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Coluna 70: O Rio de Janeiro será sempre o Rio de Janeiro
Publicada dia 24 de Fevereiro de 2007

O Rio de Janeiro será sempre o Rio de Janeiro

O Rio é o lugar do Brasil onde melhor se fala a língua portuguesa. Embora com certas variantes, é lá onde se tem a melhor pronúncia da língua portuguesa do Brasil. Isso é fácil de se entender: foi para lá que se deslocaram os mais brilhantes homens de letras e políticos que se destacaram, pois afinal de contas o Rio foi a Corte imperial e capital da República até 1960. Aquele característico chiado nos “s” dos cariocas é um resquício da pronúncia dos nossos irmãos de além-mar, por eles já abandonado, e que prevaleceu até o início do século XX em Portugal.

É no Rio é onde se faz a melhor música popular brasileira, onde nasceu o movimento de renovação musical chamado apropriadamente de Bossa Nova (1958), caracterizado por harmonias bem elaboradas e letras coloquiais onde o pessimismo e as frustrações amorosas não tinham vez. Naquele bendito solo, apertado entre o mar e a montanha, nasceram figuras exponenciais da música brasileira como Heitor Villa-Lobos (1887-1959), um dos compositores mais originais do século XX, que combinou elementos do folclore nacional com influências do francês Achille-Claude Debussy (1862-1918) e do russo Igor Stravinski (1882-1971); Alfredo da Rocha Viana Filho, dito Pixinguinha (1897-1973), autor de diversas preciosidades como o choro “Carinhoso” (1928) que em 1937 recebeu a magistral letra do também carioca Carlos Alberto Ferreira Braga, dito Braguinha (1907-2006); Antônio Carlos Brasileiro de Almeida Jobim (1927-1994), um dos criadores do movimento bossa nova que dinamizou a música popular brasileira e a fez conhecida no mundo inteiro com suas inolvidáveis composições; Angenor de Oliveira, lavador de carros na rua, negro e pobre, mais conhecido como Cartola (1908-1980), um dos maiores artistas populares do País, autor do primeiro samba-enredo da Escola de Samba da Mangueira e de sucessos que ficaram para sempre no cancioneiro nacional; Noel de Medeiros Rosa (1910-1937), cujas canções combinam lirismo e sarcasmo, num autêntico retrato da vida carioca dos anos da década de 1930; Vinícius de Morais (1913-1980), misto de poeta e diplomata, que com seus versos de bela feitura muito contribuiu para dar um sentido elevado e criativo à música popular brasileira e Francisco Buarque de Holanda, dito Chico Buarque (1944), cuja obra é um importante marco no gênero depois da bossa nova.

O Rio é um dos berços do samba e possui um desfile carnavalesco na passarela da Avenida Marques de Sapucaí de dar inveja a produtores de óperas e de espetáculos europeus e americanos. O diretor teatral e cinematográfico italiano Franco Zeffirelli (1923), notável pela versatilidade de sua obra, ficou deslumbrado e de queixo caído com a beleza plástica do espetáculo carioca e a multiplicidade de temas levados neste tipo de ópera popular. Ele deu a entender que um povo capaz de produzir tamanho espetáculo de beleza ainda não tenha encontrado o caminho do pleno desenvolvimento econômico e social. Vivi naquele bendito torrão por mais de quarenta anos. Vivi os melhores anos de minha vida curtindo Copacabana, Bar Luiz, a praia da Barra, as boates e as mulheres maravilhosas. Vivi os anos dourados, os bailes no América Futebol Clube, onde as belas moças da Tijuca pontificavam cheirosas e bem vestidas ao som de bons conjuntos musicais. A cidade do Rio de Janeiro é algo fora do comum e de inigualável beleza. Tanto isto é verdade que o escritor maranhense Henrique Maximiano Coelho Neto (1864-1934), embora depois eclipsado pela Semana da Arte Moderna de 1922, chamou-a de "Cidade Maravilhosa" e o feliz epíteto ficou para sempre, como a justificar a sua passagem pelas letras brasileiras, já que seus livros foram olvidados. Este título, dado por Coelho Neto em uma crônica de jornal, o Rio jamais perderá a não ser que haja um cataclismo que destrua a sua crosta terrestre, seguido de um terremoto de dez graus na escala Richter ou mesmo o aumento das águas nos oceanos devido ao aquecimento global que está destruindo as geleiras que pareciam eternas do oceano Ártico e do continente Antártico, o que possivelmente causará a inundação e destruição de Copacabana, Ipanema e Leblon. Contudo, esperamos que esse fenômeno sem volta do degelo das extremidades terrestres não tenham esse efeito devastador que os cientistas acham como plausíveis de acontecer.

O Rio é e será sempre o Rio. Possui dois penhascos de rara beleza: o Pão de Açúcar e os Dois Irmãos e seu sistema orográfico é pontilhado de montanhas onde o azul predomina quando observadas de longa distância. Possui a maior floresta dentro de uma cidade, a floresta da Tijuca, antigas fazendas produtoras de café. Graças ao empenho do imperador Pedro II, homem muito viajado, as antigas fazendas de café foram totalmente reflorestadas e hoje ninguém percebe que aquela bela mata, rica em espécies vegetais e animais, foi fruto da restauração artificial. E um gigantesco parque, como o do Flamengo, resultado do arrasamento de parte do morro de Santo Antônio, cujas terras serviram para tomar do mar, a partir de 1955, o que hoje é o aterro do Flamengo. O povo do Rio de Janeiro é bom, generoso, cordial, prestativo e maravilhoso. Lá, aprendi a não fazer distinção entre pobre e rico, negro ou branco. Lá, como nordestino, nunca fui discriminado nem humilhado por minha origem. Naquela bendita terra nunca briguei com quem quer que seja. Nunca fui furtado nem mesmo assaltado. Lá, freqüentei a zona de meretrício do Mangue durante anos a fio e nunca ninguém se meteu comigo nem contraí doença venérea alguma. Lá, curti a Barra da Tijuca nos primórdios quando só havia o restaurante Corsário. Lembro-me, como hoje, que para se chegar àquele santuário ecológico o caminho era pela tortuosa e estreita Estrada Grajaú-Jacarepaguá ainda não asfaltada, seguindo-se depois pelas estradas de Jacarepaguá e do Itanhangá. Lá prestei o serviço militar no Exército Brasileiro, especificamente no 1º Grupo de Canhões Automáticos Antiaéreos, situado próximo à Quinta da Boa Vista, na Avenida Bartolomeu de Gusmão 585, onde como cabo apto à graduação de terceiro sargento, como consta do certificado de reservista, dei baixa no dia 20 de janeiro de 1964, isto é, meses antes do golpe militar. Inúmeras vezes acampando na então deserta Barra da Tijuca e tomando banho de mar com a soldadesca diante os olhares vigilantes dos oficiais e sargentos, pois não se conhecia os perigos que aquelas praias, praticamente virgens e do mar de águas extremamente límpidas, pudessem oferecer.

No Rio de Janeiro, depois do Exército, trabalhei como bancário por mais de seis anos, como escriturário, auxiliar de serviço e chefe de serviço. Em 13 de março de 1964, participamos do famoso discurso da Central do Brasil, onde o presidente João Goulart defendeu as reformas de base como medida de salvação nacional e de diminuição das desigualdades que hoje persistem de forma mais aguda, devido ao aumento desenfreado da população. E hoje vemos que o Brasil continua o mesmo onde a elite neoliberal propugna e clama pela diminuição da idade penal para os delinqüentes, quando deveriam abrir mão um pouco dos seus privilégios e do nepotismo que pulula nos três poderes da República. Essa elite desavergonhada deveria lutar pela diminuição das desigualdades e não pela diminuição da idade penal. Continuando: em abril de 1969, prestei concurso para auxiliar de escritório da Petrobras. Lembro-me como hoje. A prova foi nas cadeiras do Estádio do Maracanã. Enfrentei mais de quatorze mil candidatos e por causa da prova de datilografia feita na Escola Remington, da Rua do Ouvidor, alcancei a classificação 369º lugar e só em novembro de 1970 fui chamado para exame médico e posse no cargo na Refinaria de Duque de Caxias (REDUC), onde foi ganhar muito menos do que ganhava no Banco da Província do Rio Grande do Sul. Trabalhei na Refinaria até maio de 1979 e já como técnico de contabilidade fui convidado para trabalhar no Setor de Contabilidade do Departamento Industrial no Edifício-Sede da maior empresa do Brasil. Na sede da Petrobras, trabalhei depois como auditor tributário na Divisão de Auditoria. Com pouco mais de cinqüenta anos aposentei-me como contador do Departamento de Produção. Por tudo que relatei, não aceito que falem mal do Rio. Lá, enfrentamos a ditadura não votando em governador, senador, deputado e vereador da Arena/PDS.

Lá, enfrentamos a cavalaria da polícia militar na Candelária, na avenida Rio Branco, na Cinelândia e no Calabouço as fétidas bombas de gás lacrimogêneo. De 1964 a 1969, como estudante, freqüentei o Restaurante Central do Calabouço, sustentado pelo governo federal, onde se pagava a módica quantia de dois cruzeiros (com aquela nota que tinha a estampa de Duque de Caxias) tanto pelo almoço como pelo jantar. Na época de grande inflação, vez por outra faltava carne no restaurante e o pessoal tinha que comer por muitas semanas sardinha frita até enjoar. Eu muito devo a esse restaurante que mais tarde seria fechado pela ditadura como foco de agitação depois da morte do estudante cearense Edson Luiz., de cujo enterro participamos da Cinelândia até a Glória. Quando havia problemas de manutenção das caldeiras do restaurante, os comensais calaboucianos eram deslocados para o Restaurante do SAPS na Praça da Bandeira ou para o restaurante da Faculdade Nacional de Filosofia. Os trabalhadores gostavam porque diziam que a comida melhorava quando os estudantes passavam a comer lá. Também, participamos da famosa marcha dos cem mil em desafio a ditadura quando os estudantes sentaram no asfalto da Avenida Rio Branco e depois marcharam até a Praça da República onde, diante do prédio do Superior Tribunal Militar, exigimos a imediata liberdade dos estudantes presos pela polícia de ordem política e social. O êxodo rural nos últimos oitenta anos destruiu parte da belíssima vegetação dos morros da cidade, com a ocupação de favelas. Ainda conheci a famosa igreja da Penha rodeada de morros verdejantes. Hoje não mais se vê a beleza de antigamente, uma vez que as favelas tomaram conta da paisagem. O mesmo se diga à Rocinha que a pouco e pouco foi destruindo a beleza da região e, hoje, a favela avança em direção à Floresta da Tijuca, resquício esplêndido de uma claudicante Mata Atlântica. E ainda há quem seja contra programas como o bolsa-família que pelo menos dá dignidade às pessoas necessitadas do campo e das periferias urbanas, fixando-as ao seu torrão natal e desestimulando a migração para os grandes centros urbanos, hoje por demais saturados. No Rio, resistimos estoicamente à ditadura, quando todos os demais estados se bandearam para apoiar o regime militar, um regime de obras faraônicas e de desrespeito aos direitos humanos mais elementares. O Rio não se abateu e continuou a eleger governantes que não se curvaram aos militares de então.

Lá, freqüentamos e participamos da política estudantil no Restaurante do Calabouço e depois no outro restaurante atrás da antiga LBA e perto do qual o estudante indefeso secundarista cearense, Edson Luiz, foi barbaramente assassinado por um policial.militar. Lembro-me da luta entre estudantes e policiais pelo troféu que seria o cadáver do indigitado nordestino. Depois os estudantes conseguiram guarida no prédio da Câmara de Vereadores, onde foi feito o exame cadavérico pelos legistas e não se deu gosto a polícia de levar o corpo ao IML. O enterro foi uma apoteose contra a ditadura. O cortejo seguiu a pé até o cemitério de São João Batista, em Botafogo, recebendo os aplausos dos moradores das sacadas dos edifícios. Participamos do cortejo do jovem cearense, bem como da passeata dos cem mil naqueles anos sombrios de estado policial, onde a tortura prevaleceu. Freqüentei a Biblioteca Nacional todo o santo dia, de uma às cinco da tarde. Como bancário trabalhava duro de sete da manhã até uma da tarde. Não almoçava para economizar para pagar a escola. No Exército comprei um relógio da marca “Mido Powerwind” em várias prestações a um vendedor de jóias. Esse bendito relógio me fui muito útil, pois todo começo de ano para fazer a matrícula no curso de técnico de contabilidade eu o colocava no prego na Caixa Econômica da Praça da Bandeira, só o resgatando em julho por ocasião das gratificações bancárias. Então, para esperar a gororoba calabouciana, onde se pagava apenas dois mirrados cruzeiros. Quando havia crise no abastecimento de carne, especialmente no caso de reivindicação de aumento de preços, nós tínhamos que agüentar semanas inteiras comendo sardinha. Para mim não foi problema, porque sempre gostei desse peixinho popular.

O Restaurante do Calabouço era mantido pelo governo federal e saciou a fome de muita gente, estudante de todo o Brasil, especialmente dos nordestinos e mineiros. Havia diversas colônias de estudantes piauienses, cearenses, mineiros. Ficava na Biblioteca Nacional, especialmente na sala de referência, procurando melhorar meus parcos conhecimentos até as cinco horas quando o restaurante abria para o jantar. E depois seguia para a Escola Técnica de Comércio Estácio de Sá, no bairro do mesmo nome. Nos anos 1970 concluí o bacharelado em ciências contábeis, pela Faculdade Morais Júnior, ligado ao Sindicato dos Contabilistas do Rio de Janeiro e mantida pelo Instituto Brasileiro de Contabilidade., situada na Rua Buenos Aires esquina com Regente Feijó. Como auditor tributário da Petrobras, para aperfeiçoar os conhecimentos na área, fiz o curso de direito pela Cândido Mendes, tradicional estabelecimento voltado para as ciências humanas, cujo curso de direito recebeu recentemente o selo de qualidade da Ordem dos Advogados do Brasil, fato que muito nos envaideceu, principalmente agora que tenho duas filhas cursando direito na Universidade Cândido Mendes. No Rio, vi óperas maravilhosas no Teatro Municipal, de 1909, e assisti a grandes clássicos do futebol no Maracanã, pois morava perto na Rua Visconde de Cairu, onde tive a satisfação de ter como vizinho a extraordinária figura do Marechal João Batista Mascarenhas de Morais (1883-1968), antigo comandante da Força Expedicionária Brasileira (FEB) no teatro de operações de guerra na Itália. Ele morava num chalezinho e era venerado por todos. Apenas a título de curiosidade, a Constituição de 1946 deu a Mascarenhas o título de marechal e o privilégio de pertencer ao serviço ativo do Exército até a morte. Durante todo esse tempo, ele teve um gabinete especial no Palácio da Guerra em frente ao Campo de Santana. Era um homem de baixa altura, mas intectualmente bem preparado, tendo escrito o livro “A FEB pelo seu comandante”, no qual relata os feitos dos nossos pracinhas nos campos gelados da península itálica.

O Rio será sempre o Rio, amigos. É um povo diferenciado, síntese deste País ainda em construção. Lá não há lugar para bairrismos, pois se dá o devido valor a quem realmente tem valor e talento, sendo que não se indaga origem social ou naturalidade.

O Rio é de todos os brasileiros. Orgulho e porta de entrada do Brasil. E a violência mais cedo ou mais tarde será debelada.

Presto à Cidade Maravilhosa este singelo tributo de gratidão por me ter recebido ainda bem jovem e me ter dado a oportunidade de progresso na minha vida pessoal, estudantil e profissional.

Falei e disse.



E-mail:

OrlandoCalado@yahoo.com.br

Pau Amarelo PE 24 de fevereiro de 2007

Orlando Calado é bacharel em direito.


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Coluna 127 - 05/04/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (14) - A Lei do Ventre Livre
Coluna 126 - 29/03/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (13) - A Guerra do Paraguai
Coluna 125 - 22/03/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (12) - A Guerra do Paraguai
Coluna 124 - 15/03/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (11)
Coluna 123 - 08/03/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (10)
Coluna 122 - 01/03/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (9)
Coluna 121 - 23/02/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (8)
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Coluna 118 - 02/02/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (5)
Coluna 117 - 26/01/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (4)
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Coluna 114 - 29/12/2007 - Pingos de história do Império Brasileiro (1) - A chegada ao Brasil da família imperial portuguesa
Coluna 113 - 22/12/2007 - A Bíblia, um livro de inúmeras histórias
Coluna 112 - 15/12/2007 - Fatos & gente são-bentenses de épocas diversas (34)
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Coluna 33 - 08/04/2006 - Nome de rua não deve ser mudado
Coluna 32 - 01/04/2006 - Brasil, nova potência petrolífera mundial!
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Coluna 29 - 11/03/2006 - Os livros de Sebastião Cintra
Coluna 28 - 04/03/2006 - Um sábado sangrento no Recife
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Coluna 24 - 04/02/2006 - Aspectos gerais da lei de responsabilidade fiscal
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Coluna 21 - 14/01/2006 - Brasil, potência mundial em 2020
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Coluna 19 - 31/12/2005 - Josué Severino, o mestre e a Banda Santa Cecília
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Coluna 16 - 10/12/2005 - Do Estado pouco ou nada espero
Coluna 15 - 04/12/2005 - A América do Sul e o nazismo
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Coluna 11 - 13/11/2005 - A saga de Delmiro Gouveia
Coluna 10 - 10/11/2005 - O velho na legislação brasileira
Coluna 9 - 31/10/2005 - O projeto São Francisco
Coluna 8 - 24/10/2005 - Correio eletrônico, maravilha do nosso tempo
Coluna 7 - 13/10/2005 - Um século sem presidente paulista
Coluna 6 - 09/10/2005 - O Grande Pronome 'Lhe' Morreu!
Coluna 5 - 29/09/2005 - Brasil 2005 - Uma Economia Mais Forte
Coluna 4 - 22/09/2005 - As Vestais da Moralidade Pública
Coluna 3 - 15/09/2005 - Mordomia & Nepotismo
Coluna 2 - 07/09/2005 - Tratamento de Excelência
Coluna 1 - 07/08/2005 - Hiroshima - uma covardia inominável


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