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Coluna 59: Aumentando os conhecimentos gerais (16)
Publicada dia 09 de Dezembro de 2006

Aumentando os conhecimentos gerais (16)

Iniciamos o artigo falando um pouco a respeito deste mito nordestino, o Padre Cícero, um poderoso homem que exerceu a política sempre em favor dos pobres e dos desvalidos e que também é considerado um ecologista, um visionário, quando a humanidade ainda pensava que poderia agredir a natureza à vontade, pois se acreditava que os recursos naturais eram infinitos. Simples na sua magnitude, e em todos os seus aspectos, são as palavras de Cícero aos sertanejos, dando conselhos de como melhor se preservar dos rigores das secas. O homem rude das caatingas certamente assimilou algum conhecimento como: represar rios, plantar algarobeiras e cajueiros e não tocar fogo no roçado. No entanto, o sertão, ainda, não se transformou na mata verde que o sacerdote preconizava nas suas prédicas e sermões. O assunto seguinte está muito em moda na atualidade, ou seja, a construção de muros e cercas em diversas partes do mundo, sendo de se destacar a cerca da vergonha que será erigida pelo governo de Bush ao longo da fronteira com o México a pretexto de evitar a passagem de “hispânicos” para o Eldorado americano. A seguir tentamos explicar alguma coisa a respeito do maniqueísmo, um misto de religião e filosofia que se fundamenta no Bem (Deus) em oposição ao Mal (o Diabo). Nessa religião, só salva aquele que tiver o conhecimento. E para terminar uma historinha a respeito do nascimento do “minuto de silêncio”, homenagem esta nascida em Portugal, em 1912, por ocasião da morte do Barão do Rio Branco, ministro das Relações Exteriores do Brasil. Os parlamentares da recém-proclamada República Portuguesa foram convidados pelo presidente dos trabalhos a ficar dez minutos em profundo silêncio em homenagem ao grande brasileiro.



PADRE CÍCERO: VISIONÁRIO, POLÍTICO E ECOLOGISTA – Figura central dentro de um quadro de messianismo no Nordeste, ao lado de Antônio Conselheiro, Cícero Romão Batista foi um mantenedor ativo das tradições místicas e ascéticas da Idade Média ibérica. Era natural do Crato, então Província do Ceará, e sua certidão de batismo apontava 23 de março de 1844 como a data do seu nascimento. No seminário, mesmo com o voto contrário do reitor, que o censurava por sua propensão a visões, conseguiu ordenar-se sacerdote. Em 1872, foi designado capelão de Tabuleiro Grande, hoje Juazeiro do Norte, um lugarejo pobre de 300 habitantes e completamente esquecido pelo governo provincial. Nos começos, o jovem Cícero Romão dedicou-se a um apostolado de propensões místicas, sendo que a partir de 1891 começou a circular notícias a respeito de seus milagres. Em 1889, aconteceu um fato inusitado: o padre ao dar a comunhão a uma fiel viu a hóstia se transformar em sangue. Sendo que o fenômeno repetiu-se em público várias vezes. Um certo médico, em documento com firma reconhecida em cartório, afirmou que examinou a mulher e que se tratava realmente de um milagre. A partir de então, começaram as romarias a Juazeiro do Norte. Pessoas pobres e portadoras de aleijões, feridas não cicatrizavéis e doenças de diversos tipos começaram a fluir, vindos do Ceará e estados vizinhos. Alguns dos romeiros mais abastados ofereciam animais, jóias e propriedades à paróquia em agradecimento por milagrosas curas. Em 1897, acusado de heresia, Cícero Romão foi sumariamente suspenso das ordens religiosas e enviado a Roma para se justificar perante os tribunais eclesiásticos. Só em 1908, com o processo de suspensão confirmado, Cícero regressou a Juazeiro do Norte. No entanto, o tiro saiu pela culatra e a viagem a Roma só fez aumentar-lhe a fama e o renome de milagreiro. Em 1911, Juazeiro recebeu os foros de município, com padre Cícero sendo nomeado prefeito pelo governador do estado. A essa altura, o lugar já era importante centro artesanal graças ao fluxo cada vez maior de visitantes. Na República velha, a instabilidade política era uma constante, sendo que vários mandatários foram depostos por movimento sediciosos, como foi o caso do governador cearense Antônio Pinto Nogueira Acióli, derrubado e sucedido pelo coronel Marcos Franco Rabelo. Como o padre Cícero havia sido nomeado prefeito pelo governador deposto, o novo mandatário o exonerou da prefeitura de Juazeiro. O ato do governador golpista fez com que Floro Bartolomeu, médico baiano e correligionário de Cícero Romão, viajasse ao Rio de Janeiro para pedir a interferência do senador Pinheiro Machado, eminência parda da política brasileira da época, para que interferisse junto a quem de direito com vistas a depor Franco Rabelo. De volta ao Ceará, Floro comandou o ataque ao quartel da Força Pública (atual Polícia Militar) de Juazeiro em dezembro de 1913. Três dias após, uma assembléia popular o nomeou presidente interino do sul do Ceará. Ao saber que o movimento sedicioso tinha o apoio do padre Cícero Romão Batista, o governador Rabelo ordenou ao sacerdote o restabelecimento da ordem ao que o sacerdote respondeu que não podia evitar que o povo se defendesse. O exército de jagunços, recrutado entre cangaceiros e romeiros, ergueu trincheiras para defender Juazeiro e repeliu os ataques da força estadual. Convencidos de que “o homem abençoado pelo padre Cícero não morria de bala”, os rebeldes marcharam contra Fortaleza, saqueando as cidades ao longo do percurso. Em março de 1914, o governo da República decretou a intervenção no Ceará e destituiu o governador golpista. E o conflito político teve fim. Cícero acabou por se tornar o maior agricultor do Cariri. Depois, foi eleito vice-governador e deputado federal e só não foi governador porque recusou deixar sua cidade de Juazeiro do Norte. No entanto, o declínio político do padre Cícero se tornou visível em razão da Revolução de três de outubro de 1930, juntamente com grande parte do cangaço muito presente no interior do Nordeste. Hoje, o padre Cícero é venerado como um santo, mesmo repudiado pela Igreja, desde o longínqüo Amazonas até a Bahia. Na atualidade, estuda-se a beatificação dele que já conta com a simpatia do papa e de altas autoridades do Vaticano. O padre Cícero veio a falecer aos noventa anos, exatamente no dia 20 de julho de 1934. Como ecologista primitivo, defendeu a natureza, o represamento de rios e riachos e por fim exortou os sertanejos a plantar algarobas, cajueiros e sábias por todo o Nordeste para mudar a paisagem agreste do semi-árido. Ele merece todo o nosso respeito e homenagens.

MUROS, MURALHAS E CERCAS – Na história da humanidade, muralhas, muros e cercas não se constituem em novidades. Na Idade Média, senhores feudais protegiam não apenas seus castelos, mas as cidades que controlavam com portentosos muros de pedra para a defesa dos ataques bárbaros. A cidade de Almeida, em Portugal, a sete quilômetros da fronteira com a Espanha, foi construída pelos árabes e possui gigantescas muralhas e túneis para a circulação e defesa da cidade. No século XIII, esta cidadela foi conquistada por Payo Guterres que mais tarde foi autorizado pelo rei de Portugal a usar o apelido de Almeida em razão do seu notável feito, expulsando os muçulmanos daquela porção portuguesa. Os muros da cidade de Almeida têm o traçado de um duplo polígono estrelado de mais de oitocentos anos. Na Ásia, encontramos a grande muralha da China. Ela foi construída para deter os bárbaros mongóis que viviam ao norte do país. É uma obra tão monumental que pode ser divisada do espaço pelos astronautas. Consta que a grande muralha foi concluída no século II antes de nossa era, após a primeira unificação do império chinês e cobre uma extensão de 2.400 quilômetros, porém recentemente foram descobertas extensões da obra em ruínas. A muralha tinha dupla função: a) proteger a população civil e as colheitas e b) servir como meio rápido de comunicação entre pontos distantes. A altura da muralha oscila entre seis e oito metros e largura entre seis metros na base e cinco no topo. A gigantesca obra não cumpriu sua finalidade defensiva, porém serviu para separar, durante séculos, a cultura chinesa da cultura mongol. Na atualidade, a muralha serve de atrativo turístico na grande república do Oriente, mas em lugares de pouca ou nenhuma fiscalização está havendo uma verdadeira destruição da milenar obra, com a retirada de pedras para utilização em construção. Ao contrário dos muros que tentavam impedir ataques de exércitos inimigos ou a fuga em massa de alemães orientais para o lado de Berlim ocidental, democrática e mais rica, nota-se, pois, que os muros da atualidade têm outras finalidades, tal seja impedir o fluxo de imigrantes de um país pobre para um país rico (caso da fronteira dos Estados Unidos/México) ou para evitar ataques de terroristas (caso de Israel/Palestina). Ultimamente, Israel, para se proteger das intifadas palestinas, em 2002, decidiu construir um muro ao longo de sua fronteira com a Cisjordânia. É uma obra de alto custo com uma extensão em torno de 365 quilômetros e que não respeita certos trechos de propriedade dos palestinos. A motivação para tão estúpida obra seria evitar a passagem de terroristas e armas para atacar Israel. No entanto, a Anistia Internacional condenou veemente o muro, alegando que afetaria a vida de 270 mil palestinos, impedindo o acesso da população para o trabalho, hospitais e escolas, além do impacto econômico que a obra proporcionará e que será sentido por muito tempo. A Corte Internacional de Justiça, sediada em Haia, Países Baixos, chegou a se pronunciar como ilegal a obra israelense em 2005, mas, como sempre, Israel não interrompeu a obra, assim como não atende outras resoluções da ONU visando à paz naquela região. Em setembro de 2006, outro muro despertou a indignação: o congresso norte-americano aprovou o início das obras para a construção de uma muralha (que eles eufemisticamente chamam de cerca) na fronteira dos Estados Unidos/México, com o evidenyte propósito de conter o fluxo de imigrantes do México, do Caribe e de países da América do Sul e Central. A fronteira entre os dois povos é de 3.200 quilômetros, sendo que a “cerca” terá, apenas, 1.100 quilômetros, com dispositivos de alarme e sensores. É uma tentativa de impedir que o contingente de 34 milhões de “hispânicos” aumente. No século XVIII, o México perdeu em guerra ou com anexações ilegais imensos territórios, como a rica Califórnia, o Texas e o Novo México. Então, é justo que o mexicano possa tentar ganhar a vida em terras que já pertenceram, de direito, ao seu país. Além de tudo, esse gasto de bilhões de dólares poderia ser aplicado no próprio México e em países americanos com a abertura de indústrias para gerar emprego, renda e desenvolvimento humano. Esquecem os norte-americanos que o fluxo “hispânico”, embora menos atrativo e custoso, poderá ser feito através da longa fronteira com o Canadá. Para algumas autoridades, o muro não vai conseguir parar com a imigração. A raiz do problema é a diferença entre situações de extrema pobreza e os países ricos. Enquanto os ricos não tratarem da distribuição de renda, o problema não diminuirá. Os imigrantes sempre conseguirão superar as barreiras colocadas pelos países ricos. Ninguém, em princípio, deixa sua terra por deixar.Quase sempre o que se almeja são melhores condições de vida, ganhar dinheiro enfrentando os piores serviços e fazer seu pé-de-meia para uma possível volta. Por estes dias, o mundo tomou conhecimento de que a poderosa China, que já tem “know how” milenar, planeja erigir um muro na fronteira com sua vizinha e aliada Coréia do Norte. O objetivo é fácil de concluir: coibir a imigração ilegal norte-coreana. A construção de muros parece que não pára por aí. Na Índia, o governo já começou as obras de uma cerca de três quilômetros na fronteira com Bengladesh, de minoria muçulmana. Algumas partes já estão concluídas como na região de Bengal. A justificativa é conter o tráfico de humanos e de mercadorias. Hoje, entre os países não se pretende construir pontes para uni-los, mas muros, muralhas e cercas. Cercas ou muros para conter os mais pobres que não podem sonhar com dias melhores. Recentemente, os republicanos, partidários de George W. Bush, celebraram a sanção presidencial da lei que autoriza a polêmica construção da chamada “cerca”, orçada em 1,2 bilhão de dólares americanos, cobrindo 1.121 quilômetros de fronteira com o “hispânico” e subdesenvolvido México. Sabe-se que o Partido Democrata, bem como os de origem hispânica e a própria Igreja Católica se mostraram profundamente consternados com a obra. O até então presidente do México, Vicente Fox, afirmou que “trata-se de uma amostra da incapacidade dos Estados Unidos de tratarem a emigração como um assunto de co-responsabilidade “ entre os dois países. O México afirmou, na ocasião, que irá contestar a decisão nas Nações Unidas. Cremos que apenas para constar e firmar posição, porque tanto os Estados Unidos como Israel são useiros e vezeiros em desconhecer resoluções da própria ONU. O que se precisa, antes de tudo, não é construir muralhas, muros ou cercas e sim promover a justiça social em todo o mundo globalizado, ajudando, no que for possível, os povos pobres a se fixarem, com um mínimo de dignidade, em seus próprios territórios. Ninguém, repetimos, emigra simplesmente por emigrar. A maioria o faz por uma necessidade premente de ganhar dinheiro, mesmo, em muitos casos, desenvolvendo atividades penosas e recusadas pelos nativos. Porém, no caso deles, o que importa é ganhar dinheiro honestamente para, mais tarde, voltar ao seu país de origem e se estabelecer como patrão. Eles querem ganhar dignidade que lhes permitam sonhar com novos horizontes. É o caso dos descendentes brasileiros de japoneses, que apesar de enfrentarem o preconceito de ser estrangeiro, não obstante possuam traços fisionômicos e nomes nipônicos, são discriminados. Sofrem humilhações, mas são benéficos ao País, porque enviam milhões e milhões de dólares, por ano, para suas famílias no nosso País e aplicam sua poupança em imóveis e negócios, visando a um futuro mais digno.

MANIQUEÍSMO – Trata-se de uma doutrina preconizada por Maniqueu, na Pérsia (hoje Irã), no ano de 216 de nossa era. A doutrina baseia-se na concepção dualista do mundo com a fusão de espírito e matéria, que representam, pela ordem, o bem e o mal. Na sua juventude, sentiu-se chamado por um anjo para pregar nova religião (Tal qual Maomé que, em 650 da nossa era, teria tido uma visão do anjo Gabriel, o qual revelou a religião que iria fundar). Ele, Maniqueu, era muito pretensioso e acreditava ser o último profeta. Pretendia fundar uma religião ecumênica e universal. O maniqueísmo ensina que a vida terrena é dolorosa e perversa. Por sua própria concepção de luta entre o “bem” e o “mal”, o maniqueísmo dedicou-se à intensa atividade missionária. Por rejeitar tudo o que é material, o maniqueísmo não admitia nenhum tipo de rito nem símbolos materiais externos. O maniqueísmo floresceu no Império Romano quando as religiões romanas foram esvaziadas pelos sucessivos fracassos nas colheitas e nas guerras de conquista. O maniquísmo teve adeptos na Índia, China, África e sul da Espanha. O maniqueísmo é um tipo de filosofia dualista segundo a qual a salvação depende do conhecimento da verdade espiritual. Os dicionários definem a doutrina segundo a qual o Universo foi criado e é dominado por dois princípios antagônicos e irredutíveis: Deus ou o bem absoluto, e o mal absoluto ou o Diabo. É, pois, uma doutrina que se funda em princípios opostos, bem e mal.

MINUTO DE SILÊNCIO – Essa homenagem, que se presta a alguém por ocasião do seu falecimento, teve origem em Portugal. Sabedores da morte do insigne Barão do Rio Branco, a novel Assembléia da República Portuguesa, em fevereiro de 1912, suspendeu os trabalhos por dez minutos em respeito ao estadista que conduziu a diplomacia brasileira de 1902 a 1912, resolvendo pendências de fronteira, amigavelmente, com todos os vizinhos, incluindo até o Equador. Com a Bolívia, o Barão do Rio Branco negociou a compra do Acre que foi incorporado à República brasileira. Com o passar dos tempos, nossos patrícios portugueses reduziram a homenagem para dois minutos. Na atualidade, esse procedimento se tornou universal, com maior visibilidade antes do início de importantes jogos de futebol, reduzindo-se a homenagem a apenas um minuto de silêncio. E ainda dizem que os irmãos portugueses não são inventivos.


Pau Amarelo PE quatro de novembro de 2006



E-mail: orlandocalado@yahoo.com.br

Pau Amarelo PE 9 de dezembro de 2006

Orlando Calado é bacharel em direito.


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Coluna 158 - 21/03/2009 - A República Brasileira de 1889, uma instituição militar positivista (1)
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Coluna 136 - 07/06/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (23) - A crise no abastecimento de água no Recife. Relatório do governo: as chuvas diminuem a bandidagem
Coluna 135 - 31/05/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (22) - O projeto de lei de Joaquim Nabuco abolindo a escravidão e a chamada Lei Saraiva que restringiu o voto
Coluna 134 - 24/05/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (21) - Ainda os efeitos da grande seca na Vila de S. Bento; o Ginásio Pernambucano em 1879
Coluna 133 - 17/05/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (20) - Os efeitos da grande seca em São Bento
Coluna 132 - 10/05/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (19) - A corrupçao na vida pública; o espírito empreendedor do barão de Mauá
Coluna 131 - 03/05/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (18) - A terrível seca dos três sete
Coluna 130 - 26/04/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (17) - A inauguração do palacete da rua da Aurora enquanto a febre amarela grassa em Pernambuco
Coluna 129 - 19/04/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (16) - A revolução nas comunicações e o desfecho da Questão Religiosa
Coluna 128 - 12/04/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (15) - Dom Vital e a Questão Religiosa
Coluna 127 - 05/04/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (14) - A Lei do Ventre Livre
Coluna 126 - 29/03/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (13) - A Guerra do Paraguai
Coluna 125 - 22/03/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (12) - A Guerra do Paraguai
Coluna 124 - 15/03/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (11)
Coluna 123 - 08/03/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (10)
Coluna 122 - 01/03/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (9)
Coluna 121 - 23/02/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (8)
Coluna 120 - 16/02/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (7)
Coluna 119 - 09/02/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (6)
Coluna 118 - 02/02/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (5)
Coluna 117 - 26/01/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (4)
Coluna 116 - 19/01/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (3)
Coluna 115 - 11/01/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (2) O Diario de Pernambuco na História do Brasil
Coluna 114 - 29/12/2007 - Pingos de história do Império Brasileiro (1) - A chegada ao Brasil da família imperial portuguesa
Coluna 113 - 22/12/2007 - A Bíblia, um livro de inúmeras histórias
Coluna 112 - 15/12/2007 - Fatos & gente são-bentenses de épocas diversas (34)
Coluna 111 - 08/12/2007 - Fatos & gente são-bentenses de épocas diversas (33)
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Coluna 109 - 24/11/2007 - Fatos & gente são-bentenses de épocas diversas (31)
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Coluna 106 - 03/11/2007 - Fatos & gente são-bentenses de épocas diversas (28)
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Coluna 78 - 21/04/2007 - A Guarda Nacional da Vila e Município de São Bento
Coluna 77 - 14/04/2007 - Fatos & gente são-bentenses das décadas de 1930 e 1940
Coluna 76 - 07/04/2007 - Uma breve visita à nossa querida São Bento do Una
Coluna 75 - 31/03/2007 - Planejamento familiar no Brasil: uma necessidade inadiável
Coluna 74 - 24/03/2007 - Hoje, meio século de uma tragédia são-bentense
Coluna 73 - 17/03/2007 - "Eu vi o mundo... Ele começava no Recife"
Coluna 72 - 10/03/2007 - Reminiscências de um menino de São Bento (7)
Coluna 71 - 03/03/2007 - Um fazendeiro são-bentense do século XIX
Coluna 70 - 24/02/2007 - O Rio de Janeiro será sempre o Rio de Janeiro
Coluna 69 - 17/02/2007 - Gilvan Lemos, simplesmente um escritor
Coluna 68 - 10/02/2007 - A Great Western da minha meninice: uma pequena história
Coluna 67 - 03/02/2007 - A declaração universal dos direitos humanos
Coluna 66 - 27/01/2007 - A revolta da chibata
Coluna 65 - 20/01/2007 - A revolta da vacina
Coluna 64 - 13/01/2007 - Apolônio Sales, um estadista de grande valor
Coluna 63 - 06/01/2007 - 2006: Um ano de saldo positivo apesar do pouco crescimento econômico
Coluna 62 - 30/12/2006 - A "Batalha da Borracha", um episódio esquecido da história do Brasil
Coluna 61 - 23/12/2006 - Alguns suicidas famosos (2/2)
Coluna 60 - 16/12/2006 - Alguns suicidas famosos (1/2)
Coluna 59 - 09/12/2006 - Aumentando os conhecimentos gerais (16)
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Coluna 57 - 25/11/2006 - Congresso Nacional perdulário, povo paupérrimo
Coluna 56 - 18/11/2006 - Aumentando os conhecimentos gerais (14)
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Coluna 54 - 14/10/2006 - Modos de falar diferentes no Brasil e em Portugal (4/4)
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Coluna 52 - 30/09/2006 - Modos de falar diferentes no Brasil e em Portugal (2/4)
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Coluna 36 - 29/04/2006 - Os planetas e seus satélites
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Coluna 33 - 08/04/2006 - Nome de rua não deve ser mudado
Coluna 32 - 01/04/2006 - Brasil, nova potência petrolífera mundial!
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Coluna 30 - 18/03/2006 - Biodiesel: um combustível social e ecológico
Coluna 29 - 11/03/2006 - Os livros de Sebastião Cintra
Coluna 28 - 04/03/2006 - Um sábado sangrento no Recife
Coluna 27 - 25/02/2006 - O início do resgate da nossa dívida social
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Coluna 24 - 04/02/2006 - Aspectos gerais da lei de responsabilidade fiscal
Coluna 23 - 28/01/2006 - Pernambuco começa a sair da letargia
Coluna 22 - 21/01/2006 - Perfil demográfico no mundo rico
Coluna 21 - 14/01/2006 - Brasil, potência mundial em 2020
Coluna 20 - 07/01/2006 - Os gatunos da esperança
Coluna 19 - 31/12/2005 - Josué Severino, o mestre e a Banda Santa Cecília
Coluna 18 - 24/12/2005 - Reminiscências de um menino de São Bento (2)
Coluna 17 - 17/12/2005 - Pequenas idéias para o desenvolvimento de São Bento do Una
Coluna 16 - 10/12/2005 - Do Estado pouco ou nada espero
Coluna 15 - 04/12/2005 - A América do Sul e o nazismo
Coluna 14 - 27/11/2005 - A Venezuela bolivariana de hoje
Coluna 13 - 26/11/2005 - Reminiscências de um menino de São Bento (1)
Coluna 12 - 13/11/2005 - A crise argentina
Coluna 11 - 13/11/2005 - A saga de Delmiro Gouveia
Coluna 10 - 10/11/2005 - O velho na legislação brasileira
Coluna 9 - 31/10/2005 - O projeto São Francisco
Coluna 8 - 24/10/2005 - Correio eletrônico, maravilha do nosso tempo
Coluna 7 - 13/10/2005 - Um século sem presidente paulista
Coluna 6 - 09/10/2005 - O Grande Pronome 'Lhe' Morreu!
Coluna 5 - 29/09/2005 - Brasil 2005 - Uma Economia Mais Forte
Coluna 4 - 22/09/2005 - As Vestais da Moralidade Pública
Coluna 3 - 15/09/2005 - Mordomia & Nepotismo
Coluna 2 - 07/09/2005 - Tratamento de Excelência
Coluna 1 - 07/08/2005 - Hiroshima - uma covardia inominável


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