Máxima: ºC
Mínima: ºC

Navegando: Indisponível

Coluna 96: Fatos & gente são-bentenses de épocas diversas (18)
Publicada dia 25 de Agosto de 2007

Fatos & gente são-bentenses de épocas diversas (18)

Seu nome de batismo era simplesmente Luiz, uma homenagem ao santo do dia, pois que nasceu no dia 25 de agosto do longínquo ano de 1882. Civilmente, era Luiz de Almeida Calado, embora fosse mais conhecido como Luiz Cadete, assim como todos os seus irmãos, apelido cuja origem desconhecemos, mas que tem a conotação de “novo”, em relação aos meninos, filhos de fidalgos portugueses, que desde pequenos já usavam farda e estudavam em estabelecimentos de ensino militares e mais tarde seriam declarados oficiais do exército. No caso vertente, a alcunha Cadete, em relação aos Almeida Calado, tem a conotação de “novo” e “jovem”. Alguns Almeida Calado registraram seus filhos com o nome “Cadete” criando artificialmente uma nova família e em desacordo com a grande família com muitos representantes em Portugal e pelo Brasil afora.

Exatamente às folhas 163, do livro de batizados 7, da Paróquia do Senhor Bom Jesus dos Pobres Aflitos, da então vila de S. Bento, vamos encontrar o seguinte assento: “No dia três de setembro de mil oitocentos e oitenta e dois, batizei solenemente, nesta Matriz, a Luiz, branco, de dez dias, filho legítimo de Antônio Francisco de Almeida Calado e Maria Cordulina de Almeida. Foram padrinhos Jacinto Ferreira Calado Júnior e Maria de Almeida Calado. O vigário João José do Espírito Santo”.

A propósito, num dos quatorze volumes que compõem a obra “Cronologia Pernambucana”, editada no Recife no ano de 1982 e seguintes, do historiador Nelson Barbalho, exatamente na súmula 2522, está consignado o seguinte: “Adalberto de Oliveira Paiva informa ainda que, depois da fixação dos RODRIGUES VALENÇA, na região do Lugar de São Bento, várias outras importantes famílias para a consolidação de sua florescente sociedade também ali iriam estabelecer-se, com propriedades rurais na ribeira do rio Una, não precisando os anos de suas respectivas chegadas, dentre as quais teriam especial destaque estas seguintes:

BRAGA, chefiada pelo português ÁLVARO JOSÉ ESTÊVES BRAGA, casado com Tereza Francelina do Amaral Jardim, com sucessão.

ALMEIDA CALADO, chefiada pelo português ANTÔNIO FRANCISCO DE ALMEIDA CALADO, casado com Maria Cordulina de Almeida, por cujo leito nasceriam os filhos Jacinto, Francisco, João, Gabriel, Victor e Luiz de Almeida Calado.

SIQUEIRA BORREGO, chefiada pelo paraibano do sertão das Piranhas, ribeira do rio do Peixe, JOÃO ALVES DE SIQUEIRA BORREGO, que, em São Bento, casaria com a pernambucana Quitéria Alves Vilela, de Papacaça, estabelecendo-se em Capoeiras, onde nasceriam seus filhos Heronides, João, Alice, Eurídice e Neusa Borrego.

GONÇALVES SIQUEIRA, chefiada por DELFINA MARIA DE SIQUEIRA, já no estado de viúva do português João Gonçalves Siqueira, a qual, saída de São José do Egito, levaria para São Bento os filhos Antônio Tristão (que se casaria com Antônia Cordeiro de Melo, com sucessão), Firmino, Coriolano (que se casaria com Maria Siqueira, com sucessão) e Naziazeno Gonçalves de Siqueira.

SILVA LEMOS, chefiada pelos paraibanos do sertão das Piranhas, ribeira do rio do Peixe, FEDERALINO e JOSÉ ANTÔNIO DA SILVA LEMOS, irmãos, o último dos quais era casado com Maria Dantas de Oliveira, de quem são filhos: Abílio, Federalino (Senhor), José, Joaquim, Aníbal, Arminda, Elvira, Otília, Maria e Marieta de Oliveira Lemos.

OLIVEIRA CINTRA, chefiada pelo português JOAQUIM DE OLIVEIRA CINTRA, casado com a espanhola Leopoldina Cintra, o qual, em São Bento, adquiriria a Fazenda Remanso, o solar da família, cujos filhos eram: Elias, Manuel, Francisco, Joaquim, Bento, Caetano, João, Miguel, Maria, Hermínia, Carolina e Tereza de Oliveira Cintra.”

No texto de Adalberto de Oliveira Paiva (1885-1979), relativo à família Almeida Calado, o historiador omitiu o nome de Maria, como filha do casal, batizada na Matriz de São Bento, em 02/05/1866, conforme livro respectivo n. 2, folhas 60 verso. Em compensação, incluiu como filho do casal um certo Victor, fato este completamente desconhecido pelos descendentes, muito embora existisse no Xicuru um primo de Luiz com o nome de Victor Calado, possivelmente pai de Pedro Vítor, um dos mais afamados fabricantes do chamado queijo de manteiga antes da segunda metade do século passado.

A bem da verdade histórica, havia na povoação de S. Bento lá pelos idos de 1853, quando foi instalada, a freguesia diversos registros envolvendo membros de outros ramos da família. O autor destas linhas acredita piamente que Joaquim de Almeida Calado era irmão ou primo de Antônio Francisco de Almeida Calado, pois que em 29 de novembro de 1864 foram batizados Joaquim e Francisco, filhos respectivamente de Joaquim de Almeida Calado e de Antônio Francisco de Almeida Calado, conforme se vê no folha 25 do livro de batizados 2 da Paróquia do Senhor Bom Jesus. E mais, foram padrinhos de Joaquim: Jacinto Ferreira Calado e Joana de Almeida Calado e de Francisco: Jacinto Ferreira Calado Júnior e Maria Francelina de Almeida. A menção que fazemos a este fato é para afirmar que existiam outros ramos da família portuguesa Almeida Calado e não apenas o de Antônio Francisco de Almeida Calado, avô do autor destas linhas, como deu a entender o registro feito pelo historiador Adalberto de Oliveira Paiva no livro antes citado. E mais, os registros mais antigos encontrados na Paróquia de São Bento datam de 10 de janeiro de 1854, quando registra o batizado de Manoel, de 10 dias, filho do antes citado Jacinto Ferreira Calado e de Maria de Almeida Calado, aparecendo como padrinho Francisco Jacinto de Almeida e Josefa de Almeida Calado.

Para se ter uma idéia de quando os Almeida Calado chegaram a São Bento, faz-se necessária uma visita à antiga paróquia de Santo Antônio de Garanhuns para o penoso manuseio de antigos livros da batizados e de casamentos, enfrentando o pesquisador registros quase apagados pela ação do tempo ou garranchos quase incompreensíveis.

Os mais antigos diziam que Luiz de Almeida Calado teria sido criado pelo irmão mais velho, Francisco de Almeida Calado que anos mais tarde comandaria, como capitão, a 3ª companhia do 94º Batalhão de Infantaria da Guarda Nacional, criado em 1896, na então vila de São Bento e mais tarde, em 1900, seria um dos quatro conselheiros municipais (vereadores) eleitos da nova cidade.

Então, como se vê, o objetivo deste singelo ensaio é assinalar o 125º aniversário de nascimento de Luiz de Almeida Calado, um pequeno agricultor e pecuarista são-bentense estabelecido nos Apeninos, onde tinha como vizinhos os sítios dos irmãos Gustavo e Eliseu Cordeiro, de um lado, e de Ludugero Simões de Moras do outro. Do local onde existia a casa do sítio de Luiz Cadete, contemplávamos, do alpendre, uma bela paisagem, o Grongonzo, por um ângulo pouco conhecido, bem arredondado, dando-se a nítida impressão de que, em tempos imemoriais, fora um vulcão. O autor destas linhas espera em uma próxima oportunidade, ao visitar S. Bento, fotografar a nossa colina-símbolo e compartilhar a bela vista com todos os são-bentenses.

Luiz Cadete era um trabalhador incansável, porém vez por outra passava noitadas e mais noitadas jogando cartas com os amigos. Dizem que quando “batia” um jogo deixava os parceiros nervosos, pois ele virava as cartas na mesa e ia fazer um cigarro de fumo de rolo de Chã Grande, seu preferido. Aí os parceiros sabiam que o jogo estava suspenso por alguns minutos até que Luiz acendesse o seu cigarrinho. Já que falamos em cigarro, certa vez um seu trabalhador chegou próximo a seu Luiz e perguntou: “O senhor tem fumo?”. Luiz passou o naco de fumo e ficou observando. Aí o matuto perguntou: “Seu Luiz, o senhor tem faca?”. Seu Luiz passou a faca para picar o fumo. Picado o fumo, o trabalhador perguntou a seu Luiz: “O senhor tem o papel de seda?”. Seu Luiz de imediato passou o papel. Enrolado o fumo picado no papel de seda, o trabalhador perguntou: “Seu Luiz o senhor tem fogo?” Neste momento, seu Luiz não se conteve com tanto pedido que perguntou ao trabalhador: “Vosmecê também não quer o bico?” É claro que o “bico” era a boca, já que o camarada não tinha absolutamente nada.

Para finalizar esta singela homenagem, vamos transcrever trechos de uma pequena homenagem prestada pelo autor ao seu pai, no álbum comemorativo aos 100 anos de vida de Olindina Correia de Almeida, ocorrido em 8 de fevereiro de 2004, e organizado pela neta Suzana Calado Porto Nascimento.

“Luiz de Almeida Calado era mais conhecido como Luiz Cadete, um homem reto, íntegro e de palavra. Acredita-se que nunca tenha perdido a calma ante qualquer acontecimento de que não gostasse. Nada o deixava nervoso. Era paciente e sabia, como ninguém, dar tempo ao tempo.

Ao pé do candeeiro de querosene, lia com fervor e emoção as Escrituras Sagradas, que depois transmitia a outras pessoas.

Luiz Cadete tinha no “Lunário Perpétuo”, editado em Portugal, o seu guia seguro de informações agrícolas. Lia todos os almanaques que se editavam no Brasil, os quais, também, traziam preciosas informações agrícolas dirigidas aos trópicos. Era, portanto, para os padrões da época, uma pessoa esclarecida sobre o que se passava mundo afora, pois lia também os jornais “A Província” ou o “Diário de Pernambuco” que o primo Quinca Lelê lhe passava aos sábados por ocasião da feira. Era católico, porém não tão extremado quanto o seu irmão mais velho, Francisco de Almeida Calado, seu Chiquinho Cadete.

Não obstante, tinha determinadas opiniões que faziam dele uma pessoa conservadora, a ponto de nunca se preocupar em melhorar o seu rebanho bovino, de modo a produzir mais leite com menor gasto com forragens. Preferia ficar com suas vaquinhas mestiças e quando alguém, para brincar com ele, sugeria que trocasse seu gado por vacas turinas ou holandesas, respondia de pronto: “Deixe as bichinhas viverem”.

Os bezerros apartados eram vendidos quando já estavam garrotes, ao passo que as bezerras eram confinadas em cercados longe da sede do sítio. Ficavam anos e anos sem se desenvolverem e vez por outra ele selecionava algumas novilhas para dar um tratamento alimentar diferenciado a fim de chamar a atenção do touro de raça do curral. As novilhas ficavam tanto tempo fora do contato humano que quando viam alguém saiam em desabalada corrida, mato adentro.

Assim era Luiz com seu espírito conservador e avesso a qualquer idéia que tivesse por fim racionalizar a sua criação. Esse era o seu espírito e a sua visão de mundo de um homem nascido no século XIX, mas, na essência, um homem bom, que teve na honestidade a sua marca característica. Nunca permitiu que nenhum empregado adicionasse água ao leite vendido à Fábrica de Laticínios Souza Valença. O leite fornecido era de qualidade e seu Luiz tinha tanto conceito perante Orestes Valença, seu compadre, que o leite de suas vacas nunca era submetido à análise laboratorial para ver se estava degradado com a adição de água.”

Se um filho ou alguém de sua relação pedisse dinheiro emprestado, tinha que pagar ou ele descontava o dinheiro do empréstimo ao filho na pequena mesada que dava aos sábados. Como característica familiar, Luiz ajudava a todos os estranhos que lhe pedissem dinheiro emprestado, mas se era pedido de filho, de dinheiro grande, tudo fazia para não realizar o empréstimo, certamente pensado que se deve poupar e reduzir gastos para nunca pedir emprestado.

Trabalhador incansável, tratando do seu gado e de sua agricultura de subsistência, criou seus 16 filhos sem luxo, porém com fartura alimentar. Nunca se preocupou em mandar seus filhos estudar em outras cidades, especialmente Garanhuns, porém nunca se conformou em saber que S. Bento era um dos dez municípios mais adiantados de Pernambuco, na época, e não possuir um estabelecimento de ensino que passasse da 3ª Série primária e era por essa razão que no sistema estadual de ensino nossa cidade tinha uma escola de ensino com cadeiras de segunda entrância. Só em 1952 foi que o primário ministrado na escola estadual teve a inclusão da 4ª série.

Luiz Cadete era muito amigo de Ludugero Simões de Moraes, mais conhecido como Guirra. Guirra tinha negócio de compra e venda de “cereais” de modo que sempre estava em Capoeiras para comprar parte da produção local. Neste, então, distrito são-bentense, vários parentes de Luiz, do Gurjão ou do Xicurus, negociavam na feira e um deles mandava toda semana um queijo e seu Guirra era o portador. Durante muito tempo esse queijo de manteiga, possivelmente fabricado por Pedro Vítor, do Xicurus, de excelente qualidade nunca chegou ao destino. Seu Guirra para adiantar deixava pago o queijo e nunca entregava a Luiz. De certa feita, houve um problema no fabrico e o queijo se partiu. Guirra, então, foi entregar a seu Luiz o queijo e este se recusou a receber: “Fique com ele, amigo Guirra, “vosmecê” não ficou com os outros queijos que me foram enviados? Guirra teve que engolir seco e confessar que diante da qualidade do queijo do Xicuru, não resistiu”. Luiz Cadete era assim. Esperava a oportunidade áurea para dar o troco ou demonstrar o seu desagrado diante de alguma coisa.

Esse ser humano maravilhoso veio ao mundo possivelmente no sítio Gurjão, hoje pertencente ao município de Capoeiras. Foi o último filho do português Antônio Francisco de Almeida Calado, tendo sido criado, como já dissemos, em razão da morte do pai, pelo irmão mais velho, Francisco de Almeida Calado, mais conhecido como seu Chiquinho Cadete, homem de alma bondosa e de elevado espírito religioso.

No início do século XX, com pouco mais de vinte anos de idade, Luiz, mercê do seu trabalho comprou um sítio nos Apeninos, cortado pelo rio Una, pagando pela propriedade a quantia de dois contos e seiscentos mil réis. Ele, vez por outra, relembrava a façanha, afirmando que “comeu fogo” para honrar o pagamento das “letras” nos vencimentos que ocorriam sempre no dia de Reis.

Do seu primeiro casamento com Maria José de Almeida Calado (Florzinha), nasceram Manoel Luiz, José Luiz (Loló), Maria do Carmo (Carmem) e Valdemar. Viúvo, mais tarde se casou com Olindina Correia da Rocha, filha do fazendeiro de café, farmacêutico e capitão da Guarda Nacional, José Correia da Rocha, acusado de participar do episódio conhecido como a “Hecatombe de Garanhuns”, fato ocorrido em janeiro de 1917. Do segundo casamento nasceram doze filhos: Maria Nazaré, Valdeci, Elizabete, Diniz, Terezinha, Maria Nery, Romildo, Sulamita, Orlando, Núbia Maria, Maria da Salete e Zenildo Luiz.

Nos Apeninos, Luiz criava, em média, de 30 a 40 vacas que forneciam a matéria-prima necessária ao fabrico do queijo e da manteiga, dentro da tradição familiar vinda do além-mar. Essa atividade só cessou quando, na década de 1930, foi instalada a primeira fábrica de laticínios em S. Bento do Una. No sítio, quando o “inverno” era bom, a produção de feijão, milho, melancia e jerimum enchiam os quartos da casa. Além do gado, criavam-se porcos, ovelhas, cabras. No fim do ano, os bezerros eram vendidos, ocasião em que se comprava tecidos e calçados para a filharada usar no Natal, Ano Novo e Dia de Reis.

A vida na fazenda era difícil nos períodos de grande estiagem. Luiz era obrigado a transferir o gado solteiro para Santo Antônio do Tará, ficando apenas com as vacas com crias, que eram alimentadas com caroço ou farelo de algodão. Com os barreiros, onde as reses saciavam a sede, completamente secos, o jeito era cavar cacimbas no leito do rio Una, principalmente nos lugares onde a água fosse menos salobra. Para ajudar a alimentação do gado, também, eram queimados os espinhos de facheiros e mandacarus.


A luta de Luiz Cadete foi grande demais e o reumatismo nos joelhos o deixou paralítico nos seus últimos dez anos de existência. No dia 27 de setembro de 1968, aos 86 anos, deixava de existir, legando a seus filhos exemplos de honestidade e de honradez.

Este é o nosso pleito de gratidão e a nossa singela homenagem por ocasião do seu 125º aniversário de nascimento, completado hoje, para a perpetuação da sua memória entre os seus 110 descendentes.


...




E-mail:
orlandocalado@yahoo.com.br
Veja fotos recentes de pessoas e coisas de S. Bento acessando a página www.orlandocalado.flogbrasil.terra.com.br





Pau Amarelo PE 25 de agosto de 2007

Orlando Calado é bacharel em direito.


Colunas anteriores:

Coluna 244 - 14/04/2017 - História Municipal - A morte do mesário eleitoral
Coluna 243 - 13/02/2017 - Treze anos sem Sebastião Soares Cintra
Coluna 242 - 27/01/2017 - Injusti�a imperdo�vel
Coluna 241 - 22/01/2017 - Sem memória não há História
Coluna 240 - 18/12/2016 - Felipe Manso, o prefeito que não foi
Coluna 239 - 05/12/2016 - Osvaldo Maciel, um grande Homem
Coluna 238 - 30/11/2016 - O Açude do Doutor Olavo
Coluna 237 - 24/11/2016 - São Bento, vida política e administrativa em 1930
Coluna 236 - 20/06/2016 - Cadê as coisas que deixei?
Coluna 235 - 14/06/2016 - O Sindicato Pastoril de S. Bento, um avanço para a época
Coluna 234 - 07/06/2016 - Esmeraldino Bandeira, um esquecido na nossa História
Coluna 233 - 05/06/2016 - Tributo ao prefeito Manoel Cândido, de São Bento
Coluna 232 - 29/05/2016 - Agamenon Magalhães e São Bento do Una
Coluna 231 - 11/09/2015 - As meretrizes da São Bento dos velhos tempos
Coluna 230 - 30/04/2015 - Por que nossa data magna municipal é o 30 de abril?
Coluna 229 - 06/02/2015 - Rodolfo Paiva, um são-bentense honorário
Coluna 228 - 03/01/2015 - Breve História de Adelmar Paiva e do seu tempo (6)
Coluna 227 - 02/01/2015 - Monsenhor José de Anchieta Callou
Coluna 226 - 27/12/2014 - Padre Joaquim Alfredo, um mártir
Coluna 225 - 19/09/2014 - Breve História de Adelmar Paiva e do seu tempo (5)
Coluna 224 - 29/07/2014 - Breve História de Adelmar Paiva e do seu tempo (4)
Coluna 223 - 15/07/2014 - Breve História de Adelmar Paiva e do seu tempo (3)
Coluna 222 - 23/06/2014 - Breve História de Adelmar Paiva e do seu tempo (2)
Coluna 221 - 05/06/2014 - Breve História de Adelmar Paiva e do seu tempo (1)
Coluna 220 - 15/05/2014 - Uma pena: Clávio de Melo Valença nos deixou
Coluna 219 - 13/05/2014 - O que foi feito de nossas coisas antigas? Cadê?
Coluna 218 - 12/05/2014 - Zé Bico e Beni, dois são-bentenses notáveis
Coluna 217 - 09/04/2014 - Cícero Romão Batista, o santo do Nordeste do Brasil
Coluna 216 - 17/10/2013 - É hora de o político abrir os olhos
Coluna 215 - 02/10/2013 - A elite reacionária de ontem, de hoje e de sempre
Coluna 214 - 06/09/2013 - Custa caro um deputado federal pernambucano
Coluna 213 - 18/07/2013 - É duro ser um brasileiro comum, pagador de impostos
Coluna 212 - 14/07/2013 - Considerações várias sobre uma pequena cidade
Coluna 211 - 29/06/2013 - Lêucio Mota, estadista são-bentense do Una
Coluna 210 - 27/06/2013 - Nobre é a missão do professor
Coluna 209 - 21/06/2013 - Este País parece que não tem jeito mesmo
Coluna 208 - 16/06/2013 - Apolônio Sales, estadista brasileiro, o homem que tirou o Nordeste das trevas
Coluna 207 - 06/06/2013 - Registro histórico da posse de Gilvan Lemos na APL
Coluna 206 - 14/05/2013 - A grande seca de 2013
Coluna 205 - 06/05/2013 - Quebra de sigilo bancário
Coluna 204 - 30/04/2013 - Datas notáveis de São Bento do Una, edição revista e ampliada
Coluna 203 - 26/04/2013 - E as bombas da maratona de Boston?
Coluna 202 - 16/01/2012 - Enaltecendo São Bento e a Festa dos Santos Reis
Coluna 201 - 30/04/2011 - São Bento do Una: 151 anos de governo próprio
Coluna 200 - 05/04/2011 - Padre João Rodrigues, o semeador de templos
Coluna 199 - 15/10/2010 - O espírito pioneiro são-bentense do Una (1)
Coluna 198 - 22/07/2010 - Jackson do Pandeiro, o ritmista virtuoso
Coluna 197 - 13/04/2010 - Datas notáveis de S. Bento do Una desde os primórdios ao centenário de sua emancipação política em 1960
Coluna 196 - 28/02/2010 - Legado à posteridade
Coluna 195 - 22/01/2010 - Considerações finais a respeito do Governo Provisório da República de 1889
Coluna 194 - 30/12/2009 - A República Brasileira de 1889, uma instituição militar positivista (37) (Fim da Série)
Coluna 193 - 20/12/2009 - A República Brasileira de 1889, uma instituição militar positivista (36)
Coluna 192 - 09/12/2009 - A República Brasileira de 1889, uma instituição militar positivista (35)
Coluna 191 - 02/12/2009 - A República Brasileira de 1889, uma instituição militar positivista (34)
Coluna 190 - 25/11/2009 - A República Brasileira de 1889, uma instituição militar positivista (33)
Coluna 189 - 18/11/2009 - A República Brasileira de 1889, uma instituição militar positivista (32)
Coluna 188 - 11/11/2009 - A República Brasileira de 1889, uma instituição militar positivista (31)
Coluna 187 - 04/11/2009 - A República Brasileira de 1889, uma instituição militar positivista (30)
Coluna 186 - 27/10/2009 - A República Brasileira de 1889, uma instituição militar positivista (29)
Coluna 185 - 21/10/2009 - A República Brasileira de 1889, uma instituição militar positivista (28)
Coluna 184 - 14/10/2009 - A República Brasileira de 1889, uma instituição militar positivista (27)
Coluna 183 - 07/10/2009 - A República Brasileira de 1889, uma instituição militar positivista (26)
Coluna 182 - 30/09/2009 - A República Brasileira de 1889, uma instituição militar positivista (25)
Coluna 181 - 23/09/2009 - A República Brasileira de 1889, uma instituição militar positivista (24)
Coluna 180 - 16/09/2009 - A República Brasileira de 1889, uma instituição militar positivista (23)
Coluna 179 - 09/09/2009 - A República Brasileira de 1889, uma instituição militar positivista (22)
Coluna 178 - 02/09/2009 - A República Brasileira de 1889, uma instituição militar positivista (21)
Coluna 177 - 26/08/2009 - A República Brasileira de 1889, uma instituição militar positivista (20)
Coluna 176 - 19/08/2009 - A República Brasileira de 1889, uma instituição militar positivista (19)
Coluna 175 - 12/08/2009 - A República Brasileira de 1889, uma instituição militar positivista (18)
Coluna 174 - 05/08/2009 - A República Brasileira de 1889, uma instituição militar positivista (17)
Coluna 173 - 29/07/2009 - A República Brasileira de 1889, uma instituição militar positivista (16)
Coluna 172 - 22/07/2009 - A República Brasileira de 1889, uma instituição militar positivista (15)
Coluna 171 - 16/07/2009 - A República Brasileira de 1889, uma instituição militar positivista (14)
Coluna 170 - 08/07/2009 - A República Brasileira de 1889, uma instituição militar positivista (13)
Coluna 169 - 01/07/2009 - A República Brasileira de 1889, uma instituição militar positivista (12)
Coluna 168 - 25/06/2009 - A República Brasileira de 1889, uma instituição militar positivista (11)
Coluna 167 - 17/06/2009 - A República Brasileira de 1889, uma instituição militar positivista (10)
Coluna 166 - 09/06/2009 - A República Brasileira de 1889, uma instituição militar positivista (9)
Coluna 165 - 27/05/2009 - A República Brasileira de 1889, uma instituição militar positivista (8)
Coluna 164 - 17/05/2009 - A República Brasileira de 1889, uma instituição militar positivista (7)
Coluna 163 - 29/04/2009 - A República Brasileira de 1889, uma instituição militar positivista (6)
Coluna 162 - 22/04/2009 - A República Brasileira de 1889, uma instituição militar positivista (5)
Coluna 161 - 15/04/2009 - A República Brasileira de 1889, uma instituição militar positivista (4)
Coluna 160 - 08/04/2009 - A República Brasileira de 1889, uma instituição militar positivista (3)
Coluna 159 - 01/04/2009 - A República Brasileira de 1889, uma instituição militar positivista (2)
Coluna 158 - 21/03/2009 - A República Brasileira de 1889, uma instituição militar positivista (1)
Coluna 157 - 25/02/2009 - S. Bento do Una, um breve passeio ao longo de sua história (14) (final da série)
Coluna 156 - 22/11/2008 - S. Bento do Una, um breve passeio ao longo de sua história (13)
Coluna 155 - 08/11/2008 - S. Bento do Una, um breve passeio ao longo de sua história (12)
Coluna 154 - 25/10/2008 - S.Bento do Una, um breve passeio ao longo de sua história (11)
Coluna 153 - 18/10/2008 - São Bento do Una, um breve passeio ao longo de sua história (10)
Coluna 152 - 11/10/2008 - S. Bento do Una, um breve passeio ao longo de sua história (9)
Coluna 151 - 27/09/2008 - S. Bento do Una, um breve passeio ao longo de sua história (8)
Coluna 150 - 20/09/2008 - S. Bento do Una, um breve passeio ao longo de sua história (7)
Coluna 149 - 13/09/2008 - São Bento do Una, um breve passeio ao longo de sua história (6)
Coluna 148 - 06/09/2008 - S. Bento do Una, um breve passeio ao longo de sua história (5)
Coluna 147 - 30/08/2008 - São Bento do Una, um breve passeio ao longo de sua história (4)
Coluna 146 - 24/08/2008 - São Bento do Una, um breve passeio ao longo de sua história (3)
Coluna 145 - 16/08/2008 - São Bento do Una, um breve passeio ao longo de sua história (2)
Coluna 144 - 09/08/2008 - São Bento do Una, um breve passeio ao longo de sua história (1)
Coluna 143 - 02/08/2008 - O presídio de Fernando de Noronha e seu regime jurídico no final do Império (3/3)
Coluna 142 - 19/07/2008 - O presídio de Fernando de Noronha e seu regime jurídico no final do Império (2/3)
Coluna 141 - 12/07/2008 - O presídio de Fernando de Noronha e seu regime jurídico no final do Império (1/3)
Coluna 140 - 05/07/2008 - As comarcas de Pernambuco, do Sertão e do Rio de S. Francisco e a separação da última da província de Pernambuco
Coluna 139 - 28/06/2008 - A extraordinária figura de Dom João VI, primeiro e único rei do Brasil
Coluna 138 - 21/06/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (25) - O trabalho servil e as suas conseqüências danosas que fazem do Brasil um país de povo pobre
Coluna 137 - 14/06/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (24) - A abolição da escravatura no Ceará, a povoação de Boa Viagem do Recife entre outros assuntos
Coluna 136 - 07/06/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (23) - A crise no abastecimento de água no Recife. Relatório do governo: as chuvas diminuem a bandidagem
Coluna 135 - 31/05/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (22) - O projeto de lei de Joaquim Nabuco abolindo a escravidão e a chamada Lei Saraiva que restringiu o voto
Coluna 134 - 24/05/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (21) - Ainda os efeitos da grande seca na Vila de S. Bento; o Ginásio Pernambucano em 1879
Coluna 133 - 17/05/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (20) - Os efeitos da grande seca em São Bento
Coluna 132 - 10/05/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (19) - A corrupçao na vida pública; o espírito empreendedor do barão de Mauá
Coluna 131 - 03/05/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (18) - A terrível seca dos três sete
Coluna 130 - 26/04/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (17) - A inauguração do palacete da rua da Aurora enquanto a febre amarela grassa em Pernambuco
Coluna 129 - 19/04/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (16) - A revolução nas comunicações e o desfecho da Questão Religiosa
Coluna 128 - 12/04/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (15) - Dom Vital e a Questão Religiosa
Coluna 127 - 05/04/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (14) - A Lei do Ventre Livre
Coluna 126 - 29/03/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (13) - A Guerra do Paraguai
Coluna 125 - 22/03/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (12) - A Guerra do Paraguai
Coluna 124 - 15/03/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (11)
Coluna 123 - 08/03/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (10)
Coluna 122 - 01/03/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (9)
Coluna 121 - 23/02/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (8)
Coluna 120 - 16/02/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (7)
Coluna 119 - 09/02/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (6)
Coluna 118 - 02/02/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (5)
Coluna 117 - 26/01/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (4)
Coluna 116 - 19/01/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (3)
Coluna 115 - 11/01/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (2) O Diario de Pernambuco na História do Brasil
Coluna 114 - 29/12/2007 - Pingos de história do Império Brasileiro (1) - A chegada ao Brasil da família imperial portuguesa
Coluna 113 - 22/12/2007 - A Bíblia, um livro de inúmeras histórias
Coluna 112 - 15/12/2007 - Fatos & gente são-bentenses de épocas diversas (34)
Coluna 111 - 08/12/2007 - Fatos & gente são-bentenses de épocas diversas (33)
Coluna 110 - 01/12/2007 - Fatos & gente são-bentenses de épocas diversas (32)
Coluna 109 - 24/11/2007 - Fatos & gente são-bentenses de épocas diversas (31)
Coluna 108 - 17/11/2007 - Fatos & gente são-bentenses de épocas diversas (30)
Coluna 107 - 10/11/2007 - Fatos & gente são-bentenses de épocas diversas (29)
Coluna 106 - 03/11/2007 - Fatos & gente são-bentenses de épocas diversas (28)
Coluna 105 - 27/10/2007 - Fatos & gente são-bentenses de épocas diversas (27)
Coluna 104 - 20/10/2007 - Fatos & gente são-bentenses de épocas diversas (26)
Coluna 103 - 13/10/2007 - Fatos & gente são-bentenses de épocas diversas (25)
Coluna 102 - 06/10/2007 - Fatos & gente são-bentenses de épocas diversas (24)
Coluna 101 - 29/09/2007 - Fatos & gente são-bentenses de épocas diversas (23)
Coluna 100 - 23/09/2007 - Fatos & gente são-bentenses de épocas diversas (22)
Coluna 99 - 15/09/2007 - Fatos & gente são-bentenses de épocas diversas (21)
Coluna 98 - 08/09/2007 - Fatos & gente são-bentenses de épocas diversas (20)
Coluna 97 - 01/09/2007 - Fatos & gente são-bentenses de épocas diversas (19)
Coluna 96 - 25/08/2007 - Fatos & gente são-bentenses de épocas diversas (18)
Coluna 95 - 18/08/2007 - Fatos & gente são-bentenses de épocas diversas (17)
Coluna 94 - 11/08/2007 - Fatos & gente são-bentenses de épocas diversas (16)
Coluna 93 - 04/08/2007 - Fatos & gente são-bentenses de épocas diversas (15)
Coluna 92 - 28/07/2007 - Fatos & gente são-bentenses de épocas diversas (14)
Coluna 91 - 21/07/2007 - Fatos & gente são-bentenses de épocas diversas (13)
Coluna 90 - 14/07/2007 - Fatos & gente são-bentenses de épocas diversas (12)
Coluna 89 - 07/07/2007 - Fatos & gente são-bentenses de épocas diversas (11)
Coluna 88 - 30/06/2007 - Fatos & gente são-bentenses de épocas diversas (10)
Coluna 87 - 23/06/2007 - Fatos & gente são-bentenses de épocas diversas (9)
Coluna 86 - 16/06/2007 - Fatos & gente são-bentenses de épocas diversas (8)
Coluna 85 - 09/06/2007 - Fatos & gente são-bentenses de épocas diversas (7)
Coluna 84 - 02/06/2007 - Fatos & gente são-bentenses de épocas diversas (6)
Coluna 83 - 26/05/2007 - Fatos & gente são-bentenses de épocas diversas (5)
Coluna 82 - 19/05/2007 - Fatos & gente são-bentenses de épocas diversas (4)
Coluna 81 - 12/05/2007 - Fatos & gente são-bentenses de épocas diversas (3)
Coluna 80 - 05/05/2007 - Fatos & gente são-bentenses de épocas diversas (2)
Coluna 79 - 28/04/2007 - Fatos & gente são-bentenses de épocas diversas (1)
Coluna 78 - 21/04/2007 - A Guarda Nacional da Vila e Município de São Bento
Coluna 77 - 14/04/2007 - Fatos & gente são-bentenses das décadas de 1930 e 1940
Coluna 76 - 07/04/2007 - Uma breve visita à nossa querida São Bento do Una
Coluna 75 - 31/03/2007 - Planejamento familiar no Brasil: uma necessidade inadiável
Coluna 74 - 24/03/2007 - Hoje, meio século de uma tragédia são-bentense
Coluna 73 - 17/03/2007 - "Eu vi o mundo... Ele começava no Recife"
Coluna 72 - 10/03/2007 - Reminiscências de um menino de São Bento (7)
Coluna 71 - 03/03/2007 - Um fazendeiro são-bentense do século XIX
Coluna 70 - 24/02/2007 - O Rio de Janeiro será sempre o Rio de Janeiro
Coluna 69 - 17/02/2007 - Gilvan Lemos, simplesmente um escritor
Coluna 68 - 10/02/2007 - A Great Western da minha meninice: uma pequena história
Coluna 67 - 03/02/2007 - A declaração universal dos direitos humanos
Coluna 66 - 27/01/2007 - A revolta da chibata
Coluna 65 - 20/01/2007 - A revolta da vacina
Coluna 64 - 13/01/2007 - Apolônio Sales, um estadista de grande valor
Coluna 63 - 06/01/2007 - 2006: Um ano de saldo positivo apesar do pouco crescimento econômico
Coluna 62 - 30/12/2006 - A "Batalha da Borracha", um episódio esquecido da história do Brasil
Coluna 61 - 23/12/2006 - Alguns suicidas famosos (2/2)
Coluna 60 - 16/12/2006 - Alguns suicidas famosos (1/2)
Coluna 59 - 09/12/2006 - Aumentando os conhecimentos gerais (16)
Coluna 58 - 02/12/2006 - Aumentando os conhecimentos gerais (15)
Coluna 57 - 25/11/2006 - Congresso Nacional perdulário, povo paupérrimo
Coluna 56 - 18/11/2006 - Aumentando os conhecimentos gerais (14)
Coluna 55 - 15/11/2006 - Aumentando os conhecimentos gerais (13)
Coluna 54 - 14/10/2006 - Modos de falar diferentes no Brasil e em Portugal (4/4)
Coluna 53 - 07/10/2006 - Modos de falar diferentes no Brasil e em Portugal (3/4)
Coluna 52 - 30/09/2006 - Modos de falar diferentes no Brasil e em Portugal (2/4)
Coluna 51 - 23/09/2006 - Modos de falar diferentes no Brasil e em Portugal (1/4)
Coluna 50 - 16/09/2006 - Aumentando os conhecimentos gerais (12)
Coluna 49 - 09/09/2006 - Aumentando os conhecimentos gerais (11)
Coluna 48 - 02/09/2006 - Aumentando os conhecimentos gerais (10)
Coluna 47 - 26/08/2006 - Aumentando os conhecimentos gerais (9)
Coluna 46 - 08/07/2006 - Aumentando os conhecimentos gerais (8)
Coluna 45 - 01/07/2006 - Aumentando os conhecimentos gerais (7)
Coluna 44 - 24/06/2006 - Aumentando os conhecimentos gerais (6)
Coluna 43 - 17/06/2006 - Aumentando os conhecimentos gerais (5)
Coluna 42 - 10/06/2006 - Aumentando os conhecimentos gerais (4)
Coluna 41 - 03/06/2006 - Aumentando os conhecimentos gerais (3)
Coluna 40 - 27/05/2006 - Aumentando os conhecimentos gerais (2)
Coluna 39 - 20/05/2006 - Reminiscências de um menino de São Bento (6)
Coluna 38 - 13/05/2006 - Aumentando os conhecimentos gerais (1)
Coluna 37 - 06/05/2006 - Reminiscências de um menino de São Bento (5)
Coluna 36 - 29/04/2006 - Os planetas e seus satélites
Coluna 35 - 22/04/2006 - As impropriedades do quotidiano do brasileiro (2)
Coluna 34 - 15/04/2006 - As impropriedades do quotidiano do brasileiro (1)
Coluna 33 - 08/04/2006 - Nome de rua não deve ser mudado
Coluna 32 - 01/04/2006 - Brasil, nova potência petrolífera mundial!
Coluna 31 - 25/03/2006 - Reminiscências de um menino de São Bento (4)
Coluna 30 - 18/03/2006 - Biodiesel: um combustível social e ecológico
Coluna 29 - 11/03/2006 - Os livros de Sebastião Cintra
Coluna 28 - 04/03/2006 - Um sábado sangrento no Recife
Coluna 27 - 25/02/2006 - O início do resgate da nossa dívida social
Coluna 26 - 18/02/2006 - Fim da pobreza mundial até 2015
Coluna 25 - 11/02/2006 - Reminiscências de um menino de São Bento (3)
Coluna 24 - 04/02/2006 - Aspectos gerais da lei de responsabilidade fiscal
Coluna 23 - 28/01/2006 - Pernambuco começa a sair da letargia
Coluna 22 - 21/01/2006 - Perfil demográfico no mundo rico
Coluna 21 - 14/01/2006 - Brasil, potência mundial em 2020
Coluna 20 - 07/01/2006 - Os gatunos da esperança
Coluna 19 - 31/12/2005 - Josué Severino, o mestre e a Banda Santa Cecília
Coluna 18 - 24/12/2005 - Reminiscências de um menino de São Bento (2)
Coluna 17 - 17/12/2005 - Pequenas idéias para o desenvolvimento de São Bento do Una
Coluna 16 - 10/12/2005 - Do Estado pouco ou nada espero
Coluna 15 - 04/12/2005 - A América do Sul e o nazismo
Coluna 14 - 27/11/2005 - A Venezuela bolivariana de hoje
Coluna 13 - 26/11/2005 - Reminiscências de um menino de São Bento (1)
Coluna 12 - 13/11/2005 - A crise argentina
Coluna 11 - 13/11/2005 - A saga de Delmiro Gouveia
Coluna 10 - 10/11/2005 - O velho na legislação brasileira
Coluna 9 - 31/10/2005 - O projeto São Francisco
Coluna 8 - 24/10/2005 - Correio eletrônico, maravilha do nosso tempo
Coluna 7 - 13/10/2005 - Um século sem presidente paulista
Coluna 6 - 09/10/2005 - O Grande Pronome 'Lhe' Morreu!
Coluna 5 - 29/09/2005 - Brasil 2005 - Uma Economia Mais Forte
Coluna 4 - 22/09/2005 - As Vestais da Moralidade Pública
Coluna 3 - 15/09/2005 - Mordomia & Nepotismo
Coluna 2 - 07/09/2005 - Tratamento de Excelência
Coluna 1 - 07/08/2005 - Hiroshima - uma covardia inominável


©2003-2017 - Portal São Bento do Una