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Coluna 133: Pingos de história do Império Brasileiro (20) - Os efeitos da grande seca em São Bento
Publicada dia 17 de Maio de 2008

Pingos de história do Império Brasileiro (20) - Os efeitos da grande seca em São Bento

Os efeitos da grande seca continuaram.  Levas e mais levas de flagelados tomavam as estradas e caminhos em busca da sobrevivência. Crianças esquálidas, mulheres e homens, igualmente esquálidos, maltrapilhos e malcheirosos seguiam sem rumo como numa sinistra procissão cujo destino seria um lugar com água para a sobrevivência.  Muita gente morreu de fome e de sede, ou de males como disenteria, papeira, tifo e febre amarela, principalmente os mais velhos e as crianças. O destino dessa pobre gente seria até onde as combalidas forças pudessem agüentar. Em toda a  região Norte, a morte ceifou várias centenas de milhares de vidas, humanas e animais domésticos. Como de dia o sol era por demais abrasador, os indigentes procuravam descansar ou dependendo do lugar, os mais afortunados conseguiam matar um preá ou algumas rolinhas. Esses animais serviam de pasto por alguns dias e eram tratados praticamente sem água e assados ao fogo. Outros procuravam nas raízes algo que pudesse enganar o estômago. Essas raízes, algumas delas tóxicas, causavam desarranjos intestinais que levavam a doenças e até à morte.

Se a noite era enluarada, prosseguiam, como em sinistra procissão, rumo a algum lugar em que pudessem encontrar um riacho seco que cavado pudesse fornecer alguma água, mesmo salobra, para mitigar a sede e preparar algum alimento. Na vila de São Bento, a bendita trovoada do dia 2 de janeiro de 1878 fez com que o açude municipal, chamado "do Doutor",  tomasse alguma quantidade de água para amenizar o sofrimento da população. No entanto, o novo açude do Missionário, fora dos limites urbanos, não recebeu nenhuma água.

No dia 15 de janeiro de 1878, a Câmara de Vereadores da vila de São Bento remeteu ao presidente da província de Pernambuco um ofício em que "aplaude o aceitado alvitre de V. Exc. de socorrer os flagelados das secas, a maior do século". E prossegue, agora criticando a política até então vigente para enfrentar a calamidade pública: "Se tivesse posto em prática o socorrimento dos indigentes por meio do trabalho, o governo não teria despendido dois mil contos de réis (2.000:000$000 rs.) inutilmente, e a caridade pública, igual senão superior à Lei 2.276, de 27 de junho do ano passado (1877), que foi votada e em lugar dos 400 edifícios, custando cada um 10 contos, não teríamos aumentado o número de ociosos já tão crescido nos sertões desta e das Províncias do Norte (hoje, Nordeste), flagelados pela seca. O sertanejo, Exmo. Sr., é com raras exceções indolente, já pela benignidade do clima, já pela liberdade do terreno. A criação dos gados é feita pela natureza, e a agricultura limita-se somente a derrubar as matas e queimá-las, fazer cercas, enterrar as sementes no solo; e a natureza faz o resto, mediante até uma ou duas roçagens". E prossegue a Câmara da vila de São Bento após essas suas considerações de natureza sociológica: "Havendo chuvas, há abundância três meses depois de feitas as plantações, que aqui produzem vinte por cento mais do que as plantações feitas nos frouxos terrenos perto do mar. Daí nasce a indolência do sertanejo que, mais do que outro qualquer habitantes deste abençoado Brasil, confia na Divina Providência, só cuida do presente, pouco se importando do futuro. É proverbial, aqui, a máxima: o futuro a Deus pertence.E como não há de assim suceder, se o sertanejo com um quilograma de pólvora pode sustentar por muitos meses numerosas famílias, ocupando-se na caça, tão abundante nos sertões?".

Como pudemos verificar até o momento, este ofício da Câmara da Vila de São Bento merece dos estudiosos uma reflexão mais profunda. O redator dele mostra toda sua sapiência diante de um quadro tão devastador como foi a estiagem dos "três sete". Ele mostra todo o seu tirocínio, criticando a ajuda aos necessitados sem uma contrapartida, como o gasto de dois mil contos de réis em socorrimento puro e simples. Se essa gente, a troco do auxílio governamental, tivesse sido empregada, várias obras teriam sido iniciadas e concluídas, melhor preparando a província para enfrentar futuras secas, com a construção de barragens e de açudes e limpeza dos até então existentes. O redator do ofício critica, pois, esta forma de assistencialismo. Critica o homem sertanejo de então que não pensa no futuro, pois que ele pertence a Deus. Igualmente critica a indolência do homem da terra. Se formos a um dicionário dos nossos dias o adjetivo "indolente" significa muita coisa. Em seu primeiro sentido quer dizer: "que não sente dor física"; que não é doloroso, indolor. Há outras acepções, como: aquele a quem nada afeta; insensível, indiferente, apático; aquele que manifesta pouca vitalidade, que age com lentidão; lânguido, vagaroso, preguiçoso; descuidado, desleixado. Queremos crer que a acepção mais cabível ao contexto do ofício da Câmara da Vila de São Bento é a de que o sertanejo daqueles tempos era um indivíduo preguiçoso em razão, talvez, do sol causticante e que não se preocupava como o futuro, pois a este Deus haveria de prover. Seria preguiçoso porque precisa apenas trabalhar três meses, ou seja, desde o preparo do roçado e a sementeira, só se precisa fazer duas limpezas das ervas daninhas até o momento da colheita. Então, tem-se suprimento alimentar para quase todo o ano e se sertanejo apurasse um dinheirinho com algum excedente agrícola ou com a venda de algum animal doméstico, bem que poderia comprar uma boa quantidade de pólvora, pois não lhe faltaria a rolinha "fogo-apagou", a juriti, a codorniz, a ave de arribação ou mesmo o preá. E daí vem o ócio de que fala o redator.

Esse sertanejo, sociologicamente descrito pelos edis são-bentenses, naturalmente pouco ou nada tem que ver com aquele descrito por Euclides da Cunha (1866-1909), em sua monumental obra, o romance épico "Os Sertões", que veio a lume em 1902 e que descreve, com propriedade, a Terra, o Homem e a Luta travada entre as expedições do Exército e da força pública baiana contra o beato Antônio Conselheiro e seus fiéis seguidores, que entre outras coisas não aceitavam o novo regime republicano, implantado pelo golpe militar de 1889. A guerra de Canudos foi um exemplo da resistência do sertanejo que por diversas vezes venceu tropas regulares e profissionais que dispunham de melhor preparo e armamento. Descrevendo o homem do sertão, disse Euclides da Cunha: "O sertanejo é antes de tudo um forte. Não tem o raquitismo exaustivo dos mestiços neurastênicos do litoral". É forte porque consegue enfrentar as dificuldades inerentes de viver numa região assolada por secas periódicas, cuja solução ficará por conta da transposição das águas do Rio São Francisco, com a devida revitalização, tratamento de esgotos e proteção de sua mata ciliar, incluindo niso até os afluentes. Aí, é claro, o sertanejo do campo não trabalhará apenas nos três meses do chamado "inverno", mas durante todo o ano.

O ofício da Câmara de Vereadores da Vila de São Bento dá um exemplo vivo de que é sempre preferível o governo utilizar a mão-de-obra dos necessitados, de modo remunerado, a simplesmente distribuir esmolas sob a forma de comida, de roupa, de remédio e de dinheiro. "A prova de que os socorros às vítimas da seca, por meio do trabalho, é preferível à esmola, está na edificação de um açude d´água potável, construído neste termo pelo missionário capuchinho Frei Afonso Maria de Bolonha. Na edificação desse açude, cujo defeito é só e unicamente ter sido construído fora do recinto da Vila, trabalharam sempre de 60 a 90 emigrantes e indigentes, diariamente, e seu custo pouco excedeu de 2:000$000 rs. (dois contos de réis). Entretanto, se fosse em tempos normais, custaria a quantia superior a 5:000$000 rs. (cinco contos de réis)".

O ofício é longo. E dada a sua importância para o estudo e interpretação histórica dos dias difíceis por que passou a vila São Bento naquele que é sabidamente conhecido como o maior flagelo por que passou grande parte da região hoje conhecida como Nordeste, é que vamos continuar transcrevendo o documento: "Se a grandeza, solidez e elegância do mesmo açude que dentro de oito dias estava definitivamente acabado. À vista, portanto, do exposto, continuando em grande escala a emigração para as matas desta e da Província de Alagoas e procurando os flagelados da seca esta vila em grande número, por saberem em caminho que há trabalho e víveres para os socorrer, esta Câmara vem pedir a V. Exc. se digne de ordenar à comissão central que remeta para aqui quantia suficiente para se dar princípio às seguintes obras, podendo as sobras da quantia remetida ao Frei Afonso, para as obras do açude d'água potável, serem reunidas a que forem remetidas e se pede agora; o acabamento do açude d'água potável a dois passos desta Vila e que com a trovoada do dia 2 de janeiro corrente, de 1878, tomou alguma água que vai servindo para a população. Entretanto que no novo açude, por causa da sua inconveniente localização, nenhuma água tomou. E a não se concluírem as obras do açude municipal, esta Câmara terá o prejuízo de 1:000$000 rs. (um conto de réis) porque a verba destinada pela lei n. 1025, de 12 de janeiro de 1871, para tal fim, está esgotada e tão cedo nada se arrecadará; porquanto os gados deste município pereceram pela maior parte, ou quase todos.Também a Matriz necessita de conclusões exteriores, com especialidade a torre que há anos está em altura de receber a cúpula e os corredores nem ao menos rebocados estão. E estando decorada e bem limpa por dentro, é um dos melhores templos do sertão. A obra, porém, de que mais necessita esta Vila, é uma cadeia, porque, quer o indivíduo seja ou não culpado, é metido num miserável tronco que muitas e repetidas vezes tem servido de desabafo a autoridades violentas; e não é possível que permaneça diante das autoridades e à vista de todos como escravos a Constituição que prometeu aos brasileiros prisões sadias e seguras, o instrumento mais aviltante em um país constitucional – o tronco. Para a construção da cadeia já existem, há 17 anos, os alicerces em local próprio e construídos convenientemente; e o proprietário dos mesmos vende-os pela terceira parte do valor gasto. E sendo aproveitados, será com rapidez edificada uma cadeia, em cujo andar superior se instalará esta Câmara e no inferior o quartel do destacamento; resultando uma economia anual de 480$000 rs., que se despendido desde 1860, com o aluguel de casas que servem de Paço Municipal desta Câmara, cadeia e quartel".

Como se verifica, o ofício trata de vários assuntos e a pouco e pouco vamos tomando conhecimento de um pedaço da história municipal de São Bento. É provável que a cadeia tenha sido erigida no sobrado onde hoje funciona, no térreo, um salão de bilhar e sinuca. Isto porque, já no ano de 1900 ou 1901 o juiz de direito da Comarca, Dr. Eduardo Correia da Silva, havia transferido a sala de audiências para o andar superior, sendo que no térreo permanecia a cadeia e o destacamento policial. Por isso, é bem provável que, alguns anos antes, tenha funcionado a Câmara de Vereadores, ainda dos tempos imperiais,. no andar superior.

Devido a sua importância histórica, sigamos com o ofício de 15 de janeiro de 1878, dirigido ao presidente da Província, desembargador Francisco de Assis Oliveira Maciel: "A comissão central enviou para os acometidos de febre de mau caráter, sarampo, disenteria e papeira duas ambulâncias: uma para esta Vila e outra para a povoação de Canhotinho; mas esqueceu-se de enviar víveres próprios para os ditos; porquanto não é com peixes e carnes salgadas, sardinhas, feijão e milho que se hão de alimentar os convalescentes de semelhantes enfermidades. Em Canhotinho tem regulado dois e três mortos diariamente, daquelas enfermidades e o primeiro caso fatal se deu hoje pela manhã, perecendo uma mãe de família vítima da febre amarela e ficando um emigrante a expirar de tifo".

E prosseguem os vereadores são-bentenses com suas críticas ao socorrimento dos flagelados acometidos por doenças: "Não há desinfetantes e apenas veio uma garrafa de ácido fênico na ambulância; falta-nos compor a tintura de ipecacuanha e uma pessoa autorizada e remunerada para tratar dos indigentes acometidos, que até agora têm sido, gratuitamente, medicados pelo cirurgião, Olavo Correia Crespo. Mas este, além de pesada família, é pobre e não poderá encarregar-se, até o fim, do tratamento dos indigentes e emigrantes acometidos, gratuitamente. Findaram-se os víveres ultimamente remetidos pela comissão central; e na última feira, apenas vieram cinco cargas de farinha, a que foi vendida a 2$000 rs. a cuia de dez litros. Nestas contingências, estando a caridade  pública esgotada;  havendo aqui na Vila para mais de 20 retirantes, não tardará que vejamos perecer dezenas de indivíduos a fome, a não se dignar a comissão central de remeter mais víveres para os desvalidos. De todas as remessas, a comissão central dá a metade ao missionário Frei Afonso de Bolonha; para socorrer os trabalhadores empregados nas obras do  açude; e, por isso, não admira que os víveres se consumam em poucos dias. A maior parte dos emigrantes acompanha uma disenteria peculiar e diferente da disenteria comum, devido, talvez, a alimentação de raízes e féculas nocivas, de que os mesmos usam."

E vem o apelo final correto e não assistencialista: "Socorrram-se os flagelados da seca por meio do trabalho. É o melhor sistema de socorros públicos na Europa; e por isso, esta Câmara não pode deixar de aplaudir o alvitre de V. Exc. e da comissão central, de 1 a 14  de dezembro do ano findo (1877)".  Os vereadores da vila de São Bento que assinaram este historico documento foram: José Leonardo da Costa, pelo presidente; Joaquim Ferreira de Souza; Francisco Inácio de Paiva Júnior; Antônio Vítor da Silva Viana e João José da  Silva.

E, assim, com base nesse documento público, pudemos ter uma idéia do que acontecia em nossa São Bento quando a terrível seca iniciava o seu segundo ano de devastação, de dor  e de sofrimento. Louve-se, portanto, a capacidade desses são-bentenses em colocar de maneira adequada as dificuldades de sua gente. Louve-se, igualmente, o fato de esses homens não terem abandonado o barco no momento da grande tempestade. É claro que havia muita dificuldade em reunir os vereadores numa situação de tanta calamidade. E eles procuraram cumprir suas obrigações da maneira mais patriótica, mesmo sem remuneração alguma, uma vez que as leis imperiais de então vetavam o pagamento de qualquer estipêndio a esses homens públicos que, em última análise, faziam as vezes de administradores e legisladores.

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E-mail: orlandocalado@yahoo.com.br

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Pau Amarelo PE 17 de maio de 2008

Orlando Calado é bacharel em direito.


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Coluna 127 - 05/04/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (14) - A Lei do Ventre Livre
Coluna 126 - 29/03/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (13) - A Guerra do Paraguai
Coluna 125 - 22/03/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (12) - A Guerra do Paraguai
Coluna 124 - 15/03/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (11)
Coluna 123 - 08/03/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (10)
Coluna 122 - 01/03/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (9)
Coluna 121 - 23/02/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (8)
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Coluna 118 - 02/02/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (5)
Coluna 117 - 26/01/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (4)
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Coluna 114 - 29/12/2007 - Pingos de história do Império Brasileiro (1) - A chegada ao Brasil da família imperial portuguesa
Coluna 113 - 22/12/2007 - A Bíblia, um livro de inúmeras histórias
Coluna 112 - 15/12/2007 - Fatos & gente são-bentenses de épocas diversas (34)
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Coluna 33 - 08/04/2006 - Nome de rua não deve ser mudado
Coluna 32 - 01/04/2006 - Brasil, nova potência petrolífera mundial!
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Coluna 29 - 11/03/2006 - Os livros de Sebastião Cintra
Coluna 28 - 04/03/2006 - Um sábado sangrento no Recife
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Coluna 24 - 04/02/2006 - Aspectos gerais da lei de responsabilidade fiscal
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Coluna 21 - 14/01/2006 - Brasil, potência mundial em 2020
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Coluna 19 - 31/12/2005 - Josué Severino, o mestre e a Banda Santa Cecília
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Coluna 16 - 10/12/2005 - Do Estado pouco ou nada espero
Coluna 15 - 04/12/2005 - A América do Sul e o nazismo
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Coluna 11 - 13/11/2005 - A saga de Delmiro Gouveia
Coluna 10 - 10/11/2005 - O velho na legislação brasileira
Coluna 9 - 31/10/2005 - O projeto São Francisco
Coluna 8 - 24/10/2005 - Correio eletrônico, maravilha do nosso tempo
Coluna 7 - 13/10/2005 - Um século sem presidente paulista
Coluna 6 - 09/10/2005 - O Grande Pronome 'Lhe' Morreu!
Coluna 5 - 29/09/2005 - Brasil 2005 - Uma Economia Mais Forte
Coluna 4 - 22/09/2005 - As Vestais da Moralidade Pública
Coluna 3 - 15/09/2005 - Mordomia & Nepotismo
Coluna 2 - 07/09/2005 - Tratamento de Excelência
Coluna 1 - 07/08/2005 - Hiroshima - uma covardia inominável


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