primário em São Bento, nas Escolas reunidas Barbosa Lima, concluindo-o em 1942. No ano seguinte, passou a estudar em Garanhuns, no Colégio Santa Sofia, onde terminou o antigo curso ginasial (1946) e o curso normal (1949).

Por interferência de Elias Cintra Valença, seu tio, foi designada professora primária por ato do governador Alexandre José Barbosa Lima Sobrinho (1897-20000), que governou Pernambuco de 1948 a 1951. Sua cadeira localizava-se no Grupo Escolar Rodolfo Monteiro Paiva, em São Bento do Una, onde ensinou até os últimos dias de sua curta vida.

Anos depois, o recém-fundado ginásio municipal adotou o seu nome como uma justa homenagem do povo são-bentense. Mais adiante, a escola foi incorporada ao patrimônio estadual, permanecendo com o nome de nossa inesquecível heroína.

Da eternidade onde você se encontra, Lenita, continue com seu espírito de solidariedade e peça a intercessão dos maiorais daí para que guarde e proteja o povo deste País de tantas desigualdades e injustiças e que os políticos, ministros, magistrados, procuradores, senadores, deputados, vereadores pensem mais no povo do que nos seus próprios salários e verbas indenizatórias, no nepotismo imoral que assola os poderes da República, onde é comum vermos juízes e tribunais descumprindo as leis quando não lhes são favoráveis ou parlamentares reajustando na calada da noite os seus subsídios. Esse dinheiro que nos é tirado à força, em forma de impostos, deve ter um parcimonioso emprego e não deve servir para nomear dezenas de familiares e amigos para cargos de assessorias nos parlamentos em geral, os popularmente chamados “aspones”, porque sabemos que essa gente, na sua grande maioria, é perfeitamente dispensável.

Renovamos nossas homenagens à heroína Lenita Fontes Cintra pela passagem do cinqüentenário da grande tragédia que enlutou o povo de São Bento do Una.



E-mail:

OrlandoCalado@yahoo.com.br

São Bento do Una PE 24 de março de 2007

Orlando Calado é bacharel em direito.


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