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Coluna 48: Aumentando os conhecimentos gerais (10)
Publicada dia 02 de Setembro de 2006

Aumentando os conhecimentos gerais (10)

Num sítio da Rede Mundial de Computadores (ueba.com.br), fomos colher o resumo humorado de algumas das grandes obras do teatro e da literatura produzidas pela humanidade. Os enredos, geralmente, não são essas coisas todas, pois que versam a respeito de assuntos simples do quotidiano das pessoas; em prosseguimento, fazemos um resumo de uma entrevista de um Ministro-adjunto das Relações Exteriores dos Estados Unidos, eivado daquelas cantilenas de sempre contra os países sul-americanos que têm por têm de seguir a cartilha democrática deles, embora estes não queiram submeter-se às leis penais de outros países, no caso de crimes cometidos por militares americanos em território de outros países. A verdade é que eles só confiam na justiça deles. No Paraguai, segundo a imprensa noticiou, estão perto de 400 militares americanos estacionados em troca de algum armamento velho e obsoleto. Então, se um soldado da potência hegemônica cometer um delito qualquer, no território paraguaio, ele será julgado pelas leis americanas. Neste caso, a soberania do país sul-americano para onde vai? Mais adiante, para amenizar, falamos brevemente sobre a grande soprano Maria Callas: como ela não se tem registro de que houve outra igual. Depois, fizemos um resumo das invasões dos bárbaros germânicos e das regiões em que se estabeleceram. E para concluir, um pleito de gratidão a José Mariano e sua mulher, dona Olegarinha da Cunha, como precursores dos direitos humanos em nossa terra. Eles lutaram e mobilizaram a fina flor pernambucana pela causa da abolição da escravatura. Vamos aos assuntos:


1. AS GRANDES OBRAS LITERÁRIAS PRODUZIDAS PELA HUMANIDADE – No ensino fundamental, ao estudarmos os grandes ciclos históricos, somos compelidos a estudar que Aristóteles escreveu “A política”, que Ariosto é o autor de “Orlando furioso”, que Adam Smith escreveu ”A riqueza das nações”, que Joaquim Nabuco nos legou “Um estadista do Império”, que Dante nos brindou com “A divina comédia” e por aí vai. No entanto, estas obras, algumas das quais de difícil compreensão não se acham disponíveis a não ser em bibliotecas mais sofisticadas. Eu, por exemplo, já dispus de obras clássicas como “A Eneida” de Virgílio e outras preciosidades como “Os lusíadas”, de Camões, mas sou obrigado a confessar que nunca consegui terminar um clássico seja da literatura, seja da filosofia. A leitura é difícil e os tempos e costumes completamente diferentes dos nossos dias, de molde que fica difícil a compreensão dessas obras, nos tempos que vivemos, e além do mais não sabemos em que condições essas obras foram escritas. “O príncipe” de Maquiavel é uma obra clássica de natureza política em que se pode compreender perfeitamente os conceitos emitidos por aquele que deve ter sido o primeiro cientista político. Então, obras clássicas são de leitura geralmente incompreensível e que só mesmo especialistas e estudiosos é que as compreendem. Assim, como há tempos circula na Rede Mundial de Computadores um resumo bem humorado, diga-se de passagem, a respeito dos enredos de obras famosas, brindamos os nossos leitores com alguns tópicos tirados do sítio antes citado.
1.1 – OTHELO, de William Shakespeare: Um inocente rei tem um amigo muito safado cujo único pensamento é humilhar o soberano, fazendo-o de bobo e otário. O tal elemento não ganha um cargo no governo de sua majestade e resolve, por isso, vingar-se do rei , dizendo que a rainha está procedendo de maneira irregular e o enganando com outro. O rei acredita na história e mata a rainha. Tempos depois, descobre que não foi nada disso e que a rainha era inocente. Conclusão: prende o difamador e ficar a chorar sozinho;
1.2 - HAMLET, também de William Shakespeare - Um príncipe, acometido de uma tremenda insônia, passeia pelas muralhas do castelo, quando o fantasma do pai se lhe aparece e diz que foi morto pelo tio que dorme com a mãe, cujo homem de confiança é o pai da namorada que, no entanto, suicida-se ao saber ao saber que o príncipe matou o seu pai para se vingar do tio que tinha matado o pai de seu namorado e dormia com a mãe. É uma confusão dos diabos. Então, o príncipe mata o tio que dorme com a mãe, depois de falar com uma caveira (“To be or not to be, that is the question”) e morre assassinado pelos irmãos da namorada, a mesma que era doida e que se tinha suicidado;
1.3 OS LUSÍADAS, de Luís Vaz de Camões - Um poeta decide mostrar o seu talento ao rei e lhe conta uma história de marinheiros que, depois de alguns problemas, resolvidos por uma boa deusa, ganham a maior boa vida numa ilha cheia de belas mulheres;
1.4 MADAME BOVARY, de Gustave Flaubert – Uma dona de casa insatisfeita sexualmente com seu marido começa a ter relações íntimas com o padeiro, o leiteiro, o carteiro, o homem da taberna, o dono da mercearia e o vizinho endinheirado.Tempos depois, entra em profunda depressão, envenena-se e morre;
1.5 GUERRA E PAZ, de Leon Tolstoi - Um rapaz não quer ir à guerra por estar apaixonado e por esta simples razão Napoleão Bonaparte invade Moscou. A mocinha casa-se com outro:
1.6 EM BUSCA DO TEMPO PERDIDO – de Marcel Proust - Um rapaz, portador de asma, sofre de terrível insônia porque a mãe não lhe dá boa noite. No dia seguinte, come um bolo e escreve um livro. Nessa noite, o rapaz tem um ataque de asma porque a namorada se recusa a dar-lhe beijinhos. Tudo termina num baile onde estão todos muito velhinhos;
1.7 ÉDIPO-REI, de Sófocles: Um rapaz, um pouco desequilibrado, chamado Édipo, não ouve os conselhos que um cego lhe dá e acaba matando o pai, tomando a mãe como mulher e ao perceber que matara o pai e era amante da própria mãe acaba por furar os seus próprios olhos. Deste incesto, nasceu o que mais tarde a psicanálise chamaria de “complexo de Édipo”
1.8 ROMEU E JULIETA – também de William Shakespeare - É a história de dois adolescentes que se apaixonam perdidamente, mas as respectivas famílias proíbem o namoro. As famílias se engalfinham. Então, aparece o pároco da cidade e os dois morrem depois de beber veneno, pensando que era sonífero.

2 - ROBERT ZOELLICK OU COMO O GOVERNO NORTE-AMERICANO VÊ A POBRE AMÉRICA LATINA – Em outubro de 2005, Robert Zoellick, vice-ministro das Relações Exteriores dos Estados Unidos, disse as palavras que a seguir transcrevemos durante visita de um dia ao Brasil. Observem como um dirigente da potência hegemônica, eivado de preconceitos, vê a América Latina. “A Bolívia, o Equador, a Venezuela, o Haiti e a Nicarágua são países cuja democracia está em risco”. Aproveitou o ensejo para fazer várias críticas ao presidente venezuelano, Hugo Chávez, “Estamos preocupados que Chávez use sua posição eleitoral para minar as instituições da democracia, como as Ongs, partidos de oposição, os tribunais e o Banco Central”. A proposta trazida por Zoellick a Brasília é utilizar a Organização dos Estados Americanos (OEA) e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) para assegurar a manutenção das instituições democráticas e a inclusão social e econômica. Ele disse que os países da região devem estar atentos ao populismo. “O populismo tem atrativas mensagens, mas pode desapontar e ser destrutivo; Chávez é parte disso de um lado, e Fujimori, de outro”. Para ele, o sistema político venezuelano fracassou porque não soube corresponder às aspirações da população. Ele acrescentou que a Venezuela tem-se baseado nos recursos provenientes do petróleo para fazer alianças na região. “Mas, quando os preços do petróleo caírem, a Venezuela vai estar em posição difícil.” Questionado sobre as declarações de Lula sobre Chávez de que “há excesso de democracia na Venezuela”, Zoellick respondeu ironicamente: “Não sei o que ele quis dizer com isso”. Zoellick declarou que Lula é de outra esquerda, “mas sempre esteve ao lado da democracia. Nós sabemos de países em que houve revolução”. E completou: “Não adianta só ter eleições”. No mesmo dia em que fez estas declarações, Zoellick foi declarado “persona non grata” pelo governo da Nicarágua “por interferir nos assuntos internos” daquele país. Isso tudo é para que a gente possa ver como nossos poderosos irmãos do Norte nos tratam. Aqui os países para eles não têm personalidade nem podem pensar de modo diferente, pois não alcançaram, ainda, a maioridade. Eles têm por nós um desprezo a ponto de o presidente Reagan, numa rara visita ao Brasil, ter confundido o nosso País com a Bolívia. Não que sejamos melhores do que a Bolívia, mas pelo fato de o Brasil ser uma potência regional, cujos fundamentos econômicos, hoje, felizmente, não são contaminados com os problemas políticos pelos quais o País passa.

3 – MARIA CALLAS: A MAIOR SOPRANO DE QUE O MUNDO TEM NOTÍCIA – O verdadeiro nome desta diva denuncia a sua ascendência grega: Maria Cecília Sophia Kalogeropoulos. Nasceu em Nova Iorque em 1923. A rara escala de registros de sua voz e seus dotes dramáticos tornaram-na uma das sopranos mais célebres da história do belo canto. Ela estudou em Atenas com a soprano Elvira de Hidalgo e já aos 14 anos atuou em “Cavalleria rusticana”, de Mascagni, e “Boccacio”, de Von Suppé. O ano de 1947 assinalou o início de sua triunfal carreira. Depois de interpretar o papel principal de “La Gioconda”, de Ponchielli, em Verona, representou “Tosca”, de Puccini no Teatro Scala de Milão; “Lucia di Lamermoor", de Donizetti; e “Norma”, de Bellini. Com esta última, fez sua estréia na Ópera de Chicago em 1954 e no Metropolitan de Nova Iorque em 1956. A partir dessa época e até sua última atuação, com “Tosca, no Covent Garden de Londres, em 1965, sua popularidade cresceu devido à voz excepcional que lhe permitia interpretar qualquer papel. Faleceu aos 54 anos em Paris.

4 – INVASÕES BÁRBARAS GERMÃNICAS – 1) Durante alguns séculos, a Britânia foi dominada pelos romanos. Problemas políticos e econômicos verificados na metrópole fizeram com que o exército retornasse, deixando a área desguarnecida. Aproveitando-se da situação, as tribos germânicas dos jutos, anglos e saxões por volta do ano 450, da nossa era, invadiram a região. Os invasores se apoderaram das melhores terras expulsando para o norte e para o oeste os povos que lá viviam, escoceses e galeses, de origem celta. Para melhor compreensão, os jutos provieram da Jutlândia (atual Dinamarca). Os anglo-saxões habitavam a região próxima da foz do rio Albis (atual Elba) correspondente ao atual estado alemão de Holstein. 2) Os godos saíram da região da atual Suécia para a Europa Central, entre os anos de 150 e 200 de nossa era. 3) Os francos, tribo germânica, ocuparam a Gália em 450. 4) Entre os anos 400 e 500, os lombardos ocuparam o norte da Itália de hoje. 5) Os alamanos, em 475, ocuparam o sul da atual França. Os alamanos, um povo germânico, de cujo nome deriva a palavra Alemanha, foram atacados pelos romanos em 213 e expulsos da Alsácia em 496 por Clóvis, que a incorporou ao reino dos francos. 6) Os suevos saíram da Suévia, antigo país germânico, em direção à península ibérica, ocupando-a na parte noroeste. Os suevos são um dos componentes básicos da ancestralidade de galegos e portugueses do norte de Portugal. 7) Os vândalos por volta do ano 400 penetraram na península ibérica e atingiram a costa do norte da África, até Cartago. Como se verifica, as invasões bárbaras nos primeiros séculos do primeiro milênio foram terríveis para os habitantes que viviam na Britânia, na Gália e na Península ibérica. Eles eram escravizados, tinham seus bens surripiados e suas mulheres serviam de pasto para satisfazer os apetites daquela gente invasora. Não deve ter sido fácil a vida dos povos pacíficos nos séculos iniciais de nossa era. Quanta morte, quanto sofrimento e ainda ser obrigado a aprender o dialeto do invasor! Por isso que, apesar de tudo, os nossos tempos são melhores do que aqueles tempos em que não havia nenhuma segurança. Os conflitos existentes na atualidade estão circunscritos a brigas religiosas e de natureza econômica.

A GENEROSIDADE PERNAMBUCANA – Na história de Pernambuco da segunda metade do século XIX, muitas almas generosas se destacaram na luta contra aquele cancro que era a escravidão quando a maioria dos países civilizados já havia dado um basta à servidão humana. O trabalho livre e remunerado era uma das bandeiras dos revolucionários de 1817 e 1824 e este fato contaminou homens de envergadura política e moral, além das damas pernambucanas que foram incansáveis nessa luta pela dignidade humana, seja arrecadando dinheiro para a compra de cartas de alforria, seja dando guarida em suas propriedades aos homens e mulheres que fugiam dos engenhos e fazendas. Neste sentido, destacaram-se José Mariano Carneiro da Cunha (Recife, 1850), político, advogado e escritor, um dos maiores batalhadores da causa abolicionista. Ele contou com a prestimosa colaboração de sua mulher, dona Olegária da Cunha. Juntos eles conseguiram inúmeras cartas de alforria, utilizando recursos próprios e contando com a colaboração das damas da sociedade pernambucana. O casal morava em Poço da Panela, Recife, e os fundos de sua casa davam para o rio Capibaribe. Dona Olegária não suportava ver os negros maltratados e submetidos a todo tipo de humilhação por seus senhores e feitores. Na época, existiam várias sociedades que tinham por objetivo lutar pelo fim do trabalho servil. Alguém sugeriu que essas sociedades se unissem em uma única: o Clube do Relâmpago que, depois, mudou para Clube do Cupim. José Mariano e seus colaboradores transportavam os escravos para o Ceará e depois para o Rio Grande do Norte, províncias que haviam abolido a escravatura. Os escravos eram levados em canoas que saiam de sua casa através do rio Capibaribe altas horas da noite. Registra a história que, de certa feita, na casa de Olegária e José Mariano havia por volta de setenta escravos escondidos para embarcar para o Ceará. Estes escravos eram acolhidos e mantidos pelas damas recifenses. Sabedora do fato, através de denúncia, a polícia foi à residência do casal abolicionista com o ânimo de revistá-la. José Mariano fechou o portão, alegando que a força policial não poderia fazer busca de noite em face da garantia de inviolabilidade do lar proclamada pela Constituição imperial. Como não havia outra via de acesso, José Mariano passou a noite conversando com o comandante da tropa e mandando servir café e bolo de milho a todos, enquanto dona Olegária e auxiliares embarcavam os escravos em canoas cobertas com capim até o navio que os levaria para Fortaleza. Quando o dia amanheceu, dona Olegária mandou avisar ao marido que podia mandar os policiais entrar. Não mais havia nenhum escravo e o navio já havia zarpado. Olegária da Cunha, que morreu ainda jovem no final do século XIX, é uma personalidade de nossa história sentimental que não pode ser esquecida. Muitas das vezes chegou a empenhar suas jóias para com o dinheiro comprar a liberdade de vários escravos. Ela foi uma mobilizadora das damas pernambucanas não só para arrecadar fundos, ao tempo em que dava guarida a escravos fugidos dos maus tratos, de onde saiam em canoas até o navio libertador.





E-mail: orlandocalado@yahoo.com.br

Pau Amarelo PE dois de setembro de 2006

Orlando Calado é bacharel em direito.


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Coluna 127 - 05/04/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (14) - A Lei do Ventre Livre
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Coluna 125 - 22/03/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (12) - A Guerra do Paraguai
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Coluna 123 - 08/03/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (10)
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Coluna 114 - 29/12/2007 - Pingos de história do Império Brasileiro (1) - A chegada ao Brasil da família imperial portuguesa
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Coluna 32 - 01/04/2006 - Brasil, nova potência petrolífera mundial!
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Coluna 8 - 24/10/2005 - Correio eletrônico, maravilha do nosso tempo
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Coluna 6 - 09/10/2005 - O Grande Pronome 'Lhe' Morreu!
Coluna 5 - 29/09/2005 - Brasil 2005 - Uma Economia Mais Forte
Coluna 4 - 22/09/2005 - As Vestais da Moralidade Pública
Coluna 3 - 15/09/2005 - Mordomia & Nepotismo
Coluna 2 - 07/09/2005 - Tratamento de Excelência
Coluna 1 - 07/08/2005 - Hiroshima - uma covardia inominável


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