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Coluna 68: A Great Western da minha meninice: uma pequena história
Publicada dia 10 de Fevereiro de 2007

A Great Western da minha meninice: uma pequena história

Menino nascido em São Bento do Una e criado nos Apeninos. Bicho do mato, então, que se escondia atrás das portas da casa-grande do sítio quando gente amiga vinha da cidade, de carro, visitar minha família, tive minha primeira experiência ferroviária pegando o trem da tarde em Belo Jardim em direção a Pesqueira onde iria iniciar o meu curso primário na Escola Municipal Henrique Dias, já devidamente desasnado pelos professores João Siqueira e Elisa Costa. O ano eu me lembro: era o já distante de 1949. Não me lembro ao certo como foi a viagem de São Bento a Belo Jardim. Sei que era uma estrada empoeirada e me lembro de ter visto no caminho o rio Ipojuca que serve como limite entre os dois municípios. Também não me lembro se viajei sozinho ou acompanhado de uma das minhas muitas irmãs. É bem provável que essa viagem de pouco mais de 30 minutos tenha sido feita na inesquecível fubica de Zé do Pacheco, um dos poucos proprietários de carro de praça ou na boléia de algum caminhão com destino a Belo Jardim.

A primeira viagem de trem, apesar de curta, foi inesquecível. uma beleza. Emocionante sobre todos os aspectos. A estação de Belo Jardim repleta de matutos, com suas alvas mochilas de saco de farinha, que após a feira, se dirigiam com seus mantimentos para as diversas localidades ao longo do percurso que ia até Alagoa de Baixo, como ainda era costume chamar Sertânia, topônimo adotado desde 1943. O chefe da estação, devidamente uniformizado, da plataforma, com os passageiros e a carga de pequenos animais já acomodados nos vagões de segunda classe, toca seu apito, autorizando a composição a seguir destino para a próxima estação de Sanharó. Da janela, ainda com o trem parado, dá para ver o telegrafista da estação operando o código Morse para avisar a saída. O aparelho e seus toques não me eram estranhos, pois havia um similar no correio de São Bento que chamava a atenção da meninada com seus toques mágicos e rápidos do telegrafista passando telegramas.

A maria-fumaça movida à lenha apitou nervosamente, como quem pedindo passagem, deu os seus primeiros passos e começou a desenvolver certa velocidade. Estava emocionado porque era minha primeira façanha ferroviária, uma bela experiência para depois contar aos colegas que ainda não tinham “andado de trem”. Vez por outra, o foguista revirava a lenha e atiçava mais a fornalha, jogando mais lenha. Os passageiros mais veteranos e abonados usavam elegantes guardas-pó, pois toda vez que o foguista mexia na fornalha sentíamos a cinza na cara e na roupa. O calor era aquele do verão de fevereiro, mas éramos recompensados com os vapores desprendidos da caldeira em ebulição, além da brisa provinda do trem em movimento.

Chegando a Pesqueira, avistamos a estação apinhada de gente. Aliás, era um programa obrigatório para muitos ir à estação para ver quem partia ou quem chegava à cidade. Coisa de cidade pacata de interior. Na estação já encontrei minha irmã e meu cunhado que por três anos me aturariam. Não foi necessário pegar o bondinho puxado a burros até o centro. A casa deles era ali mesmo na Pitanga, na mesma Praça Presidente João Pessoa, mais conhecida como Praça da Estação, onde seu Pedro Lacerda tinha uma sortida bodega e as plantas e árvores eram bem tratadas pelo jardineiro boa-praça, chamado Gerino.

Depois de três anos estudando em Pesqueira, cidade de acentuadas ladeiras, andando a pé da Pitanga, passando pela Fábrica Rosa, Ginásio Cristo Rei, Prefeitura, Palácio do Bispo, Praça Dom José Lopes, Catedral, Rua Barão de Vila Bela, Colégio Santa Dorotéa, finalmente chegava esbaforido ao Grupo Escolar Rui Barbosa, onde os alunos eram recebidos carinhosamente pela diretora Stella Falcão, que após comandar breves orações, fazia todas as turmas, no pátio, aprender a cantar o Hino Nacional, o Hino à Bandeira e o Hino de Pernambuco.

Em 1952, concluí o curso primário em São Bento e no fatídico ano de 1954 (suicídio do presidente Vargas) fui para Maceió fazer o ginásio, mas em lá chegando meu tio José Correia achou que eu devia fazer a Escola Industrial de Maceió para ter uma profissão técnica, pois ele considerava o Brasil uma pátria de bacharéis e era chegado o momento do início da industrialização.

Mais uma vez a ferrovia, a Great Western, estava no meu caminho, já encampada e ostentando o nome de Rede Ferroviária do Nordeste. Tomei o trem em Garanhuns e até hoje não me lembro se havia estações ou simples paradas até a estação de Paquevira, cujo nome oficial era Engenheiro Glicério, onde a gente esperava pacientemente o trem que vinha de Recife, ocasião em que era feita a chamada baldeação. Até Maceió era uma viagem maravilhosa sob todos os aspectos com gente entrando e saindo do trem em São José da Laje, União dos Palmares, Murici, Rio Largo, Bebedouro e finalmente chegando à capital alagoana. Tanto como em Pesqueira, a estação de Maceió ficava perto, atrás da Avenida Pedro Monteiro, onde morava meu tio José Correia da Rocha, cobrador de taxas da Prefeitura de Maceió, sempre acompanhado por um velho cabo da Polícia Militar devidamente fardado.

O estabelecimento de ensino era federal e em regime integral, ou seja, de manhã aulas normais e a parte da tarde dedicada ao aprendizado de profissões. Uma maravilha, porquanto fornecia, anualmente, uniforme, material escolar e livros. Dispunha de uma excelente biblioteca onde li quase toda a obra de Machado de Assis e de Humberto de Campos, meus autores prediletos. Excelentes eram os professores de matemática e português, tanto que na minha vida nunca tive dificuldade em pôr em prática aqueles sólidos ensinamentos. No tocante à escolha da profissão, nenhuma delas me agradou: mecânica de máquinas, serralharia, fundição, pintura, alfaiataria, nenhuma me agradou, porém aprendi muita coisa como pregar botão, chulear, alinhavar, fazer uma bainha de calça. Como o curso, na época, era equiparado ao ginásio, fui levando a vida, mais interessado em aprender as coisas que me pudesse levar mais tarde a um curso superior. Por desavenças com o genro do meu tio, deixei de concluir o curso no ano de 1957. Foram três anos de viagens entre São Bento/Garanhuns/Maceió e vice-versa. Curtia tanto a praia do Trapiche da Barra que quando chegava de férias minha mãe não me reconhecia, tão acentuada era minha morenice em razão dos raios solares. Ela, mãe ciosa, sempre contratava alguém para ir me levar ou ir me buscar na bela Garanhuns. As recordações dessas viagens me marcaram para sempre. Como era bela a paisagem alagoana, onde o verde era sempre verde, com seus canaviais, seus coqueirais, seus bananais, e a gente chupando rolete de cana caiana: uma delícia, cana doce e molinha, ou tomando uma "gelada" acompanhada por um pão baiano. Era o lanche durante a viagem.

Bem, fiquemos por aqui. Vamos falar um pouco sobre a ferrovia que durante décadas transportou gente e a riqueza de parte do Nordeste. Eu sou um “ferroviarista” por convicção. Até hoje não perdôo as pessoas que implantaram o “rodoviarismo”, pois foram obrigados a pavimentar nossas rodovias para receber o lixo das fábricas de automóveis americanas, francesas e alemãs. Sou ferroviarista porque é um meio de transporte próprio para um país de dimensão continental e por seu baixo custo. É claro que não sou contra o caminhão, as carretas e cavalos-mecânico que esburacam e danificam as nossas estradas. O caminhão devia ter apenas o papel de supridor de cargas das ferrovias. Não é possível que quase toda a soja produzida no centro-oeste seja transporta por caminhões.No trem, os contêineres organizariam melhor a carga e facilitavam o embarque. Isso é desperdício. Não perdôo Juscelino Kubitschek que muito mal fez ao Brasil e por isso pagamos muitas décadas de inflação e de sofrimento para as classes trabalhadores, com aquela daninha inflação que corroia rapidamente o produto do trabalho. Não sei porque dizer que esse presidente deu os primeiros passos no desenvolvimento brasileiro. Ele pode ter feito muita coisa, mas o preço da fatura ainda continuamos a pagar, especialmente os aposentados que contribuíram para a previdência social pelo máximo de dez salários-mínimos e hoje amargam o recebimento de 4 a 5 salários-mínimos. A dinheirama dos antigos institutos de aposentadorias e pensões foi desviada para a construção de Brasília e nunca reposto aos cofres previdenciários. A farra foi tão grande e imoral que até cimento foi transportado em avião. Os funcionários públicos que foram trabalhar no Planalto Central tiveram seus salários duplicados. A inflação disparou. Jânio ficou seis meses como presidente. Jango Goulart, seu substituto, foi deposto, sendo que uma das causas foi a inflação derivada do descontrole com os gastos públicos. Não somos contra Brasília, mas contra sua implantação em pouco tempo a um custo social altíssimo. Já na ditadura militar, as ferrovias brasileiras sofreram outro golpe com a eliminação dos ramais ditos antieconômicos.

A “Great Western of Brazil Railway Company Ltd” foi criada, em Londres, por alguns capitalistas ingleses, em 1872, com a finalidade de construir estradas de ferro no Brasil, porém logo ficou conhecida pela matutada do Nordeste como a “Greitueste”. No ano seguinte, a Great Western foi autorizada a funcionar no Império do Brasil e, em 1875, conseguiu do Barão da Soledade a transferência da concessão para construir em Pernambuco uma ferrovia que ligaria o Recife a Limoeiro, partindo do Brum e passando no trajeto por Caxangá, São Lourenço da Mata, Paudalho e Tracunhaém, com ramais alcançando Nazaré da Mata e Vitória de Santo Antão. Segundo os jornais da época, o início das obras se deu em 1879, numa festividade em Santo Amaro, Recife, que contou com a presença do presidente da Província de Pernambuco, Adolfo de Barros Cavalcanti de Albuquerque Lacerda. O primeiro trecho Recife (Brum) a Paudalho só ficou pronto em 1881 e, em 1882, foi aberta ao tráfego a linha Paudalho a Limoeiro, assim como o ramal para Nazaré da Mata. Entre os anos de 1882 e 1883, a estrada de ferro de Limoeiro transportou 2.061 passageiros de 1ª classe e 33.377 de segunda, o que significa dizer que a esmagadora maioria não tinha renda suficiente para viajar numa primeira classe com mais conforto. Em 1884 e 1885, diante da penúria do homem do povo e querendo aumentar o número de passageiros transportados, a ferrovia introduziu vagões de 3ª classe. Nesses dois anos, viajaram na 3ª classe mais de 60 mil pessoas, sendo que apenas 4%, aproximadamente, se deram ao luxo de viajar em 1ª classe. É evidente que, além de passageiros, a Great Western transportava os principais produtos da região, como açúcar, álcool, madeira, algodão, feijão.

Entre 1885-1896, a Great Western of Brazil Railway (GWBR) construiu a Estrada de Ferro Central de Pernambuco (EFCP), ligando o Recife a Caruaru. A ferrovia tinha sua estação inicial no bairro de São José, próximo à Casa de Detenção (hoje Casa da Cultura), passando por Vitória de Santo Antão, Gravatá, Bezerros e terminando em Caruaru. Nessa época, Vitória de Santo Antão possuía mais de 70 engenhos, Bezerros mais de 20 fábricas de rapadura e Caruaru fornecia para o Recife grandes quantidades de sola, couro, algodão, queijo, feijão, além de realizar a maior feira de gado da região. O primeiro trem que chegou a Caruaru veio todo decorado de bandeirolas, trazia a bordo uma banda de música militar, o governador Alexandre José Barbosa Lima, altas autoridades civis, militares e eclesiásticas. Em 1904, tendo passado por São Caetano e já chegando a Tacaimbó, a Estrada de Ferro Central de Pernambuco foi encampada pela Great Western, prosseguindo esta o assentamento dos trilhos, dormentes e a construção das estações de Belo Jardim, Sanharó, Pesqueira, Arcoverde e Sertânia.

A GWBR, posteriormente, obteve a concessão para a construção de outros trechos e em 1901 firmou acordo com o governo da República para incorporar diversas ferrovias isoladas. A mais importante dessas incorporações foi a da Estrada de Ferro Recife a São Francisco que ia do Brum, passando por Cabo e chegando até Una, hoje Palmares. Nota-se que a estrada de ferro não chegou ao destino previsto na sua denominação, ou seja, às margens do rio São Francisco. A Estrada de Ferro Sul de Pernambuco foi construída a partir de Palmares que era como já vimos o final do trecho da E.F. Recife a São Francisco, chegando os trilhos a Garanhuns em 28 de setembro de 1887. Além disso, foi construído o ramal partindo de Glicério a União, hoje União dos Palmares, inaugurado em 13 de maio de 1894.

Outras ferrovias encampadas pela GWBR foram a Estrada de Ferro Central de Alagoas, a Estrada de Ferro Conde D´Eu, a Estrada de Ferro de Paulo Afonso e a Estrada de Ferro de Natal a Nova Cruz, sendo que esta foi desmembrada em 1939 para se unir à E. F. Central do Rio Grande do Norte.

Em 10 de janeiro de 1951, isto é, a vinte dias do final do governo do presidente Eurico Gaspar Dutra, a GWBR foi encampada pelo governo, passando a denominar-se Rede Ferroviária do Nordeste.Em março de 1957, o presidente Juscelino Kubitschek criou a Rede Ferroviária Federal, reunindo 22 ferrovias entre elas a sucessora da GWBR que tinha sede no Recife e 2655 quilômetros de extensão. Foi, portanto, o começo do fim do sistema ferroviário estatal, sufocado pela mentalidade rodoviária inaugurada no governo de Kubitschek. A unificação das ferrovias parece que só trouxe problemas devidos a constante briga por cargos de direção nas diversas superintendências regionais.

O golpe de misericórdia no sistema nordestino de ferrovias se deu com o leilão efetuado em 18 de julho de 1997, quando saiu vencedora a Companhia Ferroviária do Nordeste (CFN) que arrematou o acervo por preço de banana e não vem cumprindo as cláusulas e prazos estipulados no contrato de compra e venda, para o soerguimento da antiga malha. A citada empresa entrou oficialmente em operação em primeiro de janeiro de 1998, com 4.238 quilômetros de linhas, interligando os estados do Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco e Alagoas.

O grande fato é o seguinte: os tempos românticos das nossas ferrovias, especialmente o da Great Western é coisa do passado. É apenas lembrança da alegria que a chegada do trem proporcionava a todos nós. Atualmente, nossas esperanças estão depositadas na Transnordestina, perada pela CFN, que partindo dos portos de Suape (PE) e Pecém (CE), chegará até Eliseu Martins, no Piauí, transportando a soja e outras culturas produzidas no Maranhão e Piauí, o aço da siderúrgica cearense e os derivados de petróleo da Refinaria do Nordeste, um empreendimento binacional com a participação de 60% de recursos da Petrobras e 40% da estatal petrolífera venezuelana, a PDVSA.

É preciso que se dê a importância devida ao transporte ferroviário, seguindo o exemplo de países de grandes dimensões como Estados Unidos e Rússia, os quais dispõem de enormes e eficientes malhas ferroviárias, barateando o custo de transporte e fazendo os nossos produtos mais competitivos no exterior.

A Great Western da minha meninice é um sonho que ficou na minha memória para todo o sempre.Esperamos que as atuais e futuras gerações tenham o privilégio de viajar grandes percursos de trem com segurança e sem os atropelos e problemas das rodovias. Tempo virá em que as pessoas poderão despachar seu automóvel de trem para determinado lugar onde deseje passar férias e seguir, tranqüilo, de avião ou outro meio de transporte e depois apanhar o seu carro no armazém da ferrovia. Sonho? Acredito que não. É assim nos Estados Unidos e por que não pode ser no Brasil?




E-mail:
OrlandoCalado@yahoo.com.br


Pau Amarelo PE 10 de fevereiro de 2007

Orlando Calado é bacharel em direito.


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Coluna 134 - 24/05/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (21) - Ainda os efeitos da grande seca na Vila de S. Bento; o Ginásio Pernambucano em 1879
Coluna 133 - 17/05/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (20) - Os efeitos da grande seca em São Bento
Coluna 132 - 10/05/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (19) - A corrupçao na vida pública; o espírito empreendedor do barão de Mauá
Coluna 131 - 03/05/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (18) - A terrível seca dos três sete
Coluna 130 - 26/04/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (17) - A inauguração do palacete da rua da Aurora enquanto a febre amarela grassa em Pernambuco
Coluna 129 - 19/04/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (16) - A revolução nas comunicações e o desfecho da Questão Religiosa
Coluna 128 - 12/04/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (15) - Dom Vital e a Questão Religiosa
Coluna 127 - 05/04/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (14) - A Lei do Ventre Livre
Coluna 126 - 29/03/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (13) - A Guerra do Paraguai
Coluna 125 - 22/03/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (12) - A Guerra do Paraguai
Coluna 124 - 15/03/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (11)
Coluna 123 - 08/03/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (10)
Coluna 122 - 01/03/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (9)
Coluna 121 - 23/02/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (8)
Coluna 120 - 16/02/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (7)
Coluna 119 - 09/02/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (6)
Coluna 118 - 02/02/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (5)
Coluna 117 - 26/01/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (4)
Coluna 116 - 19/01/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (3)
Coluna 115 - 11/01/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (2) O Diario de Pernambuco na História do Brasil
Coluna 114 - 29/12/2007 - Pingos de história do Império Brasileiro (1) - A chegada ao Brasil da família imperial portuguesa
Coluna 113 - 22/12/2007 - A Bíblia, um livro de inúmeras histórias
Coluna 112 - 15/12/2007 - Fatos & gente são-bentenses de épocas diversas (34)
Coluna 111 - 08/12/2007 - Fatos & gente são-bentenses de épocas diversas (33)
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Coluna 109 - 24/11/2007 - Fatos & gente são-bentenses de épocas diversas (31)
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Coluna 77 - 14/04/2007 - Fatos & gente são-bentenses das décadas de 1930 e 1940
Coluna 76 - 07/04/2007 - Uma breve visita à nossa querida São Bento do Una
Coluna 75 - 31/03/2007 - Planejamento familiar no Brasil: uma necessidade inadiável
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Coluna 73 - 17/03/2007 - "Eu vi o mundo... Ele começava no Recife"
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Coluna 70 - 24/02/2007 - O Rio de Janeiro será sempre o Rio de Janeiro
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Coluna 67 - 03/02/2007 - A declaração universal dos direitos humanos
Coluna 66 - 27/01/2007 - A revolta da chibata
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Coluna 64 - 13/01/2007 - Apolônio Sales, um estadista de grande valor
Coluna 63 - 06/01/2007 - 2006: Um ano de saldo positivo apesar do pouco crescimento econômico
Coluna 62 - 30/12/2006 - A "Batalha da Borracha", um episódio esquecido da história do Brasil
Coluna 61 - 23/12/2006 - Alguns suicidas famosos (2/2)
Coluna 60 - 16/12/2006 - Alguns suicidas famosos (1/2)
Coluna 59 - 09/12/2006 - Aumentando os conhecimentos gerais (16)
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Coluna 57 - 25/11/2006 - Congresso Nacional perdulário, povo paupérrimo
Coluna 56 - 18/11/2006 - Aumentando os conhecimentos gerais (14)
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Coluna 33 - 08/04/2006 - Nome de rua não deve ser mudado
Coluna 32 - 01/04/2006 - Brasil, nova potência petrolífera mundial!
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Coluna 30 - 18/03/2006 - Biodiesel: um combustível social e ecológico
Coluna 29 - 11/03/2006 - Os livros de Sebastião Cintra
Coluna 28 - 04/03/2006 - Um sábado sangrento no Recife
Coluna 27 - 25/02/2006 - O início do resgate da nossa dívida social
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Coluna 24 - 04/02/2006 - Aspectos gerais da lei de responsabilidade fiscal
Coluna 23 - 28/01/2006 - Pernambuco começa a sair da letargia
Coluna 22 - 21/01/2006 - Perfil demográfico no mundo rico
Coluna 21 - 14/01/2006 - Brasil, potência mundial em 2020
Coluna 20 - 07/01/2006 - Os gatunos da esperança
Coluna 19 - 31/12/2005 - Josué Severino, o mestre e a Banda Santa Cecília
Coluna 18 - 24/12/2005 - Reminiscências de um menino de São Bento (2)
Coluna 17 - 17/12/2005 - Pequenas idéias para o desenvolvimento de São Bento do Una
Coluna 16 - 10/12/2005 - Do Estado pouco ou nada espero
Coluna 15 - 04/12/2005 - A América do Sul e o nazismo
Coluna 14 - 27/11/2005 - A Venezuela bolivariana de hoje
Coluna 13 - 26/11/2005 - Reminiscências de um menino de São Bento (1)
Coluna 12 - 13/11/2005 - A crise argentina
Coluna 11 - 13/11/2005 - A saga de Delmiro Gouveia
Coluna 10 - 10/11/2005 - O velho na legislação brasileira
Coluna 9 - 31/10/2005 - O projeto São Francisco
Coluna 8 - 24/10/2005 - Correio eletrônico, maravilha do nosso tempo
Coluna 7 - 13/10/2005 - Um século sem presidente paulista
Coluna 6 - 09/10/2005 - O Grande Pronome 'Lhe' Morreu!
Coluna 5 - 29/09/2005 - Brasil 2005 - Uma Economia Mais Forte
Coluna 4 - 22/09/2005 - As Vestais da Moralidade Pública
Coluna 3 - 15/09/2005 - Mordomia & Nepotismo
Coluna 2 - 07/09/2005 - Tratamento de Excelência
Coluna 1 - 07/08/2005 - Hiroshima - uma covardia inominável


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