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Coluna 56: Aumentando os conhecimentos gerais (14)
Publicada dia 18 de Novembro de 2006

Aumentando os conhecimentos gerais (14)

Dando continuidade à série, estamos apresentando uma pauta deveras diversificada e de apenas quatro assuntos a começar pela Guarda Nacional criada com o objetivo de manter a ordem interna e naturalmente sufocar movimentos sediciosos como os ocorridos no início do Século XIX, uma vez que o Exército, mais democrático, estava sempre ao lado do povo. Ficou, então, estabelecido em lei que à Guarda Nacional caberia a defesa interna das instituições imperiais e ao Exército à defesa contra o possível inimigo externo. O desejo das autoridades regenciais era tirar o Exército de suas funções de ordem interna. O Exército era formado por elementos provindos do povo ao passo que a Guarda Nacional era formada pela elite rural e urbana, que pagavam por suas patentes para si e para seus prepostos. Só a partir do fim da Guerra do Paraguai foi que o Exército começou a pressionar as autoridades e reivindicar melhores remunerações. Enquanto isso, o prestígio da Guarda Nacional declinava e o Exército assumia a sua função de força opressora dos movimentos ocorridos no fim do século XIX até o ano de 1985, quando a força terrestre voltou à caserna e deixou de interferir nos temas de natureza política. O assunto seguinte trata do “Encilhamento” uma política econômica desastrosa que teve como mentor não um economista, mas um jurista, o baiano Rui Barbosa. Em seguida, falaremos um pouco sobre a conquista da Ibéria, bem como o nome primitivo de algumas das mais antigas cidades da península luso-espanhola. E para finalizar, pinçamos alguns dados biográficos de Leon Trotski, um revolucionário russo que foi preso e desterrado, diversas vezes e que chegou ao poder após a derrubada do czar Nicolau II. Porém, por ser inteligente demais e ter grande tato político, Leon Trotski foi condenado à morte pelo arqui-rival Joseph Stalin, uma figura medíocre ante o incontestável talento político e militar do revolucionário judeu-ucraniano. Vamos aos assuntos:


A GUARDA NACIONAL – A Guarda Nacional foi criada pelo padre Diogo Antônio Feijó, em 1831, como força auxiliar do Exército. Sabe-se que, quando da volta de dom Pedro I a Portugal, seu filho era um menino de apenas cinco anos. Então, durante a menoridade do príncipe brasileiro, governou o Império, inicialmente, a Regência Trina, que tinha como ministro da Justiça o enérgico defensor da ordem pública, o padre Feijó, que posteriormente (1834), com o Ato Adicional, tornou-se regente único, eleito por pequena maioria em consulta popular. A Guarda Nacional veio para fortalecer as elites políticas e barrar sedições como as que ocorreram em algumas partes do território brasileiro, notadamente em Pernambuco (1817 e 1824). Era, pois, uma corporação militar de segunda linha, composta pelas armas de infantaria e cavalaria, cuja existência se deu até 1910, quando o marechal Hermes da Fonseca, então ministro da Guerra, deu nova organização ao Exército e extinguiu a milícia nacional. Ela era composta por cidadãos armados com o objetivo de manter a ordem e a segurança internas, ficando o Exército encarregado da defesa contra possíveis inimigos externos. Para fazer parte desse corpo militar, o cidadão devia possuir renda anual superior a 200 mil réis, nas grandes cidades e 100 mil réis nas demais localidades. É evidente que a criação dessa milícia veio ao encontro das aspirações das elites políticas locais, uma vez que eram essas próprias elites que formavam e dirigiam as suas corporações. Como o governo regencial via o Exército com desconfiança, pois este poderia participar das lutas políticas e se posicionar pelo retorno de dom Pedro I, além de reivindicar melhores soldos e se mostrar contra a discriminação racial e social, no caso de baixas patentes, tornava-o suspeito para garantir a ordem interna do País. Assim, com a finalidade de realizar uma diminuição nos quadros do Exército, a Regência tomou várias providências, baixando os efetivos do Exército de 30 mil para 10 mil homens, em números redondos, cessando o recrutamento militar. Relatório do regente datado de maio de 1832 assegurava que “a tropa de primeira linha da capital do Império desapareceu: as guarnições de terra, as rondas policiais, o auxílio à justiça são prestados pelos guardas nacionais”. Essa situação só fez crescer a insatisfação dos militares do Exército. Houve até tumultos provocados por oficiais do Exército no Teatro de São Pedro no Rio de Janeiro. Até o corpo de artilharia da Marinha, aquartelado na ilha das Cobras, rebelou-se, tomando conta da ilha e prendendo oficiais que não aderiram ao movimento. Apoiado na Guarda Nacional, o ministro da Justiça, Feijó, repeliu violentamente os sediciosos. Durante a sua existência, a Guarda Nacional atuou na Cabanagem, no Pará, de 1835 a 1840, na qual a repressão ceifou metade da população da província, uma verdadeira carnificina; na Guerra dos Farrapos, na província de São Pedro do Rio Grande, iniciada em 1835 e sufocada dez anos mais tarde; a Sabinada, na Bahia, nos anos de 1837 e 1838; a Balaiada, no Maranhão, de 1838 a 1841; a Revolta Liberal ocorrida nas províncias de São Paulo e de Minas Gerais, em 1842, na qual pontificou o mineiro Teófilo Otoni; e também a Revolução Praieira, em Pernambuco, em 1848, com Pedro Ivo. Como se nota, à Guarda Nacional competiu, prioritariamente, a repressão aos opositores internos. E ao Exército caberia uma função mais nobre, tal seja a defesa do território contra agressões externas. A Guarda Nacional era muito ligada aos grandes proprietários de terra, que compravam para si ou para seus prepostos as mais altas patentes. Com a debilitação dos velhos proprietários rurais em decorrência da ascensão da burguesia que surgia, a Guarda Nacional começou a entrar em declínio no final do século XIX. A guerra contra o Paraguai (1865-1870) colocou em primeiro plano o Exército. A partir de então, além de competir com a Guarda Nacional, como força organizada, o Exército começou a intervir nas questões políticas. O fato de rivalizar com a Guarda Nacional, defensora dos interesses mais retrógrados da sociedade, deu ao Exército uma imagem de identificação com algumas lutas de caráter progressista, como no golpe de estado que derrubou a Império para implantar o regime republicano em 1889. O desempenho de determinados papéis progressistas, nesse período, não retirou do Exército seu caráter de força repressiva como em dois episódios, nos primórdios da República: a guerra de Canudos (1897) e a guerra do Contestado (1912), surtos messiânicos gerados pelas duras condições de vida das populações dos sertões. Portanto, a supremacia e a intervenção do Exército nas questões políticas fez decair o prestigio da Guarda Nacional, constituindo-se num duro golpe para a elite rural.


ENCILHAMENTO – Com o golpe militar de 15 de novembro de 1889, o jurisconsulto baiano, Rui Barbosa, foi designado para comandar as finanças do País e tirá-lo do sufoco financeiro pelo qual passava o novo regime. Lançou-se, então, no Rio de Janeiro a política desenvolvimentista que seria conhecida como “Encilhamento”. É certo que após a abolição da escravatura, em 1888, os proprietários rurais não tinham dinheiro para pagar os empregados e por isso pressionaram o governo imperial, nos seus estertores, para conseguir empréstimos junto aos bancos e casas bancárias, contudo sem sucesso. Em 1890, já na República, começou a emissão de “papel-moeda”, repassando aos fazendeiros pelos bancos privados. Essa política não foi suficiente para salvar as lavouras de café do vale do rio Paraíba do Sul e inaugurou o regime que ficaria conhecido ironicamente, na história como uma política desastrosa e sem fundamento nos manuais de economia da época. Rui Barbosa, opositor da política econômica do Império, mas que certo da escassez de dinheiro em circulação, deu continuidade à emissão de moeda e de títulos. A expansão da base monetária tornou-se, momentaneamente, um fator produtivo da economia. Na concepção do ministro, o encilhamento levaria o País ao crescimento industrial, graças ao crédito fácil. Entretanto, o surto inflacionário, provocado pela emissão descontrolada de moeda sem o lastro-ouro, prejudicou a incipiente classe média e os assalariados. O crédito facilitado provocou o surgimento de grande número de empresas, que não passava de especulação organizada por hábeis manipuladores de capital. A febre industrial terminou numa onda de falências. Nos governos seguintes, de Floriano Peixoto ao de Campos Sales, implementou-se uma política de saneamento da moeda como reação antiinflacionária, na qual se destacou o ministro da Fazenda deste último presidente, Joaquim Murtinho. Resumo desta desastrosa ópera financeira para o País: o encilhamento provocou inflação desenfreada, o delírio da especulação, o aparecimento de empresas fictícias e uma onda de falências. Por fim, o termo “encilhamento”, no caso, refere-se ao local do hipódromo da Gávea, no Rio, onde se colocavam as cilhas e os arreios nos cavalos de corrida e onde, também, se faziam apostas. Como se vê, a expressão foi usada para designar a verdadeira jogatina com os títulos da bolsa de valores, em altas artificiais crescentes. Coisas do Brasil.

A IBÉRIA – O nome Ibéria é anterior à era em que vivemos e deriva de Ebro, o maior rio da Espanha e que pertence à vertente mediterrânea. É sabido que os fenícios fundaram as colônias de Gadix (hoje Cádiz) e Malacha (hoje Málaga) na Espanha. Os gregos fundaram Alcácer do Sal (Alentejo e Sena do Pilar, Porto). Os cartagineses, altos e louros, fundaram Portus Hannibalis (hoje Portimão). A romanização da Lusitânia ocorreu entre os séculos II e I antes de nossa era. Os lusitanos lutaram contra a invasão romana, tendo como chefes Viriato e depois Sertório. No ano de 136 antes de nossa era, deu-se a fundação de Cale na margem esquerda do rio Douro. De Portus Cale, antigo nome da atual cidade do Porto, nasceu o nome do país: Portugal. No século I, de nossa era, Augusto criou a província romana da Lusitânia, sendo a capital Emérita Augusta (hoje Mérida). Os romanos fundaram as cidades de Liberatas Julia (hoje Évora), Felicitas Julia (depois chamada de Olisipo e hoje de Lisboa), Praesidium Julium (depois Scallabis, hoje, Santarém), Pax Julia (hoje, Beja) e Bragara Augusta (hoje, Braga). Outros nomes antigos de cidades da península ibérica: Málaca, atual Málaga; Barcino, depois Barcinona, atual Barcelona; Collipo, atual Leiria; Corduba atual Córdoba; Conimbria, depois Conimbriga, atual Coimbra e, por fim, Caesar Augusta, depois Salduba, atual Zarogoza. O leitor deve ter notado que os atuais nomes de algumas cidades da península ibérica sofreram alterações no curso dos séculos.O que chama mais atenção é o de Caesar Augusta, passando por Salduba para fixar, definitivamente, em Zaragoza. Muitos foram os povos de línguas distintas que corromperam alguns desses nomes. Podemos dizer que se tratam de corruptelas. Esse mesmo fenômeno aconteceu no Brasil onde os nomes indígenas de lugares e acidentes geográficos sofreram alterações, no decorrer dos séculos, para se adaptar ao idioma falado no Brasil. Um caso que me vem à mente é o nome Guanabara, do tupi “goanã-pará”, que significa “o lagamar”, ou seja, baía semelhante ao mar.

LEON TROTSKI - O ucraniano, nascido em 1879, foi o intelectual mais brilhante da revolução russa de 1917 e figura central da política soviética nos anos seguintes. Era um idealista, um homem que viveu e morreu pelo que acreditava ser a redenção dos operários e dos trabalhadores rurais. Aqui, não se discute se esse idealismo foi bom ou mal para o seu povo e para a humanidade. O que queremos pôr em evidência é o idealismo, sua inteligência, que alguns dos seus companheiros de partido invejavam por não possuírem o gênio político desse homem que combateu o regime dos czares russos, opressor das classes trabalhadoras, sendo, por isso, preso e enviado à Sibéria por duas vezes. Era filho de um fazendeiro judeu e estudou por pouco tempo na Universidade de Odessa. Seu nome real era Lev Davidovitch Bronstein, que poderia ser traduzido como Leão filho de David Bronstein. Participou da criação da União dos Trabalhadores do Sul da Rússia, de tendência socialista, o que lhe valeu uma prisão em 1898 e mais tarde o desterro na desértica Sibéria. Em 1902, fugiu daquele inferno de ventos gelados e incômodos. Conseguiu, com companheiros de ideal que apoiavam os presos políticos, um passaporte falso em nome de Leon Trotski, que adotou como pseudônimo revolucionário. Passou a morar em Londres, onde se ligou ao grupo de social-democratas russos e trabalhou com Lênin na redação da revista Iskra. No congresso do Partido dos Trabalhadores Social-Democratas, realizado em Londres e Bruxelas, em 1903, Trotski aliou-se à facção menchevique (socialismo democrático) contra Lênin e os bolcheviques. Durante a insurreição dos trabalhadores russos contra o regime do czar, Leon regressou à Rússia e participou ativamente da organização de greves e outros movimentos promovidos pelo Soviete dos Trabalhadores de São Petersburgo. Preso, foi enviado novamente à Sibéria onde amadureceu nesse período sua doutrina da “revolução permanente”, que tinha como fundamento a convicção de que a revolução nacional somente poderia consolidar-se como escala de um processo revolucionário mundial, dirigido pela classe operária. Leon Trotski detalhou sua teoria em “Balanço e perspectivas”, uma das suas obras essenciais. Em 1907, conseguiu fugir novamente, sempre com a ajuda de companheiros de causa, estabelecendo-se em Viena, capital da Áustria, onde se manteve como correspondente nas guerras dos Bálcãs de 1912 e 1913. Nos começos daquela que seria conhecida como a primeira guerra mundial, deslocou-se para Paris, mas atividades antimilitaristas causaram sua expulsão da França e mais tarde da Espanha. Ele saudou a revolução de fevereiro de 1917, na Rússia, como o começo da “revolução permanente” que havia previsto. Então, regressou à Rússia, em maio, e assumiu a liderança de uma ala esquerdista da facção menchevique. Depois da tentativa fracassada de tomar o poder, em julho, Leon foi preso. Em agosto, ainda na prisão, ingressou no partido bolchevique, sendo eleito membro do seu comitê Central. Posto em liberdade em setembro, elegeu-se presidente do Soviete de Petrogrado e desempenhou papel essencial nas lutas pela tomada do poder como chefe do Comitê Militar Revolucionário. Nomeado comissário de Assuntos Exteriores do primeiro governo soviético, Trotski dirigiu as negociações de paz com a Alemanha e seus aliados que resultaram no Tratado de Brest-Litovsk. Em junho de 1918, tornou-se comissário de Guerra, com a difícil tarefa de organizar o novo Exército Vermelho, bem como preparar a defesa do regime comunista contra a crescente ameaça de invasão externa e de guerra civil. A eficácia do seu trabalho na organização do Exército contribuiu para reforçar sua influência e, em 1920, depois da vitória definitiva sobre os contra-revolucionários, passou a ser considerado como o provável substituto de Lênin. Na luta pelo poder, após a morte de Lênin em 1924, não conseguiu Leon se impor sobre Stalin, cujas teses de “socialismo num só país” e tendência à centralização do partido, criticou duramente. Por isso, em 1926, ele foi destituído do Comissariado de Guerra. Perdeu os cargos no Biroau Político (politburo) e no Comitê Central do Partido Comunista. Em 1927, após um ano de desterro em Almaty, foi expulso do partido e obrigado a abandonar a União Soviética em janeiro de 1929. Viveu na Turquia ocasião em que escreveu “A revolução permanente” (1930) e “História da revolução russa” (1930-1933). Mudou-se para a França em 1933 após rápida estada na Noruega, para fixar residência em Coyoacán, perto da cidade do México, em 1936. Dois anos mais tarde, fundou a Quarta Internacional, formada por pequenos grupos anti-Stalin. Em Moscou, Trotski foi julgado à revelia como o principal conspirador nos julgamentos dos líderes da oposição comunista, realizados de 1936 a 1938, sendo condenado à morte. A execução de tão severa sentença se deu em Coyoacán, em 20 de agosto de 1940, pelo carrasco comunista, o espanhol Ramon Mercader, provavelmente a mando de Joseph Stalin.


Pau Amarelo PE 19 de outubro de 2006


E-mail:

OrlandoCalado@yahoo.com.br

Pau Amarelo PE 18 de novembro de 2006

Orlando Calado é bacharel em direito.


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Coluna 159 - 01/04/2009 - A República Brasileira de 1889, uma instituição militar positivista (2)
Coluna 158 - 21/03/2009 - A República Brasileira de 1889, uma instituição militar positivista (1)
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Coluna 155 - 08/11/2008 - S. Bento do Una, um breve passeio ao longo de sua história (12)
Coluna 154 - 25/10/2008 - S.Bento do Una, um breve passeio ao longo de sua história (11)
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Coluna 152 - 11/10/2008 - S. Bento do Una, um breve passeio ao longo de sua história (9)
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Coluna 137 - 14/06/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (24) - A abolição da escravatura no Ceará, a povoação de Boa Viagem do Recife entre outros assuntos
Coluna 136 - 07/06/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (23) - A crise no abastecimento de água no Recife. Relatório do governo: as chuvas diminuem a bandidagem
Coluna 135 - 31/05/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (22) - O projeto de lei de Joaquim Nabuco abolindo a escravidão e a chamada Lei Saraiva que restringiu o voto
Coluna 134 - 24/05/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (21) - Ainda os efeitos da grande seca na Vila de S. Bento; o Ginásio Pernambucano em 1879
Coluna 133 - 17/05/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (20) - Os efeitos da grande seca em São Bento
Coluna 132 - 10/05/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (19) - A corrupçao na vida pública; o espírito empreendedor do barão de Mauá
Coluna 131 - 03/05/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (18) - A terrível seca dos três sete
Coluna 130 - 26/04/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (17) - A inauguração do palacete da rua da Aurora enquanto a febre amarela grassa em Pernambuco
Coluna 129 - 19/04/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (16) - A revolução nas comunicações e o desfecho da Questão Religiosa
Coluna 128 - 12/04/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (15) - Dom Vital e a Questão Religiosa
Coluna 127 - 05/04/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (14) - A Lei do Ventre Livre
Coluna 126 - 29/03/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (13) - A Guerra do Paraguai
Coluna 125 - 22/03/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (12) - A Guerra do Paraguai
Coluna 124 - 15/03/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (11)
Coluna 123 - 08/03/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (10)
Coluna 122 - 01/03/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (9)
Coluna 121 - 23/02/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (8)
Coluna 120 - 16/02/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (7)
Coluna 119 - 09/02/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (6)
Coluna 118 - 02/02/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (5)
Coluna 117 - 26/01/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (4)
Coluna 116 - 19/01/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (3)
Coluna 115 - 11/01/2008 - Pingos de história do Império Brasileiro (2) O Diario de Pernambuco na História do Brasil
Coluna 114 - 29/12/2007 - Pingos de história do Império Brasileiro (1) - A chegada ao Brasil da família imperial portuguesa
Coluna 113 - 22/12/2007 - A Bíblia, um livro de inúmeras histórias
Coluna 112 - 15/12/2007 - Fatos & gente são-bentenses de épocas diversas (34)
Coluna 111 - 08/12/2007 - Fatos & gente são-bentenses de épocas diversas (33)
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Coluna 109 - 24/11/2007 - Fatos & gente são-bentenses de épocas diversas (31)
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Coluna 106 - 03/11/2007 - Fatos & gente são-bentenses de épocas diversas (28)
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Coluna 77 - 14/04/2007 - Fatos & gente são-bentenses das décadas de 1930 e 1940
Coluna 76 - 07/04/2007 - Uma breve visita à nossa querida São Bento do Una
Coluna 75 - 31/03/2007 - Planejamento familiar no Brasil: uma necessidade inadiável
Coluna 74 - 24/03/2007 - Hoje, meio século de uma tragédia são-bentense
Coluna 73 - 17/03/2007 - "Eu vi o mundo... Ele começava no Recife"
Coluna 72 - 10/03/2007 - Reminiscências de um menino de São Bento (7)
Coluna 71 - 03/03/2007 - Um fazendeiro são-bentense do século XIX
Coluna 70 - 24/02/2007 - O Rio de Janeiro será sempre o Rio de Janeiro
Coluna 69 - 17/02/2007 - Gilvan Lemos, simplesmente um escritor
Coluna 68 - 10/02/2007 - A Great Western da minha meninice: uma pequena história
Coluna 67 - 03/02/2007 - A declaração universal dos direitos humanos
Coluna 66 - 27/01/2007 - A revolta da chibata
Coluna 65 - 20/01/2007 - A revolta da vacina
Coluna 64 - 13/01/2007 - Apolônio Sales, um estadista de grande valor
Coluna 63 - 06/01/2007 - 2006: Um ano de saldo positivo apesar do pouco crescimento econômico
Coluna 62 - 30/12/2006 - A "Batalha da Borracha", um episódio esquecido da história do Brasil
Coluna 61 - 23/12/2006 - Alguns suicidas famosos (2/2)
Coluna 60 - 16/12/2006 - Alguns suicidas famosos (1/2)
Coluna 59 - 09/12/2006 - Aumentando os conhecimentos gerais (16)
Coluna 58 - 02/12/2006 - Aumentando os conhecimentos gerais (15)
Coluna 57 - 25/11/2006 - Congresso Nacional perdulário, povo paupérrimo
Coluna 56 - 18/11/2006 - Aumentando os conhecimentos gerais (14)
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Coluna 54 - 14/10/2006 - Modos de falar diferentes no Brasil e em Portugal (4/4)
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Coluna 52 - 30/09/2006 - Modos de falar diferentes no Brasil e em Portugal (2/4)
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Coluna 50 - 16/09/2006 - Aumentando os conhecimentos gerais (12)
Coluna 49 - 09/09/2006 - Aumentando os conhecimentos gerais (11)
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Coluna 33 - 08/04/2006 - Nome de rua não deve ser mudado
Coluna 32 - 01/04/2006 - Brasil, nova potência petrolífera mundial!
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Coluna 30 - 18/03/2006 - Biodiesel: um combustível social e ecológico
Coluna 29 - 11/03/2006 - Os livros de Sebastião Cintra
Coluna 28 - 04/03/2006 - Um sábado sangrento no Recife
Coluna 27 - 25/02/2006 - O início do resgate da nossa dívida social
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Coluna 24 - 04/02/2006 - Aspectos gerais da lei de responsabilidade fiscal
Coluna 23 - 28/01/2006 - Pernambuco começa a sair da letargia
Coluna 22 - 21/01/2006 - Perfil demográfico no mundo rico
Coluna 21 - 14/01/2006 - Brasil, potência mundial em 2020
Coluna 20 - 07/01/2006 - Os gatunos da esperança
Coluna 19 - 31/12/2005 - Josué Severino, o mestre e a Banda Santa Cecília
Coluna 18 - 24/12/2005 - Reminiscências de um menino de São Bento (2)
Coluna 17 - 17/12/2005 - Pequenas idéias para o desenvolvimento de São Bento do Una
Coluna 16 - 10/12/2005 - Do Estado pouco ou nada espero
Coluna 15 - 04/12/2005 - A América do Sul e o nazismo
Coluna 14 - 27/11/2005 - A Venezuela bolivariana de hoje
Coluna 13 - 26/11/2005 - Reminiscências de um menino de São Bento (1)
Coluna 12 - 13/11/2005 - A crise argentina
Coluna 11 - 13/11/2005 - A saga de Delmiro Gouveia
Coluna 10 - 10/11/2005 - O velho na legislação brasileira
Coluna 9 - 31/10/2005 - O projeto São Francisco
Coluna 8 - 24/10/2005 - Correio eletrônico, maravilha do nosso tempo
Coluna 7 - 13/10/2005 - Um século sem presidente paulista
Coluna 6 - 09/10/2005 - O Grande Pronome 'Lhe' Morreu!
Coluna 5 - 29/09/2005 - Brasil 2005 - Uma Economia Mais Forte
Coluna 4 - 22/09/2005 - As Vestais da Moralidade Pública
Coluna 3 - 15/09/2005 - Mordomia & Nepotismo
Coluna 2 - 07/09/2005 - Tratamento de Excelência
Coluna 1 - 07/08/2005 - Hiroshima - uma covardia inominável


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