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Coluna 144: São Bento do Una, um breve passeio ao longo de sua história (1)
Publicada dia 09 de Agosto de 2008

São Bento do Una, um breve passeio ao longo de sua história (1)

AS CÂMARAS DE VEREADORES DO IMPÉRIO


Nos tempos do Império brasileiro, toda vila que se prezasse tinha que erigir um mercado onde os feirantes pudessem expor e vender seus gêneros ao abrigo do sol, da poeira e da chuva. O mercado ao lado da igreja, do paço municipal e da cadeia era símbolo de status, e proporcionava aos fiscais da Câmara de Vereadores um melhor trabalho de inspeção que tinha por fundamento a lei das posturas municipais que era aprovada pela assembléia legislativa provincial mediante projeto elaborado e encaminhado pelos edis. Muita gente hoje, por desconhecer o fato histórico, imagina que as atuais câmaras de vereadores sejam sucessoras das câmaras de vereadores criadas e organizadas por lei de 1° de outubro de 1828. Não são. Os atuais legislativos municipais nada têm que ver com as antigas câmaras do Império, pois não tinham a prerrogativa de fazer leis e resoluções, sendo, portanto, repartições meramente administrativas e que eram presididas pelo vereador mais votado nas eleições paroquiais. As antigas câmaras têm como sucedâneas as atuais prefeituras municipais. Nas vilas, os paroquianos elegiam sete vereadores e nas cidades o quantitativo aumentava para nove. O presidente da câmara era como se fosse o prefeito. Todos os vereadores, eleitos pelo voto majoritário, exerciam seus mandatos sem nenhum tipo de remuneração. A lei marcava o número de sessões ordinárias obrigatórias e os faltantes eram punidos com uma multa de dois mil réis, caso não se justificassem perante o presidente da província. Poucas eram as pessoas habilitadas ao exercício do voto, pois para ser eleitor em eleições paroquiais havia a exigência de uma renda mínima igual ou superior a cem mil réis e a comprovação dessa renda não era tarefa fácil, fato que desencorajava muita gente. Para se ter uma idéia, por volta de 1862, quando S. Bento já havia sido elevada à categoria de vila, a província de Pernambuco tinha uma população estimada em um milhão e duzentos mil habitantes, sendo que o número de eleitores era em torno de dois mil e vinte e cinco. Desse total, a vila de S. Bento contribuía apenas com míseros 35 eleitores. Era o chamado voto censitário, deixando para apenas 0,175% da população de Pernambuco o direito de influenciar de escolher os dirigentes. Em razão de fatos dessa natureza, podemos concluir, sem maiores delongas, que o império brasileiro não era um estado democrático, uma vez só poderia participar da vida política aqueles pouco detentores de renda. O estado brasileiro, de herança e vícios ibéricos, adotava e prestigiava a riqueza como fonte maior do poder, tanto que no Brasil imperial para ser eleitor paroquial o indivíduo tinha que provar uma renda de pelo menos cem mil réis anuais.  Os vereadores e juízes de paz eram eleitos em pleitos realizados a cada quatro anos em dia certo marcado pela lei. E tomavam posse 120 dias depois. Os primeiros vereadores de S. Bento foram eleitos em pleito realizado em 7 de setembro de 1860, porém só tomaram posse em 6 de fevereiro de 1861, ocasião em que o presidente da câmara da vila de Garanhuns instalou, solenemente, a vila de S. Bento. Proclamada a república, pelo golpe militar  de 15 de novembro de 1889, o marechal Deodoro do Fonseca, através do decreto 107, de 30 de dezembro do mesmo ano, autorizou os governadores a dissolver as câmaras municipais das vilas e cidades dos seus respectivos estados  e a organizar os respectivos serviços tomando por base, no que fosse aplicável, o decreto 50-A, de 7 de dezembro de 1889 que havia dissolvido a Ilustríssima Câmara Municipal do Rio de Janeiro, criando,  em seu lugar, o Conselho de Intendência Municipal, hoje equivalente à prefeitura. Isto é uma prova cabal e robusta de que as atuais câmaras de vereadores não são sucedâneas das antigas câmaras de vereadores do Império.


O ANTIGO MERCADO MUNICIPAL


Um quartel de século depois de a povoação de S. Bento passar à condição de vila foi que se assinou um contrato de edificação de um mercado público. Vamos abrir um parêntesis aqui para explicar algo que muita gente não entende. No Império, diferentemente da República desde 1889, passar à condição de vila era o máximo, uma vez que significava que a partir de então a localidade não estava mais subordinada a outra. No nosso caso específico, a emancipação da povoação de S. Bento se deu em 1860, quando, por lei, fomos desmembrados da vila de Santo Antônio de Garanhuns e nos constituímos em município tendo a vila de S. Bento como sede. Isso foi no Império em que vilas e cidades tinham certa autonomia, embora não legislassem a respeito das peculiaridades locais. No entanto, na República a coisa mudou de figura. No início dela, quem era cidade permaneceu cidade, quem era vila permaneceu vila. Caso específico da nossa S. Bento que só foi erigida cidade graças a um projeto de lei do Dr. Esmeraldino Bandeira, na primeira legislatura republicana do Congresso de Pernambuco, mas que só veio a se transformar em lei oito anos depois, isto é, em 8 de junho de 1900.


Nesse contexto, exatamente no dia 1° de outubro de 1885, foi contratada a edificação de uma casa de mercado na vila de S. Bento, com o negociante português João José Ferreira que era residente na vila. A obra teria as seguintes dimensões: 44,44m de largura e 22,22m de fundos e situada à Rua do Comércio (hoje parte do norte da atual Praça Adalberto Paiva que ia do Beco de João Honório até a altura da atual prefeitura municipal. Nesse empreendimento, a Câmara da vila de S. Bento não desembolsou nenhum vintém, porém, em compensação, o construtor ficou no gozo, por 15 anos, da percepção dos rendimentos do mercado, ou, em outras palavras, durante o decurso do prazo de 15 anos, caso fosse restabelecido o imposto de 320 réis sobre a carga de rapadura, ou de 18 anos em caso contrário.


Quase dois anos depois, ou seja, em 26 de setembro de 1887, o povo da vila de S. Bento se reuniu com a câmara de vereadores para inaugurar tão imponente edifício. Para tanto, foi redigido por Joaquim Guilherme de Oliveira, secretário da Câmara, um "auto de instalação" que foi assinado pelo presidente Felipe Manso de Santiago, demais vereadores, além de figuras importantes da vila, como: Rodolfo Paiva, Olavo Correia Crespo e José Antônio da Silva Lemos dentre outras. O espaço público ocupava quase mil metros quadrados e os vereadores constataram que a construção estava em conformidade com o contrato, atestando-se a "solidez na obra e nos materiais empregados". Na mesma ocasião, foi consignado um voto de louvor a João José Ferreira, edificador e único usufrutuário, "por mais este melhoramento e embelezamento desta Vila".


O mercado, que não tinha essa beleza descrita na ata de inauguração. Não obstante, servia, também, de local para a realização de bailes como o ocorrido em 1900 por ocasião das celebrações em regozijo à elevação de S. Bento à dignidade de cidade. O prédio teve uma existência de 53 anos, sendo demolido em 1940 pelo prefeito Manoel Cândido Carneiro da Silva, sob protestos de alguns são-bentenses que fizeram até "abaixo-assinado" ao interventor Agamenon Magalhães. Sabedor do fato, Cândido se apressou e comandou pessoalmente os trabalhadores antes que do palácio do Campo das Princesas viesse um telegrama urgente mandando suspender o "bota abaixo". Diziam os mais antigos habitantes da cidade que o velho mercado servia de chacota, por parte de pessoas de fora, uma vez que, nos dias de feira, os matutos amarravam as suas montarias ao longo da edificação. Era como se fosse uma enorme estribaria com seu odor característico. E a demolição do mercado abriu caminho para o aformoseamento, com o prefeito Manoel Cândido dando início ao processo de urbanização e colocação de meios-fios nas ruas centrais. 


A NOVA VILA DE S. BENTO NO CONTEXTO DOS MUNICÍPIOS EM 1862


Nesse ano, de conformidade com o Dicionário Topográfico, Estatístico Histórico da Província de Pernambuco, organizado por Manoel da Costa Honorato, publicado em 1863 pela Tipografia Universal do Recife, cujo exemplar, pertencente à Universidade de Harvard, foi digitalizado pelo Google, Pernambuco possuía 31 municípios, sendo 7 com distinção de cidade e 24 vilas. As cidades pernambucanas eram: Recife, Olinda, Vitória, Nazaré, Goiana, Rio Formoso e Caruaru. E as vilas eram: Igarassu, Cabo, Paudalho, Escada, Sirinhaém, Barreiros, Água Preta, Limoeiro, Bonito, Brejo, Cimbres, Garanhuns, S. Bento, Bom Conselho, Buíque, Vila Bela, Flores, Ingazeira, Tacaratu, Boa Vista, Cabrobó, Exu e Petrolina que na época ainda não tinha sido instalada. Bem diferente de hoje com 185 municípios, 185 prefeitos, 185 vice-prefeitos, 185 câmaras municipais, sendo que a maior partte delas têm, pelo menos, nove vereadores. A grande maioria dos municípios pernambucanos do século XX foi criada abusivamente, e sem o menor critério, no ano de 1963, no governo de Miguel Arraes, dentro de uma política nitidamente populista de criar entes municipais sem as mínimas condições de sobrevivência e apenas para "mamar" nas tetas do fundo de participação dos municípios, financiado pelos impostos sobre a renda e produtos industrializados. 


A POPULAÇÃO DE PERNAMBUCO E O QUANTITATIVO DE ELEITORES NO ANO DE 1862


Ainda com base nas informações contidas na obra antes citada, Pernambuco tinha uma população estimada em um milhão e duzentos mil habitantes. A título de ilustração, lembramos que o primeiro recenseamento realizado no Brasil foi realizado em 1872. A província elegia seis senadores, treze deputados à assembléia geral e 39 provinciais. Havia cinco círculos (zonas) eleitorais. Com condições de renda igual ou superior a cem mil réis havia apenas 2.025 pessoas num universo de 1,2 milhão de habitantes. Este fato provava que a província poderia ser rica, porém a grande maioria de sua população era pobre e não alcançava o rendimento mínimo para se tornar eleitor. Este fato por si só já refletia e denunciava a situação de penúria do povo em que os homens livres não tinham empregos e vegetavam nas cidades e no campo com o produto da agricultura de subsistência e/ou da criação de aves e de pequenos animais. Tudo em razão da acumulação do capital e da riqueza em mãos poucos, dentro de uma economia baseada na monocultura canavieira e na criação de gado no interior. A província de Pernambuco tinha em 1862 apenas duas mil e vinte pessoas do sexo masculino em condições de exercer o voto nas eleições paroquiais, ou seja, 0,17% de sua população em condições de usufruir na política. Nesse universo de 2.025 eleitores pernambucanos, a então vila de S. Bento, pertencente ao quarto círculo eleitoral, contribuía apenas com 35 eleitores, ou grandes eleitores diante da imensa pobreza representada pelos que ganhavam menos de cem mil réis anuais. Eram, pois, esses 35 eleitores que elegiam os sete vereadores e os juízes dos distritos de paz. Os eleitos não podiam, em princípio, recusar o múnus e exerciam essas funções sem qualquer tipo de remuneração. Só mesmo em caso de velhice, doença grave ou transferência para outra paróquia eram as justificativas que poderiam ser apresentadas aos seus pares que oficiavam ao presidente da província para conhecimento e decisão de dispensar o eleito ou já em exercício da função de vereador.


AS COMARCAS DE PERNAMBUCO EM 1862


Ainda de conformidade com o Dicionário Topográfico, Estatístico e Histórico, de Manoel da Costa Honorato, a província de Pernambuco estava dividida em apenas 17 comarcas e 31 termos. Havia 33 delegacias de polícia e 111 subdelegacias e 150 juízos de Paz. As comarcas eram de três entrâncias. A do Recife era a única de terceira entrância. Olinda, Cabo, Paudalho, Vitória (Santo Antão), Nazaré, Goiana e Rio Formoso eram comarcas de segunda entrância e as demais, em número de 9, de primeira entrância: Palmares, Limoeiro, Bonito, Brejo, Garanhuns, Flores, Tacaratu, Boa Vista e Cabrobó. As vilas de Garanhuns, S. Bento, Bom Conselho e Buíque eram termos da comarca de Garanhuns. As freguesias da comarca de Garanhuns eram as seguintes: Garanhuns, Correntes, Palmeira, S. Bento, Papacaça, Pedra e Águas Belas. Por fim, havia na comarca 13 distritos de paz, assim distribuídos: quatro em Garanhuns, dois em S. Bento, um em Papacaça, quatro em Buíque e dois em Águas Belas.


DIVISÃO ECLESIÁSTICA 


Como sabemos, pela Constituição Imperial de 1824, a religião praticada pelo estado brasileiro era a Católica Apostólica Romana. A província de Pernambuco formava um bispado, com sede em Olinda, cuja circunscrição se estendia às províncias de Alagoas, Paraíba e Rio Grande do Norte, sendo que cada uma dessas províncias tinha o seu vigário-geral e a de Pernambuco, por ser a sede, dispunha de um cabido, vigário-geral e câmara episcopal. Na província de Pernambuco havia 66 freguesias.


A FREGUESIA DE S. BENTO


Em 1862, a freguesia de S. Bento dividia-se em dois distritos de paz (a vila de S. Bento e povoação de Canhotinho). Era sede de termo e pertencia, como vimos, à comarca de Garanhuns. Tinha um delegado e um subdelegado de polícia judiciária. Havia, também, uma cadeira pública de instrução elementar destinada ao sexo masculino. O delegado de polícia da vila de S. Bento era auxiliado por três comissários. No cômputo total de 2.025 eleitores existentes em Pernambuco, nossa S. Bento contribuía, como já vimos, com 35 eleitores. Esses números de eleitores provavam como Pernambuco e S. Bento eram pobres, pois para ser eleitor o cidadão tinha que provar uma renda que poucos poddiam desfrutar. A população do território da vila girava em torno de 14 mil almas, porém apenas 35 privilegiados se revezavam no poder, seja como membro da Câmara de Vereadores, juíz e suplente de paz, delegado e subdelegado de polícia. Um emprego bem disputado, na época,  era o de secretário da Câmara Municipal, porém a cada quatriênio o secretário, no máximo, ele poderia ser demitido uma vez que dependia da vontade dos novos eleitos.  Em S. Bento a renovação dos quadros políticos era bastante lenta. As votações para a câmara de vereadores ocorriam a cada quatro anos e muitos eleitos faziam o possível para não assumirem os cargos, pedindo dispensa do múnus ao presidente da província. Num universo de sete vereadores, em cada período de gestão, eram chamados quatro suplentes já que os eleitos arranjavam pretextos os mais diversos para não exercer o cargo. É bem provável que esse desinteresse em exercer os cargos municipais de vereador e de juiz de paz se devesse ao fato de os primeiros não ser remunerados, além de obrigados por lei a comparecer  às quatro reuniões ordinárias anuais, como também às extraordinárias, pois, quando faltavam, pagavam uma multa de dois mil réis e tinham que se justificar perante o presidente da província.


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Fotografias de S. Bento e do seu povo: www.orlandocalado.flogbrasil.terra.com.br


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Pau Amarelo PE 09 de agosto de 2008

Orlando Calado é bacharel em direito.


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Coluna 134 - 24/05/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (21) - Ainda os efeitos da grande seca na Vila de S. Bento; o Ginásio Pernambucano em 1879
Coluna 133 - 17/05/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (20) - Os efeitos da grande seca em São Bento
Coluna 132 - 10/05/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (19) - A corrupçao na vida pública; o espírito empreendedor do barão de Mauá
Coluna 131 - 03/05/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (18) - A terrível seca dos três sete
Coluna 130 - 26/04/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (17) - A inauguração do palacete da rua da Aurora enquanto a febre amarela grassa em Pernambuco
Coluna 129 - 19/04/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (16) - A revolução nas comunicações e o desfecho da Questão Religiosa
Coluna 128 - 12/04/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (15) - Dom Vital e a Questão Religiosa
Coluna 127 - 05/04/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (14) - A Lei do Ventre Livre
Coluna 126 - 29/03/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (13) - A Guerra do Paraguai
Coluna 125 - 22/03/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (12) - A Guerra do Paraguai
Coluna 124 - 15/03/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (11)
Coluna 123 - 08/03/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (10)
Coluna 122 - 01/03/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (9)
Coluna 121 - 23/02/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (8)
Coluna 120 - 16/02/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (7)
Coluna 119 - 09/02/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (6)
Coluna 118 - 02/02/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (5)
Coluna 117 - 26/01/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (4)
Coluna 116 - 19/01/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (3)
Coluna 115 - 11/01/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (2) O Diario de Pernambuco na História do Brasil
Coluna 114 - 29/12/2007 - Pingos de história do Império Brasileiro (1) - A chegada ao Brasil da família imperial portuguesa
Coluna 113 - 22/12/2007 - A Bíblia, um livro de inúmeras histórias
Coluna 112 - 15/12/2007 - Fatos & gente são-bentenses de épocas diversas (34)
Coluna 111 - 08/12/2007 - Fatos & gente são-bentenses de épocas diversas (33)
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Coluna 109 - 24/11/2007 - Fatos & gente são-bentenses de épocas diversas (31)
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Coluna 77 - 14/04/2007 - Fatos & gente são-bentenses das décadas de 1930 e 1940
Coluna 76 - 07/04/2007 - Uma breve visita à nossa querida São Bento do Una
Coluna 75 - 31/03/2007 - Planejamento familiar no Brasil: uma necessidade inadiável
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Coluna 73 - 17/03/2007 - "Eu vi o mundo... Ele começava no Recife"
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Coluna 70 - 24/02/2007 - O Rio de Janeiro será sempre o Rio de Janeiro
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Coluna 67 - 03/02/2007 - A declaração universal dos direitos humanos
Coluna 66 - 27/01/2007 - A revolta da chibata
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Coluna 64 - 13/01/2007 - Apolônio Sales, um estadista de grande valor
Coluna 63 - 06/01/2007 - 2006: Um ano de saldo positivo apesar do pouco crescimento econômico
Coluna 62 - 30/12/2006 - A "Batalha da Borracha", um episódio esquecido da história do Brasil
Coluna 61 - 23/12/2006 - Alguns suicidas famosos (2/2)
Coluna 60 - 16/12/2006 - Alguns suicidas famosos (1/2)
Coluna 59 - 09/12/2006 - Aumentando os conhecimentos gerais (16)
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Coluna 57 - 25/11/2006 - Congresso Nacional perdulário, povo paupérrimo
Coluna 56 - 18/11/2006 - Aumentando os conhecimentos gerais (14)
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Coluna 33 - 08/04/2006 - Nome de rua não deve ser mudado
Coluna 32 - 01/04/2006 - Brasil, nova potência petrolífera mundial!
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Coluna 30 - 18/03/2006 - Biodiesel: um combustível social e ecológico
Coluna 29 - 11/03/2006 - Os livros de Sebastião Cintra
Coluna 28 - 04/03/2006 - Um sábado sangrento no Recife
Coluna 27 - 25/02/2006 - O início do resgate da nossa dívida social
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Coluna 24 - 04/02/2006 - Aspectos gerais da lei de responsabilidade fiscal
Coluna 23 - 28/01/2006 - Pernambuco começa a sair da letargia
Coluna 22 - 21/01/2006 - Perfil demográfico no mundo rico
Coluna 21 - 14/01/2006 - Brasil, potência mundial em 2020
Coluna 20 - 07/01/2006 - Os gatunos da esperança
Coluna 19 - 31/12/2005 - Josué Severino, o mestre e a Banda Santa Cecília
Coluna 18 - 24/12/2005 - Reminiscências de um menino de São Bento (2)
Coluna 17 - 17/12/2005 - Pequenas idéias para o desenvolvimento de São Bento do Una
Coluna 16 - 10/12/2005 - Do Estado pouco ou nada espero
Coluna 15 - 04/12/2005 - A América do Sul e o nazismo
Coluna 14 - 27/11/2005 - A Venezuela bolivariana de hoje
Coluna 13 - 26/11/2005 - Reminiscências de um menino de São Bento (1)
Coluna 12 - 13/11/2005 - A crise argentina
Coluna 11 - 13/11/2005 - A saga de Delmiro Gouveia
Coluna 10 - 10/11/2005 - O velho na legislação brasileira
Coluna 9 - 31/10/2005 - O projeto São Francisco
Coluna 8 - 24/10/2005 - Correio eletrônico, maravilha do nosso tempo
Coluna 7 - 13/10/2005 - Um século sem presidente paulista
Coluna 6 - 09/10/2005 - O Grande Pronome 'Lhe' Morreu!
Coluna 5 - 29/09/2005 - Brasil 2005 - Uma Economia Mais Forte
Coluna 4 - 22/09/2005 - As Vestais da Moralidade Pública
Coluna 3 - 15/09/2005 - Mordomia & Nepotismo
Coluna 2 - 07/09/2005 - Tratamento de Excelência
Coluna 1 - 07/08/2005 - Hiroshima - uma covardia inominável


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