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Coluna 95: Fatos & gente são-bentenses de épocas diversas (17)
Publicada dia 18 de Agosto de 2007

Fatos & gente são-bentenses de épocas diversas (17)

Neste ensaio, a título de curiosidade histórica, discorreremos a respeito do orçamento municipal para o exercício de 1900, último ano do século XIX, decretado pelo Conselho Municipal da Vila de São Bento. As despesas do município foram fixadas em sete contos e trezentos e setenta e um mil réis (Rs 7:371$000).

O prefeito e os agentes arrecadadores tinham seus estipêndios fixados em percentagens sobre o total da despesa, ao passo que outros servidores públicos tinham vencimento ou ordenado pré-fixados, de conformidade com a natureza dos seus cargos.

Naquele tempo, na organização judiciária do Estado, havia a figura dos juizes municipais, dos escrivães e do porteiro de auditório. Na parte criminal, esses magistrados funcionavam como juízes de instrução, prolatando sentenças de pronúncia e recorrendo, de ofício, ao juiz da Comarca, este remunerado pelo tesouro estadual.

Vejamos nas linhas seguintes as despesas e as respectivas fontes de receita para saber o que o contribuinte são-bentense de então era obrigado a sustentar, ou seja, quantos bovinos, carneiros, bodes, e porcos seriam sacrificados para consumo local ou vendidos para outras localidades; quantas sacas de milho, feijão e farinha, ou rolos de fumo ou tabletes de rapadura seriam necessários para sustentar a máquina administrativa e judicial da vila, com prefeito, conselheiros e juizes municipais, tesoureiro, secretário, agentes arrecadadores? A grande verdade é que a máquina estatal custava caro e beneficiava, quase sempre, uma pequena camada de privilegiados. Urgia, pois, arrancar do indefeso contribuinte tudo o que fosse necessário para manter a estrutura de governo e de poder político.

“Governo Municipal – Lei n. 31 (Orçamento Municipal)

O Conselho Municipal de S. Bento decreta:

Art. 1º A despesa deste município para o exercício de 1900 é orçada em Rs 7:371$000 pela maneira determinada nas verbas seguintes:

1. Percentagem devida ao prefeito................................................ 441$000
2. Vencimento do seu secretário................................................. 600$000
3. Percentagem aos 1º e 2º agentes arrecadadores que exercerão
as funções de fiscal, cordeador, aferidor e administrador do
Cemitério Público.................................................................... 1.050$000
4. Ordenado de um guarda municipal.......................................... 360$000
5. Aluguel do prédio onde funciona a prefeitura e o expediente 120$000
6. Vencimentos do Secretário do Conselho............................... 800$000
7. Vencimentos do Tesoureiro................................................... 600$000
8. Vencimentos do Porteiro dos Auditórios, que será o mesmo
do Conselho e da Prefeitura................................................. 100$000
9. Aluguel do prédio onde funciona o Conselho e o expediente 160$000
10. Assinatura do “Diário” e publicações............................... 200$000
11. Júri e eleições................................................................... 150$000
12. Custas judiciais................................................................ 200$000
13. Gratificação do Escrivão do Júri....................................... 360$000
14. Iluminação da Vila............................................................ 500$000
15. Ordenado do Juiz do 1º distrito......................................... 300$000
16. Gratificação do Escrivão com a obrigação de atender as
autoridades policiais.......................................................... 200$000
17. Ordenado do Juiz do 2º distrito.......................................... 200$000
18. Gratificação do Escrivão do mesmo.................................. 100$000
19. Limpeza da Vila................................................................ 180$000
20. Eventuais........................................................................... 200$000
21. Subvenção à biblioteca da Sociedade 21 de Março............... 150$000
22. Melhoramentos municipais............................. ............ .......... 400$000
Total........... 7:371$000”.

Para fazer face a tão volumosa despesa, existia um complicado e ao mesmo tempo arcaico sistema tributário em que se levava em consideração a dívida ativa formada pelos débitos não pagos pelos munícipes referentes a exercícios anteriores, assim como o chamado imposto de sangue, o imposto predial, de indústria e de profissões, as licenças e emolumentos, além de aferições de pesos e balanças.

Então, as fontes de receita se constituíam basicamente de impostos, taxas, licenças e emolumentos, prevendo todo tipo de atividade econômica susceptível de cobrança e todos os municípios de então seguiam este padrão de orçamento que não deixava escapar nenhuma operação de natureza econômica. Igualmente, a título de curiosidade enumeramos a seguir as fontes de receita, esta orçada em valor igual ao da despesa.

1 – Dívida ativa;
2 – Gado abatido e imposto de sangue;
3 – Aferição e revisão;
4 – Imposto predial, de indústria e profissões;
5 – Licenças e emolumentos;
6 – Impostos cobrados no Mercado e nas feiras;
7 – Dízimo do gado vacum, cavalar e muar;
8 – Multas; e,
9 – 5% sobre todas as contribuições para consertos e reparos de açudes.

Para a cobrança dos impostos e taxas havia várias e detalhadas tabelas, sendo que em determinadas situações o produto da arrecadação era dividido entre determinados agentes públicos, como veremos linhas adiante:

A Tabela 1 referia-se a “Gado abatido e imposto de sangue”, arrecadado da seguinte forma: 1 – de cada rês abatida para consumo público ou particular cobravam-se 4$500 (quatro mil e quinhentos réis); 2 – por cabeça de gado vacum exposto à venda nos açougues públicos e particulares, cobravam-se $500 (quinhentos réis); 3 – por cabeça de gado lanígero e suíno nas condições acima, cobravam-se $200 (duzentos réis).

A Tabela 2 referia-se a “Aferição e revisão” e era assim detalhada: 4 – por um metro, 3$000 (três mil réis); 5 – por balança comum até 25 kg, 3$000 (três mil réis); 6 – idem até 50 kg, 4$000 (quatro mil réis); 7 – balança de mais de 50 kg, por 10 kg a mais, 1$000 (um mil réis); 8 – por balança decimal, 6$000 (seis mil réis); 9 – por balança centesimal, 7$000 (sete mil réis); 10 – por peso de 1kg ou fração, $200 (duzentos réis); 11 – por peso maior que 1 kg cada kg, $100 (cem réis); 12 – por litro ou fração de litro, $100 (cem réis).

A Tabela 3 referia-se a “Imposto predial, de indústria e profissão” e era assim detalhada: 13 – 10% da décima urbana sobre o valor locativo do prédio, nihil (nada); 14 – por cada conto de réis ou fração de um conto sobre o capital em giro de estabelecimento de fazendas na vila e no povoado de Cachoeirinha, cobravam-se 3$000 (três mil réis); 15 – idem em qualquer outro lugar do município, 2$000 (dois mil réis); 16 – por estabelecimento de gêneros do país ou de secos e molhados, 15$000 (quinze mil réis); 17 – por tenda de sapateiro, ferreiro, funileiro ou qualquer outro artista, 4$000 (quatro mil réis); 18 – idem, fora da vila e povoados, 3$000 (três mil réis); 19 – por cartório de escrivão, tabelião, distribuidor etc, 6$000 (seis mil réis); 20 – por máquina a vapor para qualquer mister, 50$000 (cinqüenta mil réis); 21 – por bolandeira, 30$000 (trinta mil réis); 22 – por padaria, 20$000 (vinte mil réis); 23 – por casa de fazer farinha, 5$000 (cinco mil réis); 24 – por engenhoca de fazer rapadura etc, 15$000 (quinze mil réis); 25 – por cada cavalar empregado em condução por aluguel, 1$000 (um mil réis).

A Tabela 4 referia-se a “Licenças e Emolumentos” e era assim pormenorizada: 26 – Para vender bebidas alcoólicas em qualquer estabelecimento comercial, 16$000 (dezesseis mil réis); 27 – Idem nos demais lugares do município, 6$000 (seis mil réis); 28 – Para vender drogas e medicamentos estrangeiros e nacionais, 10$000 (dez mil réis); 29 – Para edificar ou reedificar na vila e povoado além do imposto de arruamento e cordeação, 5$000 (cinco mil réis); 30 – Para demolir prédios ou fazer consertos que precisem de andaimes, 5$000 (cinco mil réis); 31 – Para colocar nas ruas materiais enquanto se fazem obras sem embaraçar o trânsito público, 4$000 (quatro mil réis); 32 – Por metro corrente de arruamento quando seja necessária a cordeação, $200 (duzentos reis); 33 – Para ter fábrica de fogo de artifício, 15$000 (quinze mil réis); 34 – Para vender pólvora ou outra matéria inflamável, 25$000 (vinte e cinco mil réis); 35 – Para dar espetáculo de qualquer natureza, 5$000 (cinco mil réis); 36 – Para ter quiosques ou quitandas, 3$000 (três mil réis); 37 – Para armar botequins nas festas, 1$000 (um mil réis); 38 – Para vender objetos de ouro, prata ou pedras preciosas em qualquer lugar do município, sendo o vendedor-ambulante de outro município, 70$000 (setenta mil réis); 39 – Vendedor-ambulante de fazendas de outro município, 70$000 (setenta mil réis); 40 – Vendedor-ambulante de miudezas de outro município, 40$000 (quarenta mil réis); 41 – Para qualquer negociante do município mascatear nas feiras e no mercado, 10$000 (dez mil réis); 42 – Para comprar algodão em caroço, 30$000 (trinta mil réis); 43 – Se o comprador for de município estranho, 150$000 (cento e cinqüenta mil réis); 44 – Para comprador ambulante de cereais (que nas feiras e no mercado só poderá fazer transações depois das 3 horas da tarde, 50$000 (cinqüenta mil réis); 45 – Para ter gado vacum, cavalar e muar soltos no município, sendo de outro, para refazer, por cabeça, 1$000 (um mil réis); 46 – Por cada boiadeiro do município, 15$000 (quinze mil réis); 47 – Para comprar peles, 30$000 (trinta mil réis); 48 – Para alugar cercados de 3$000 a 6$000, 30$000 (trinta mil réis); 49 – Para ter olaria. 5$000 (cinco mil réis); 50 – Para ter curtumes em lugares permitidos, 5$000 (cinco mil réis); 51 – Para construir catacumbas para adultos, 10$000 (dez mil réis); 52 – Idem para párvulos, 5$000 (cinco mil réis); 53 – Para exumação de restos mortais, 5$000 (cinco mil réis); 54 – Por certidão não passando de página, 3$000 (três mil réis); 55 – Por página que exceder de uma, 2$000 (dois mil réis); 56 – Por um ano de busca, não se contando além de 10, 3$000 (três mil réis); 57 – Termo de fiança ou responsabilidade, 10$000 (dez mil réis); 58 – Por cada animal recolhido ao depósito municipal, 10$000 (dez mil réis).

A Tabela 5 referia-se a “Impostos cobrados nas feiras e no mercado” e estava assim pormenorizada: 59 – Por carga de farinha, milho, feijão, queijos, cordas, cocos, esteiras, louça de barro e frutas, $300 (trezentos réis); Por carga de café, $600 (seiscentos réis); 61 – Por carga de carne de sol, de charque, bacalhau, rapadura, açúcar e sal, $500 (quinhentos réis); 62 – Por carga de aguardente afora a licença de n. 27 da Tabela 4, 1$000 (um mil réis); 63 - Por carga de mel, $400 (quatrocentos réis); 64 – Fumo em corda, rolo, $400 (quatrocentos réis); 65 – Para vender sapatos vindos de outro município, $200 (duzentos réis); 66 – Para vender selas e caronas, $200 (duzentos réis); 67 – Idem de outros municípios, $300 (trezentos réis); 68 – Para vender foices, machados, etc, $500 (quinhentos réis); 69 – Por cabeça de animal cavalar ou muar vendido nas feiras, 1$000 (um mil réis).
As meias cargas pagam metade das taxas respectivas.

“Disposições Gerais
Artigo 1° - A presente lei começará a ter vigor em 1° de janeiro de 1900.

Artigo 2° - O lançamento de todos os impostos será feito nos primeiros 15 dias do mês de janeiro, marcado o prazo improrrogável de 20 dias para reclamações.

Artigo 3° - Findo o prazo para as reclamações e decididas estas pelo Prefeito, ordenará ele a arrecadação imediata, sem multa, dentro de 30 dias a contar da data da publicação do edital, findo os quais será concedido ainda o prazo de 20 dias para fazer o pagamento com multa de 10%.
Parágrafo único – Findos estes prazos, serão os impostos cobrados com mais 10% de multas, concedendo-se para esse fim mais 15 dias, depois dos quais proceder-se-á a cobrança executiva.

Artigo 4° - Para fazer a efetiva cobrança dos impostos e das multas, poderá o Fiscal apreender mercadorias, em porção suficiente, as quais serão depositadas, lavrando-se o respectivo termo.
Parágrafo único – Findo o prazo de 48 horas sem que sejam pagos, imposto e multa, o Prefeito ordenará a venda das mercadorias em hasta pública, em sua presença, e depois de descontada do produto da mesma venda a importância devida, será restituída a diferença, se for reclamada por quem de direito.

Artigo 5º - Todos os impostos excetuados os cobrados nas feiras, serão arrecadados mediante recibos impressos em livros de talos, numerados e rubricados pelo Prefeito.

Artigo 6º - A falta de lançamento de imposto não isenta o contribuinte do respectivo pagamento, tanto do imposto como da multa, quando lhe seja exigido.

Artigo 7º - Fica o Prefeito autorizado a entrar em acordo com os devedores do município dos exercícios anteriores para o fim de dar-lhes um abate até 20% se vierem saldar suas contas até o dia 31 de março.
Parágrafo único - Findo este prazo proceder-se-á executivamente a cobrança de toda a dívida ativa.

Artigo 8° - A cobrança executiva do município será feita de acordo com a lei do Estado que regula a espécie.

Artigo 9º - Os arrecadadores municipais prestarão contas quinzenalmente à vista do livro de talões.

Artigo 10º - Os emolumentos dos ns. 55, 56 e 57 da Tabela n. 4 serão do funcionário respectivo.

Artigo 11 – Dos emolumentos do n. 58 da mesma Tabela n. 4, terá o Tesoureiro, e dos ns. 59 e 60, metade caberá ao encarregado do Depósito Municipal.

Artigo 12 – Os proprietários dos prédios situados no perímetro da vila que até o fim do mês de maio não tiverem consertado os passeios de suas casas, nem f eito a limpeza externa das mesmas, inclusive dos muros respectivos, será imposta a juízo do Prefeito a multa de 30$000 a 60$000.

Artigo 13 – Fica o Prefeito autorizado a criar o Depósito Municipal e dar-lhe o respectivo regulamento, assim como a usar das medidas as mais severas, conforme regulamentos em vigor, em benefício da higiene e limpeza públicas.

Artigo 14 – A contribuição de 5% a que refere-se esta Lei será entregue ao Tesoureiro por intermédio do Presidente do Conselho Municipal, para os devidos fins.

Artigo 15 – Fica o Prefeito autorizado a abrir cré3diuto para satisfazer qualquer despesa urgente não prevista na presente Lei.

Artigo 16 – O dízimo do gado vacum, cavalar, muar e ovelhum será de 1 por 10, pagando os pontos de gado vacum, cavalar ou muar 2$000 por ponto e os de ovelhum e cabrum $100.

Artigo 17 – Continuam em vigor todas as disposições das leis orçamentárias anteriores que não sejam contrárias as desta Lei.

Artigo 18 – Nos casos omissos em que não esteja estipulada a multa por infração das posturas, ou qualquer outra disposição de lei municipal, será de 30$000 a 50$000, conforme a natureza da infração, a juízo do Prefeito.

Artigo 19 – Revogam-se as disposições em contrário.

Conselho Municipal de S. Bento, 22 de dezembro de 1899.
João d´Oliveira Cintra, Presidente
Luiz Salustiano dos Santos
José Francisco de Souza Paisinho

Publique-se. Prefeitura Municipal de S. Bento, em 26 de dezembro de 1899.
Gregório Simões de Macedo, Prefeito”.

Transcrito o orçamento municipal para aquele longínquo ano de 1900, o observador, por mais desatento que seja, verificará que as despesas da municipalidade com pessoal montavam quase 70%, ou para sermos exatos, 69,3%. A estrutura de pessoal da vila era por demais pesada, ou, em última análise o gasto com pessoal muito elevado. Pouco dinheiro da arrecadação era destinado a investimentos, ou seja, apenas míseros 400$000, ou 5,4% da arrecadação prevista. E nesta rubrica estava a construção de um “Depósito Municipal” para receber os animais soltos e arrecadar mercadorias apreendidas pela autoridade fiscal.

Nenhum real antigo era destinado à educação ou mesmo à construção de rústicas escolas rurais para tirar o povo da ignorância e da cegueira cultural. A municipalidade ainda se dava ao luxo de alugar dois imóveis para o funcionamento da Prefeitura e do Conselho Municipal, talvez por sair mais em conta do que comprar ou construir prédios próprios para esses órgãos de governo.

A verba para a compra de querosene e manutenção dos lampiões era de 500$000 (quinhentos mil réis) e a iluminação da vila era de qualidade conforme atestou o Dr. Antônio Gonçalves Maia, do jornal " Província", numa visita a diversas localidades do interior de Pernambuco. A limpeza da vila, ou seja, o recolhimento do lixo e a capinação, ficava em torno de 180$000 (cento e oitenta mil réis), ou 2,5% da despesa total prevista. As despesas eventuais montavam 200$000 (duzentos mil réis), ou 2,7% do total. Englobamos em “Outras Despesas” as rubricas orçamentárias “Subvenção à Biblioteca da Sociedade 21 de Março”, as despesas com “Júri e Eleições”, “Custas Judiciais” e “Assinatura do Diário e outras publicações”, totalizando 700$000 (setecentos mil réis) ou 9,5% da despesa total. Em última análise, o poder público nada fazia em benefício da população em geral, pois sugava do contribuinte quase 70% da arrecadação para pagamento dos funcionários e dirigentes municipais.

Ainda pela peça orçamentária que é objeto desta perfunctória análise, chega-se à conclusão de que a manutenção da justiça municipal com seus cartórios e serventuários não era para fazer parte da estrutura municipal, pois além de pagar salários irrisórios aos juízes dos dois distritos de então (São Bento e Cachoeirinha), seus recursos seriam mais bem aproveitados na educação do povo pobre do município, tirando-o da escuridão do analfabetismo.

De qualquer forma, o orçamento municipal de S. Bento é uma pequena amostra do empreguismo generalizado em que o setor público foi vítima desde os tempos coloniais a ponto de modernamente a Lei de Responsabilidade Fiscal impor limite para gastos com pessoal.

O orçamento municipal de S. Bento para o ano de 1900 revela que o Estado, no sentido amplo do termo, esteve sempre a serviço das elites dirigentes e muito longe de atender as reais necessidades do povo mais carente de coisas básicas como educação e saúde.

Assim, repetimos, quantas vacas, cavalos, jumentos, carneiros e ovelhas tiveram que ser sacrificados ou vendidos para arrecadar o horroroso “Imposto do Sangue” e com ele pagar os vencimentos do prefeito, presidente do conselho, juízes, tesoureiro, secretário, arrecadadores, guarda municipal e tantos outros servidores que pouco ou nada tinham de dar em retorno à população, ressalvando-se apenas a iluminação e a limpeza da vila, elogiadas pelos visitantes?

Em última análise, São Bento de 1900 era uma fiel miniatura do Brasil com suas mazelas e com os privilégios de uma minoria que tudo fazia e até hoje faz para alcançar o poder e com isso usufruir as benesses das posições de mando.


E-mail
orlandocalado@yahoo.com.br

Fotos recentes de São Bento: acesse a página www.orlandocalado.flogbrasil.terra.com.br e faça os seus comentários.


Pau Amarelo PE 18 de agosto de 2007




Pau Amarelo PE 18 de agosto de 2007

Orlando Calado é bacharel em direito.


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Coluna 179 - 09/09/2009 - A República Brasileira de 1889, uma instituição militar positivista (22)
Coluna 178 - 02/09/2009 - A República Brasileira de 1889, uma instituição militar positivista (21)
Coluna 177 - 26/08/2009 - A República Brasileira de 1889, uma instituição militar positivista (20)
Coluna 176 - 19/08/2009 - A República Brasileira de 1889, uma instituição militar positivista (19)
Coluna 175 - 12/08/2009 - A República Brasileira de 1889, uma instituição militar positivista (18)
Coluna 174 - 05/08/2009 - A República Brasileira de 1889, uma instituição militar positivista (17)
Coluna 173 - 29/07/2009 - A República Brasileira de 1889, uma instituição militar positivista (16)
Coluna 172 - 22/07/2009 - A República Brasileira de 1889, uma instituição militar positivista (15)
Coluna 171 - 16/07/2009 - A República Brasileira de 1889, uma instituição militar positivista (14)
Coluna 170 - 08/07/2009 - A República Brasileira de 1889, uma instituição militar positivista (13)
Coluna 169 - 01/07/2009 - A República Brasileira de 1889, uma instituição militar positivista (12)
Coluna 168 - 25/06/2009 - A República Brasileira de 1889, uma instituição militar positivista (11)
Coluna 167 - 17/06/2009 - A República Brasileira de 1889, uma instituição militar positivista (10)
Coluna 166 - 09/06/2009 - A República Brasileira de 1889, uma instituição militar positivista (9)
Coluna 165 - 27/05/2009 - A República Brasileira de 1889, uma instituição militar positivista (8)
Coluna 164 - 17/05/2009 - A República Brasileira de 1889, uma instituição militar positivista (7)
Coluna 163 - 29/04/2009 - A República Brasileira de 1889, uma instituição militar positivista (6)
Coluna 162 - 22/04/2009 - A República Brasileira de 1889, uma instituição militar positivista (5)
Coluna 161 - 15/04/2009 - A República Brasileira de 1889, uma instituição militar positivista (4)
Coluna 160 - 08/04/2009 - A República Brasileira de 1889, uma instituição militar positivista (3)
Coluna 159 - 01/04/2009 - A República Brasileira de 1889, uma instituição militar positivista (2)
Coluna 158 - 21/03/2009 - A República Brasileira de 1889, uma instituição militar positivista (1)
Coluna 157 - 25/02/2009 - S. Bento do Una, um breve passeio ao longo de sua história (14) (final da série)
Coluna 156 - 22/11/2008 - S. Bento do Una, um breve passeio ao longo de sua história (13)
Coluna 155 - 08/11/2008 - S. Bento do Una, um breve passeio ao longo de sua história (12)
Coluna 154 - 25/10/2008 - S.Bento do Una, um breve passeio ao longo de sua história (11)
Coluna 153 - 18/10/2008 - São Bento do Una, um breve passeio ao longo de sua história (10)
Coluna 152 - 11/10/2008 - S. Bento do Una, um breve passeio ao longo de sua história (9)
Coluna 151 - 27/09/2008 - S. Bento do Una, um breve passeio ao longo de sua história (8)
Coluna 150 - 20/09/2008 - S. Bento do Una, um breve passeio ao longo de sua história (7)
Coluna 149 - 13/09/2008 - São Bento do Una, um breve passeio ao longo de sua história (6)
Coluna 148 - 06/09/2008 - S. Bento do Una, um breve passeio ao longo de sua história (5)
Coluna 147 - 30/08/2008 - São Bento do Una, um breve passeio ao longo de sua história (4)
Coluna 146 - 24/08/2008 - São Bento do Una, um breve passeio ao longo de sua história (3)
Coluna 145 - 16/08/2008 - São Bento do Una, um breve passeio ao longo de sua história (2)
Coluna 144 - 09/08/2008 - São Bento do Una, um breve passeio ao longo de sua história (1)
Coluna 143 - 02/08/2008 - O presídio de Fernando de Noronha e seu regime jurídico no final do Império (3/3)
Coluna 142 - 19/07/2008 - O presídio de Fernando de Noronha e seu regime jurídico no final do Império (2/3)
Coluna 141 - 12/07/2008 - O presídio de Fernando de Noronha e seu regime jurídico no final do Império (1/3)
Coluna 140 - 05/07/2008 - As comarcas de Pernambuco, do Sertão e do Rio de S. Francisco e a separação da última da província de Pernambuco
Coluna 139 - 28/06/2008 - A extraordinária figura de Dom João VI, primeiro e único rei do Brasil
Coluna 138 - 21/06/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (25) - O trabalho servil e as suas conseqüências danosas que fazem do Brasil um país de povo pobre
Coluna 137 - 14/06/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (24) - A abolição da escravatura no Ceará, a povoação de Boa Viagem do Recife entre outros assuntos
Coluna 136 - 07/06/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (23) - A crise no abastecimento de água no Recife. Relatório do governo: as chuvas diminuem a bandidagem
Coluna 135 - 31/05/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (22) - O projeto de lei de Joaquim Nabuco abolindo a escravidão e a chamada Lei Saraiva que restringiu o voto
Coluna 134 - 24/05/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (21) - Ainda os efeitos da grande seca na Vila de S. Bento; o Ginásio Pernambucano em 1879
Coluna 133 - 17/05/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (20) - Os efeitos da grande seca em São Bento
Coluna 132 - 10/05/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (19) - A corrupçao na vida pública; o espírito empreendedor do barão de Mauá
Coluna 131 - 03/05/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (18) - A terrível seca dos três sete
Coluna 130 - 26/04/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (17) - A inauguração do palacete da rua da Aurora enquanto a febre amarela grassa em Pernambuco
Coluna 129 - 19/04/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (16) - A revolução nas comunicações e o desfecho da Questão Religiosa
Coluna 128 - 12/04/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (15) - Dom Vital e a Questão Religiosa
Coluna 127 - 05/04/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (14) - A Lei do Ventre Livre
Coluna 126 - 29/03/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (13) - A Guerra do Paraguai
Coluna 125 - 22/03/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (12) - A Guerra do Paraguai
Coluna 124 - 15/03/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (11)
Coluna 123 - 08/03/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (10)
Coluna 122 - 01/03/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (9)
Coluna 121 - 23/02/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (8)
Coluna 120 - 16/02/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (7)
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Coluna 117 - 26/01/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (4)
Coluna 116 - 19/01/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (3)
Coluna 115 - 11/01/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (2) O Diario de Pernambuco na História do Brasil
Coluna 114 - 29/12/2007 - Pingos de história do Império Brasileiro (1) - A chegada ao Brasil da família imperial portuguesa
Coluna 113 - 22/12/2007 - A Bíblia, um livro de inúmeras histórias
Coluna 112 - 15/12/2007 - Fatos & gente são-bentenses de épocas diversas (34)
Coluna 111 - 08/12/2007 - Fatos & gente são-bentenses de épocas diversas (33)
Coluna 110 - 01/12/2007 - Fatos & gente são-bentenses de épocas diversas (32)
Coluna 109 - 24/11/2007 - Fatos & gente são-bentenses de épocas diversas (31)
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Coluna 106 - 03/11/2007 - Fatos & gente são-bentenses de épocas diversas (28)
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Coluna 77 - 14/04/2007 - Fatos & gente são-bentenses das décadas de 1930 e 1940
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Coluna 75 - 31/03/2007 - Planejamento familiar no Brasil: uma necessidade inadiável
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Coluna 73 - 17/03/2007 - "Eu vi o mundo... Ele começava no Recife"
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Coluna 70 - 24/02/2007 - O Rio de Janeiro será sempre o Rio de Janeiro
Coluna 69 - 17/02/2007 - Gilvan Lemos, simplesmente um escritor
Coluna 68 - 10/02/2007 - A Great Western da minha meninice: uma pequena história
Coluna 67 - 03/02/2007 - A declaração universal dos direitos humanos
Coluna 66 - 27/01/2007 - A revolta da chibata
Coluna 65 - 20/01/2007 - A revolta da vacina
Coluna 64 - 13/01/2007 - Apolônio Sales, um estadista de grande valor
Coluna 63 - 06/01/2007 - 2006: Um ano de saldo positivo apesar do pouco crescimento econômico
Coluna 62 - 30/12/2006 - A "Batalha da Borracha", um episódio esquecido da história do Brasil
Coluna 61 - 23/12/2006 - Alguns suicidas famosos (2/2)
Coluna 60 - 16/12/2006 - Alguns suicidas famosos (1/2)
Coluna 59 - 09/12/2006 - Aumentando os conhecimentos gerais (16)
Coluna 58 - 02/12/2006 - Aumentando os conhecimentos gerais (15)
Coluna 57 - 25/11/2006 - Congresso Nacional perdulário, povo paupérrimo
Coluna 56 - 18/11/2006 - Aumentando os conhecimentos gerais (14)
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Coluna 54 - 14/10/2006 - Modos de falar diferentes no Brasil e em Portugal (4/4)
Coluna 53 - 07/10/2006 - Modos de falar diferentes no Brasil e em Portugal (3/4)
Coluna 52 - 30/09/2006 - Modos de falar diferentes no Brasil e em Portugal (2/4)
Coluna 51 - 23/09/2006 - Modos de falar diferentes no Brasil e em Portugal (1/4)
Coluna 50 - 16/09/2006 - Aumentando os conhecimentos gerais (12)
Coluna 49 - 09/09/2006 - Aumentando os conhecimentos gerais (11)
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Coluna 36 - 29/04/2006 - Os planetas e seus satélites
Coluna 35 - 22/04/2006 - As impropriedades do quotidiano do brasileiro (2)
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Coluna 33 - 08/04/2006 - Nome de rua não deve ser mudado
Coluna 32 - 01/04/2006 - Brasil, nova potência petrolífera mundial!
Coluna 31 - 25/03/2006 - Reminiscências de um menino de São Bento (4)
Coluna 30 - 18/03/2006 - Biodiesel: um combustível social e ecológico
Coluna 29 - 11/03/2006 - Os livros de Sebastião Cintra
Coluna 28 - 04/03/2006 - Um sábado sangrento no Recife
Coluna 27 - 25/02/2006 - O início do resgate da nossa dívida social
Coluna 26 - 18/02/2006 - Fim da pobreza mundial até 2015
Coluna 25 - 11/02/2006 - Reminiscências de um menino de São Bento (3)
Coluna 24 - 04/02/2006 - Aspectos gerais da lei de responsabilidade fiscal
Coluna 23 - 28/01/2006 - Pernambuco começa a sair da letargia
Coluna 22 - 21/01/2006 - Perfil demográfico no mundo rico
Coluna 21 - 14/01/2006 - Brasil, potência mundial em 2020
Coluna 20 - 07/01/2006 - Os gatunos da esperança
Coluna 19 - 31/12/2005 - Josué Severino, o mestre e a Banda Santa Cecília
Coluna 18 - 24/12/2005 - Reminiscências de um menino de São Bento (2)
Coluna 17 - 17/12/2005 - Pequenas idéias para o desenvolvimento de São Bento do Una
Coluna 16 - 10/12/2005 - Do Estado pouco ou nada espero
Coluna 15 - 04/12/2005 - A América do Sul e o nazismo
Coluna 14 - 27/11/2005 - A Venezuela bolivariana de hoje
Coluna 13 - 26/11/2005 - Reminiscências de um menino de São Bento (1)
Coluna 12 - 13/11/2005 - A crise argentina
Coluna 11 - 13/11/2005 - A saga de Delmiro Gouveia
Coluna 10 - 10/11/2005 - O velho na legislação brasileira
Coluna 9 - 31/10/2005 - O projeto São Francisco
Coluna 8 - 24/10/2005 - Correio eletrônico, maravilha do nosso tempo
Coluna 7 - 13/10/2005 - Um século sem presidente paulista
Coluna 6 - 09/10/2005 - O Grande Pronome 'Lhe' Morreu!
Coluna 5 - 29/09/2005 - Brasil 2005 - Uma Economia Mais Forte
Coluna 4 - 22/09/2005 - As Vestais da Moralidade Pública
Coluna 3 - 15/09/2005 - Mordomia & Nepotismo
Coluna 2 - 07/09/2005 - Tratamento de Excelência
Coluna 1 - 07/08/2005 - Hiroshima - uma covardia inominável


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